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Jones Manoel fala sobre filiação ao PSOL, possível candidatura, BBB e debate sobre o fim da escala 6x1; veja entrevista completa

Por Paulo Dourado

Foto: Divulgação

O militante comunista, comunicador, historiador e educador Jones Manoel, que vem ganhando grande repercussão nas redes sociais, comentou, na última quarta-feira (21), sobre a possibilidade de disputar as eleições para a Câmara dos Deputados pelo PSOL. Atualmente filiado ao Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), ele explicou que a legenda ainda não possui registro eleitoral, o que motivou a abertura de diálogo com o PSOL para viabilizar uma candidatura.

 

Segundo Jones, o PCBR definiu como linha política o lançamento de candidaturas nas próximas eleições, mas, diante da ausência de registro oficial do partido, a saída encontrada foi buscar uma filiação democrática. Ele explicou que as conversas com o PSOL têm avançado para uma possível candidatura a deputado federal por Pernambuco, pontuando que o diálogo tem sido positivo.

 

Jones destacou ainda que já recebeu apoio público de lideranças da legenda. 

 

“Várias figuras importantes do PSOL já declararam apoio. Na Bahia, o Kleber Rosa se pronunciou positivamente, assim como Hamilton Assis. Então a gente vem com uma perspectiva positiva”, disse o militante.

 

 

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Durante a entrevista, Jones Manoel também comentou o que classificou como o “surfe” do governo Lula e de setores da esquerda na pauta do fim da escala de trabalho 6x1. Para ele, o tema foi deixado em segundo plano e ganhou força apenas com a proximidade do período eleitoral. 

 

“Deixaram a pauta do fim da escala 6x1 em banho-maria, esperando chegar o ano da eleição para virar bandeira eleitoral”, avaliou. Ainda assim, reconheceu que a ampliação do debate é positiva, “seja por oportunismo eleitoral ou não”, argumentou.

 

O comunicador também falou sobre a repercussão de seu nome no Big Brother Brasil, após ser citado por participantes do reality show, como Babu Santana e Juliano Floss. Para Jones, as menções refletem o crescimento de sua visibilidade e da circulação de suas ideias. 

 

“Acho que foi um resultado esperado. Tem uma repercussão cada vez maior, fruto de uma análise teórica e de uma linha política acertada”, afirmou.

 

Em tom descontraído, ele agradeceu as citações feitas no programa. “Aproveitando, mando um abraço para o Babu e para o Juliano. O Juliano, inclusive, falou que um dia eu serei presidente do Brasil. Que os anjos e todos os santos deem o amém”, concluiu, em tom bem-humorado.

 

Veja a entrevista completa: