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Desafio Ambiental - Por Lenilde Pacheco
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Existe uma coisa que nenhum manual de atendimento consegue ensinar completamente: o jeito de receber. Pode haver treinamento, uniforme impecável, sistema de reservas, tecnologia, protocolo e sorriso ensaiado, mas há algo que pertence à cultura de cada lugar e que, quando verdadeiro, transforma uma simples prestação de serviço em experiência.
É a maneira de falar, de olhar, de brincar, de criar proximidade, e aí entra uma pergunta que pode provocar muita gente no turismo brasileiro: até onde a informalidade é hospitalidade e a partir de quando ela passa a ser falta de profissionalismo?
Na Bahia, por exemplo, é perfeitamente possível entrar em um estabelecimento e ser recebido por um “meu pai”, “minha mãe”, “meu irmão”, “meu pivete”, “meu rei”. Para um baiano, muitas vezes isso não significa intimidade excessiva. É uma linguagem afetiva, é uma forma cultural de dizer: “você é bem-vindo”. Mas, para quem chega de fora, a interpretação pode ser diferente, e comunicação nem sempre é o que eu digo, é o que a pessoa entende.
Aí pode estar a riqueza e também o perigo da hospitalidade como ativo turístico. O baiano tem uma maneira própria de acolher, o carioca também, o paulista, por sua vez, costuma carregar uma comunicação mais objetiva, direta, empresarial. Nenhuma dessas formas é necessariamente melhor ou pior, são diferentes.
E talvez esteja justamente aí uma das grandes forças do turismo: a experiência não acontece apenas no lugar, acontece também na maneira como o lugar se relaciona com quem o visita. Um turista pode esquecer o nome do restaurante, mas dificilmente esquece a pessoa que o recebeu bem, mas também não esquece a demora do prato chegar, a conta errada, etc.
A hospitalidade é muito mais do que uma forma regional de receber, é eficiência e simpatia na dose certa. Pesquisas na área de hotelaria identificam a personalização e o acolhimento caloroso como componentes importantes da satisfação dos hóspedes. Em restaurantes, estudos também apontam personalização, recepção calorosa e relações especiais como elementos percebidos como hospitalidade. Ou seja, chamar o cliente pelo nome, perceber seus hábitos, conversar com ele, recomendar alguma coisa, demonstrar interesse e criar uma relação humana é eficiência.
O problema começa quando confundimos intimidade com qualidade. Um garçom pode chamar o cliente de “meu rei” e, ao mesmo tempo, esquecer o pedido, pode chamar de “meu pai” e entregar a conta errada, pode brincar, sorrir, fazer graça e deixar o cliente esperando quarenta minutos.
Nesse caso, a informalidade deixa de ser hospitalidade e passa a ser apenas informalidade. Porque o turista quer carinho, mas também quer competência, quer ser acolhido, mas quer que o quarto esteja pronto, quer conversar, mas quer que o pedido chegue corretamente, quer sentir-se especial, mas não quer pagar por um serviço que não corresponde ao prometido.
Talvez a equação seja justamente essa: calor humano + competência = hospitalidade. Somente calor humano pode virar amadorismo, somente competência pode transformar a experiência em algo frio e impessoal, e talvez o grande diferencial esteja no equilíbrio.
Pensemos no Rio de Janeiro. A informalidade carioca, a conversa fácil, o “querido”, o “meu amigo”, a brincadeira, o jeito descontraído de conversar com desconhecidos fazem parte da experiência que muitos visitantes associam à cidade. Seria possível imaginar o Rio sem essa espontaneidade? Provavelmente não.
Agora imagine o contrário: um turista chegando a um restaurante e sendo tratado com uma informalidade que ele não autorizou, com brincadeiras inadequadas ou excesso de intimidade. Aquilo que, para um carioca, pode ser simpatia pode, para outra pessoa, parecer invasão.
E aqui chegamos ao ponto central: hospitalidade também é saber ler o outro.
Na Bahia, chamar alguém de “meu pai” pode ser absolutamente natural. Mas talvez não seja apropriado em todos os ambientes, com todos os públicos e em todas as situações.
Um resort de luxo, uma recepção de hotel cinco estrelas, uma companhia aérea, um restaurante popular, um bar de praia e uma loja de shopping não precisam falar exatamente a mesma língua. A identidade cultural deve aparecer, mas precisa ser acompanhada de inteligência no atendimento, e talvez esse seja o erro de muitos destinos turísticos: tentar transformar cultura em roteiro, espontaneidade em treinamento e simpatia em script.
A hospitalidade verdadeira não deveria ser decorada, deveria ser percebida. Há algo ainda mais interessante nisso tudo. Quando viajamos, não compramos somente cama, comida, transporte ou paisagem. Compramos experiências, e essas experiências são construídas também nas relações humanas.
É por isso que a cordialidade pode se transformar em valor econômico, em atendimento que gera satisfação, aumenta a possibilidade de retorno, recomendação e vínculo com o destino. Estudos recentes sobre turismo e hospitalidade reforçam justamente a relação entre personalização, satisfação, valor percebido e lealdade.
Então o jeito de um povo receber pode ser um ativo turístico, mas não podemos confundir ativo cultural com licença para ser inconveniente.
O que precisamos é aprender a transformar identidade em excelência, porque o turista não quer necessariamente ser tratado como amigo, ele quer sentir que é bem-vindo e existe uma enorme diferença entre as duas coisas, talvez a pergunta não seja se devemos ser formais ou informais.
A pergunta é outra: o nosso jeito de receber faz o visitante querer ficar mais um pouco, voltar um dia e falar bem de nós quando chegar em casa, estimula outras pessoas a virem nos conhecer? Se a resposta for sim, temos aí um patrimônio que nenhum museu consegue guardar, um patrimônio que não está na praia, na igreja, no restaurante ou no hotel. Mas, se a resposta for NÃO ou TALVEZ, não passaremos de recordações em forma negativa ou piadas em rodas de amigos contando suas experiências em suas viagens.
O turista quer eficiência em primeiro plano, a hospitalidade é o grande diferencial que cada um pode oferecer. Porém, jamais sem eficiência.
Boa viagem!
O BN Imóveis Cast recebe, nesta segunda, Jorge Almeida, corretor de imóveis e especialista no mercado de alto padrão, e Antonio Barretto Junior, executivo de marketing, empreendedor e especialista em desenvolvimento de destinos turísticos, para um bate-papo sobre mercado imobiliário, negócios, turismo e desenvolvimento.
Jorge Almeida possui mais de 20 anos de experiência no mercado imobiliário, com atuação em grandes imobiliárias e construtoras, onde exerceu funções comerciais, de liderança e gestão. Sua trajetória reúne experiência em negociações complexas, desenvolvimento de equipes e atendimento a clientes de alto poder aquisitivo. Atualmente, atua em Salvador com foco em imóveis de alto padrão, oferecendo consultoria personalizada pautada por relacionamento, discrição e segurança nas decisões patrimoniais.
Antonio Barretto Junior possui mais de três décadas de experiência nos setores público e privado. Diretor de Destino do Grupo Prima, lidera as estratégias de marketing, branding e operações de Baixio, na Bahia, e é presidente da Associação de Empreendedores da Rua Chile e Entorno (ARCE). Ao longo da carreira, atuou na Bahiatursa, Prefeitura de Salvador, Grupo ABC e LIDE Bahia, além de liderar projetos ligados ao turismo, desenvolvimento urbano, captação de investimentos e valorização do Centro Histórico de Salvador.
No episódio, os convidados devem compartilhar suas experiências e falar sobre mercado imobiliário de alto padrão, perfil de clientes, negócios, turismo, desenvolvimento de destinos, valorização de regiões e as conexões entre investimentos e desenvolvimento econômico.
O episódio será transmitido ao vivo, às 19h, no canal do Bahia Notícias no YouTube, com apresentação de Dimitre Britto e José Azevedo.
O BN Imóveis Cast é uma realização do portal Bahia Notícias, com patrocínio de Direcional, Fator Realty, Criare, Italínea e QPC Incorporadora, além do apoio de Ello Imóveis e DB Imóveis.
A Volkswagen está em alta no Brasil. A marca alemã tem modelos no topo das vendas (Polo, T-Cross e Nivus) e acaba de apresentar o SUV elétrico ID.4 no mercado nacional. Mesmo com a forte crise global provocada pela invasão dos carros chineses, a VW aposta no ID.4 Pro 2027. O modelo tem mecânica mais forte com 286 cavalos - antes a potência era de 204 cavalos - e torque máximo de 55,6 kgfm.
O SUV ID.4 surge novamente no mercado brasileiro com preço sugerido de R$ 299.990, valor para entrar na briga do segmento dominado pelos SUV's elétricos Made in China. Tem autonomia de 389 km usando a bateria de 84 kWh. O sistema de recarga suporta carga rápida de até 185 kW (de 0 a 80% em cerca de 25 minutos).

O ID.4 vem equipado com um amplo pacote de tecnologia com conectividade, segurança e conforto. Entre os equipamentos, há uma central multimídia com tela de 12,9 polegadas, teto panorâmico, faróis LED matrix e assistentes de condução semiautônoma (ADAS).
A Volks já vendeu o ID.4 no país em 2023 por meio do programa Sign&Drive, de carros por assinatura. Agora, o SUV da Volkswagen - que já tem novo projeto para ser lançado no mercado global - chega usando a plataforma modular elétrica MEB. O SUV elétrico possui 2,77 metros de entre-eixos e um amplo pacote de equipamentos para disputar espaço na faixa dos SUV's BYD Sealion e GWM Haval no mercado brasileiro.


Renault apresenta melhorias no Kwid 2027
A francesa Renault rivaliza com a italiana Fiat o segmento dos modelos compactos no País. Kwid e Mobi são os carros mais baratos do mercado nacional e se encaixam no bolso de quem tem R$ 80 mil. O Kwid 2027 chega ao mercado com melhorias no design externo e atualizações tecnológicas na parte interna. A versão de entrada Evolution parte de R$ 71.190 e a Techno tem preço inicial de R$ 75.990. A Renault posiciona o Kwid Outsider com valor de R$ 84.890.

O novo Kwid traz a nova identidade visual global da marca francesa, similar ao do Kardian, Boreal e Koleos. Possui logo reestilizado e grade reformatada. O hatch compacto tem a mesma mecânica, motor 1.0 SCe Flex, além de quatro airbags de série em todas as configurações. Com isso, o novo Kwid garante a boa autonomia e baixo consumo urbano.
Todas as versões contam com luzes de circulação diurna (DRL) em LED e novas rodas de 14 polegadas. A versão Outsider mantém o teto bíton e soma novas rodas de liga leve diamantadas em preto brilhante, grafismos laterais inéditos, barras de teto e protetores skids.

O Kwid 2027 ganhou um painel de instrumentos 100% digital com tela TFT de 7 polegadas de série. A nova central multimídiaMedia Evolution tem tela flutuante de 10,1 polegadas, compatível com espelhamento sem fio para Apple CarPlay e Android Auto. Com entre-eixos de 2.423 mm, o hatch vem ainda com volante multifuncional e um porta-malas de 290 litros.
ACELERADAS...
SANTO ESTÊVÃO - Os amantes do antigomobilismo se reúnem na Lagoa do Plínio, na cidade de Santo Estêvão. O encontro dos donos de carros raros e fora de série acontece amanhã e sábado com atração musical e momentos de confraternização. A décima edição do Encontro de Carros Antigos de Santo Estêvão é organizado pela Associação Baiana de Carros Antigos e Carangos Club.

ITABUNA - Quem deseja adquirir um carro seminovo tem a opção das lojas especializadas. Hoje, a segurança é um item essencial para a compra de um veículo e o mercado automotivo ganha força com a operação do Auto Shopping Grupo Indiana, localizado na Avenida José Soares Pinheiro, em Itabuna. O empreendimento utiliza o conceito de centro automotivo multimarcas com diversos serviços e lojas credenciadas. Há ofertas como a de veículos com diferentes tecnologias de propulsão — desde os tradicionais modelos a combustão até veículos 100% elétricos (BEV) e híbridos (PHEV e HEV).
ELETRIFICADOS - A participação dos carros elétricos só cresce no mercado brasileiro. A região Nordeste manteve a segunda maior participação regional nas vendas de veículos leves eletrificados em agosto de 2026, com 12.453 unidades comercializadas, o equivalente a 21,7% do total nacional. O levantamento da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) indica que a região ficou atrás apenas do Sudeste. No Brasil, os carros eletrificados representaram 24,3% das vendas de veículos leves em agosto, com 63.709 unidades comercializadas, segundo dados da Bright Consulting baseados nos registros do Renavam.
PROGRAMA MOVE - A chinesa Geely incluiu seus dois modelos no programa Move Brasil com condições exclusivas. O Geely EX5 EM-i na versão PRO está sendo ofertado para taxistas e motoristas de aplicativo cadastrados no programa do Governo Federal. Além dos benefícios oferecidos pela iniciativa governamental, a Geely oferece um desconto adicional de 8% sobre o valor de tabela. A versão EX5 EM-i PRO tem preço a partir de R$136.926, para motoristas de táxi (adicionados os descontos previstos em lei para a categoria), e a partir de R$174.790, para motoristas de aplicativo.
DUAS RODAS - O setor de motos está com boas opções. A linha 2027 da Yamaha Crosser ABS vem agora com conectividade por meio do aplicativo Yamaha Motor On e piscas de LED. Destaque também para o conjunto de equipamentos com farol com projetor, luz de posição, setas e lanterna traseira de LED. A Crosser ABS Connected 2027 traz conectividade Bluetooth da motocicleta com o smartphone por meio do aplicativo Yamaha Motor On. Pelo app, o piloto acompanha o consumo de combustível médio, o histórico de viagens (com possibilidade de compartilhamento em redes sociais) e o cronograma de manutenção. Tanto a Crosser S ABS Connected como a Crosser Z ABS Connected são equipadas com o motor 150 cc BlueFlex, de até 11,7 cv de potência a 7.250 rpm. O tanque tem capacidade para 12 litros de combustível e a autonomia é de 500 quilômetros. Preço na faixa dos R$ 23 mil.
Existem profissões que podem ser contadas em projetos realizados, resultados alcançados ou anos de carreira. Na medicina veterinária, existe outra medida difícil de colocar no papel: quantas vidas passam pelas mãos de um profissional ao longo da sua trajetória?
São pacientes que chegam ainda filhotes e retornam durante diferentes fases da vida. Outros aparecem pela primeira vez em uma emergência. Existem aqueles que precisam de acompanhamento por anos e também os encontros breves que, mesmo assim, deixam lembranças.
No Dia do Médico-Veterinário, celebrado neste 9 de setembro, essa é também uma oportunidade de olhar para quem está por trás de cada uma dessas histórias.
Uma profissão que exige conhecimento todos os dias
A formação de um médico-veterinário não termina com a graduação. Novas técnicas, recursos diagnósticos, tratamentos e evidências científicas fazem da atualização uma parte constante da profissão.
Na rotina clínica, esse conhecimento encontra um desafio particular: o paciente não consegue explicar onde dói, quando começou ou exatamente o que está sentindo. É preciso ouvir a família, conhecer o histórico, observar sinais, realizar o exame clínico e, quando necessário, recorrer a exames complementares para construir uma investigação.
Por trás de uma conduta que parece simples para quem observa de fora, podem existir anos de estudo e uma sequência de decisões cuidadosamente tomadas.
Existem também as noites sem dormir
A medicina veterinária tem momentos bonitos, mas também exige muito de quem a exerce. Existem plantões que atravessam a madrugada, emergências que exigem decisões rápidas, casos que preocupam e situações em que é difícil simplesmente terminar o expediente e esquecer o que aconteceu.
Porque, por trás do jaleco, existe uma pessoa. Alguém que se preocupa com o paciente, que conversa com uma família apreensiva e que também precisa lidar com a responsabilidade de cuidar de uma vida que representa tanto para alguém.
Reconhecer a importância desses profissionais também significa reconhecer essa dimensão humana da profissão e lembrar que quem dedica os dias a cuidar também precisa encontrar espaço para ser cuidado.
E existem momentos difíceis de explicar
Do outro lado estão algumas das experiências que ajudam a explicar por que tantos profissionais escolheram a medicina veterinária.
Ver um paciente melhorar.
Voltar a comer.
Voltar a brincar.
Voltar para casa.
Para uma família, aquele momento pode significar recuperar uma parte importante da própria rotina. Para o médico-veterinário, é mais uma história que passa a fazer parte de uma trajetória construída paciente por paciente.
É nesse encontro entre conhecimento, responsabilidade e cuidado que a profissão ganha uma dimensão que dificilmente aparece em números.
Mais de uma década de histórias na CenterVet
Ao longo de mais de 10 anos, muitos médicos-veterinários já fizeram parte da história da CenterVet. É difícil calcular quantos animais foram atendidos durante esse período. Quantos diagnósticos foram construídos, quantas madrugadas foram atravessadas, quantos pacientes receberam alta e quantas famílias puderam voltar para casa com seus pets.
Mas é possível reconhecer as pessoas que estiveram por trás dessas histórias.
Cada médico-veterinário que passou pela CenterVet trouxe conhecimento, experiências e uma maneira particular de cuidar. Alguns continuam escrevendo essa história hoje. Outros seguiram novos caminhos, levando consigo também um pouco do que viveram aqui.
Todos, de alguma maneira, participaram da construção de uma trajetória que já atravessa mais de uma década.
Uma homenagem a quem escolheu cuidar
Talvez nunca seja possível responder exatamente quantas vidas cabem na trajetória de um médico-veterinário.
Porque não são apenas números em prontuários.
São animais que voltaram para casa. Famílias que respiraram aliviadas. Pacientes que foram acompanhados durante anos. Casos que ensinaram alguma coisa. Histórias que ficaram na memória.
Neste Dia do Médico-Veterinário, a CenterVet reconhece cada profissional que faz parte da sua história hoje e todos aqueles que já passaram por ela.
Por cada noite dedicada.
Por cada decisão.
Por cada paciente.
Por cada vida cuidada.
Feliz Dia do Médico-Veterinário.
A Lojas Renner S.A. ampliou a integração entre sustentabilidade, estratégia de negócios e gestão financeira e estimou em R$ 156 milhões o impacto positivo dessas iniciativas sobre o resultado operacional em 2025. O valor, impulsionado principalmente pelas vendas de produtos com menor impacto ambiental e pelo uso de energia renovável, representa alta de 22% ante os R$ 128 milhões registrados em 2024.
Os dados constam do segundo Relatório de Informações Financeiras Relacionadas à Sustentabilidade da companhia, referente ao exercício de 2025 e elaborado de acordo com as normas IFRS S1 e S2, do International Sustainability Standards Board (ISSB). O documento reforça a tendência de incorporação dos riscos e oportunidades climáticos às decisões financeiras e ao planejamento de longo prazo.
Segundo a companhia, as oportunidades relacionadas ao clima poderão gerar, nos próximos dez anos, fluxo de caixa positivo entre R$ 398 milhões e R$ 462 milhões, após impostos e trazidos a valor presente. Para a Renner, a mensuração desses efeitos reforça o papel da sustentabilidade como vetor de geração de valor e resiliência dos negócios.
“Os resultados alcançados em 2025 e as projeções para os próximos anos reforçam nossa confiança de que a integração da sustentabilidade às estratégias de negócios, financeira e operacional é fundamental para sustentar o crescimento da companhia no longo prazo”, afirma Daniel Martins dos Santos, vice-presidente de Finanças, Administrativo e de Relações com Investidores da Lojas Renner.

Foto: Divulgação
As vendas de produtos considerados mais sustentáveis geraram R$ 109 milhões de impacto positivo estimado no resultado operacional de 2025, ante R$ 94 milhões no ano anterior. Atualmente, oito em cada dez peças comercializadas sob a marca Renner são classificadas como mais sustentáveis, por utilizarem matérias-primas e/ou processos de menor impacto.
A estratégia está alinhada à meta de alcançar, até 2030, 100% das principais matérias-primas utilizadas pela empresa nessa classificação. A oferta desses produtos poderá gerar entre R$ 166 milhões e R$ 193 milhões de impacto positivo sobre o fluxo de caixa nos próximos dez anos.
A gestão eficiente da água também ganhou espaço na estratégia de resiliência da cadeia de fornecimento. Em 2025, 67,9% das peças de jeans e sarja produzidas para a companhia foram classificadas como de baixo consumo de água, avanço de 20,9 pontos percentuais em relação a 2024 e acima da meta de 60% estabelecida para 2030.
Embora os efeitos financeiros ainda não sejam considerados materiais, a empresa avalia que a redução do consumo hídrico poderá contribuir para diminuir custos associados à produção e à aquisição de produtos.
O uso de energia renovável de baixo impacto respondeu por R$ 47 milhões dos efeitos positivos sobre o resultado operacional em 2025, acima dos R$ 34 milhões registrados em 2024. A intensidade dos gastos com energia caiu 14%, para R$ 0,012 por real de receita, enquanto o desconto médio obtido no mercado livre alcançou 32%.
Ao fim de 2025, 298 unidades de negócio operavam nesse modelo. Para os próximos dez anos, a Renner projeta impacto positivo entre R$ 232 milhões e R$ 269 milhões sobre o fluxo de caixa decorrente da estratégia.
A sustentabilidade também passou a integrar o modelo de expansão física. Desde 2023, todas as novas lojas adotam princípios de construção de menor impacto. Ao fim de 2025, 74 unidades, equivalentes a 17% da rede da marca, contavam com soluções de circularidade de materiais, automação e redução do consumo de água e energia.

Foto: Divulgação
A expectativa é de redução dos custos de construção e operação em relação aos modelos convencionais, embora os impactos financeiros ainda não sejam considerados materiais.
Paralelamente às oportunidades, a Renner aprofundou a avaliação dos riscos físicos associados às mudanças climáticas. Cerca de 27% de suas unidades de negócio, entre lojas e centros de distribuição, apresentam algum grau de exposição a eventos como ondas de calor, inundações e tempestades, incêndios florestais e secas meteorológicas.
Em 2025, os ventos fortes passaram a integrar formalmente a matriz de riscos climáticos da companhia. Mais de 90% das lojas, contudo, estão instaladas em shopping centers, condição que, segundo a empresa, reduz a exposição direta a danos estruturais provocados por ventos e inundações.
Entre os riscos quantificados, as ondas de calor provocaram impacto de aproximadamente R$ 10 milhões no resultado operacional de 2025, ante R$ 18 milhões no ano anterior. Para a próxima década, a estimativa de impacto sobre o fluxo de caixa varia entre R$ 94 milhões e R$ 110 milhões.
Inundações e tempestades não provocaram impactos negativos materiais em 2025, mas poderão representar efeitos entre R$ 22 milhões e R$ 25 milhões sobre o fluxo de caixa na próxima década.
O relatório reforça ainda a estratégia de transição climática. As metas, validadas pela Science Based Targets initiative (SBTi), preveem redução de 90% das emissões absolutas dos escopos 1, 2 e 3 e compensação dos 10% residuais, com o objetivo de alcançar a neutralidade climática até 2050.

Foto: Divulgação
O conjunto de iniciativas demonstra que a Renner vem incorporando a sustentabilidade a diferentes etapas do negócio - das matérias-primas à produção, operação das lojas, gestão de resíduos, logística reversa e prolongamento da vida útil das roupas. Em um setor marcado pelo elevado consumo de recursos naturais e intensa geração de resíduos, a estratégia combina redução de água e energia, diminuição das emissões, circularidade e matérias-primas de menor impacto, fortalecendo a agenda ambiental ao associá-la à eficiência operacional, à gestão de riscos e à geração de valor no longo prazo.
Durante muito tempo, o turismo brasileiro pareceu ter escolhido um lado: o mar. Sol, praia, coqueiro, verão. Foi assim que vendemos o Brasil para o mundo e, em boa medida, para nós mesmos. Mas existe um outro Brasil turístico.
Um Brasil de montanhas, cachoeiras, trilhas, pequenas vilas, gastronomia, frio, silêncio e experiências. Um Brasil que começa, cada vez mais, a descobrir que viajar também pode ser uma forma de desacelerar. Saiba mais em Davidson Pelo Mundo: Ibitipoca - quando a montanha vira destino
O Vem com a Dani de hoje leva vocês para uma experiência diferente: o International Medieval Festival @white_eagles_serbia ou Beli Orlovi, que aconteceu na histórica Fortaleza de Belgrado, no Kalemegdan.
Durante três dias, a Fortaleza de Belgrado se transformou em uma verdadeira cidade medieval, com cavaleiros, duelos, torneios, cavalaria, música, danças, artesanato e oficinas que resgataram antigos ofícios e tradições da Idade Média.
E o mais interessante é que o festival não é apenas para observar. A proposta é proporcionar uma experiência imersiva, aproximando o público da história e da cultura medieval.
Eu pude acompanhar de perto um pouco dessa atmosfera e confesso: parecia que eu tinha entrado em um filme medieval!
Uma experiência diferente para quem gosta de história, cultura e turismo e mais uma dica especial para quem está em Belgrado.
O Vem com a Dani de hoje vai ficando por aqui… Para mais dicas e sugestões, me acompanhem nas redes sociais!
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Salvador está vivendo mais uma edição do Salvador Burger Gourmet, festival que reúne restaurantes e hamburguerias da cidade em torno de receitas criadas especialmente para o evento. Nesta semana, fui ao Carvão - Cozinha de Fogo com meus filhos para viver essa experiência de perto.
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Foto: Vinho Por Ela
Entre uma conversa e outra, fomos provando os hambúrgueres, percebendo sabores, texturas e aquilo que a brasa acrescenta à comida.
Mas eu queria ir além da experiência do festival e propor uma harmonização menos óbvia. Em vez da associação mais comum com cerveja ou com um vinho tinto, escolhi o Lírica Brut, espumante brasileiro da Vinícola Hermann.
E funcionou muito bem.

Foto: Vinho Por Ela
O hambúrguer reúne gordura, carne, queijo, pão, molhos e sabores tostados. Por isso, o frescor do espumante faz tanto sentido. A acidez ajuda a equilibrar a gordura, enquanto as borbulhas renovam o paladar entre uma mordida e outra.
No Carvão, a presença da brasa torna essa combinação ainda mais interessante. O prato traz intensidade, e o espumante entra justamente com leveza e frescor, sem perder personalidade.
O Lírica Brut é produzido pela Vinícola Hermann com Chardonnay e Pinot Noir, em Pinheiro Machado, na Serra do Sudeste do Rio Grande do Sul. Elaborado pelo método tradicional, passa cerca de 12 meses em contato com as leveduras, o que contribui para sua cremosidade e complexidade.

Foto: Vinho Por Ela
Na taça, traz notas cítricas, flores brancas e nuances de fermentação, além de boa acidez e textura cremosa. Essas características ajudam a explicar por que ele se comportou tão bem ao lado do hambúrguer.
Foi uma harmonização feita muito mais pelo contraste do que pela semelhança.
A gordura pediu acidez.
A intensidade pediu frescor.
A brasa encontrou as borbulhas.
E talvez seja justamente esse o ponto mais interessante do Salvador Burger Gourmet: o festival convida a experimentar.
Experimentar novos hambúrgueres, novas casas e, por que não, novas harmonizações.
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Foto: Vinho Por Ela
Naquela mesa, entre meus filhos, a brasa e uma taça de espumante, ficou uma certeza: o vinho também cabe nas experiências mais descontraídas - e algumas das melhores combinações começam quando a gente se permite sair do óbvio.
Saúde!
Ficha da taça
Lírica Brut — Vinícola Hermann
Região: Pinheiro Machado, Serra do Sudeste – RS
Uvas: Chardonnay e Pinot Noir
Método: tradicional
Maturação: 12 meses
Teor alcoólico: 12,5%
Serviço: 6 a 8 °C
Com produção em Iracemápolis (SP) e planos de fábrica no Espírito Santo, a chinesa GWM foca nos SUV's eletrificados no Brasil. A novidade é o Tank 400, SUV de luxo com lançamento e início de vendas confirmados para o segundo semestre de 2026. Parte da estratégia de aumento do portfólio de SUV's no mercado brasileiro, o Tank 400 vem equipado com conjunto híbrido plug-in flex acoplado à transmissão automática de 9 velocidades com conversor de torque.


Foto:Divulgação
O SUV de luxo Tank 400 ganhou destaque no Festival Interlagos com 421 cavalos de potência e 76,5 kgfm de torque. Tem espaço para acomodar o motorista e mais quatro passageiros. O grande diferencial do modelo reside na arquitetura Hi4-T. São motores elétricos independentes no eixo traseiro para simular a tração integral. Além disso, a GWM equipa o Tank 400 com um motor 2.0 flex a combustão, de quatro cilindros e injeção direta, e outro motor elétrico que trabalham integrados, enviando o torque mecanicamente às quatro rodas para garantir tração máxima em terrenos severos. Possui ainda sistema de reduzida e bloqueios eletrônicos de diferencial dianteiro e traseiro.


Foto: Divulgação
Irmão maior do Tank 300, o inédito GWM Tank 400 vem equipado com cabine sofisticada com teto solar panorâmico, painel digital e central multimídia bem moderna. Destaque para o conjunto de bancos com ventilação, aquecimento e função massagem. O suvão tem ainda recursos tecnológicos como Head-Up Display e Thermal Box (geladeira/aquecimento), além de um pacote completo de assistências à condução (ADAS) e controle de cruzeiro off-road.
A linha GWM inclui ainda o compacto Ora 5, além da linha de SUVs híbridos Haval H6, Wey Dark Edition, Haval H9, Tank 300 e a picape média Poer P30. O preço do Tank 400 será anunciado em breve no Brasil.

Foto: Divulgação
ACELERADAS...
VENDAS - A Volkswagen enfrenta uma crise com demissões e fechamento de fábricas na Alemanha. O mercado brasileiro segura as vendas da marca alemã com recorde em cima de recorde. A Volkswagen do Brasil segue como líder absoluta de vendas no varejo brasileiro. Entre janeiro e agosto deste ano, a VW já emplacou 122.466 unidades no canal destinado às vendas a pessoas físicas. A fabricante alemã conta com 3 modelos no Top 6 de vendas no Brasil (Polo, T?Cross e Tera), considerando todos os segmentos. O T?Cross fechou com 61.932 unidades o período de janeiro a agosto, sendo o SUV mais vendido do Brasil há 4 anos consecutivos (2023 a e 2026).
SEGMENTO PREMIUM - A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil entra em um novo momento com o lançamento do Classe V no mercado brasileiro. Disponível nas versões V 300 Avantgarde e V 300 Elegance, o modelo combina amplo espaço interno, tecnologia avançada e elevado nível de conforto para até sete ocupantes, marcando a entrada da marca em um novo segmento de atuação no país. Com capacidade para até sete ocupantes, o Classe V tem interior refinado, diferentes configurações de assentos, sistema multimídia MBUX, cockpit widescreen e um amplo pacote de assistência à condução e segurança. O Mercedes-Benz Classe V tem preço público sugerido a partir de R$ 729.900.
SEDÃ DE LUXO - Fugindo dos lançamentos mais convencionais, a Volvo Car Brasil apresentou o ES90, o primeiro sedã totalmente elétrico da montadora sueca. O inédito ES90 tem uma autonomia de 524 km e completa a linha de veículos elétricos EX30, EX40, EC40 e EX90, além dos híbridos plug-in XC60 e XC90. O novo lançamento chega em versão única Ultra Twin Motor Performance, com 680 cavalos de potência. É um sedã luxuoso com aceleração de 0 a 100 km/h em apenas quatro segundos. Usa dois motores elétricos com 870 Nm de torque e 680 cavalos de potência. Preço: R$ 659.950.
RECORDE DE VENDAS - A chinesa BYD comemora o resultado de vendas do mês de agosto. Foram 24.467 veículos emplacados no Brasil e 9,30% de market share entre automóveis e comerciais leves. A marca terminou colada no terceiro lugar no ranking geral do mercado e deve atingir sua meta de alcançar a liderança do setor até 2030. No acumulado do ano, a BYD registrou 146.930 mil veículos emplacados e em oito meses já superou o total de todo 2025 com folga (112 mil unidades).
VENDA DIRETA - A chinesa Geely iniciou seu programa de vendas diretas no Brasil. O modo de compra inclui os modelos 100% elétricos EX2 e EX5, além do híbrido plug-in EX5 EM-i (exceto na versão MAX). O programa oferece descontos de até 11% para vendas para pessoa jurídica, além das isenções previstas em lei para Pessoas com Deficiência (PcD) e taxistas.
O projeto imobiliário Oke Horto, eleito Lançamento do Ano pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi) em 2023, foi entregue na noite desta quarta-feira (2) pelas empresas Amorim Barreto, Inova, Pelir e MVL. Localizado na Rua do Cedro, no Horto Florestal, o edifício residencial de alto padrão possui fachada que combina elementos modernos e naturais.
A entrega marca mais uma etapa da parceria entre as quatro empresas no mercado imobiliário de Salvador. “Nós três, MVL, Pelir e Inova, estamos fazendo empreendimentos juntos desde 2006. A Amorim Barreto chega para o Oke agregando a experiência de uma empresa de mais de 40 anos no mercado. Fizemos essa associação em 2022 e foi um casamento perfeito”, destaca Marcos Vieira Lima, diretor da MVL.
Assinado pelo arquiteto Ricardo Farias, o empreendimento foi construído em uma área arborizada e próxima a vias importantes, como a Avenida Juracy Magalhães. O projeto incorpora estratégias para otimizar a ventilação e o aproveitamento de energia natural, além de soluções sustentáveis, como telhado verde e placas solares para geração de energia.
Segundo Rodrigo Peleteiro, sócio da Pelir, a complexidade técnica da fachada e o compromisso ambiental foram alguns dos desafios durante a execução da obra. “Acho que o grande desafio técnico realmente foi a execução da fachada. É uma fachada ventilada com muitos detalhes, com diversos elementos, como porcelanato amadeirado, pastilha e porcelanato comum. O empreendimento também é repleto de itens de sustentabilidade, o que traz o IPTU Verde no nível Ouro pela Prefeitura de Salvador, gerando benefícios e redução de custos para os moradores. Temos placas solares, reuso de água do ar-condicionado e da chuva para molhar as áreas comuns, além de elevadores inteligentes”, afirma.
Com torre única, o Oke Horto possui 49 unidades, distribuídas em dois apartamentos por andar. As plantas variam entre 90 m² e 116 m², com duas ou três suítes. O edifício também conta com coberturas horizontais de 146 m² e coberturas duplex de 158 m². As unidades possuem varanda panorâmica integrada diretamente à cozinha.
As áreas comuns e de lazer, projetadas pelo escritório GAM Arquitetos, incluem piscina com hidro e raia de 16 metros, academia, espaços gourmet, sala de massagem, espaço beauty, brinquedoteca e áreas verdes integradas.
Sobre a ambientação e a proposta conceitual dos espaços, a arquiteta Ana Fernandes explicou: “A nossa intenção era fazer um prédio onde as áreas comuns fossem a extensão dos apartamentos. Para você ter a possibilidade de receber fora de casa e, de fato, usar o prédio como extensão da sua residência, criando algo muito irreverente, com uma decoração não só aconchegante, mas estilosa também.”
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