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André Fufuca e Fábio Araújo
O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil
Foto: Divulgação

O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil

O Brasil já provou ao mundo sua força no paradesporto. Nas últimas edições dos Jogos Paralímpicos em Milão-Cortina 2026, consolidamos nosso lugar entre as grandes potências, com recordes, medalha e novos talentos surgindo a cada ciclo. Esse é um patrimônio do país. Mas, se por um lado o alto rendimento avança, por outro, ainda buscamos consolidar o esporte como ferramenta de reabilitação.

Multimídia

"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar

"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
O deputado federal Bacelar (PV) realizou um balanço sobre as articulações do grupo político do governo do estado para, enfim, lograr êxito na disputa pela prefeitura de Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (23), o parlamentar criticou as estratégias adotadas até o momento e pregou pelo “investimento” em candidatos fixos.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

rui costa

Rui Costa faz críticas a comunicação liderada por Sidônio no governo em reunião e marqueteiro responde
Foto: Reprodução / Agência Brasil

O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), fez críticas públicas à comunicação do governo federal em reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com ministros nesta terça-feira (31). Durante a fala inicial na reunião, Rui Costa citou ao menos três vezes o nome do chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, ao dizer que era preciso comunicar à população sobre as propostas e conquistas do governo federal.

 

“A minha dúvida, Sidônio, é se o povo sabe disso. Acho que a gente tem que colocar como foco comparar e mostrar. O povo tem o direito de conhecer esses números, esses dados, porque, repito, é a mudança da água para o vinho, de um deserto de governança para um governo que tem um líder que montou uma equipe para trabalhar e produzir esses resultados”, afirmou Rui Costa.

 

Informações do O Globo apontam que a fala do chefe da Casa Civil foi interpretada pelos participantes como uma cobrança pública, tendo gerado constrangimento em Sidônio, que chegou a responder as críticas.

 

As críticas ao publicitário a frente da Secom são alimentadas pelo número de  levantamentos que mostram maior reprovação à gestão petista e rejeição a Lula, a exemplo da Datafolha de março. O publicitário, que foi marqueteiro de Lula na campanha de 2022, chegou ao Planalto no começo de 2025.

 

A transmissão feita pelo governo mostrou a cara de Sidônio, que respondeu: “Eu vou responder”. A resposta dele não foi gravada, mas fontes presentes na reunião indicam que o ministro da Secom, em sua fala, rebateu a cobrança de Rui Costa, ainda que sem citá-lo nominalmente. Ele teria atribuido os problemas ao seu antecessor no cargo, o deputado Paulo Pimenta (PT), que comandou a Secom entre janeiro de 2023 e janeiro de 2025. 

 

De acordo com relatos, Sidônio afirmou que faltou ao governo ter alardeado logo no início do mandato de Lula as condições herdadas da gestão anterior, de Jair Bolsonaro (PL). Como argumento, o chefe da Secom afirmou que a legislação não permite que canais governamentais façam comparação de uma gestão a outra.

 

À tarde, Rui Costa minimizou as cobranças ao colega da Esplanada. Em entrevista à GloboNews, o ministro disse que não fez críticas à Secom, “muito menos ao Sidônio”. “Ao contrário, quero parabenizar pelo excepcional trabalho que ele fez, que ele vem fazendo. Ele deu uma virada positiva na comunicação do governo”, disse o baiano.

 

Atualmente, a linha central da comunicação do governo aposta na estratégia de comparar o que o governo Lula fez em contraposição a Bolsonaro, estraté que foi adotada pelo próprio  presidente Lula em suas falas públicas. Segundo relatos, Sidônio pediu unidade no discurso dos ministros que agora assumem os cargos e os que estavam de saída. 

Confira quem sai do governo Lula, quem continua no cargo e os novos ministros que assumirão na Esplanada
Foto: Cadu Gomes/VPR

Em reunião realizada nesta terça-feira (31) no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou as mudanças de ministros em pelo menos 18 pastas do seu governo. Lula também disse não saber ainda qual será a decisão de alguns dos ministros, que não definiram se concorrerão nas eleições deste ano ou seguirão na Esplanada. 

 

Entre os indecisos estão o ministro Wolney Queiroz, da Previdência, a ministra Luciana Santos, da Ciência e Tecnologia, e Alexandre Silveira, das Minas e Energia. Já Márcio França, do Empreendedorismo, está cotado para assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio no lugar de Geraldo Alckmin, que sai para se candidatar a vice-presidente na chapa de Lula.

 

Há o caso ainda do ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira, que deve deixar seu cargo somente próximo ao início da campanha eleitoral. Sidônio comandará o marketing da campanha de reeleição do presidente Lula.

 

A grande maioria dos ministros que assumirão os cargos será composta dos atuais secretários-executivos da pasta. Os próprios ministros indicaram os seus secretários-executivos para seguir no comando dos ministérios, como forma de dar continuidade ao trabalho que já vem sendo realizado.

 

Confira abaixo como ficam todos os 38 ministérios do governo Lula, e a que cargo devem concorrer os ministros que deixam a Esplanada:

 

  • Advocacia-Geral da União

 

Jorge Messias permanece na pasta. O ministro fica à frente da AGU pelo menos até a sabatina no Senado Federal. Messias foi indicado por Lula para a vaga aberta no STF (Supremo Tribunal Federal). Se o nome for aprovado pelos senadores, o presidente precisará escolher um substituto para a chefia da AGU.

 

  • Agricultura e Pecuária

 

Carlos Fávaro deixa o cargo para disputar uma vaga no Senado por Mato Grosso em outubro.
André de Paula, até então ministro Pesca e Aquicultura, assume o comando da pasta.

 

  • Casa Civil

 

Rui Costa deixa a pasta para disputar a uma vaga do Senado pela Bahia.
Miriam Belchior, secretária-executiva da pasta, assume o cargo.

 

  • Cidades

 

Jader Filho deixa o cargo para concorrer como deputado federal pelo Pará.
Antônio Vladimir Lima, secretário-executivo, assume o cargo.

 

  • Ciência e Tecnologia

 

Luciana Santos está propensa a se manter no cargo, mas ainda não foi anunciada a decisão final.

 

  • Comunicações

 

Frederico Siqueira segue no cargo.

 

  • Controladoria-Geral da União

 

Vinícius de Carvalho segue no cargo.

 

  • Cultura

 

Margareth Menezes segue no cargo.

 

  • Defesa

 

José Múcio segue no cargo.

 

  • Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

 

Paulo Teixeira deixa o cargo para concorrer a deputado federal por São Paulo.
Fernanda Machiaveli, secretária-executiva do ministério, assume a chefia da pasta. 

 

  • Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

 

Geraldo Alckmin deixa o ministério para ser pré-candidato a vice-presidente.
O Planalto ainda não informou quem deve assumir o comando da pasta.

 

  • Desenvolvimento Social

 

Wellington Dias segue no cargo.

 

  • Direitos Humanos e da Cidadania

 

Macaé Evaristo deixa o cargo para concorrer como deputada estadual em Minas Gerais.
Janine Mello dos Santos, secretária-executivo, assume o cargo.

 

  • Educação

 

Camilo Santana deixa o cargo. De início, a intenção do ministro é de tentar reeleger o governador do Ceará, Elmano de Freitas, mas não está descartado que ele seja candidato. 
Leonardo Barchini, secretário-executivo do ministério, assume a chefia da pasta.

 

  • Empreendedorismo

 

Márcio França está cotado para assumir a pasta do Desenvolvimento no lugar de Geraldo Alckmin ou ainda pode sair candidato em São Paulo. A decisão do ministro ainda não foi comunicada oficialmente.

 

  • Esporte

 

André Fufuca deixa o cargo e tenta articular uma candidatura ao Senado pelo Maranhão, ou então para se reeleger como deputado federal.
Paulo Henrique Cordeiro Perna, atual secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social, assume o cargo.

 

  • Fazenda

 

Fernando Haddad já tinha anunciado a saída do ministério no último dia 19. Haddad vai concorrer ao governo do estado de São Paulo.
Dario Durigan, até então secretário-executivo, assumiu o cargo.

 

  • Gabinete de Segurança Institucional

 

General Marcos Amaro segue no cargo

 

  • Gestão e Inovação

 

Esther Dweck permanece no seu posto.

 

  • Igualdade Racial

 

Anielle Franco deixa o ministério para concorrer como deputada federal pelo Rio de Janeiro.
Rachel Barros de Oliveira, secretária-executiva, assume o cargo.

 

  • Integração

 

Waldez Góes permanece no cargo.

 

  • Justiça

 

Wellington Lima segue no cargo.

 

  • Meio Ambiente e Mudança do Clima

 

Marina Silva deixa ministério e deve concorrer a uma vaga ao Senado por São Paulo.
João Paulo Ribeiro Capobianco, secretário-executivo, assume o cargo.

 

  • Minas e Energia

 

Alexandre Silveira a princípio permanece no posto, embora sua decisão final ainda não tenha sido anunciada.

 

  • Mulheres

 

Márcia Lopes segue no cargo.

 

  • Pesca e Aquicultura

 

André de Paula deixa o ministério e assume outra pasta, de Agricultura e Pecuária.
Rivetla Edipo Araujo Cruz, atual secretário-executivo, assume o cargo.

 

  • Planejamento e Orçamento

 

Simone Tebet deixa o ministério para disputar a uma vaga ao Senado por São Paulo.
Bruno Moretti, atual secretário especial de Análise Governamental da Casa Civil, assume o cargo.

 

  • Portos e Aeroportos

 

Silvio Costa Filho deixa o ministério para concorrer como deputado federal em Pernambuco.
Tomé Barros Monteiro da Franca, secretário-executivo, assume o cargo.

 

  • Povos Indígenas

 

Sônia Guajajara deixa o cargo e deve concorrer à reeleição como deputada federal por São Paulo.
Eloy Terena, secretário-executivo, assume a chefia da pasta.

 

  • Previdência Social

 

Wolney Queiroz permanece no cargo, mas essa decisão ainda não é definitiva.

 

  • Relações Exteriores

 

Mauro Vieira permanece no cargo.

 

  • Trabalho

 

Luiz Marinho

 

  • Turismo

 

Gustavo Feliciano segue no cargo.

 

  • Saúde

 

Alexandre Padilha permanece no cargo.

 

  • Secretaria de Comunicação Social

 

Sidônio Palmeira permanece no cargo.

 

  • Secretaria-Geral da Presidência da República

 

Guilherme Boulos permanece no cargo.

 

  • Secretaria de Relações Institucionais

 

Gleisi Hoffmann deixa o ministério para disputar uma vaga no Senado pelo Paraná.
O Planalto ainda não informou quem deve assumir o comando da pasta.

 

  • Transportes

 

Renan Filho deixa o cargo para concorrer ao governo de Alagoas.
George Santoro, secretário-executivo, assume o cargo.

 

Rui enaltece conquistas do governo e pede a Sidônio que leve à população a comparação com gestão Bolsonaro
Foto: Reprodução Youtube

Com saída marcada do governo apenas depois da assinatura da ordem de serviço para expansão do metrô de Salvador, na próxima quinta-feira (2), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, foi o responsável por mostrar as conquistas e resultados favoráveis do governo durante a reunião ministerial desta terça (31), no Palácio do Planalto.

 

Rui Costa fez a apresentação de uma série de slides com números favoráveis ao governo Lula, desde o aumento do investimento público e privado no País, casas entregues do Minha Casa, Minha Vida e queda do desmatamento. O ministro da Casa Civil destacou ações de diversos colegas de ministério que estão de saída dos seus cargos, e destacou também indicadores econômicos como a redução da desigualdade de renda e queda do desemprego.

 

Assim como na fala do presidente Lula, o ministro Rui Costa fez críticas veladas à imprensa, por não divulgar as ações e entregas do governo. Costa, que sairá do governo para se candidatar ao Senado pela Bahia, disse ter “dúvida” se “o povo sabe” dos números favoráveis ao governo. 

 

“Minha dúvida, Sidônio, é se o povo sabe disso (série de números favoráveis a Lula). Temos de colocar como foco comparar (os governos)”, afirmou Rui Costa, se dirigindo ao ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira.

 

O ministro da Casa Civil aproveitou a apresentação de slides para fazer comparações e críticas ao governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro. Se dirigindo novamente a Sidônio, que seguirá no cargo até meados de julho, Rui Costa disse que é preciso estimular a comparação entre a gestão Lula e a de Bolsonaro para que a população saiba o que cada um fez ou deixou de fazer à frente do governo federal.

 

“Mais uma vez, Sidônio, o povo tem o direito de saber desses gráficos. A comunicação, o povo quer saber”, afirmou Rui Costa.

 

Quando deixar a Casa Civil, Rui Costa será substituído pela atual secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior. Quadro histórico do PT, Miriam Belchior é uma veterana de administrações petistas, já tendo sido ministra do Planejamento, da Casa Civil, presidente da Caixa Econômica Federal e coordenadora do PAC em gestões passadas de Lula e de Dilma Rousseff.
 

Obras no Rio Camaçari devem ter investimento de R$ 100 milhões; ordem de serviço será assinada nesta quarta
Foto: Divulgação

A prefeitura de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), assina nesta quarta-feira (1º), a ordem de serviço para a execução de obras em um novo trecho do Rio Camaçari, além de intervenções no Rio Pedreiras e no Riacho da Lama Preta.

 

A iniciativa ocorre em parceria com os governos estadual e federal e prevê investimento de mais de R$ 100 milhões, via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A cerimônia está marcada para as 8h, na Praça da Simpatia, em frente à Cidade do Saber.

 

O evento contará com a presença do prefeito Luiz Caetano, do governador Jerônimo Rodrigues e do ministro da Casa Civil, Rui Costa. De acordo com a gestão municipal, as obras têm como objetivo a prevenção de alagamentos, a ampliação do sistema de drenagem urbana e o aumento da segurança para as comunidades da região.

Lula anuncia saída de diversos ministros e confirma que Geraldo Alckmin será o seu candidato a vice-presidente
Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira (31), em reunião no Palácio do Planalto, que 14 ministros estão deixando seu cargo no governo, e outros ainda podem definir até o final da semana se ficam ou continuam no posto. A desincompatibilização até 4 de abril é uma exigência da lei eleitoral.

 

De acordo com Lula, parte das trocas de ministros estão sendo concretizadas já nesta reunião, e outras poderão ocorrer nos próximos dias. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, por exemplo, vai deixar o cargo somente após participar de uma inauguração de nova linha do metrô de Salvador ao lado de Lula, na próxima quinta (2).

 

“Essa reunião hoje em que pelo menos 14 companheiros deixarão o governo a partir de hoje, mais quatro companheiros que vão anunciar daqui a pouco. E depois quem sabe mais alguns. Eles nos deixarão porque terão missões mais importantes nos próximos meses. É um direito legítimo disputar uma eleição, seja qual cargo for”, disse Lula na abertura da reunião.

 

Perto do fim da janela partidária, ao menos quatro ministros do governo ainda não decidiram se saem ou se permanecem na Esplanada até o fim da gestão petista. A indefinição envolve nomes como Wolney Queiroz, da Previdência, Luciana Santos, da Ciência e Tecnologia, Alexandre Silveira, das Minas e Energia, e Márcio França, do Empreendedorismo.

 

Há também o caso de ministros que podem sair depois do prazo da desincompatibilização. É o caso do ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Sidônio Palmeira, que deixará o cargo para participar da campanha eleitoral.

 

As substituições na Esplanada dos Ministérios em sua maioria serão feitas com substitutos que já estão nas pastas, com o secretário-executivo assumindo o posto. O objetivo do presidente Lula objetivo é que as políticas colocadas em prática pelo ministro que sai continuam em vigor. 

 

“Na saída dos ministérios tomei como decisão não ficar colocando ministros novos. Temos máquina funcionando há três anos e quatro meses. Não quero que nenhum ministério comece tudo outra vez. A máquina está em andamento e tem que continuar andando. Temos muita coisa para concluir até 31 de dezembro e a obrigação de quem vai ficar é concluir. Não dá para começar a fazer um novo ministério faltando nove meses”, afirmou Lula.

 

Na sua fala inicial, Lula confirmou que Geraldo Alckmin (PSB) será candidato a vice-presidente na chapa dele para a disputa da reeleição. Alckmin chefia o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), e está se despedindo do cargo para poder concorrer.

 


Foto: Cadu Gomes/ VPR

 

"O companheiro Alckmin que vai ter que deixar o MDIC. Ele vai ter que deixar porque ele será candidato a vice-presidente da República outra vez", afirmou Lula.

 

Outro ponto tocado por Lula no pronunciamento inicial foi um apelo por maior seridade na política. O presidente citou Ulysses Guimarães em sua fala: "Eu não canso de dizer que a política piorou muito. Hoje ainda tem muita gente séria, tem muita gente que faz política"!, afirmou, acrescentando que "em muitos casos a política virou negócio".

 

"Vocês estejam dispostos a entrar na vida parlamentar para ajudar a mudar a promiscuidade que está estabelecida na política mundial e na brasileira. Perdeu muito de seriedade a política", declarou Lula.

 

Veja a lista de ministros que estão deixando as suas pastas:

 

  • Renan Filho (MDB), dos Transportes: deve disputar o governo de Alagoas;
     
  • Rui Costa (PT), da Casa Civil: deve disputar o Senado pela Bahia;
  • Gleisi Hoffmann (PT), da Secretaria de Relações Institucionais: deve disputar o Senado pelo Paraná;
  • Simone Tebet (PSB), do Planejamento: deve disputar o Senado por São Paulo;
  • Marina Silva (Rede), do Meio Ambiente: deve disputar o Senado por São Paulo;
  • André Fufuca (PP), do Esporte: deve disputar o Senado pelo Maranhão;
  • Carlos Fávaro (PSD), da Agricultura: deve disputar o Senado por Mato Grosso;
  • Waldez Góes (PDT), da Integração Nacional: deve disputar o Senado por Amapá;
  • Sílvio Costa Filho (Republicanos), de Portos e Aeroportos: deve disputar a Câmara por Pernambuco;
  • Paulo Teixeira (PT), do Desenvolvimento Agrário: deve disputar a Câmara por São Paulo;
  • Anielle Franco (PT), da Igualdade Racial: deve disputar a Câmara pelo Rio de Janeiro;
  • Sônia Guajajara (Psol), dos Povos Indígenas: deve disputar a Câmara por São Paulo;
  • Macaé Evaristo (PT), dos Direitos Humanos: deve disputar a Câmara legislativa de Minas Gerais
  • Camilo Santana (PT), da Educação: deve ajudar na campanha de 2026;
  • Sidônio Palmeira, da Comunicação Social: deve ser exonerado não agora, mas no meio do ano, para ser o marqueteiro de Lula na Campanha.
  • Geraldo Alckmin, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, será candidato a vice-presidente na chapa de Lula.
Rui Costa volta a chamar Zé Cocá de traidor após anúncio como vice de ACM Neto: “Problema de caráter”
Foto: Reprodução Redes Sociais

O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), voltou a criticar o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), após o gestor anunciar que será o candidato a vice-governador na chapa de ACM Neto. A declaração do petista ocorreu nesta sexta-feira (27), em Salvador. 

Segundo o ministro, o prefeito teria cometido uma traição com ele, no ano de 2022, quando rompeu a aliança com Rui. O chefe da Casa Civil chamou Zé Cocá de “traidor” mais uma vez e afirmou que foi enganado pelo seu ex-aliado. 

 

“Para mim não foi golpe nenhum. A surpresa foi em 2022 quando ele traiu. Hoje não, eu nunca acreditei [nele]. Mas eu sou traído somente uma vez. Ninguém me engana duas vezes. Como eu disse aqui, não vou admitir”, explicou Rui em entrevista à Rádio Sociedade. 

 

O ex-governador da Bahia lembrou ainda quando Zé Coca associou suas conquistas políticas por ter ajuda do deputado federal João Leão. Costa confrontou o administrador municipal por telefone, lembrando-lhe de todos os favores e apoios que recebeu exclusivamente dele (emprego, apoio em sua candidatura e intervenção na eleição municipal). 

 

Na ocasião, Rui concluiu que “o problema era de caráter” de Zé Cocá. “Na eleição de 2022, ele rompeu quando o PP queria acompanhar Leão na mudança de grupo. Na época ouvi uma entrevista de Zé Coca dizendo que tudo que ele tinha na vida agradecia a Leão. Liguei para ele e disse: ‘Acabei de ouvir sua entrevista aqui, e estou achando que preciso de um psiquiatra, pois você disse que tudo que é na vida foi graças a Leão. Quando você estava procurando emprego, veio pedir para quem?”, relembrou o petista. 

 

“Ele respondeu: ‘Foi o senhor governador. Ah, então, graças a Deus, obrigado, Zé, porque vou cancelar minha consulta no psiquiatra, pois o problema é de caráter, é seu mesmo”, completou. 

Lula visita Bahia na próxima quinta para ordem de serviço do metrô no Campo Grande
Foto: Ednei Cunha / Bahia Notícias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitará mais uma vez a Bahia em 2026. Ele retorna após participar de três eventos no estado no mês de fevereiro, entre eles: aniversário do Partido dos Trabalhadores, entrega de equipamentos e ambulâncias do Samu, ambos em Salvador, e o Carnaval da capital baiana, quando prestigiou a folia no sábado carnavalesco. Pouco mais de um mês de sua última passagem em território baiano, o petista volta ao estado na próxima quinta-feira (2). 

 

Segundo a Folha de S.Paulo, o chefe do Executivo nacional vai assinar a ordem de serviço da obra que vai expandir o metrô de Salvador até o bairro do Campo Grande, região do Centro Histórico da capital baiana. No entanto, o Planalto ainda não oficializou a viagem do presidente na agenda de compromissos.

 

De acordo com a publicação, o ato vai marcar também a despedida do ministro da Casa Civil, Rui Costa, do cargo no Governo Federal, para disputar as eleições de 2026 como senador. Diferente de outros ministros que devem sair da função na próxima terça-feira (31) para a disputa eleitoral, Rui permanece no cargo por mais dois dias, para anunciar a ampliação do sistema metroviário da capital baiana. 

 

A vinda de Lula ao estado chega em um momento crucial para seus apoiadores baianos. A chapa petista ainda não oficializou o nome do candidato a vice-governador de Jerônimo Rodrigues. Nesta quarta-feira (25), o gestor baiano indicou que a definição de quem ocupará a vaga de vice-governador só deve ocorrer após o fim da janela partidária.

 

“O foco vai ser a composição nos partidos até o dia 4 de abril. Parece que há um acordo de que, neste momento, ninguém está tratando de vice, mas sim da montagem das chapas estaduais e federais. Até o dia 4, o olhar é esse”, declarou à imprensa.

“Eles traíram Ângelo Coronel”, rebate Zé Cocá em resposta às críticas de Rui e Wagner
Fotos: Reprodução / Agência Brasil / Blog do Marcos Frahm

O prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), respondeu às críticas feitas pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, e pelo senador Jaques Wagner (PT) nesta sexta-feira (20). Em nota enviada após as declarações dos petistas em emissoras de rádio e portais locais, o gestor, que é cotado como pré-candidato a vice-governador na chapa de ACM Neto (União), rebateu as acusações de "ingratidão" e "traição".

 

“Tomei como surpresa os ataques endereçados a mim. Eles me chamam de traidor, mas foram eles que traíram Ângelo Coronel”, dispara Cocá. A declaração faz referência à recente exclusão do senador do PSD da chapa majoritária do governo, em favor de uma composição formada exclusivamente por nomes do PT, a chamada "chapa puro sangue".

 

Zé Cocá explica que sua relação com o governo estadual nos últimos dois anos foi institucional, focada no desenvolvimento de Jequié, no Médio Rio de Contas. Segundo o prefeito, o diálogo com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o secretário Adolpho Loyola, articulado pelo deputado Hassan (PP), visava apenas a execução de obras para o município.

 

O gestor ressaltou que nunca houve um acordo político firmado. “Sempre disse publicamente que caminharia com o governador Jerônimo se as obras prometidas fossem executadas. Como um homem democrático e republicano, coloquei as divergências ideológicas de lado para trabalhar pelo povo”, explica.

 

O prefeito também revelou que a postura de Rui Costa em visitas anteriores confirmava a falta de alinhamento político. As informações são do Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias. Segundo Cocá, o ministro já estaria preparando um nome ligado ao grupo petista para concorrer às eleições municipais em Jequié, o que desmentiria qualquer apoio.

 

A troca de acusações marca um novo capítulo no acirramento político para as eleições de 2026, com Jequié tornando-se um dos principais palcos do embate entre o grupo governista e a oposição liderada pelo União Brasil.

VÍDEO: Em Jequié, Rui Costa critica Zé Cocá e o classifica "gente ruim" em tom de pré-campanha
Fotos: Reprodução / Agência Brasil / Bahia Notícias

O ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT), cumpriu agenda em Jequié nesta sexta-feira (20), onde autorizou o início das obras de restauração da BR-330. Durante o evento, que integra investimentos de R$ 57,4 milhões do Novo PAC, o ministro criticou o prefeito Zé Cocá (PP), utilizando metáforas para reclamar de uma suposta “ingratidão” política.

 

“Eu nasci em uma favela. Era muita gente pobre, [às vezes] não tínhamos o que fazer. Na favela, todo domingo tinha coisa para fazer: uma laje para bater. Aí, depois, quando menos se espera, está o cara falando mal de você. Não é possível, correndo o risco de mudar sua cabeça ou seu coração. Não permito isso, porque gente ruim não pode mudar nossa cabeça”, dispara Rui Costa.

 

Sem citar nominalmente o gestor, cotado para compor a chapa de ACM Neto (União) como candidato a vice-governador, Rui Costa relembrou o apoio que deu à trajetória política de Cocá no passado.

 

Rui reforçou que sua dedicação ao aliado de outrora foi ativa e pessoal. “Eu ajudei a construir a casa do cara. Dez domingos eu me dediquei a isso, bati laje, carreguei pelas costas, e o cara está agora falando mal”, completa.

 

As declarações obtidas pelo Blog do Marcos Frahm, parceiro local do Bahia Notícias, ocorrem em um momento de acirramento das articulações para 2026, quando Rui e o atual prefeito de Jequié ocupam campos opostos na política estadual.

 

Apesar das críticas, o ministro afirmou que as divergências não mudarão sua postura pessoal ou política. O trecho da rodovia que receberá as melhorias compreende a ligação entre Jequié e Ubaitaba, obra considerada estratégica para a infraestrutura da região sudoeste e sul da Bahia.

 

“Tem muitas alegrias e muitas ingratidões. Não vamos nos abater com as ingratidões. Gosto de frase que nada supera a fé em Deus e vontade de trabalhar. O político pode ser ingrato, mas o povo não é ingrato.

 

Confira o momento das declarações:

 

GESTORES INGRATOS?
Na ocasião, sem citar nomes, o antigo governador da Bahia também mencionou um antigo aliado de Seabra que teria se aliado com a oposição e, em uma caminhada na cidade, Rui Costa teria mostrado a diferença de influência sob a ótica do poder na região.

 

Em 2022, nunca esquecerei: em Seabra fizemos hospital da Chapada, uma maternidade que não existia. Quando chegou na hora H, o cara olhou as pesquisas e achou que a gente ia perder e disse ‘olha, vou ficar do outro lado’, e o povo reagiu com uma das maiores caminhadas, com uma surra gigantesca no prefeito de lá”, alfineta.

 

O “cara” mencionado pelo ministro Rui Costa parece ser o então ex-prefeito Fábio Oliveira, na época eleito pelo PP para comandar o executivo municipal. Conhecido por ter sido investigado pelo TJ-BA durante o fim do mandato por fraudes em licitações, também por ser multado pelo TCM (Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia) no valor de R$ 100 mil.

 

Moro ameaça convocar Rui Costa e Jerônimo Rodrigues na CPI e senador petista retira convocação de ACM Neto
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A pedido do senador Humberto Costa (PT-PE), a CPI do Crime Organizado do Senado retirou da pauta de votações o requerimento para convocação do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). A comissão está reunida nesta quarta-feira (18) para votar diversas convocações de autoridades, além de quebras de sigilo e compartilhamento de informações.

 

O documento para convocação de ACM Neto foi contestado pelo senador Sérgio Moro (União-PR) no início da reunião. Moro disse não haver relação da atuação do ex-prefeito de Salvador com o foco de investigação da CPI, que é a atuação do crime organizado no Brasil. 

 

Para Moro, a tentativa do PT de convocar não apenas ACM Neto, mas outros nomes como o do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do ex-ministro da Fazenda, Paulo Guedes, caracterizava manobra política e eleitoral a partir da CPI. 

 

O senador paranaense disse que se a CPI fosse adentrar em investigações sobre relações do Banco Master com autoridades da Bahia, ele exigiria também a votação dos requerimentos que apresentou para convocação do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues. 

 

“Esse requerimento envolvendo o ex-prefeito ACM Neto, se nós formos verificar a questão do Banco Master na Bahia, a principal suspeito recai sobre o senhor Rui Costa, o ministro da Casa Civil. É conhecida essa história de que através do CredCesta, deram exclusividade ao Banco Master, e do outro lado ainda proibiram os servidores da Bahia que tivessem a portabilidade para escolher taxas de juros menores do que o consignado. Então a observação que faço aqui é que se vai investigar, investigue todo mundo, mas não se utilize essa CPI como instrumento para criação e exploração de fatos políticos que não têm nenhuma relação, ou que se faça uma seleção de alvos”, afirmou Moro.

 

“Se vamos adentrar na questão da Bahia, então vamos convocar o ministro Rui Costa e o governador Jerônimo Rodrigues, que deu continuidade a essa relação do governo baiano com o Master”, completou Sérgio Moro.

 

Na justificativa para a convocação de ACM Neto, o senador Humberto Costa afirma ser necessária para que ele esclareça na CPI se houve tráfico de influência, lavagem de dinheiro ou outras irregularidades na relação entre ele e o Banco Master. Costa citou relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que revelou que a empresa de consultoria de ACM Neto recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da empresa de investimentos Reag entre 2023 e 2024. 

 

Outro pedido que foi retirado pelo senador Humberto Costa pedia a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico do ex-prefeito de Salvador. O senador petista disse que iria pedir votação desses requerimentos em reuniões futuras. 

 

Uma terceira solicitação que teve sua votação adiada foi o pedido, também do senador Humberto Costa, que pedia a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa A&M Consultoria Empresarial. A empresa tem como administrador principal o ex-prefeito de Salvador, e recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da empresa de investimentos Reag entre 2023 e 2024. 

Prefeito Eures Ribeiro afirma apoio a Rui Costa, mas adia decisão sobre segundo voto para Senado
Foto: Divulgação

O prefeito de Bom Jesus da Lapa, no Oeste baiano, Eures Ribeiro (PSD), afirmou que apoiará o ministro Rui Costa (PT) na disputa pelo Senado Federal nas eleições de 2026. O gestor municipal, no entanto, declarou que ainda não definiu o segundo voto para o cargo.

 

 

Segundo o Notícias da Lapa, parceiro do Bahia Notícias, a declaração ocorreu durante entrevista a uma rádio local no último sábado (14). Eures Ribeiro integra o PSD, uma das principais legendas da base de apoio do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e que é presidida no estado pelo senador Otto Alencar (PSD).

 

Ribeiro declarou que a definição por Rui Costa se trata de um compromisso político com o atual ministro da Casa Civil. “Eu fui secretário de Rui Costa. Seria uma covardia da minha parte não ter compromisso com ele. Ele me deu a honra de ser secretário de Estado, algo que poucos conseguem, e aqui em Bom Jesus da Lapa acredito que fui o único da história a ocupar esse cargo”, afirmou Eures.

 

Sobre a segunda vaga ao Senado, Eures disse que ainda não decidiu se apoiará o senador Jaques Wagner (PT). De acordo com ele, a definição será tomada após diálogo com seu grupo político. “Eu ainda vou sentar com meu grupo para decidir. O segundo voto para senador ainda não está definido. Vamos analisar com maturidade e construir essa decisão em conjunto”, completou.


O prefeito também relatou que conversou recentemente com Otto Alencar para informar sobre sua posição atual. Segundo ele, a orientação do PSD é apoiar os dois nomes que devem compor a chapa governista ao Senado nas eleições de 2026.

 

Apesar disso, Eures afirmou que pretende discutir o tema com aliados políticos antes de tomar uma decisão final. Ainda durante a entrevista, o gestor mencionou ainda o senador Angelo Coronel, que saiu do PSD. Ele disse que o parlamentar tem destinado emendas ao município, fator que também será considerado na definição do segundo apoio ao Senado.

 

“Coronel tem ajudado a cidade, colocou emendas aqui e colaborou com o município. Então isso também precisa ser analisado. Vamos discutir com o grupo político e decidir com responsabilidade”, concluiu.

Rui Costa anuncia fiscalização contra abusos nos preços dos combustíveis após guerra no Irã
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo federal vai implementar uma fiscalização mais rigorosa sobre práticas abusivas e especulativas nos preços dos combustíveis em postos. A medida faz parte de um pacote de ações anunciado nesta quinta-feira (12) para conter os impactos da Guerra no Irã sobre a economia brasileira.

 

De acordo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, a medida provisória e os decretos editados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantem instrumentos para “empoderar” a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e outros órgãos de controle na fiscalização e no monitoramento dos preços.

 

“Vamos adotar, nesses instrumentos legais, ferramentas que vão empoderar, facilitar e criar condições para que esses órgãos possam atuar de forma mais consistente e, de fato, coibir abusos”, afirmou o ministro.

 

O titular da Casa Civil também criticou revendedores e distribuidores que não repassam reduções de preços ao consumidor quando são anunciadas pela Petrobras, mas elevam os valores em momentos de especulação no mercado.

Rui diz que Geraldinho foi desleal após vazamento de mensagens em grupo no WhatsApp
Foto: Divulgação/Ascom CMS

 

O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), esteve presente na entrega de uma Unidade Básica de Saúde em Belo Campo, nesta quarta-feira (11), ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e outros aliados. Na ocasião, o representante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou sobre sua relação com Geraldo Júnior (MDB), vice-governador, após a divulgação de conversas vazadas em um grupo no WhatsApp.

 

Informações divulgadas nas redes sociais apontam que Geraldo Júnior solicitou em um grupo de WhatsApp que interlocutores divulgassem uma mensagem com críticas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). O conteúdo teria sido encaminhado ao grupo por engano. A mensagem dizia "Manda viralizar" e o link de uma publicação.

 

Em entrevista ao jornalista Giorlando Lima, Rui falou em deslealdade. “Obviamente, se você me perguntar qual a minha opinião sobre aquilo, posso dizer que é uma deslealdade aquilo. Mas, eu não faço política com rancor, com mágoa ou com raiva. A vida é sempre assim, às vezes você se surpreende com a deslealdade das pessoas. Ali foi um ato de deslealdade”, ressaltou o ministro da Casa Civil e pré-candidato a senador.

 

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Apesar de ainda manifestar contrariedade com o ocorrido, Rui Costa diz que não cabe a ele dizer se Geraldinho será novamente o candidato a vice-governador de Jerônimo: "Isso não cabe a mim, cabe ao governador decidir quem é que vai compo a chapa dele".

 

Na última quinta-feira (5), o ministro já havia dado indicativos de que a relação com o vice-governador estava abalada. Após o imbróglio com Geraldo Jr., ele publicou um provérbio com críticas relacionadas a “falsidade” e “infidelidade”, em suas redes sociais. O post com o provérbio 11:3, descreve sobre “a integridade dos justos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destrói”.

VÍDEO: Geraldo Jr. pede desculpas a Rui Costa e diz que mensagem "contra" ministro seria “erro tecnológico”
Foto: Feijão Almeida / GovBA

O clima e a relação entre os aliados da base do governo baiano passa nesses últimos dias, entre episódios de disputa, distanciamento, reconciliações e até pedido de perdão. Depois do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), publicar, nesta quinta-feira (5), um provérbio com críticas relacionadas a “falsidade” e “infidelidade”, em suas redes sociais, o vice-governador da Bahia, Geraldo Jr (MDB), pediu desculpas ao petista por enviar mensagens atribuídas a ele. 

 

 

 

Na última terça-feira (3), Geraldo solicitou em um grupo de WhatsApp que interlocutores divulgassem uma mensagem com críticas a Rui. Após o atrito digital entre as partes, coube ao medebista pedir desculpas pelo ato e considerar que a situação causou “desconforto”.


 

“Já pedi as minhas desculpas a quem deveria pedir e estou pedindo aqui de público porque sou um homem público, e por ser um homem público, eu tenho que fazer essa sorte pedindo desculpas aqui a quem se sentiu incomodado, em especial ao ministro Rui Costa. Tenho o maior respeito à figura humana do ministro Rui ao homem público”, disse durante entrevista à rádio Metrópole. 

 

Geraldo atribui o ocorrido a um “erro tecnológico” e explicou que, por ser da “época analógica", cometeu um erro ao usar o WhatsApp.

 

“Foi um equívoco tecnológico. Vou bloquear essa pessoa que fica me mandando mensagem, que inclusive gosta de ‘picuinha’. Sabe aquele filme dormindo com o inimigo? A pessoa me encaminhou uma mensagem e eu tinha acabado de acordar, porque tive uma missão chegando de viagem quase três horas da manhã. Pego uma mensagem, achando um absurdo e mando para o deputado Matheus Ferreira, que por coincidência é meu filho e é um Aconselhador. Digo para ele o que eu tenho passado. Se fomos ouvir todas essas coisas que estão falando, a gente sai brigando por todo mundo. E isso é muito pequeno, é rasteiro. Encaminhei para ele.

 

Ele argumentou que ao tentar enviar a mensagem para o filho acionou um grupo, resultando no que chamou de “envio incorreto”

 

“O que entendo com isso, um erro tecnológico. Na hora que apertei para meu filho, possivelmente, como são marcados três nomes lá, o primeiro lugar o meu pai, pela idade que tem, em segundo o governador Jerônimo Rodrigues e em terceiro, o deputado Matheus. Esse grupo, possivelmente, essa ferramenta do aplicativo Quando eu apertei para Matheus, acabei selecionado no grupo. Quando vi aquilo, apaguei”, 


 

O ex-presidente da Câmara de Salvador disse ainda que fez contato com Rui por meio de mensagem após o ocorrido e que recebeu uma ligação do senador Jaques Wagner. 

 

“A primeira mensagem que recebi [depois deste caso] foi de Rui Costa. A primeira ligação que recebi foi do senador Jaques Wagner. Dei ciência ao governador porque os 3 me conhecem e sabem que não faria isso premeditado e planejado. Não faria isso de forma intencional. Não pegaria algo em meu nome e colocaria em um grupo cuja participação é 98% de netistas e bolsonaristas, não faria isso”, alegou.  

 

Geraldo disse que Rui não teria se ofendido após o episódio.

 

“Tenho certeza que não ]que ele se sentiu ofendido] por toda grandeza que ele tem. ele conhece o aliado dele, geraldo jr. Ele conhece o meu caráter”, finalizou. 

Após imbróglio com Geraldo Jr., Rui Costa publica provérbio com crítica a “falsidade” e “infidelidade”
Foto: Divulgação/Ascom CMS

O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), publicou, nesta quinta-feira (5), um provérbio com críticas relacionadas a “falsidade” e “infidelidade”, em suas redes sociais. O post com o provérbio 11:3, descreve sobre “a integridade dos justos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destrói”. 

 

 

Na legenda, o ex-governador da Bahia escreveu que este seria o provérbio do seu dia. A mensagem que critica pessoas consideradas falsas e infiéis, chega após o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), solicitar em um grupo de WhatsApp que interlocutores divulgassem uma mensagem com críticas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT)

 

Na ocasião, o conteúdo teria sido encaminhado ao grupo por engano. No aplicativo, ele aparece encaminhando uma mensagem com a legenda "manda viralizar" e o link de uma publicação.

 

O texto que deveria ser compartilhado atribui ao ministro influência direta sobre o partido Avante e afirma: “O movimento já produz efeitos colaterais. Por conta de Rui, alguns partidos da base admitem, nos bastidores, firmar coligação apenas para o governo, deixando o Senado ‘livre’. Na prática, isso significaria que os candidatos ao Senado da chapa de Jerônimo poderiam ficar sem tempo de televisão robusto, enfraquecendo a exposição numa disputa que depende fortemente de mídia e palanque unificado. Nos corredores, a leitura é direta: Rui atua como um elefante em loja de cristal - reorganizando o espaço à sua maneira, mesmo que isso provoque ruídos”.

 

Interlocutores da chapa governista apontaram a iniciativa de Geraldo como uma reação a uma articulação atribuída a Rui Costa para indicar o Avante na composição da vice, o que resultaria na saída do atual vice-governador da posição.

Séculus/ Bahia Notícias: Rui Costa e Jaques Wagner lideram corrida por vagas no Senado da Bahia em 2026
Foto: Divulgação

Com duas vagas para o Senado Federal em 2026, os ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, lideram a corrida pelas cadeiras. É o que aponta o levantamento da Séculus Análise e Pesquisa, contratado pelo Bahia Notícias. O senador Jaques Wagner é candidato à reeleição, porém aparece com 19,23% das intenções de voto, atrás do ministro da Casa Civil, Rui Costa, que lidera com 23,38%. É o caso de um empate técnico, porém, por serem duas vagas, ambos estariam garantidos pelas urnas.

 

A pesquisa testou ainda os nomes de João Roma (PL) e Angelo Coronel (sem partido). O ex-ministro da Cidadania do governo de Jair Bolsonaro foi citado por 12,43%, enquanto o senador, que deve ser candidato à reeleição, foi opção para 10,5% dos entrevistados. Dalliane Ribeiro também foi testada e foi opção para 3,69% dos eleitores.

 

Não souberam ou não opinaram 12,93% dos entrevistados, enquanto 17,84% responderam que não votariam em nenhum deles ou votariam nulo ou em branco. 

 

 

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09740/2026. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.

Vice-governador Geraldo Júnior pede "viralização" de mensagem com crítica a Rui Costa em grupo de WhatsApp
Foto: Matheus Landim/GOVBA

O vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), solicitou em um grupo de WhatsApp que interlocutores divulgassem uma mensagem com críticas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). O conteúdo teria sido encaminhado ao grupo por engano. No aplicativo, ele aparece encaminhando uma mensagem com a legenda "manda viralizar" e o link de uma publicação.

 

O texto que deveria ser compartilhado atribui ao ministro influência direta sobre o partido Avante e afirma: “O movimento já produz efeitos colaterais. Por conta de Rui, alguns partidos da base admitem, nos bastidores, firmar coligação apenas para o governo, deixando o Senado ‘livre’. Na prática, isso significaria que os candidatos ao Senado da chapa de Jerônimo poderiam ficar sem tempo de televisão robusto, enfraquecendo a exposição numa disputa que depende fortemente de mídia e palanque unificado. Nos corredores, a leitura é direta: Rui atua como um elefante em loja de cristal - reorganizando o espaço à sua maneira, mesmo que isso provoque ruídos”.

 

 

Segundo a publicação, a iniciativa de Geraldo seria uma reação a uma articulação atribuída a Rui Costa para indicar o Avante na composição da vice, o que resultaria na saída do atual vice-governador da posição.

 

Segundo o site Se Ligue Bahia, a mensagem foi apagada por Geraldo poucos minutos após o envio.

João Roma, Augusto Lima, Ronaldo Bento, Rui Costa; Confira porque CPI do Crime Organizado convocou baianos
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

A primeira reunião administrativa da CPI do Crime Organizado do Senado no ano de 2026, realizada na última quarta-feira (25), teve a aprovação de diversos requerimentos de convocações, convites e quebras de sigilo com objetivo de investigar a infiltração de organizações criminosas no sistema financeiro e em estruturas do Estado. Um dos nomes convocados a depor futuramente na CPI foi o ex-ministro da Cidadania no governo Jair Bolsonaro, o baiano João Roma. 

 

Atual presidente do PL na Bahia, João Roma foi convocado a partir da aprovação de requerimento apresentado pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). O senador justificou a convocação de Roma alegando que existem indícios que conectariam o ex-ministro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e também a Augusto Lima, ex-diretor do Master e proprietário do Banco Pleno. 

 

Outro personagem que o líder do governo associa a João Roma é o de Ronaldo Bento, diretor do Banco Pleno, recentemente liquidado pelo Banco Central. O diretor também é investigado pela Polícia Federal sobre possível infiltração do crime organizado no sistema financeiro nacional e a lavagem de capitais por meio de instituições bancárias e gestoras de recursos.

 

“Importante destacar a proximidade do Sr. João Roma com o sr. Ronaldo Bento, tendo este substituído aquele no Ministério da Cidadania em 2022. É imperiosa a convocação do ex-ministro para que preste esclarecimentos sobre a incidência do crime organizado em estruturas institucionais, de modo que o presente requerimento alinha ao objetivo da CPI”, justificou Randolfe Rodrigues. 

 

O ex-ministro da Cidadania Ronaldo Bento também foi alvo de requerimento de convocação aprovado pela CPI. Bento, nascido em Salvador, é servidor de carreira do Executivo Federal, e em 2023 se filiou ao partido Republicanos. 

 

Por meio de requerimento do relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), a comissão aprovou a convocação de Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master. O relator justificou que a convocação de Lima seria fundamental para averiguar a incidência do crime organizado em setores da economia, assim como a falha sistêmica ou intencional dos mecanismos de Compliance e Prevenção à Lavagem de Dinheiro. 

 

Ainda em relação a Augusto Lima, o senador Alessandro Vieira garantiu a aprovação de requerimento que solicita à Diretoria-Geral do Senado os registros de entrada e saída de Augusto Ferreira Lima nas dependências do Senado Federal.

 

Por fim, os membros da CPI aprovaram um requerimento apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), que convida o ministro da Casa Civil, Rui Costa, a comparecer na comissão. Como a aprovação foi de um convite, Rui Costa não tem obrigação de depor no colegiado. 

 

O senador de oposição justificou o convite a Rui Costa lembrando que o ministro esteve presente em uma reunião realizada em novembro de 2024, no Palácio do Planalto, em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o banqueiro Daniel Vorcaro. O encontro, que contou também com a presença do hoje presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, não constou da agenda presidencial. 

 

Para Girão, o ministro Rui Costa, na condição de ministro da Casa Civil, é o responsável pela coordenação política do governo e pela gestão da agenda presidencial, além organização, controle e formalização de compromissos institucionais do chefe do Poder Executivo. Desta forma, para o senador, seria necessário que a CPI obtivesse esclarecimentos sobre os critérios adotados para a realização da referida reunião, da forma como ela foi solicitada, autorizada e registrada.

 

“A oitiva do Sr. Rui Costa é, portanto, essencial para esclarecer se foram observados os protocolos institucionais adequados, se houve avaliação prévia de riscos administrativos e políticos e se a Casa Civil adotou providências posteriores diante da repercussão pública dos fatos. Trata-se de medida necessária para o completo esclarecimento das circunstâncias investigadas por esta CPI, bem como para a preservação da transparência e da integridade das instituições da República”, justificou o senador.
 

Rui Costa elogia postura institucional de José Ronaldo durante visita a Feira de Santana
Foto: Paulo José / Acorda Cidade

Em visita oficial a Feira de Santana nesta segunda-feira (23), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, destacou positivamente a postura do prefeito José Ronaldo (União) no campo das relações institucionais. O ministro esteve no município para a assinatura da ordem de serviço do Centro Comunitário pela Vida (Convive), que será construído no bairro Alto do Papagaio.

 

Durante seu pronunciamento, Rui Costa enfatizou que o diálogo entre os diferentes entes federativos, é fundamental para a viabilização de políticas públicas eficazes. Segundo o ministro, José Ronaldo tem demonstrado uma abertura para o diálogo que transcende as barreiras político-partidárias.

 

Rui Costa afirmou que o prefeito "merece reconhecimento" por priorizar os interesses da população feirense ao manter uma relação de cooperação com o Governo Federal e o Governo do Estado. O ministro pontuou que esse reconhecimento é compartilhado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O posicionamento político nas eleições é outra história, mas isso não anula essa postura, que precisa ser reconhecida", diz o ministro da Casa Civil.

 

A construção do Convive em Feira de Santana faz parte de uma estratégia integrada de segurança pública. De acordo com o ministro, o equipamento foca no acolhimento social e no cuidado comunitário, servindo como um braço preventivo que complementa as ações repressivas de combate à violência.

 

A presença da comitiva federal reforça a agenda de investimentos da União na Bahia, utilizando o diálogo institucional como ferramenta para acelerar entregas estruturantes em grandes centros urbanos como Feira de Santana.

Wagner prega que “time que está ganhando não se mexe” sobre vice, apesar de “remoção” de Coronel
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

O senador Jaques Wagner (PT) pregou, nesta terça-feira (17), que “time que tá ganhando não se mexe”. A fala foi num contexto sobre a vaga de vice-governador, atualmente ocupada por Geraldo Jr. (MDB), que ainda segue sem uma definição pública sobre a permanência ou não. No entanto, apesar de defender a manutenção do grupo, Wagner evitou falar novamente sobre a “expulsão” de Angelo Coronel da chapa majoritária, para dar lugar ao também ex-governador Rui Costa.

 

Ausente no último sábado (14), quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do Carnaval de Salvador, e do próprio domingo (15), dia tradicional para a presença de políticos no Circuito Osmar, no Campo Grande, Wagner apareceu nesta terça para acompanhar a Folia de Momo.

 

Questionado pelo Bahia Notícias sobre prazos para a definição da chapa, o senador sugeriu que a estimativa dada pelo governador Jerônimo Rodrigues para março deve ser mantida. “Nós vamos conversar, o governador está no interior hoje, volta hoje mais tarde. O prazo se for o prazo legal é julho. Então, na verdade, o governador falou de março. Então acredito que a gente pode fechar até março sem problema”, explicou.

 

Apesar da fala, Wagner disse que preferia não tratar de política durante o Carnaval. “Vou continuar pregando o que eu sempre faço: fazer política com humildade, sem xingamentos, sem ofensa, apresentando o trabalho de cada um. Aqui é o Carnaval e depois é a festa da democracia com a eleição em outubro”, completou o senador.

Quinho acompanha Rui no Carnaval e ministro despista sobre mudança de lado: "Está aqui comigo, fala mais do que qualquer palavra”
Foto: Diego Mascarenhas/ Divulgação

Adotando posição de candidato em 2026, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), despistou especulações de que o ex-prefeito de Belo Monte, Quinho (PSD), poderia migrar para a oposição e, eventualmente, ser indicado como vice na chapa adversária, liderada pelo também ex-prefeito ACM Neto (União).

 

Pouco afeito à folia nos últimos anos, Rui participou da abertura do Carnaval nesta quinta-feira (12) no Circuito Osmar, no Campo Grande. Abordado pela imprensa sobre a hipótese de Quinho “mudar de lado”, Rui foi categórico: “Quinho está aqui comigo, me acompanhando no Carnaval. Acho que fala mais do que qualquer palavra”.

 

O ex-governador da Bahia reforçou ser candidato ao Senado na chapa liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), em seu esforço para a reeleição. Rui reiterou que a cisão entre o senador Angelo Coronel e o grupo político do governo da Bahia não é mais um assunto a ser debatido. “Até o final de março, dia 3 de abril [prazo para desincompatilizações], cada dia uma novidade vai superando a outra. Isso é uma novidade superada”, afirmou o ministro.

 

Rui ainda evitou tecer comentários sobre a formação da chapa de Jerônimo, escapando de perguntas sobre uma eventual substituição do vice-governador Geraldo Jr. (MDB) do posto. “Quem coordena e anuncia a chapa é o governador do estado”, garantiu.

Rui confirma Lula no Carnaval do Campo Grande no sábado: “Energia pra pular aos 80 anos”
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, reiterou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa no sábado (14) do Carnaval de Salvador, no Circuito Osmar, no Campo Grande. Conforme entrevista à imprensa nesta quinta-feira (12), Rui detalhou a escala do chefe, que inclui passagens por Recife e pelo Rio de Janeiro.

 

“Ele vai em Recife na sexta-feira, dorme lá, faz o Galo da Madrugada e logo depois ele vem para Salvador. Mais ou menos no final da tarde, ele vai vir conhecer o Carnaval da Bahia. O homem está com tanta energia que vem pular o Carnaval aos 80 anos”, revelou o ministro da Casa Civil. Após participar da folia de Momo no Camarote do Governo da Bahia, Lula vai para o Rio, onde será homenageado pela Escola de Samba Acadêmicos de Niterói.

 

A previsão é que o presidente desembarque na capital baiana à tarde e vá para o Campo Grande, com expectativa de chegada na região do Circuito Osmar entre 17h e 17h30, de acordo com Rui Costa.

Jaques Wagner e Rui Costa lideram quantidade de encontros com Lula desde 2023; Jerônimo fica em 5º entre gestores
Foto: Divulgação / PR

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT) e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, foram os políticos que mais se encontraram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desde o início de seu atual mandato, em 2023. Conforme dados da “Agenda Transparente”, da Agência Fiquem Sabendo, Wagner lidera a estatística no Congresso Nacional, com 52 compromissos com Lula, enquanto Rui ocupa o topo do ranking geral, tendo 343 agendas com o presidente.

 

Dentre o ministério de Lula, Alexandre Padilha (Saúde) e Fernando Haddad (Fazenda) ocupam o segundo e terceiro lugar, com, respectivamente, 215 e 203 encontros. Sobre os ministros baianos, Sidônio Palmeira (Comunicações) realizou 93 compromissos, Márcio Macêdo (Secretaria Geral) teve 85 e Margareth Menezes (Cultura) finaliza com 16.

 

No legislativo, atrás de Wagner, o líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), aparece em segundo lugar com 38 encontros com Lula. Em seguida, ficou o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), o qual realizou 35 compromissos com o chefe do Executivo nacional.

 

Um destaque também fica para o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que se reuniu 17 vezes, assim como o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Ambos comandaram as respectivas casas legislativas por um período durante a gestão de Lula.

 

Segundo a Fiquem Sabendo, o senador Otto Alencar (PSD) teve 5 encontros e os deputados federais Lídice da Mata (PSB) e Otto Alencar Filho, que atualmente é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), registraram uma agenda com Lula desde 2023. 

 

Já em relação aos governadores e prefeitos, Jerônimo Rodrigues (PT) ocupou a sexta posição, com 5 compromissos, empatando com o governadores do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD). Em sua frente ficaram:

 

  • Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD): 12
  • Governador do Ceará, Elmano Freitas (PT): 10
  • Governador do Pará, Helder Barbalho (MDB): 9
  • Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD): 7
  • Prefeito de Recife e presidente nacional do PSB, João Campos: 7
Presidente estadual do PT exalta "transformação da Bahia" e desenha chapa com Wagner e Rui Costa para 2026
Foto: Maurício Leiro/ Bahia Notícias

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, Tassio Brito, celebrou a presença do presidente Lula e da militância nacional em solo baiano, em evento realizado neste sábado (7), no Trapiche Barnabé, em Salvador, para celebrar os 46 anos da sigla.

 

Classificando o evento como um reconhecimento ao modelo de gestão petista que, segundo ele, "mudou a cara da Bahia", o dirigente destacou a unidade do conselho político e o impacto do estado nessa transformação.

 

"A gente lidera aqui junto com os partidos aliados e as transformações que a gente realizou nesse estado. Nós mudamos a cara da Bahia completamente nesse sentido de governo nosso. Em todas as áreas que você for olhar, em todos os temas, nós conseguimos avançar na Bahia. E o PT Nacional reconhece isso, o presidente Lula reconhece isso. É por isso que esse evento é aqui hoje. Para nós é uma alegria receber o presidente Lula, receber os ministros, receber o nosso governo e os dirigentes e militantes do Brasil inteiro, do PT, que estão aqui."

 

Durante a entrevista, Tássio ainda falou sobre o comando do PT baiano, e afirmou que a estratégia eleitoral já possui nomes de peso. 

 

De acordo com o presidente, o partido fez uma opção clara por indicar o ministro Rui Costa para compor a chapa ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do senador Jaques Wagner.

 

"O conselho se reuniu para debater um pouco o ambiente político, para fazer uma leitura do cenário, fazer uma leitura da presença do nosso governo nos diversos territórios da Bahia, na região metropolitana, para a gente também conversar um pouco sobre tática eleitoral. Nós estamos no início da construção da nossa tática eleitoral e tem muita unidade entre todos os partidos, muita unidade sob a liderança do governador Jerônimo. Então, foi uma reunião para a gente dar um pontapé inicial. Vamos nos reunir de novo depois do Carnaval para a gente ir encaminhando os rumos da nossa estratégia eleitoral."

 

Questionado sobre a situação do senador Angelo Coronel (PSD), o presidente estadual do PT foi diplomático, mas direto. Tássio pontuou que o senador tomou atitudes que geraram ruídos internos em sua própria legenda, o PSD, mas ressaltou que o debate sobre a chapa ainda estava em construção.

 

"O senador Angelo Coronel tomou algumas atitudes que precipitou um problema interno no partido dele, mas o debate sobre a chapa ainda estava em construção. Então hoje o que eu sinto é que tem um amplo sentimento positivo na construção da chapa com o governador Jerônimo, o senador Jacques Wagner, o ministro Rui Costa."

Em evento com Lula, Otto Alencar confirma apoio a Wagner e Rui Costa ao Senado e cita “conspirações”
Foto: Reprodução

O senador Otto Alencar (PSD) confirmou, nesta sexta-feira (6), que vai apoiar as candidaturas do senador Jaques Wagner à reeleição e do ministro da Casa Civil, Rui Costa, à segunda vaga da chapa majoritária ao Senado nas eleições deste ano. A declaração foi feita durante um evento de entrega de equipamentos e ambulâncias do SAMU, em Salvador, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

“Nessa cooperação que avança há muitos anos e que vai estar ainda mais sólida agora, nas eleições de 2026, com a reeleição de Jerônimo e com a eleição dos meus candidatos ao Senado Federal, Rui Costa e Jaques Wagner. Nós vamos trabalhar intensamente para que possamos ter uma representação ainda mais forte do que temos tido neste período”, afirmou Otto.

 

O senador também comentou estar acostumado a enfrentar conspirações e relembrou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A declaração ocorre após a circulação de informações de que o senador Angelo Coronel, ex-PSD, teria tentado retirar o comando estadual do partido das mãos de Otto Alencar.

 

“Chegamos lá em 2015 com a presidente Dilma Rousseff, que, de maneira incorreta, sofreu um impeachment fruto de uma conspiração que eu não acompanhei. Eu já sou acostumado a enfrentar conspiração e vou enfrentar qualquer conspiração que se promova contra o nosso grupo e o nosso projeto”, completou.

Defesa desmente jornalista da Folha de S.Paulo que disse que Daniel Vorcaro estaria "irritado" com Lula
Foto: Divulgação Banco Master

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro negou, nesta terça-feira (3), que ele tenha se irritado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e que estivesse dando recados políticos de possível delação premiada. A nota da defesa de Vorcaro procurou negar comentário da jornalista Monica Bergamo, publicado em sua coluna na Folha de S.Paulo.

 

Segundo a colunista da Folha, o banqueiro teria manifestado irritação cada vez maior com o presidente Lula, pelas declarações contrárias a ele. No dia 23 de janeiro, por exemplo, durante um evento em Maceió, Lula disse que o pobre no Brasil é sacrificado “enquanto que um cidadão do Banco Master deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões”. 

 

Monica Bergamo afirma que Vorcaro, em conversas com interlocutores, teria afirmando que declarações desse tipo do presidente Lula ajudariam a piorar a sua situação jurídica. O banqueiro também teria feito chegar ao Palácio que ele tem conexões com políticos próximos a Lula, como o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner (PT-BA), além de ter contratado Guido Mantega e Ricardo Lewandowski a pedido desses políticos.

 

Interlocutores de Vorcaro disseram ainda à colunista da Folha que ele teria condições de “dragar o PT” para o centro do escândalo se viesse a se decidir por tornar públicas informações e fatos constrangedores para o governo federal. 

 

A nota da defesa de Daniel Vorcaro nega essas conversas e diz que ele não fez qualquer manifestação nesse sentido. Leia abaixo a nota na íntegra:

 

“É falsa a alegação de que Daniel Vorcaro teria se irritado com o presidente da República ou feito qualquer tipo de manifestação nesse sentido. Também são falsas as ilações sobre vazamentos ou recados políticos atribuídos a ele. 

 

Daniel Vorcaro é, inclusive, um dos maiores prejudicados por vazamentos seletivos e pela divulgação de versões distorcidas dos fatos. Atribuir a ele comportamentos ou intenções sem que tenha sido sequer consultado configura narrativa indevida”.

No Congresso, Fachin pede diálogo e harmonia e defende que as instituições sejam "estáveis, éticas e previsíveis"
Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O Brasil vive um momento em que os poderes precisam reforçar a defesa de suas instituições, ao mesmo tempo em que devem buscar a ampliação do diálogo republicano, para que haja verdadeira harmonia e independência entre os poderes. Esse recado, de respeito à Constituição e apelo à convivência harmônica, foi dado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, durante a sessão de abertura dos trabalhos do Congresso Nacional, nesta segunda-feira (2).

 

Fachin esteve presente na cerimônia no Congresso, presidida pelo senador Davi Alcolumbre (União-AP). Na leitura da Mensagem do Judiciário, o presidente do STF disse contar com um “diálogo profícuo” entre o Judiciário e os parlamentares.

 

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“O ano de 2026 será de muito trabalho, e o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça estão preparados e atentos às questões de grande relevância que baterão à porta do Poder Judiciário ao longo dos próximos meses. Contamos e agradecemos o diálogo profícuo que temos mantido, e esperamos continuar nesse caminho de semear e colher bons frutos para a cidadania brasileira”, disse o ministro.

 

O presidente do STF listou o que considerou avanços obtidos pela Corte no ano de 2025. Segundo Fachin, no ano passado, o STF recebeu 85.201 processos, e proferiu 116.170 decisões. O ministro destacou ainda que o acervo contabiliza atualmente 20.315 processos em tramitação no Supremo, o menor dos últimos 31 anos.

 

Na mensagem que leu aos parlamentares, Edson Fachin deu ênfase a julgamentos que serão priorizados na Corte, como os processos que tratam de crimes dolosos contra a vida, com especial atenção aos casos de feminicídio. O ministro disse ainda que será dada ênfase nos estados aos mutirões do Judiciário para o julgamento de questões raciais. 

 

Por fim, o ministro Edson Fachin agradeceu aos parlamentares pela atuação em favor da democracia, e reafirmou sua posição de que é preciso fortalecer o diálogo republicano e a independência dos poderes, “para o bem do país”.

 

“É tempo de defender as instituições e afirmar que a democracia só se sustenta quando as instituições são estáveis, éticas, previsíveis e respeitadas, quando seus membros se submetem às mesmas regras que se exigem dos demais, e quando a Constituição permanece acima de qualquer vontade pessoal, política ou circunstancial”, colocou o presidente do STF.

Fim da jornada 6x1, projetos de segurança pública e acordo Mercosul-UE entre as prioridades de Lula no Congresso
Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

Apresentadas por meio de uma publicação com mais de 800 páginas, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou ao Congresso Nacional as suas prioridades para o ano legislativo de 2026. Projetos como a mudança na jornada de trabalho 6x1, a PEC da Segurança Pública e a lei antifacção, a regulação do trabalho por aplicativos, o pacto contra o feminicídio e a ratificação do acordo União Europeia-Mercosul estão presentes neste documento de metas elaborado pelo Palácio do Planalto.

 

A mensagem do presidente Lula foi lida nesta segunda-feira (2) na abertura da sessão que inaugura os trabalhos do Congresso Nacional neste ano. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, foi quem levou o documento e o entregou nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

 

A sessão de abertura dos trabalhos do Congresso contou com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Ministros do governo como o do Turismo, Gustavo Feliciano, e das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também compareceram à sessão representando o governo federal.

 

Na abertura da mensagem, lida pelo primeiro-secretário da Mesa do Congresso, deputado Carlos Veras (PT-PE), o presidente Lula destacou índices econômicos alcançados durante a sua gestão. A mensagem lista indicadores como Produto Interno Bruto (PIB), desemprego, inflação, e reforçou que o ano passado teria começado sob forte desconfiança dos agentes econômicos, e se encerrou com resultados históricos, como o menor desemprego desde o início da apuração sobre a geração de emprego no país.

 

“O ano de 2025 começou sob ceticismo e projeções pessimistas, mas chegou ao fim com avanços e recordes. As profecias eram as piores possíveis, de economia estagnada, inflação descontrolada e em disparada, bolsa em queda livre, saída de investimentos estrangeiros. Aconteceu justamente o contrário: o Brasil chegou ao fim de 2025 mais forte do que nunca”, destacou Lula no texto.

 

O presidente da República também deu ênfase à relação do seu governo com o Congresso e exaltou projetos encaminhados ao Legislativo que alcançaram sucesso, como a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, aprovada por unanimidade na Câmara e no Senado.

 

“Além de seu caráter promotor de progressividade e redutor de desigualdades, o aumento da renda disponível decorrente da reforma no IRPF contribuirá para a ampliação do poder de compra de aproximadamente 16 milhões de brasileiras e brasileiros”, destacou o presidente.

 

Colocada como uma das prioridades do governo federal no ano eleitoral de 2026, a proposta de mudança na jornada de trabalho dos brasileiros mereceu lugar de destaque ma mensagem presidencial. O projeto é considerado a maior aposta do Palácio do Planalto, e o governo ainda estuda se vai apoiar alguma das propostas em tramitação ou optará por encaminhar um texto próprio.

 

"Nesses três últimos anos, a parceria com o Congresso Nacional tem sido fundamental para importantes avanços. Nos momentos cruciais, este Parlamento demonstrou estar atento aos reais interesses do Brasil e do povo brasileiro. Nosso próximo desafio é o fim da escala 6x1 de trabalho, sem redução de salário. O tempo é um dos bens mais preciosos para o ser humano. Não é justo que uma pessoa trabalhe duro toda a semana e tenha apenas um dia para descansar o corpo e a mente e curtir a família", diz a mensagem de Lula.

 

Além de falar do tarifaço imposto ao Brasil no ano passado pelo governo dos Estados Unidos e de destacar os robustos números das exportações do país, o presidente Lula comemorou a assinatura do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. Lula afirmou que o acordo abre um ciclo de oportunidades para as empresas brasileiras, fortalece as exportações e atrairá investimentos de forma sustentável.

 

“Sob a liderança no Brasil, podemos finalmente celebrar o acordo Mercosul, União Europeia. O novo bloco reúne uma população de 720 milhões de consumidores, e tenho certeza de que o Congresso Nacional não medirá esforços para, no menor prazo possível, internalizar este acordo”, diz o presidente. 

 

A sessão de abertura dos trabalhos legislativos, nesta segunda (2), reuniu um baixo quórum de parlamentares. Como a semana não terá votações polêmicas, muitos deputados e senadores só devem retornar ao Congresso após o Carnaval. 

 

A mensagem presidencial destacou ainda o fortalecimento do investimento público e privado como motor do desenvolvimento. Segundo diz o texto, o programa do Novo PAC, gerido pela Casa Civil, alcançou execução de R$ 945 bilhões, com mais de 34 mil empreendimentos em todo o país. 

 

Na área da saúde, o presidente Lula ressaltou a ampliação do acesso a procedimentos e a redução das filas, com 14,5 milhões de cirurgias eletivas realizadas. Em relação aos avanços na área de educação, o Programa Pé-de-Meia, segundo afirma a mensagem, teria beneficiado cerca de quatro milhões de estudantes, além de ter contribuído para a redução de 43% na evasão escolar no ensino médio.

 

“Vamos continuar trabalhando juntos e juntas para que o ano de 2026 seja ainda melhor”, conclui o presidente Lula ao final da mensagem.

STJ determina retomada de inquérito sobre compra de respiradores por Rui Costa no período da pandemia
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou a retomada do inquérito da Polícia Federal que apura irregularidades na compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste em 2020, época em que Rui Costa, atual ministro da Casa Civil, atuava como governador da Bahia e presidiava o Consórcio Nordeste.

 

A informação foi divulgada pelo jornal 'Estado de S.Paulo'. 

 

A investigação ganhou novo fôlego após a Procuradoria-Geral da República (PGR) sinalizar, em agosto do ano passado, a existência de novos fatos que poderiam ligar Rui Costa aos supostos crimes.

 

Na decisão da última sexta-feira (30), foi fixado que a investigação irá focar no prejuízo de R$ 48 milhões aos cofres públicos. Vale lembrar que o processo chegou a tramitar no Supremo Tribunal Federal (STF) sob a relatoria do ministro Flávio Dino.

 

A Polícia Federal terá um prazo de 90 dias para realizar novas diligências e reportar o andamento das apurações ao STJ. 

Em ato do UPB, Rui Costa e Zé Cocá demonstram sintonia em defesa de articulações para os municípios baianos
Foto: Divulgação

O cenário político baiano ganha novos entornos em Brasília, após um encontro ainda na terça-feira (27) estratégico que reafirma o municipalismo baiano junto ao Governo Federal. Em uma reunião marcada por um clima de cordialidade e cooperação, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, recebeu o prefeito de Jequié e diretor da UPB, Zé Cocá (PP), ao lado do presidente da entidade, Wilson Cardoso (PSB).

 

O destaque da agenda foi a interlocução entre o ministro Rui Costa e o prefeito Zé Cocá. A relação de proximidade entre ambos tem se mostrado fundamental para destravar pautas históricas e garantir que as demandas do interior da Bahia cheguem com prioridade ao centro das decisões na capital federal.

 

Durante o diálogo, foram debatidos temas cruciais para a sustentabilidade financeira das prefeituras e o desenvolvimento regional:

  • Desoneração e INSS: Discussão sobre a manutenção da alíquota reduzida do INSS, item vital para o equilíbrio das contas municipais.
  • Crise do Cacau: Foram discutidas medidas para mitigar a queda nos preços da amêndoa, buscando proteger a economia de diversas regiões do estado.
  • Infraestrutura: O avanço do projeto do Canal do Sertão Baiano foi pautado como prioridade para a segurança hídrica e agrícola.

 

A reunião também serviu para celebrar o resultado da eleição do Comitê Gestor do IBS, órgão que terá papel central na nova dinâmica de arrecadação e distribuição de recursos entre estados e municípios no contexto da Reforma Tributária.

 

Além disso, o grupo tratou da expansão do projeto UPB Itinerante. A iniciativa visa percorrer as quatro regiões da Bahia (Norte, Sul, Leste e Oeste), levando capacitação técnica e suporte administrativo diretamente aos gestores locais.

 

O encontro encerrou-se com o compromisso de manter o canal de diálogo permanentemente aberto, consolidando uma frente de trabalho unida entre a UPB e a Casa Civil em benefício do povo baiano.

Rui Costa anuncia sucessora para Casa Civil e aumenta rumores de saída de Coronel em chapa de 2026
Foto: Divulgação GovBA

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, revelou, nesta quinta-feira (29), o nome que vai substituí-lo no Governo Federal durante sua saída para a disputa pelo Senado Federal, nas eleições de 2026. Em entrevista à rádio FM de Jequié, o ex-governador da Bahia confirmou que a atual secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, é o nome indicado para sucedê-lo a partir de abril.

 

“O presidente já comunicou a sua escolha tanto a mim quanto à Miriam. Ela foi ministra do Planejamento, trabalha muito, é uma técnica competente e assume o ministério no início de abril. A prioridade do presidente é que [as indicações] sejam de quem já está na equipe, para não haver descontinuidade nas ações de governo.”

 

O anúncio feito por Rui reforça as teses e especulações acerca da criação de uma chapa totalmente petista, durante a disputa eleitoral, onde ele, o senador Jaques Wagner (PT) e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), vão encabeçar o grupo. 

 

Com a oficialização, o senador Ângelo Coronel seria ceifado da chapa. 

Jones Manoel fala sobre filiação ao PSOL, possível candidatura, BBB e debate sobre o fim da escala 6x1; veja entrevista completa
Foto: Divulgação

O militante comunista, comunicador, historiador e educador Jones Manoel, que vem ganhando grande repercussão nas redes sociais, comentou, na última quarta-feira (21), sobre a possibilidade de disputar as eleições para a Câmara dos Deputados pelo PSOL. Atualmente filiado ao Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), ele explicou que a legenda ainda não possui registro eleitoral, o que motivou a abertura de diálogo com o PSOL para viabilizar uma candidatura.

 

Segundo Jones, o PCBR definiu como linha política o lançamento de candidaturas nas próximas eleições, mas, diante da ausência de registro oficial do partido, a saída encontrada foi buscar uma filiação democrática. Ele explicou que as conversas com o PSOL têm avançado para uma possível candidatura a deputado federal por Pernambuco, pontuando que o diálogo tem sido positivo.

 

Jones destacou ainda que já recebeu apoio público de lideranças da legenda. 

 

“Várias figuras importantes do PSOL já declararam apoio. Na Bahia, o Kleber Rosa se pronunciou positivamente, assim como Hamilton Assis. Então a gente vem com uma perspectiva positiva”, disse o militante.

 

 

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Durante a entrevista, Jones Manoel também comentou o que classificou como o “surfe” do governo Lula e de setores da esquerda na pauta do fim da escala de trabalho 6x1. Para ele, o tema foi deixado em segundo plano e ganhou força apenas com a proximidade do período eleitoral. 

 

“Deixaram a pauta do fim da escala 6x1 em banho-maria, esperando chegar o ano da eleição para virar bandeira eleitoral”, avaliou. Ainda assim, reconheceu que a ampliação do debate é positiva, “seja por oportunismo eleitoral ou não”, argumentou.

 

O comunicador também falou sobre a repercussão de seu nome no Big Brother Brasil, após ser citado por participantes do reality show, como Babu Santana e Juliano Floss. Para Jones, as menções refletem o crescimento de sua visibilidade e da circulação de suas ideias. 

 

“Acho que foi um resultado esperado. Tem uma repercussão cada vez maior, fruto de uma análise teórica e de uma linha política acertada”, afirmou.

 

Em tom descontraído, ele agradeceu as citações feitas no programa. “Aproveitando, mando um abraço para o Babu e para o Juliano. O Juliano, inclusive, falou que um dia eu serei presidente do Brasil. Que os anjos e todos os santos deem o amém”, concluiu, em tom bem-humorado.

 

Veja a entrevista completa:

Governo Lula pode perder até 25 ministros no começo de abril; confira quem sai e quem deve ficar na Esplanada
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria pedido à ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, que concorra ao Senado no estado do Paraná. A saída da ministra até o final de março já era esperada, mas para se lançar como candidata à Câmara dos Deputados. 

 

Gleisi Hoffmann, de acordo com a “Folha”, ainda não teria se decidido pela candidatura ao Senado, que a levaria a uma disputa difícil. Pesquisas divulgadas no final do ano passado mostraram Gleisi perdendo para nomes como o atual governador, Ratinho Jr. (PSD), do ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo) e do deputado Filipe Barros (PL). 

 

Mesmo que não concorra ao Senado, Gleisi Hoffmann será mais uma do grupo de 25 ministros que deixarão seus cargos no governo Lula de janeiro até o final de março. O prazo para desincompatibilização de ministros termina em 6 de abril de 2026, seis meses antes do primeiro turno. 

 

A exigência da desincompatibilização está prevista na Lei Complementar nº 64/1990, que busca impedir o uso da máquina pública em benefício eleitoral.

 

A lista dos cerca de 25 que devem entregar seus postos na Esplanada dos Ministérios será inaugurada pelo titular da Fazenda, Fernando Haddad. Ainda sem data definida para sair, Haddad vem afirmando que pode sair até o final de janeiro, e já preparou seu substituto, o atual secretário-executivo, Dario Durigan. 

 

O ministro da Fazenda, entretanto, a princípio não sairá do governo para concorrer a algum cargo eletivo em outubro deste ano. Em entrevista nesta segunda (19) ao Portal Uol, Fernando Haddad afirmou que não pretende se candidatar e manifestou o desejo de “discutir um projeto de país no cenário internacional”, além de fazer campanha pelo presidente Lula. 

 

Outro ministro que deve deixar o seu cargo, mas que não pretende ser candidato nas eleições de outubro é o titular da Educação, Camilo Santana. Cotado nos últimos dias para ser até mesmo candidato a vice-presidente na chapa de Lula, o ministro da Educação negou que tenha pretensões de se eleger, e garantiu que vai deixar a pasta para trabalhar pela reeleição do presidente e também do governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT). 

 

O grupo dos ministros que pretendem sair, mas que não devem se candidatar é reforçado ainda pelo titular da Defesa, José Múcio. O ministro já manifestou por diversas vezes o seu desejo de sair, mas ficou mais um tempo para atender a um pedido do presidente Lula. 

 

Outra pasta que deve ter a saída do seu titular é a do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, ocupada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. Apesar de ter seu nome cotado para disputar o governo de São Paulo, Alckmin por enquanto ainda está garantido para repetir a dobradinha com Lula nas urnas deste ano. 

 

Do restante do grupo, existem ministros que devem deixar a Esplanada dos Ministérios para concorrer a governos estaduais, outros para disputar uma vaga ao Senado, e ainda há aqueles que tentarão uma cadeira na Câmara dos Deputados. Confira abaixo para concorrer a quais cargos os ministros deixarão o governo:

 

Possíveis candidatos a governos estaduais

 

Renan Filho (MDB), ministro dos Transportes, em Alagoas;
Márcio França (PSB), ministro do Empreendedorismo, em São Paulo.

 

Possíveis candidatos ao Senado

 

Simone Tebet (MDB), Planejamento e Orçamento, por Mato Grosso do Sul ou São Paulo;
Anielle Franco (PT), Igualdade Racial, pelo Rio de Janeiro;
Marina Silva (Rede), Meio Ambiente, por São Paulo;
Alexandre Silveira (PSD), Minas e Energia, por Minas Gerais;
Carlos Fávaro (PSD), Agricultura, por Mato Grosso;
Silvio Costa Filho (Republicanos), Portos e Aeroportos, por Pernambuco;
Rui Costa (PT), Casa Civil, pela Bahia;
André Fufuca (PP), Esportes, pelo Maranhão.

 

Possíveis candidatos à Câmara dos Deputados

 

Luiz Marinho (PT), Trabalho, por São Paulo;
Wolney Queiroz (PDT), Previdência, por Pernambuco;
Sônia Guajajara (PSOL), Povos Indígenas, por São Paulo;
André de Paula (PSD), Pesca, por Pernambuco;
Paulo Teixeira (PT), Desenvolvimento Agrário, por São Paulo;
Jader Filho (MDB), Cidades, pelo Pará;
Luciana Santos (PCdoB), Ciência e Tecnologia, por Pernambuco.

 

Até o momento, dos 38 ministros com assento na Esplanada dos Ministérios, 22 sairiam até o final de março/começo de abril, e outros 16 continuariam em seus postos. Há dúvidas, entretanto, se alguns deles realmente continuarão no governo ou se decidirão por lançar candidatura.

 

É o caso da ministra da Cultura, a baiana Margareth Menezes. Em uma solenidade no mês de novembro, o presidente Lula disse que Margareth era um “desastre” para falar, mas melhorou a desenvoltura e parecia “até querer ser candidata”.

 

O PT já convidou Margareth Menezes para se filiar ao partido. A ministra tem o apoio de Lula e da primeira-dama Janja para disputar uma vaga na Câmara em 2026.

 

Há o caso também dos ministros da Saúde, Alexandre Padilha (PT), e da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos (Psol). Ambos já disseram que pretendem seguir em seus cargos até o final do ano, mas não está descartada uma convocação do presidente Lula para que um ou outro se candidate ao Senado pelo estado de São Paulo. Lula vem defendendo que o governo tenha candidatos fortes para o Senado nos principais estados do país. 

 

Uma outra saída do governo pode acontecer na Advocacia-Geral da União (AGU). O titular da pasta, Jorge Messias, que possui status de ministro, foi escolhido pelo presidente Lula para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). Caso Messias seja eleito pelo Senado para ser ministros do STF, deixará seu cargo vago. 

 

Confira abaixo a lista dos ministros (e secretários que possuem status de ministro) que, até o momento, afirmaram que pretendem continuar no governo Lula:

 

Frederico Siqueira, ministro das Comunicações;
Margareth Menezes, ministra da Cultura;
Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social;
Macaé Evaristo, ministra dos Direitos Humanos; 
Esther Dweck, ministra da Gestão e da Inovação; 
Waldez Goés, ministro da Integração e Desenvolvimento Regional; 
Wellington Cesar Lima e Silva, ministro da Justiça;
Márcia Lopes, ministra das Mulheres; 
Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores; 
Alexandre Padilha, ministro da Saúde; 
Gustavo Feliciano, ministro do Turismo; 
Guilherme Boulos, ministro da Secretaria Geral da Presidência

 

Cargos com status de ministro

 

Vinícius Marques de Carvalho, controladoria-geral da União; 
Marco Antonio dos Santos, gabinete de Segurança Institucional; 
Sidônio Palmeira, secretaria de Comunicação Social

 

ACM Neto diz que PT "não consegue separar o público do partidário" e prevê vitória: "Vão perder os três de uma vez"
Foto: Antonio Cavalcante/ Bahia Notícias

O ex-prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), abriu espaço para diálogo com o senador Angelo Coronel na oposição ao grupo petista, como resposta a uma possível chapa “puro-sangue” do Partido dos Trabalhadores (PT) na eleição. Em entrevista coletiva, nesta quinta-feira (15) durante a Lavagem do Bonfim em Salvador, o líder da oposição teceu críticas ao grupo petista e garantiu que, no caso de uma chapa com Jerônimo, Rui Costa e Jaques Wagner, “os três vão perder de uma vez só”. 

 

“Depois de 20 anos, eles não conseguem mais separar o que é o público do que é o partidário. Então, eles se acham numa posição de tal força política que podem impor três do PT. Vão perder os três de uma vez só, é o que eu acredito. Os três vão perder de uma vez só. Nós vamos pegar essa panela, vamos fazer ela entornar e ela vai virar de uma vez só e a gente começa a construir uma nova história em 2026”, afirma. 

 

Sobre o diálogo com o senador Angelo Coronel, que até então não foi confirmado como candidato à reeleição, ACM diz que “se o [Angelo] Coronel quiser fazer parte disso e quiser continuar senador, existe espaço para dialogar conosco. Nós só vamos tratar desse assunto se houver essa possibilidade”.

 

O vice-presidente nacional do União Brasil comenta ainda sobre a presença do governador do Goiás, Ronaldo Caiado, durante a celebração do Bonfim. Neto afirma que a pré-candidatura do goiano ao Palácio do Planalto segue mantida e tem o apoio do grupo. “A pré-candidatura dele foi lançada aqui em Salvador em abril do ano passado, eu estou com ele [Ronaldo Caiado] e vamos seguir juntos”. 

 

A fala ocorre após o representante do União afirmar, durante evento em Ilhéus, que poderia apoiar “qualquer candidato” contra Lula, incluindo o senador Flávio Bolsonaro. ACM garante, no entanto, que Caiado “é o pré-candidato a presidente do União Brasil, agora até outubro, muitas coisas vão acontecer, muito diálogo pela frente há de se fazer temos que respeitar a possibilidade de conversar com todos os partidos que fazem oposição PT”, afirma. 

 

Ainda sobre as eleições, o ex-prefeito de Salvador afirma que vai deixar a chapa em aberto até abril, no período de oficialização das candidaturas. “Não tem nenhuma razão para ser antes disso. A gente vai acompanhar os fatos, vai ver o desdobramento do que acontece com Jerônimo e companhia. Não que eu dependa dele, mas também não vou resolver o problema deles e eu não tenho pressa”, sucinta.

 

Ele garante ainda que, o que é possível confirmar é a candidatura do então líder do PL na Bahia, João Roma. “A gente vai ajustando e mudando as coisas, agora, com relação a João Roma, ele é o pré-candidato ao Senado hoje. Claro que isso depende da própria confirmação dele, mas eu acho que é natural hoje a pré-candidatura de João ao Senado, ao nosso lado. Isso seria já uma definição natural e vai se consolidando”, completa. 

Nelson Leal ironiza governo e diz que oposição não “abandona” aliados
Foto: Nilson Tellys/ Bahia Notícias

Ex-integrante da base do governador Jerônimo Rodrigues, o deputado estadual Nelson Leal (PP) ironizou a estratégia adotada por aliados do PT na Bahia, que sugerem que a oposição tem o hábito de “abandonar” aliados. “Vamos fazer uma chapa aonde todos os partidos e todas as lideranças serão contempladas. Nós não temos aqui, diferente do que tem dito [Jaques] Wagner, a característica de abandonar nossos aliados”, defendeu Leal, durante Lavagem do Bonfim na manhã desta quinta-feira (15).

 

A fala acontece em meio à repercussão da possível saída do senador Angelo Coronel (PSD) da chapa governista para dar lugar ao ex-governador Rui Costa (PT), renunciando à própria reeleição. “Eu tenho certeza, assim como todos, que estamos ansiosos pela definição do senador Coronel. Obviamente que, diferentemente do governo, nós somos inclusivos. Foi assim com Lídice da Mata, é, foi assim com o João Leão e está sendo agora com o Coronel”, provocou o ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

 

Apesar do tom, que incluiu citações a prefeitos que seriam da base de Jerônimo ou que foram candidatos pela base e perderam as eleições que “foram esquecidos, foram excluídos”, o deputado confessou que o momento da política em que “todos estão conversando”. “o diálogo sempre algo que é muito comum na política”, completou.

Embates com Rui Costa teria influenciado saída de Lewandowski do Governo Federal
Foto: José Cruz/Agência Brasil

Um conjunto de desgastes entre Ricardo Lewandowski com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e com a Secretaria de Comunicação Social (Secom) teria levado à saída do ex-ministro da Justiça da pasta, no Governo Federal. De acordo com publicação do O Globo, Lewandowski estaria ainda sofrendo “fogo amigo” dos colegas de Esplanada.

 

Ele deixou o cargo em meio a falta da aprovação da principal bandeira de sua administração: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A tramitação pode retardar por conta da incerteza sobre o novo comando do ministério.

 

Segundo a publicação, Lewandowski estaria se sentido mais contrariado por alguns de seus colegas de governo. Conforme interlocutores da gestão, isso teria ocorrido de uma forma mais clara durante a ideia de criar uma secretaria extraordinária vinculada à Casa Civil para concentrar as ações do governo na área da segurança pública.

 

Mesmo não sendo aprovada por Lula, Lewandowski entendeu que havia uma pressão interna para enfraquecer o seu ministério. Em uma tensa reunião no mês de novembro, ele chegou a questionar se Rui teria interesse em seu cargo. 

 

“Se quiser a segurança pública, pode ficar para você”, disse. 

 

Nos bastidores da administração federal, Lewandowski apontou que não se sentia “bem tratado” pelo governo e se sentia isolado nas articulações no Congresso. 

 

Após a saída de Lewandowski, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), Rui Costa e o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, têm defendido uma indicação em conjunto. O nome da ala baiana para comandar a pasta é o de Wellington Cesar Lima e Silva, advogado-geral da Petrobras.

 

Wagner é um dos principais apoiadores do nome de Wellington ao cargo. Quando era governador da Bahia, ele chegou a indicar César para o comando do Ministério Público do estado. Já Rui e Sidônio atuam de forma mais discreta para indicar o chefe do jurídico da Petrobras.

Ex-procurador-geral do MP da Bahia é cotado para assumir Ministério da Justiça
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O jurista baiano Wellington César Lima e Silva é um dos nomes cotados para assumir o Ministério da Justiça, após o pedido de demissão de Ricardo Lewandowski. Atualmente, Wellington é advogado-geral da Petrobras e já assumiu o cargo de ministro da Justiça por 11 dias em 2016, durante o governo de Dilma Rousseff. A articulação estaria sendo feita pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa.

 

Além de sua atuação na estatal, Wellington foi secretário de assuntos jurídicos da Casa Civil, cargo importante do Palácio do Planalto. Dentre os cargos assumidos, também está o de procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia.

 

De acordo com informações apuradas pelo portal Metrópoles, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), e o advogado-geral da União e indicado de Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias, também estão trabalhando pelo nome de Lima e Silva.

 

Nascido em Salvador, o jurista ingressou no Ministério Público da Bahia em 1991. Foi chefe da instituição por dois mandatos, entre os anos de 2010 e 2014 e atuou nas comarcas de Itagimirim, Tucano e Feira de Santana. Em 1995, atuou na Promotoria de Justiça de Assistência e como assessor especial do procurador-geral de Justiça.

 

O baiano ficou conhecido como “breve” por ter sido nomeado ou cogitado para cargos em contextos de crise e por permanecer por curtos períodos nas funções que ocupa.

 

Em 2016, por exemplo, ele chegou a tomar posse como ministro da Justiça no então governo da ex-presidente Dilma Rousseff, mas, por questões jurídicas relacionadas ao acúmulo de funções, optou por deixar o cargo apenas 11 dias após assumir. (Reportagem atualizada às 14h35)

Rui Costa diz que governo estuda barrar R$ 11 bilhões em emendas parlamentares no Orçamento de 2026
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quinta-feira (8) que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda formas de barrar cerca de R$ 11 bilhões reservados pelo Congresso para o pagamento de emendas parlamentares no Orçamento de 2026.

 

“Há uma regra definida, inclusive por decisão do plenário do STF, que estabelece o volume de emendas e como esse montante pode crescer. Tudo o que estiver fora do pactuado não será executado. A forma de não execução está em discussão: se será veto, bloqueio de recursos ou remanejamento, mas não será executado além do combinado, que é o que está previsto legalmente. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do limite legal e do pactuado”, declarou Rui Costa.

 

A fala ocorreu após um evento realizado no Palácio do Planalto, em alusão aos três anos dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.

 

O ministro se referiu ao acordo firmado entre o Congresso e o Executivo em 2024, que estabeleceu que o crescimento das emendas parlamentares deve obedecer ao arcabouço fiscal. Pela regra, os valores podem ser corrigidos apenas pela inflação, com aumento real limitado a 2,5%.

 

O Congresso aprovou o Orçamento de 2026 na última sessão de 2025, em 19 de dezembro. O texto prevê despesas de R$ 6,5 trilhões, superávit de R$ 34,5 bilhões nas contas públicas e uma reserva de cerca de R$ 61 bilhões para o pagamento de emendas parlamentares. Segundo cálculos do governo Lula, o valor excede em aproximadamente R$ 11 bilhões o limite previsto.

Paulo Azi diz que “torce” por chapa puro-sangue do PT em 2026: “Oportunidade de derrotar todos de uma vez”
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

 

O deputado federal pelo União Brasil, Paulo Azi, afirmou que “torce” para que o Partido dos Trabalhadores escolha disputar as eleições estaduais e federais de 2026 com uma chapa “puro-sangue”. O parlamentar, que é um dos caciques do União Brasil, disse em entrevista nesta terça-feira (6), que uma chapa com Jerônimo, Rui Costa e Jacques Wagner, poderia garantir uma vitória do seu grupo ao lado de ACM Neto, como oposição ao PT na Bahia.

 

“O voto 13 vai se resumir aos três votos do candidato a governador de dois senadores. Eu, pessoalmente, torço muito para que eles tomem essa decisão de colocar os três juntos, porque aí nós teremos a oportunidade de derrotar todos de uma única vez”, afirma. Na formação sugerida, Jerônimo Rodrigues sairia como candidato a reeleição no governo estadual, ao lado de Rui Costa e Jacques Wagner, ambos concorrendo as vagas no Senado.

 

Sobre o viés nacional da disputa eleitoral, o veterano do União destacou que ainda é cedo para fechar o apoio do União ao pré-candidato Flávio Bolsonaro, que disputa pelo PL. “Nós ainda estamos com um cenário muito aberto em relação à eleição presidencial. Existem inúmeros candidatos, o próprio União Brasil tem um pré-candidato que é o [Ronaldo] Caiado, outros candidatos no campo do centro, no campo da direita”, explica o parlamentar. 

 

O deputado disse ainda que “torço muito para que nós possamos sentar a mesa e buscar um nome que possa agregar a todos”. “Se isso não for possível, cada partido deve lançar o seu candidato com o compromisso de que todos possam estar com aquele que for ao segundo turno disputar a eleição, provavelmente contra o presidente Lula”, completa.

Entre convite do PT a Bellintani e articulação de Bruno Reis, Mário Kertesz expõe bastidores das eleições municipais de Salvador em 2020
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

No Projeto Prisma, o radialista baiano e ex-prefeito de Salvador, Mário Kertesz, revela que ajudou a montar duas das principais candidaturas eleitorais da Bahianos últimos anos. Em entrevista nesta segunda-feira (1°), Kertesz dia que acompanhou as tentativas do PT em emplacar uma candidatura vitoriosa na Bahia, mas acabou dando força a formação da chapa de Bruno Reis, atual prefeito de Salvador, na sucessão de ACM Neto, ambos do União Brasil. 

 

“Em termos de Salvador, o PT é aquele que diz assim ‘faço questão de errar tudo’”, sucitou Mário. Ele relembra que “desde que eu fui candidato a prefeito em 1985, todas as eleições de lá para cá o PT teve candidato, e não ganhou uma”.

 

Para Kertesz, falta “o povo”. “O PT tem uma visão, o próprio Wagner [Jaques Wagner, atual senador brasileiro e ex-governador da Bahia entre 2007 e 2014] apoiava três candidatos. A teoria deles é o seguinte: um candidato tem um determinado filão do eleitorado, outro tem outro e eles juntos levam a gente para o segundo turno. Nunca levaram”, afirma. 

 

Ao falar sobre o cenário eletoral de 2020, nas eleições municipais, o radialista conta que possuía, pessoalmente, um “pré-candidato” favorito: Guilherme Bellintani, soteropolitano e então presidente do Esporte Clube Bahia. Mário relembra que o presidente tricolor foi convidado pelo PT a disputar a eleição ao Palácio Thomé de Souza. 

 


Foto: Montagem / Reprodução. Fotos: Felipe Oliveira / EC Bahia e Reprodução / Facebook.

 

“Dessa vez, estava tudo armado para Bellintani ser candidato, Guilherme Bellintani, que eu acho um excelente quadro. Eu gostaria muito de ver Bellintani oocupando um cargo de prefeito ou governador da Bahia. Uma renovação, um sujeito de uma mente aberta, inteligente, pagil. Bellintani estava tudo certo para ser o candidato do PT e foi conversar com Rui, então governador”, explica. 

 

Mário conta que o posicionamento de Rui foi o mesmo que o Partido do Trabalhadores vinda adotando há décadas: “Rui diz assim: ‘Eu não posso ter um candidato único porque eu não posso me arriscar a perder essa eleição’ - não sei que raciocínio é esse de Rui, que é um homem inteligente -, e ainda ‘Então, não vou colocar a máquina para trabalhar e nós vamos ter três candidatos’”, relata. 


 

“E Bellintani vem conversar comigo e eu digo: ‘Não vá nessa rapaz, é esparro, você vai ser queimado’. Ele desistiu e comunicou a Rui, ai no domingo, Rui me chama para tomar café com ele em Ondina [no Palácio de Ondina, sede do governo estadual] na segunda e eu fui. Chegando lá, ele me diz: ‘estou decepcionado com Belintani, ele frouxou’, ai eu digo: ‘Como é, rapaz? Ele frouxou? Você que frouxou, venha cá você acha que essa é proposta a se fazer para ele? Você tinha que chegar, se você quisesse, não é meu candidato, vamos fazer toda a força política para te eleger e ele seguiria como candidato viável, e bom candidato”, completa o radialista. 

 

Ele reforça que foi neste cenário, que a candidatura de Bruno Reis (União), atual prefeito de Salvador, se consolidou, tendo se tornado vitoriosa em outubro de 2020. Eleição que só veio após a resolução de um impasse entre União e MDB, partido liderado por Gedel e Lúcio Vieira Lima, na Bahia.

 

Confira o trecho:

 

Vaga para desembargador no TRE-BA aguarda nomeação de Lula há mais de um ano; entenda
Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado / Marcelo Camargo / Agência Brasil

Passado mais de um ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não efetivou a nomeação para a vaga de desembargador do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) aberta com o fim do mandato de Vicente Buratto, em agosto de 2023. A lista tríplice para o posto foi formada somente dois meses depois, após a conclusão dos trâmites na advocacia e no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Porém, reviravoltas jurídicas atrasaram a conclusão do processo. No entanto, Carina Cristiane Canguçu, Rafael de Sá Santana e Fabiano Mota Santana aguardam pela indicação de Lula há mais de 12 meses.

 

No centro da disputa estão padrinhos de peso. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado, pendem para Rafael Sá Santana e Carina Cangussú, respectivamente. E, diante do impasse, a lista tríplice segue sem uma definição para a cadeira no TRE-BA.

 

Nos bastidores, é avaliado que Wagner defende a indicação de Carina Cristiane Canguçu. Em outra frente, Rui seria contrário ao apoio do correligionário, tendendo a pedir pela nomeação de Rafael de Sá Santana. O advogado, inclusive, atuou em processos do desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, candidato à presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), e pode ganhar um reforço extra caso ele seja eleito para comandar a Corte baiana.

 

FORMAÇÃO DA LISTA

Em agosto de 2024, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a remoção do terceiro nome que integrava a lista, o advogado José Leandro Pinho Gesteira, ao declarar a inidoneidade do causídico para participar da disputa. Com a exclusão, o advogado Fabiano Mota Santana foi convocado pelo Pleno do TJ-BA para compor a lista tríplice final. 

 

Diferentemente dos outros dois concorrentes, Fabiano Mota Santana é tratado como “azarão”, por não reunir um apoiador político de peso como os demais candidatos. Com o ingresso tardio na lista tríplice, o advogado teve menos tempo para iniciar articulações pela nomeação e, ao chegar no processo, Carina Cangussú e Rafael de Sá Santana já figuravam como favoritos.

 

Enquanto Lula não formaliza uma resolução para o caso — em especial diante do embate nos bastidores entre dois auxiliares próximos —, a vaga para o TRE da Bahia permanece aberta.

Em reunião de emergência, governo federal firma parceria com Rio de Janeiro para combate ao narcotráfico após megaoperação
Foto: Reprodução / TV Globo

O Governo Federal firmou, nesta quarta-feira (29), uma parceria técnica com o governo estadual do Rio de Janeiro para contribuir com as investigações sobre os resultados da “Operação Contenção”, que deixou mais de 130 pessoas mortas na capital fluminense, e intensificar o combate ao narcotráfico. A parceria foi firmada após uma reunião de emergência entre o governador estadual Cláudio Castro (PL) e os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança) e Rui Costa (Casa Civil). 

 

“Tivemos um diálogo importante. Se o problema é nacional, o Rio de Janeiro é um dos principais focos. Daqui saiu uma proposta concreta: a criação de um Escritório Emergencial de Enfrentamento ao Crime Organizado”, anunciou o governador Cláudio Castro.

 

Ele explica que o novo escritório será coordenado por representantes do governo do estado e do governo federal. “A ideia é que nossas ações sejam 100% integradas a partir de agora, inclusive para vencermos possíveis burocracias. Vamos integrar inteligências, respeitar as competências de cada órgão, mas pensando em derrubar barreiras para, de fato, fazer segurança pública”, destaca.

 

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O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, anunciou que a participação do governo federal será pautada no intercâmbio de profissionais especializados para fortalecer as investigações e ações de segurança pública.

 

“Colocamos à disposição do governador e das autoridades de segurança peritos criminais que podem ser mobilizados pela Força Nacional e também de outros estados. Médicos legistas, odontólogos, peritos. Também temos bancos de dados no que diz respeito a DNA, balística, tudo isso estamos colocando à disposição do governador”, afirmou.

 

O ministro da Justiça afirmou também que o governo federal vai ampliar o número de agentes da Polícia Federal e da Força Nacional no estado, como resposta à escalada da violência.

 

“Durante a crise, já aumentamos o efetivo da Polícia Federal no entorno da capital em pelo menos 50 integrantes. Em breve, enviaremos outro número equivalente. Claro que temos um número relativamente pequeno para patrulhar todo o território, mas, nesta situação de emergência, vamos ampliar. Também vamos aumentar, dentro do possível, o número de integrantes da Força Nacional”, detalha.

 

Após divergências sobre um suposto pedido de suporte do governo fluminense, o ministro da Justiça pontuou ainda que foi estabelecido o modus operandi de solicitação de suporte entre os entes: O senhor governador certamente fará um pedido para que nós, dentro das nossas possibilidades, façamos isso. Essa é a rotina: o governador solicita, nós estimamos os números disponíveis e autorizamos o deslocamento dessas forças”, completa.

Rui Costa participa de encontro com lideranças do PDT e firma compromisso para fortalecer partido em 2026
Foto: Divulgação

O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), recebeu na noite desta terça-fera (28), em Brasília, lideranças do PDT baiano, quando reafirmou o compromisso de ajudar a fortalecer o partido na Bahia para as eleições de 2026. Participaram do encontro o presidente da sigla no Estado, deputado federal Félix Mendonça Júnior, o prefeito de Euclides da Cunha, Heldinho Macedo, e o antecessor do gestor municipal, Luciano Pinheiro, que é pré-candidato a deputado estadual.

 

"Fomos até o ministro para tratar de projetos e investimentos para Euclides da Cunha e outros municípios da região, sobretudo na área de saúde e também do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Ele foi bastante atencioso conosco, como sempre. Claro que também falamos de política. O ministro voltou a dizer que ajudará o PDT na montagem da chapa de candidatos a deputado estadual e federal", afirmou Félix.

 

Rui foi um dos principais articuladores da retomada da aliança entre o PDT e o PT baiano, selada em abril deste ano, assim com Félix Mendonça e Luciano Pinheiro. Na época, o ponto central das conversas entre os pedetistas e o ministro foi justamente o crescimento da sigla nas chapas proporcionais

 

"A nossa meta é elegermos três deputados estaduais e três federais. Claro que, somado aos nossos próprios esforços e articulação, o apoio do ministro e do governador Jerônimo Rodrigues (PT) serão importantes. Estamos trabalhando firmes para termos um bom desempenho em 2026", declarou Luciano Pinheiro.

Após operação com mais de 60 mortos, governo federal comunica reunião emergencial com Cláudio Castro
Foto: José Cruz/Agência Brasil

O governo federal anunciou, na noite desta terça-feira (28), que solicitou uma reunião emergencial com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), para analisar os desdobramentos da Operação Contenção, a mais letal da história do Rio, com mais de 60 mortos. O comunicado, enviado ao Palácio Guanabara por meio da Casa Civil, informou ainda que a reunião terá a presença dos ministros Rui Costa (Casa Civil), Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública).

 

A reunião, que acontecerá no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (29), também contará com a presença do diretor-executivo da Polícia Federal, William Murad. No mesmo comunicado, o governo ainda a disponibilidade de vagas em presídios federais para receber ao menos nove dos mais de 80 presos nas ações realizadas na capital fluminense. 

 

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Ambas as medidas foram definidas na tarde desta terça, após reunião coordenada pelo presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, com a participação dos ministros Rui Costa, Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Jorge Messias (Advocacia Geral da União), Macaé Evaristo (Direitos Humanos e Cidadania), Sidônio Palmeira (Comunicação) e do secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Manoel Carlos. 

 

Segundo o Palácio do Planalto, as forças policiais e militares federais reiteraram durante a reunião que não houve qualquer consulta ou pedido de apoio, por parte do governo estadual do Rio de Janeiro, para realização da operação. A posição reafirma o comunicado realizado pelo ministro Ricardo Lewandowski em coletiva de imprensa.

Coronel suscita indicar Eleusa Coronel na vice de Jerônimo, mas "relação" com MDB prevalece com aceno a prefeitos
Foto: Divulgação

A escancarada disputa para ver quem integrará a chapa majoritária governista na Bahia segue opondo estratégias e movimentos nos bastidores. Com o senador Jaques Wagner (PT) apontando para a prerrogativa de disputar a reeleição, o também senador de mandato Angelo Coronel (PSD) pode não ter o mesmo cenário. Com o ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) pleiteando o espaço, Coronel ainda segue se movimentando e buscando alternativas políticas para o ano de 2026. 

 

Nas últimas semanas, uma articulação passou a ser aventada pelo entorno do senador Coronel: a indicação de Eleusa Coronel, esposa do parlamentar, como vice na chapa de Jerônimo Rodrigues (PT). De acordo com políticos aliados a Coronel, o Partido dos Trabalhadores “entregaria quase tudo, menos a vaga do Senado”, que seria destinada ao ministro da Casa Civil Rui Costa. Com isso, Coronel teria escalado Eleusa, como possível indicação a vice, contemplando, de certa forma, os desejos do senador.

 

A “ideia”, reforçada em um vídeo recente das redes sociais de Coronel, onde ele aponta que Eleusa “está fora da política”. “Está mordida pela mosca azul […] Tudo pode acontecer, inclusive nada”, complementou o deputado. Mesmo com a “alternativa”, Coronel manteria cautela nos bastidores, já que o movimento atingiria diretamente um dos partidos aliados ao mandato do senador: o MDB. A indicação de Eleusa tiraria da disputa o atual vice-governador Geraldo Jr. da possibilidade de reeleição, por tabela tirando o MDB da chapa. 

 

Como estratégia para manter a viabilidade eleitoral, buscando estar na chapa em 2026, Coronel possui um trunfo: prefeitos aliados — de diversos partidos, inclusive do MDB. Com essa frente “suprapartidária”, Coronel segue nutrindo o desejo de estar na chapa, inclusive acenando para o próprio MDB. O agrado foi correspondido. O presidente de honra do MDB Bahia, o ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima, sinalizou que Coronel deve ter apoio de diversos prefeitos baianos à reeleição, incluindo os do MDB. 

 

“No próprio MDB. Dos 32 prefeitos, a grande maioria já nos procurou para dizer que gostaria de ficar com o Angelo Coronel”, apontou Lúcio ao OffNews, durante evento do MDB baiano, realizado na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), na última sexta-feira (24). 

 

Os “acenos” não pararam por aí. Ainda no evento, Coronel indicou, em previsão otimista, que o atual presidente estadual do MDB, Jayme Vieira Lima Filho, deverá ter votação “expressiva” em 2026. “Eu não tenho dúvida que será deputado federal eleito com mais de 200 mil votos, sendo um dos cinco mais votados na Bahia”, acrescentou o senador. 

 

Em reuniões periódicas com prefeitos, Coronel nutre o desejo de se manter na chapa, sinalizando também a importância de ter o apoio “massivo” dos mesmo, como forma de “contornar” o desejo do PT em ter a chapa com três nomes do partido. Outro critério, este não desejado por Coronel, é o que o ministro Rui Costa indica, o da realização de pesquisas para avaliar a maior aprovação da população baiana, para montar a chapa. “Coronel prefere ver quem tem mais prefeitos do que quem tem mais percentual em pesquisas”, indicou outro aliado próximo. 

 

CONVERSAR, CONVERSAR E CONVERSAR…
O diálogo segue imperando, pelo menos na teoria, na relação entre o senador Coronel e o ministro Rui Costa. Em entrevista à rádio 93 FM, de Jequié, durante agenda com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), Rui reforçou que segue conversando sobre a formação da chapa. 

 

“Você sabe que na política só tem um jeito de resolver as coisas: conversar, conversar, conversar. Quando a conversa cansa, as pessoas buscam uma solução. Assim que estou fazendo — conversando com todos. Recentemente fui jantar na casa de Ângelo Coronel, com o senador Otto Alencar e o deputado Diego Coronel. Jantamos, batemos um papo. Agora vou convidá-los para jantar em minha casa, em Brasília, e seguir conversando”, indicou Rui. 

 

Em busca da “tranquilidade”, Rui apontou também que existem outras alternativas. “Você tem uma chapa para compor, tem outras funções públicas relevantes, outros espaços políticos. Existem várias formas de as pessoas serem reconhecidas e desempenharem um papel na política. Vamos buscar esse arranjo”, afirmou.

Rui Costa critica PEC da Blindagem e fala sobre intenção de disputar vaga ao Senado pela Bahia em 2026
Foto: Reprodução / Blog Marcos Frahm

O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), voltou a declarar nesta sexta-feira (24) que pretende disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026. A afirmação foi feita durante entrevista à Rádio 93 FM, em Jequié, após participar da entrega de obras no Hospital Geral Prado Valadares (HGPV).

 

Na ocasião, Rui também criticou a proposta conhecida como PEC da Blindagem, rejeitada nesta semana pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

 

Durante a entrevista, Rui confirmou seu interesse em disputar o Senado e comentou sobre o cenário político baiano, que inclui outros dois nomes do campo governista com mandato ou intenção de candidatura: Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD). Ambos já manifestaram o desejo de permanecer ou retornar à Casa.

 

As informações são do Blog Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias.

Produtores de cacau cobram derrubada de norma de importação e reclamam de prejuízos à economia baiana
Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

A Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC) voltou a cobrar do governo federal a revogação da Instrução Normativa (IN) que autoriza a importação de cacau da Costa do Marfim, maior produtor mundial. A medida, segundo a associação, tem causado impactos econômicos e ameaça a segurança fitossanitária do país.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, a presidente da ANPC, Vanuza Barrozo, declarou que a ex-ministra da Agricultura Teresa Cristina desconsiderou os produtores e atuou em favor do lobby das grandes multinacionais quando a norma foi estabelecida em 2021. Gigantes como Barry Callebaut, Cargill e OFI operam na compra direta do cacau com produtores locais e contam com forte estrutura de processamento industrial.

 

“Foi uma liberação irresponsável. A própria previsão de safras foi retirada, deixando a indústria livre para importar o quanto quiser. Analisamos o processo e constatamos que o Ministério da Agricultura desconsiderou leis de defesa fitossanitária nacionais e internacionais, além de princípios constitucionais. A normativa é irregular”, criticou a produtora.

 

Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

 

IMPORTAÇÕES EM ALTA; PREJUÍZO DE PRODUTORES


Conforme a presidente da ANPC, já foram importadas 56,5 mil toneladas de cacau em 2025, com previsão de chegada de mais 60 mil toneladas até novembro, em lotes mensais de 12 mil toneladas. “Esse cacau é o mais barato do mundo, muitas vezes produzido em condições de trabalho análogas à escravidão, com tráfico de crianças na África”, declarou em relação ao produto obtido na Costa do Marfim.

 

Barrozo aponta que a entrada massiva do produto colhido fora do país teria provocado uma queda drástica no preço do cacau brasileiro. “No ano passado, a arroba chegou a R$ 1,2 mil. Hoje, não passa de R$ 300. Em dois meses e meio, o preço caiu pela metade. Essa instabilidade impede qualquer planejamento dos produtores”, explicou.

 

Segundo Vanuza, os efeitos econômicos se estendem aos municípios produtores, sobretudo no Sul da Bahia, que dependem da arrecadação ligada à cultura do cacau. “Cidades como Ilhéus e Itabuna estão sentindo o impacto direto. O setor está sendo negligenciado”, afirmou.

 

A produtora também criticou o abandono da Ceplac, órgão técnico responsável pela lavoura cacaueira. “A Ceplac está sucateada, sem estrutura e sem respaldo político. O produtor de cacau, que é em sua maioria agricultor familiar, não tem sido prioridade nas políticas do governo”, disse.

 

MOBILIZAÇÃO EM BRASÍLIA


Para tentar reverter a situação, a associação busca reuniões com os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Carlos Fávaro (Agricultura). “Estamos enfrentando dificuldades de acesso, mas seguimos articulando com prefeitos e consórcios municipais, como a Amurc, a CIMA e o Ciapra, para levar uma comitiva a Brasília”, afirmou.

 

Segundo ela, uma audiência pública realizada em outubro reforçou a necessidade de revisão da norma. “A atual regulamentação beneficia apenas a indústria, não o produtor. O Brasil tem clima, território e legislação favoráveis para expandir a produção de cacau de forma sustentável. Precisamos de apoio, não de medidas que nos enfraquecem”, concluiu.

TCU arquiva representação sobre favorecimento de Rui Costa na Casa Civil para aquisição de fazenda na Bahia
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu não admitir uma representação e arquivar o processo que apontava possíveis irregularidades na Casa Civil da Presidência da República, relacionadas a um suposto favorecimento pessoal do ministro-chefe, o ex-governador da Bahia Rui Costa (PT), na aquisição de uma propriedade rural e ao uso de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nos municípios de Ipiaú e Itagibá.

 

Conforme a decisão da 2ª Câmara obtida pelo Bahia Notícias, as alegações apresentadas se baseavam apenas em matérias jornalísticas e depoimentos, sem a apresentação de elementos probatórios concretos que justificassem a admissibilidade da representação.

 

O documento também registra que a diligência realizada junto à Casa Civil da Presidência da República não identificou indícios de favorecimento pessoal, desvio de finalidade ou irregularidade na aplicação dos recursos do PAC nos municípios citados.

 

Diante disso, os ministros do TCU decidiram por unanimidade não conhecer a representação, por falta de requisitos de admissibilidade, e determinaram o arquivamento dos autos. A turma é composta pelo ministro baiano Aroldo Cedraz. A decisão também determina que a conclusão seja comunicada ao representante responsável pela denúncia.

 

ENTENDA O CASO
Em agosto do ano passado, o site UOL publicou uma reportagem afirmando que Rui Costa é dono de uma propriedade rural na divisa entre os municípios de Ipiaú e Itagibá, a cerca de 360 km de Salvador, às margens da rodovia estadual BA-650.

 

Segundo a publicação, a fazenda está no nome de uma aliada política dele, a ex-prefeita de Ipiaú Maria das Graças e a transação não foi registrada no cartório de imóveis do município e não houve pagamento do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) referente ao negócio.

 

As informações da época também apontavam que a região baiana foi contemplada com verba de R$ 42 milhões do PAC coordenado pelo próprio Rui Costa.

Rui diz que candidatura ao Senado será discutida no fim do ano e critica uso político de emendas parlamentares
Foto: Victor Hernandes / Bahia Notícias

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que ainda não há definição sobre uma possível candidatura ao Senado em 2026, e que as conversas sobre o tema serão intensificadas na virada do ano. Segundo ele, a decisão será tomada de forma coletiva, considerando o cenário político nacional e as prioridades do governo.

 

“Estamos conversando todos os dias e haveremos de intensificar as conversas na virada do ano, porque temos que discutir a política no país inteiro”, disse o ministro na manhã desta sexta-feira (17).

 

Durante a entrevista, Rui Costa aproveitou para criticar a atuação de parte do Congresso Nacional, citando o que classificou como “uso absurdo e imoral das emendas parlamentares” e destacando a diferença entre dois grupos políticos no país.

 

“Há um grupo que defende PEC de blindagem e esse uso absurdo das emendas, que está virando assunto judicial e criminal. É o mesmo grupo que é contra isenção de Imposto de Renda e que, historicamente, foi contra o acesso dos pobres e dos negros à universidade por meio das cotas”, afirmou.

 

Rui destacou ainda o papel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na defesa dos interesses populares, citando o veto presidencial a propostas que, segundo ele, iriam contra a população. “O Lula está se destacando como aquele que não deixa dúvida. Tentaram aprovar a chamada PEC da bandidagem, e o presidente foi claro: se aprovarem, eu veto. E graças a Deus o povo se mobilizou, o Congresso recuou”, declarou.

 

Para o ministro, o debate político em 2025 será fundamental para definir o tipo de Congresso que a população quer eleger nas próximas eleições. “Mais do que nunca, é preciso que o povo pense não apenas em votar no presidente ou nos governadores, mas também em qual Congresso quer para o país”, afirmou.

 

Rui Costa defendeu que o país precisa de parlamentares mais alinhados com os anseios da população, tanto no âmbito federal quanto estadual. “Precisamos ter deputados e senadores sintonizados com o desejo do povo. Esse será o debate que teremos no próximo ano”, concluiu.

Otto avalia que permanência de Rui como ministro cabe a Lula e reforça pacto político na Bahia
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que a decisão sobre uma eventual permanência do ministro da Casa Civil, Rui Costa, no governo federal, em vez de disputar as eleições estaduais, é uma questão exclusiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em tom conciliador, o presidente do PSD na Bahia ressaltou que a base aliada na Bahia mantém um pacto sólido, sustentado pela confiança e pela unidade entre Lula, Rui Costa, o senador Jaques Wagner e o governador Jerônimo Rodrigues.

 

“Essa é uma questão interna do presidente da República. É ele que vai decidir como vai aceitar, como vai fazer. Eu sou aliado e luto, como sempre, pela sustentação da aliança, que é muito sólida. É um pacto de solidez muito grande com Lula, com Wagner, com Rui e com Jerônimo. Então nós vamos encontrar uma solução lá na frente”, afirmou Otto.

 

Segundo o senador, qualquer definição sobre o papel de Rui Costa no cenário eleitoral será tomada no “primeiro ou no terceiro andar do Palácio do Planalto”, em referência ao gabinete do presidente Lula, ou no “COI com Jerônimo”, como se refere ao núcleo político do governo baiano.

 

“Quem vai decidir isso são os dois que vão para a reeleição. Sempre quem vai para a reeleição coordena e organiza a sua reeleição. O que vai organizar a de Lula é Lula”, pontuou o senador.

 

Otto Alencar reforçou ainda que não há pressa nem ansiedade quanto às definições políticas de 2026. Ele destacou sua postura de serenidade e compromisso com o trabalho parlamentar. Caso Rui seja candidato ao Senado, como almeja, é especulada a saída de Angelo Coronel (PSD) da chapa majoritária de 2026, formando o que os petistas chamam de "chapa dos sonhos" com dois ex-governadores, incluindo ele próprio e Wagner, e o atual governador como candidato à reeleição.

 

“Eu não tenho pressa para isso, não tenho ansiedade. Sou muito tranquilo, a minha vida sempre foi serena. Estou cumprindo meu mandato e tenho procurado trabalhar com dedicação, como fiz ao longo da minha vida inteira, muito intensa no trabalho. Vamos aguardar os fatos”, declarou.

 

O senador reafirmou a confiança na manutenção da aliança que sustenta o grupo político no estado e no governo federal. Para ele, os compromissos firmados entre as lideranças do campo governista devem ser honrados.

 

“Acho que não vamos ter problema. Compromisso é para ser cumprido. Há uma frase em latim que diz pacta sunt servanda, que significa que o pacto deve ser cumprido. Ou então dictum et factum: dito e feito. Diga e faça. É por aí”, completou.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
A vice do Cacique parece que virou leilão. O curioso é que todo mundo quer saber, mas oficialmente ninguém está debatendo sobre o assunto. Enquanto isso, o Soberano calcula como posicionar melhor o Cocar. É nessa de não escolher a melhor posição que Piaba quase derruba Gargamel.

Pérolas do Dia

Fabíola Mansur

Fabíola Mansur
Foto: Divulgação / AL-BA

"Levo comigo o respeito pelas lutas que travamos, pelos companheiros e companheiras de caminhada e pelas amizades construídas. Trata-se, no entanto, de uma decisão política, tomada com maturidade e responsabilidade, a partir de reflexões sobre o cenário atual". 

 

Disse a deputada estadual Fabíola Mansur ao anunciar sua desfiliação do Partido Socialista Brasileiro (PSB), legenda em que esteve filiada desde 2008. Em carta direcionada à direção estadual e nacional da sigla, a parlamentar destacou a trajetória de 18 anos construída dentro do partido.
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputado estadual Niltinho nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista deputado estadual Niltinho nesta segunda-feira
O deputado estadual Niltinho (PSD) é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (30). O programa será transmitido ao vivo partir das 16h, no canal do Bahia Notícias no YouTube.

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