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Podcast Bengalas explica como a musicoterapia pode ajudar no cuidado com idosos

Podcast Bengalas explica como a musicoterapia pode ajudar no cuidado com idosos
Foto: Divulgação
Muitas pessoas buscam os mais diversos especialistas na área de saúde quando atingem uma idade mais avançada. Mas a arte também pode ser um instrumento poderoso tanto para idosos quanto para ajudar aqueles que cuidam de pais e avós que já estão na "melhor idade". Para tratar sobre o assunto, o novo episódio do Podcast Bengalas, que vai ao ar às 15h desta terça-feira (30), convidou o musicoterapeuta Oswaldo Marques.

Podcast Bengalas: O sistema familiar dos pais idosos e a visão da Constelação Familiar

Podcast Bengalas: O sistema familiar dos pais idosos e a visão da Constelação Familiar
Manter uma relação familiar saudável é um desafio em qualquer idade, mas quando envolve o cuidado com os idosos se torna ainda mais complexo. Além das demanas diárias de trabalho dos envolvidos, há sempre um debate sobre responsabilidades, cobranças e até o suporte financeiro. Para tratar sobre o assunto, o novo episódio do Podcast Bengalas, que vai ao ar às 15h desta terça-feira (5), convidou especialistas em Constelação Familiar. Assista abaixo:

Podcast Bengalas debate como medicina, fisioterapia e psicologia ajudam filhos que têm pais idosos; assista

Podcast Bengalas debate como medicina, fisioterapia e psicologia ajudam filhos que têm pais idosos; assista
Foto: Divulgação
Ter que organizar a rotina entre trabalho, filhos, casa e relacionamentos é cada vez um desafio maior. E as dificuldades só aumentam quando, além de lidar com os próprios dilemas, nesta equação entra a necessidade de cuidar de pais idosos. O Podcast Bengalas surge exatamente como uma forma de debater os problemas que aparecem, discutir soluções e compartilhar dicas e vivências. Apresentado pela consultora em planejamento e desenvolvimento humano, Marta Castro, o projeto teve 7 episódios neste ano, indo ao ar às 15h toda terça-feira.

Últimas notícias

Casos de dengue sobem mais de 300% em 2024 e Saúde diz que pico ainda está por vir
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O Brasil ultrapassou a marca dos 680 mil casos de dengue, segundo mostram os dados mais recentes do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde. O país registrou um total de 688.461 casos prováveis da doença nas sete primeiras semanas epidemiológicas do ano.

 

De acordo com o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o número representa aumento de 315% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o Brasil teve 165.839 casos. O índice pode ser ainda maior, já que os dados podem sofrer atualizações, conforme chegam novas informações dos municípios.

 

Distrito Federal, Minas Gerais, Acre, Paraná, Goiás, Espírito Santo e Rio de Janeiro são as unidades da Federação com maior incidência da doença por 100 mil habitantes. Além dos milhares de casos, 122 pessoas perderam a vida por causa da dengue. Outros 456 óbitos estão sob investigação.

 

A situação é alarmante, já que a alta de casos acontece antes mesmo do período tradicional de pico da doença, entre março e abril. No ano passado, o país bateu os 688 mil casos apenas na 14ª semana epidemiológica, no início de abril.

Protético é detido em Itajuípe exercendo ilegalmente a profissão de cirurgião-dentista
Foto: Divulgação

Um Consultório Odontológico foi interditado em operação conjunta do Conselho Regional de Odontologia da Bahia (CRO-BA) e Polícia Militar no município de Itajuípe por exercício ilegal da Odontologia, na terça-feira (20).


A equipe de fiscalização do Conselho constatou que um Técnico em Prótese Dentária realizava atendimento direto a pacientes.  As denúncias também apontam descumprimento do Código de Ética, como falta de Alvará Sanitário e alvará de funcionamento vencido.


Diante da gravidade dos fatos, foi feita a Interdição Ética, ficando o estabelecimento impedido de ofertar serviços odontológicos até que haja a correção das irregularidades apontadas. Segundo o presidente do CRO-BA, Dr. Marcel Arriara, o falso dentista deve responder pelo exercício ilegal da profissão de odontologia e se condenado pode pegar de seis meses a dois anos de prisão. 


O caso também será encaminhado para que o Ministério Público tome as medidas cabíveis, com a eventual responsabilização civil ou penal dos infratores.

Mais de 100 postos irão ofertar a vacina contra dengue em Salvador a partir desta quarta-feira
Foto: Ascom / SMS

Visando garantir imunização para um maior número de soteropolitanos contra a dengue, doença causada pelo mosquito Aedes Aegypti, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador amplia significativamente o quantitativo de unidades de saúde com a oferta da vacina, de 35 para 107 postos, a partir desta quarta-feira (21).

 

Salvador conta com 87.307 pessoas aptas para recebimento do imunizante nesta primeira fase de vacinação, que contempla com o esquema primário os pré-adolescentes entre 10 e 11 anos. Do total, 2025 pessoas foram imunizadas até às 15h desta terça (20).

 

Ana Paula Matos, vice-prefeita e secretária de Saúde de Salvador, enaltece a importância da iniciativa adotada pela SMS essencial para aumentar a cobertura da 1ª dose do imunizante. "Estamos ampliando o acesso à vacina como forma de estimular o aumento da cobertura com a 1ª dose. Serão 107 postos distribuídos em localidades estratégicas nos distritos, inclusive dois shoppings, onde a circulação de pessoas é bem maior. Seguimos nesta missão de garantir à população acesso facilitado a esta ferramenta essencial para evitar casos graves da doença, principalmente óbitos", declara a gestora.

 

Para receber a dose, deve ser apresentado documento de identificação com foto, cartão SUS de Salvador e caderneta de vacinação. A aplicação será feita somente na presença dos pais ou responsável legal, garantindo um acompanhamento adequado e a segurança das crianças e adolescentes.

 

Confira a lista das unidades ofertantes:

 

ITAPUÃ

UBS José Mariane; USF Aristides Maltez; UBS Dr. Orlando Imbassahy; USF Nova Esperança; USF São Cristóvão; USF parque São Cristóvão; UBS São Cristóvão; USF Vila verde: USF Professor Eduardo Mamede; USF Itapuã.

 

SUBÚRBIO FERROVIÁRIO

UBS Sergio Arouca; USF Beira Mangue; USF Colinas de Periperi; USF Plataforma; USF Alto da Terezinha; USF Ilha Amarela; UBS Periperi; USF Teotônio Vilela II; USF Fazenda Coutos II; USF Fazenda Coutos I; USF Tubarão; USF São Tomé Paripe; USF Alto de Coutos II; USF Vista Alegre; USF Alto do Congo; USF Ilha de Maré; USF Paramana; USF Bom Jesus.

 

CABULA-BEIRU

UBS Pernambués; USF Estrada das Barreiras; USF Raimundo Agripino; USF Arenoso; USF Arraial do Retiro; USF Fernando Filgueiras - Cabula VI; USF Calabetão; USF Professor Carlos Santana – Doron; UBS Engomadeira; UBS Mata Escura; UBS Edson Teixeira; USF Professor Humberto Castro Lima – Pernambuezinho; USF Dep Cristovão Ferreira – Saramandaia; USF Claudelino Miranda – Resgate; UBS Elísio Teixeira; USF Nova Sussuarana II; 

Ponto fixo: Shopping bela vista (09 às 16hs).

 

BARRA/RIO VERMELHO

UBS Clementino Fraga (5° centro); USF Lealdina Barros; Multicentro Amaralina; UBS Vila Matos; UBS Santa Cruz (8hs até as 15hs); USF Alto das Pombas; USF Sabino Silva; USF Garcia.

 

LIBERDADE

UBS Maria Conceição Santiago Imbassai; USF San Martin III; USF San Martin I; Multicentro Liberdade

 

SÃO CAETANO/VALÉRIA

UBS Frei Benjamin; UBS Pericles Laranjeira - 18º CS; USF Pirajá; USF Lagoa da Paixão; USF Boa Vista do Lobato; USF Recanto da Lagoa II; USF Capelinha; USF San Martin II; USF Alto do Cabrito; UBS Marechal Rondon; USF Boa Vista do São Caetano

 

BOCA DO RIO

USF Imbui; USF Pituaçu; USF Curralinho; USF Zulmira Barros.

 

PAU DA LIMA

USF João Roma; USF Gal Costa; USF São Marcos I; UBS Cecy Andrade; UBS Sete de Abril; USF Canabrava; USF Cambonas; USF João Roma; USF Gal Costa; USF São Marcos I; USF Dom Avelar; USF Nova Brasília.

 

BROTAS

UBS Mario Andrea; USF Santa Luzia; USF Vale do Matatu; UBS Manoel Vitorino

 

CAJAZEIRAS 

USF Cajazeiras V; USF Cajazeiras X; USF Cajazeiras XI; USF Cajazeiras IV; USF Jardim das Mangabeiras; USF Fazenda Grande III; USF Jaguaripe; USF Yolanda Pires; USF Boca da Mata; USF Palestina

Ponto fixo: Shopping Cajazeiras - Rua do coqueiro grande, Fazenda Grande 3 - 9h às 16h 

 

ITAPAGIPE

UBS Ministro Alckimin; USF Joanes Leste; UBS Virgilio de Carvalho; USF São José de Baixo;

 

CENTRO HISTÓRICO

UBS Ramiro de Azevedo; Multicentro Carlos Gomes; UBS Dr. Pericles Cardoso – Barbalho; UBS Santo Antônio; USF Gamboa

Cerca de 1,2 mil crianças já foram imunizadas contra dengue em Salvador, diz SMS
Foto: Lucas Moura / Secom PMS

 

A vacinação contra a dengue foi iniciada em Salvador na última quinta-feira (15), com mais de 50 mil doses disponíveis e, até o momento, mais de 1,2 mil doses foram aplicadas em crianças na capital baiana. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (20), pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

 

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O esquema primário de imunização atualmente contempla os pré-adolescentes entre 10 e 11 anos. No entanto, com o recebimento de novos lotes, o público será ampliado gradativamente. De acordo com a pasta, atualmente, Salvador já contabiliza 552 casos prováveis de dengue, número que equivale ao período de 1º de janeiro, até 19 de fevereiro de 2024. No entanto, o número representa uma redução de cerca de 40% das notificações, quando comparado com o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 935 casos.

 

A vice-prefeita e titular da SMS, Ana Paula Matos (PDT), destaca a importância da imunização no combate à doença. “A inclusão da vacina da dengue é uma ferramenta de extrema importância no SUS para se evitar casos graves da doença, principalmente óbitos. Com o avanço da imunização, esperamos que a dengue seja classificada como mais uma doença imunoprevenível. No entanto, o enfrentamento contra o mosquito Aedes deverá continuar sendo prioridade de cada cidadão”, reforçou a gestora.

 

Para receber a dose, no ato da vacinação deve ser apresentado um documento de identificação com foto, além do Cartão SUS de Salvador e a caderneta de vacinação para um dos 12 pontos de vacinação. De acordo com a SMS, a aplicação será feita somente na presença dos pais ou responsável legal, garantindo um acompanhamento adequado e a segurança das crianças e adolescentes. Para a vacinação nas escolas, as crianças deverão portar documento de autorização dos pais e ou responsáveis.

Mosquito transgênico, sangramento e uso de repelentes: Quais os mitos e verdades da dengue?
Foto: Arquivo / Agência Brasil

Medicamentos, ar condicionado, ventiladores e usos de repelentes podem auxiliar no combate ou tratamento da dengue? Manchas no corpo e sangramento no nariz são indicações de infecção pela doença? Mesmo o Brasil já enfrentando e sofrendo a doença há muitos anos,algumas dessas perguntas ainda fazem parte do cotidiano de brasileiros e baianos. 

 

A situação ainda cresce por conta do aumento de casos e óbitos no país neste ano. Diante disso, o Bahia Notícias entrevistou a infectologista Lorena Galvão, para montar uma lista de mitos e verdades sobre as principais formas de combater ou enfrentar a dengue e os principais sintomas da enfermidade.    

 

CONFIRA

 

1. Existem medicamentos que podem tratar e curar a dengue?  

R- É um mito. O que a gente tem sobre isso é que a dengue é uma doença viral, mas não existe nenhum antiviral recomendado para o tratamento. O que fazemos é controle de sintomas e hidratação. O que é verdade é que existem remédios contraindicados para o paciente com dengue como os anti-inflamatórios. 

 

2. Perder o olfato e o paladar são sintomas de dengue?

R- Não. Esses são sintomas que nós observamos com muita frequência na Covid-19, mas que não são sintomas relatados por pacientes com quadros de dengue. Na verdade, sintomas respiratórios de forma geral devem nos direcionar a outros diagnósticos de infecções de vias aéreas superiores e não ao quadro de dengue. 

 

3. O uso de repelentes pode contribuir para combater e enfrentar a dengue? 

R - Com certeza. O repelente é uma arma importante no combate à dengue. Existem várias substâncias diferentes que precisam de reaplicação com diferentes períodos. Então é importante o uso do repelente sobretudo nesse período, em pacientes gestantes, em crianças e idosos e também na população geral. Mas é importante estar atento à necessidade de reaplicação que varia conforme o fabricante. Os repelentes utilizados atualmente no Brasil têm efeito no Aedesaegypti então podem ser utilizados. Mas cada um deles tem um tempo de aplicação diferente, alguns não devem ser reaplicados. Por isso que é importante checar exatamente que repelente está sendo utilizado e qual é a recomendação de reaplicação. Alguns têm uma meia vida mais curta, outros têm um tempo de ação mais prolongado.

 

4. Todo o quadro de dengue grave tem sangramento? 

R- Mito. Muitas pessoas associam que todo quadro de dengue grave precisa ter sangramento e não necessariamente. Você pode ter um quadro de dengue grave com disfunção orgânica, inclusive com óbito sem necessariamente o paciente se manifestar com sangramento. Por isso é importante estar atento a outros sinais de alarme como dor abdominal intensa, vômito que não melhora, falta de ar, queda da pressão e tontura são todos sinais que sugerem uma gravidade maior ainda que o paciente não apresente sangramento. 

 

5. Tem algum horário específico que o mosquito da dengue mais atua e aparece? 

R - Sim. Os "hábitos" do mosquito são sobretudo no início da manhã e final da tarde. Então são os momentos que a gente precisa estar mais atento. 

 

6. Existem estações que os mosquitos aparecem com maior intensidade? 

R - Períodos em que a gente tem uma temperatura mais elevada e que a gente tem uma quantidade de chuva maior, de precipitação maior vão ser momentos em que a gente vai ter uma maior transmissão porque a gente sabe que ele gosta da água parada e da Água Limpa, por isso que é importante que sobretudo nesses momentos a gente esteja bem protegido. 

 

7. Deixar água parada aumenta a chance de contaminação por dengue? 

R- Aumenta a proliferação do aedes que é o nosso vetor. Então se você tem o vetor em maior frequência e você tem o vírus circulando isso pode acontecer com maior frequência.

 

8. Utilizar ar condicionado ou ventilador pode auxiliar no enfrentamento ao mosquito da dengue? 

R- O mosquito da dengue já pode estar dentro de casa. Então obviamente o ar condicionado e ventilador não vai prevenir como um todo. Porém, fechar as janelas pode impedir a entrada desses mosquitos nos domicílios. Em alguns contextos o uso do mosquiteiro também é um alternativ,  justamente no intuito de impedir o contato do vetor que é o aedes com o paciente, com o indivíduo

 

9. O uso de produtos alternativos a exemplo da folha de mamão entre outros alimentos é uma maneira de combater a dengue? 

R - Inicialmente não. Não existe uma recomendação formal nesse sentido. Está atento a qualquer reservatório de água parada. É preciso lembrar que os ovos do aedes são bastante resistentes. Então mesmo depois de um período em que aquele recipiente está seco, caso ele volte a se encher de água esse ovo ainda pode ser viável. Então segue representando perigo, daí a importância da gente sempre ter a higienização desses recipientes, não deixar qualquer recipiente que possa acumular água parada exposto ao ambiente e evitar o acúmulo mesmo de água nesses locais. 

 

10. A técnica dos mosquitos geneticamente modificados podem auxiliar a conter o avanço da dengue? 

R -  Isso existe sim. É o método chamado Wolbachia. Esse método consiste na liberação de Aedes com Wolbachia, que é uma bactéria, o que impede que o vírus da Dengue se desenvolva dentro do vetor. Com isso, ele contribui para a redução da disseminação do vírus.

Gretchen faz cirurgia para retirada do útero devido a doença

Por Folhapress

Gretchen faz cirurgia para retirada do útero devido a doença
Foto: Divulgação

Gretchen, 65, foi internada no hospital na manhã desta terça-feira (20) para uma cirurgia de retirada do útero. A cantora sofre de uma condição benigna chamada adenomiose.
 

A cantora está internada para um procedimento de retirada do útero, que acontece nesta terça-feira. Gretchen sofre com uma doença que se chama adenomiose, que fez com que seu órgão aumentasse o equivalente a uma gravidez de 20 semanas.
 

Em entrevista para o Gshow, a rainha do bumbum disse estar confiante para o procedimento. Mesmo benigno, Gretchen sentia dores abdominais e sofria com um inchaço que fez seu útero ficar com 850 centímetros, sendo que em uma mulher saudável com mais 60 anos e que passou por gestações, a referência seja entre 60 a 120 centímetros.
 

O endométrio é um tecido que abriga o embrião no início da gravidez, e não ocorrendo a fecundação, ele involui e sofre uma descamação, que nada mais é que a menstruação. Na doença, o tecido endometrial invade a musculatura do órgão, o miométrio, a camada mais externa do útero.
 

A adenomiose causa inchaço, cólicas menstruais, sensação de pressão e sangramento menstruais irregulares, podendo, em casos mais graves, gerar hemorragias. A Dra. Fabiane Berta, ginecologista e endócrino da cantora, contou ao Gshow que a suspeita começou com sangramentos uterinos anormais.
 

Gretchen primeiro optou por terapias hormonais conservadoras, e o uso de vitaminas e fitoterápicos. Porém, após um ano de tratamento, a ginecologista viu que a melhor solução seria a retirada do útero e seguir com as terapias no pós-operatório.
 

A rainha do bumbum conta que após o procedimento, terá que ficar um mês de repouso em São Paulo. "To bem confiante e incetivo sempre as mulheres a se cuidarem. Se cuidem!", alertou em seus stories no Instagram.

Mais de 650 mil casos de dengue são registrados no Brasil

Por Redação

Mais de 650 mil casos de dengue são registrados no Brasil
Foto: Arquivo / Agência Brasil

O Brasil registrou 653.656 casos de dengue neste ano, segundo atualização do painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde, nesta segunda-feira (19), via Agência Brasil. Segundo o levantamento são 321,9 casos por grupo de 100 mil habitantes. Os dados apontaram ainda que aconteceram 113 mortes em decorrência da enfermidade e outros 438 óbitos estão em investigação. 

 

As mulheres foram as que tiveram maioria das infeccç?os com 56%. Já os homens registraram 45%. A faixa etária dos 30 aos 39 anos ficou nas primeiras posições de casos de dengue. Em sequência, aparece o grupo de 40 a 49 anos seguido do grupo de 50 a 59 anos. 

 

Atualmente, o Distrito Federal registra o maior número de incidência de casos com 2.405,6 casos por 100 mil habitantes. Logo em seguida aparece Minas Gerais com 936,1 casos, Acre (622), 4; Paraná (512,6); Goiás (487,6). Em números absolutos, Minas Gerais esteve em primeiro lugar com 192.258 ocorrências do tipo. Logo depois estão São Paulo (90.408); Distrito Federal (67.768); Paraná (58.660) e Rio de Janeiro (41.435). 

Com risco 4 vezes maior de morte, gestante com dengue deve ser internada mesmo com sinais leves

Por Cláudia Collucci | Folhapress

Com risco 4 vezes maior de morte, gestante com dengue deve ser internada mesmo com sinais leves
Foto: TV Brasil

Com a alta dos casos de dengue, tem aumentado a preocupação com as gestantes, grupo com risco de morte quatro vezes maior, principalmente se a doença ocorrer no terceiro trimestre da gestação. Na dengue materna, também há três vezes mais chances de morte do feto ou do bebê.
 

O alerta é da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), publicado na última quinta (15), e traz recomendações para a assistência das gestantes com dengue.
 

Segundo o documento, devido as alterações fisiológicas causadas pela gravidez, muitos dos sinais e sintomas da dengue podem ser confundidos, retardando medidas de hidratação e causando quadros de maior gravidade.
 

Por isso, recomenda a Sogesp, é importante que se faça um diagnóstico diferencial com outras doenças, por exemplo, gripe (influenza), sarampo, rubéola, malária, hepatites virais, leptospirose, meningococcemia, sepsis e pré-eclâmpsia.
 

Confirmada a dengue, a gestante já pula uma casa na classificação de risco. O quadro clínico da dengue vai do leve ao mais grave e é classificado com as letras A, B, C e D. A grávida entra no grupo B, pelo fato de a gravidez em si ser um fator de risco.
 

O documento da Sogesp orienta que a gestante infectada fique em leito de observação, seja hidratada via oral e mantida sob controle rigoroso de sinais vitais até serem colhidos e checados os resultados dos exames.
 

"Elas devem ser internadas e manejadas com maior nível de atenção, independentemente de ter ou não um sinal de gravidade identificado", diz o infectologista André Siqueira, pesquisador da Fiocruz e coordenador de uma recente revisão sobre dengue.
 

Segundo a médica Rossana Pulcineli, vice-chefe do departamento de obstetrícia e ginecologia da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), mesmo que a gestante tenha poucos sintomas, ela precisa ser monitorada de perto. "Esse é o maior erro que pode acontecer em um serviço de saúde: tratar a gestante com dengue como se ela não fosse gestante", diz.
 

Pulcineli explica que durante a gestação há uma chance maior de hemorragia. A dengue, por modificar e reduzir o número de plaquetas, potencializa ainda mais esse risco. "Isso aumenta a dificuldade de a gente controlar essa hemorragia."
 

A hipertensão, que leva à pré-eclâmpsia, outra importante causa de morte materna, também pode ser um fator de confusão na assistência às gestantes.
 

Segundo Pulcineli, assim como a dengue, uma das formas de pré-eclâmpsia, a síndrome Hellp, também causa redução das plaquetas, e essas condições podem ser confundidas.
 

"A pessoa vê que as plaquetas estão baixas e acha que é hipertensão. O tratamento para a síndrome Hellp é antecipar o parto. Mas se fizer o parto e a mulher estiver com dengue hemorrágica, há risco de óbito."
 

De acordo com a Sogesp, um quarto das gestantes com dengue apresenta pelo menos um sinal de alerta (grupo C) que vai demandar internação por pelo menos 48 horas e hidratação endovenosa e reavaliação clínica e laboratorial a cada duas horas.
 

Entre os sinais estão dor abdominal intensa e contínua, vômitos constantes, hipotensão postural, sangramento de mucosas, queda abrupta de plaquetas e desconforto respiratório.
 

Gestantes enquadradas no grupo D, o mais grave, já com choque circulatório, demandam leito de UTI. Um estudo da Fiocruz de 2018 mostra que quando a gestante apresenta quadro de dengue hemorrágica, há um aumento de 450 vezes de morte materna.
 

"Apesar de a dengue estar entre nós há tantos anos, todas as vezes em que há uma nova onda é importante repetir o treinamento das equipes de saúde para que possam reconhecer rapidamente os sinais de gravidade. Ao mesmo tempo, é preciso acesso rápido a estruturas adequadas para receber essas gestantes", diz Pulcinelli.
 

Outros pesquisam mostram que se a mulher estiver infectada com o vírus da dengue perto do período do nascimento do bebê, a criança poderá nascer infectada ou adquirir a doença no momento do parto.
 

Também pode ocorrer ameaça de abortamento nos três primeiros meses de gestação e risco de o bebê nascer prematuro. "Quanto mais grave a doença, maior o risco de óbito fetal e parto prematuro", diz a médica.
 

Mesmo quando leve, a infecção por dengue pode provocar baixo peso ao nascer e aumento do risco de hospitalização de crianças até três anos após o nascimento.
 

A doença não está associada a malformações fetais, como no caso do vírus zika. "Se a gestante pegar a dengue muito próximo ao parto, menos de dez dias, aumenta o risco de a criança ser exposta à dengue, pelo fato de mãe não ter tido tempo para produzir anticorpos, e ter um quadro grave."
 

Para a pesquisadora da Fiocruz Enny Paixão, professora assistente da London School of Hygiene & Tropical Medicine, infecções durante a gestação ainda é um assunto negligenciado e as gestantes e seus fetos estão sendo afetadas por isso.
 

"Nosso grupo tem uma tradição de estudos não apenas dos efeitos da dengue mas também de zika e sífilis. E temos observado efeitos adversos de crianças expostas ainda no útero a essas infecções", diz.

Mais de 3 mil doses de vacina v10 para cães serão disponibilizadas a partir de quarta-feira
Foto: Jefferson Peixoto / Secom PMS

Cerca de três mil cães devem ser imunizados gratuitamente com a vacina décupla, pela Diretoria de Proteção Animal da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal (Secis), a partir da próxima quarta-feira (21), na Lagoa do Abaeté, em Itapuã.

 

O imunizante polivalente é responsável pela prevenção de, pelo menos, sete doenças graves que atingem os cachorros: cinomose, parvovirose, coronavirose, adenovirose, parainfluenza e hepatite infecciosa canina, além de quatro tipos de leptospirose.

 

A ação acontece a partir das 9h desta quarta e segue até a sexta-feira (23), com fichas entregues por ordem de chegada. Serão mil fichas distribuídas diariamente. Para ter acesso ao serviço será necessário a apresentação de documento pessoal com foto, cartão de vacina do animal e comprovante de residência.

 

“A vacina V10 é uma forma de proteger o animal contra dez tipos de doença. Essa ação municipal visa promover qualidade de vida e bem-estar aos animais de pessoas de baixa renda, tendo em vista que essa vacina, na rede privada, pode custar em média de R$200 cada dose”, lembra a diretora de Proteção Animal da Secis, Michelle Holanda.

 

A ação acontece desde 2022, com mais de 5 mil animais vacinados até a última ação, no dia 6 de fevereiro. Foram visitados até o momento, os bairros da Barroquinha, Itaigara e do Subúrbio. 

 

“Não poderão ser vacinados animais doentes; gestantes, lactantes e fêmeas no cio; animais em uso de antibiótico, ou em uso de anti-inflamatório; animais que passaram por algum procedimento cirúrgico em menos de 20 dias; animais com menos de 45 dias de vida”, acrescenta Michelle.

 

Será possível vacinar até dois cães por CPF. É preciso levar o animal, pois o cadastro e a vacinação ocorrem no mesmo dia. A vacina múltipla V10 é aplicada apenas em cães.

Hospital Manoel Victorino será reformulado para receber atendimento vascular e clínica média
Foto: Reprodução IBDAH

O Hospital Manoel Victorino (HMV), localizado no bairro da Saúde, em Salvador, passará por uma reformulação interna para receber novos tipos de atendimentos. De acordo com informações obtidas pela reportagem do Bahia Notícias, a unidade de saúde passará pela transformação para abrigar atendimentos de cuidado prolongado para pacientes de cirurgia vascular e clínica médica. 

 

Atualmente o Manoel Victorino atende demandas da área de ortopedia através de regulação. Procurada pela reportagem, a Sesab indicou que as especialidades atendidas seriam as indicadas.

 

A mudança deve acontecer após a inauguração do Hospital Ortopédico da Bahia (HOBA), localizado no bairro do Cabula. A unidade de saúde, que tem previsão de inauguração no mês de março, deve receber grande parte dos pacientes e das demandas do Manoel Victorino. Anteriormente, o Bahia Notícias já tinha antecipado que os pacientes internados por algum problema ortopédico serão transferidos para o novo equipamento de saúde

 

O local está com 100% da estrutura pronta e a gestão estadual de saúde espera uma confirmação da agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que ele participe da entrega do novo hospital.  Já o HMV passará também por uma reestruturação e reforma para o novo formato e reestruturação para atender às novas demandas da regulação, conforme tinha antecipado Roberta Santana ao BN, no mês de novembro. 

 

“Ele não vai ser fechado, nós vamos colocar a unidade em funcionamento com um novo perfil assistencial, a partir da demanda do que a gente tiver na central de regulação para reestruturar o Manoel Victorino. Esses pacientes vão migrar para o Hospital Ortopédico no que couber urgência e emergência, procedimentos eletivos a gente continua realizando, pois o hospital ortopédico o principal propósito dele é atender a maior demanda da regulação que é a ortopedia de urgência e emergência, fruto de acidente de trânsito, também dos idosos que sofrem fraturas ou em casa ou acidente domésticos”, informou Santana. (Atualizada às 12h para corrigir a informação inicialmente publicada de que haveria atendimentos hematológicos na unidade)

Artigos

Atividade física e longevidade

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Foto: Divulgação
Após os 60 anos, apresentamos uma maior tendência à perda de massa muscular, além de uma modificação dos músculos, incluindo: redução de produção de energia muscular, menos resposta a lesões, mais fibras musculares lentas no lugar das rápidas e mais infiltração de gordura no músculo, prejudicando a performance muscular. Essas alterações fazem parte do envelhecimento, porém podem ser minimizadas com a atividade física regular. 

Entrevistas

Especialista explica sobre benefícios dos cuidados paliativos em tratamento de pacientes com doenças graves

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Fotos: Igor Barreto / Bahia Notícias
A importância dos cuidados paliativos em casos de pacientes com doenças graves tem crescido nos últimos anos no Brasil. O tema ganhou mais proporção, após o jogador Pelé ser diagnosticado com metástases no intestino, no fígado e no pulmão, mas não responder ao tratamento quimioterápico e passar pelos cuidados paliativos.