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Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
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O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder da base governista na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), negou que exista acordo para a escolha do próximo presidente da Casa, atualmente ocupada por Ivana Bastos (União Brasil).
"Não há um acordo pré-eleitoral. É melhor esperar as urnas fecharem", declarou ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.
Rosemberg defendeu a reeleição de Ivana, afirmando que sua permanência no cargo traria "musculatura" junto aos demais deputados.
"A reeleição de Ivana é algo muito forte, porque quem está sentado ali cria uma musculatura junto aos pares da Casa", disse.
Em tom de brincadeira, o líder governista contou que, em reunião com outros parlamentares, defendeu indicar logo o nome de Ivana para evitar que surgisse a possibilidade do deputado Adolfo Menezes assumir a cadeira, descrita por ele como "muito doce".
"Falei que, se acontecer alguma coisa adversa com Adolfo, aquela cadeira é muito doce. E Adolfo respondeu: governador, eu já estou diabético", relatou.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e sua esposa, Lívia Orletti Ferreira, viajaram aos Estados Unidos para acompanhar a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, realizada no MetLife Stadium, em Nova York. A caminho do estádio neste sábado (13), o parlamentar fez uma provocação em suas redes sociais ao comentar a partida do Brasil contra a seleção do Marrocos.
Confira a declaração:
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— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 13, 2026
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Em vídeo divulgado na internet, Nikolas ironizou os elementos visuais do país adversário e a data do confronto. "Hoje a gente joga contra um time de vermelho, com uma estrela no meio, no dia 13. Só ganham da gente hoje no tapetão", alega o deputado de oposição.
Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil
A referência direta à cor vermelha, à estrela central e ao número 13, que são símbolos historicamente associados ao Partido dos Trabalhadores (PT). Apesar da associação satírica feita pelo deputado ao cenário político brasileiro, a bandeira nacional do Marrocos possui profundas raízes históricas e religiosas, tendo sido adotada oficialmente pelo governo do país em 1915.
BANDEIRA AFRICANA
O pavilhão marroquino é composto por um campo inteiramente vermelho com um pentagrama verde no centro. Na tradição local:
- O vermelho: simboliza o sangue dos antepassados e a unidade do povo.
- O verde: É a cor tradicional do Islã.
- A estrela verde (pentagrama): Conhecida historicamente como o Selo de Salomão, suas cinco pontas representam os cinco pilares do Islã.
O desenho atual foi introduzido pelo sultão Iúçufe em 1915, por meio de um decreto real (dahir). Durante o período em que o Marrocos esteve sob o controle de protetorados franceses e espanhóis, o uso da bandeira foi restringido apenas ao interior do território, sendo proibida a sua utilização em embarcações marítimas. Com a restauração da independência do país, em 1955, ela voltou a ser adotada plenamente como pavilhão nacional.
De acordo com o artigo sétimo da Constituição do Reino do Marrocos, a bandeira deve ser confeccionada em tecido retangular de cor vermelho-brilhante e opaco, contendo no centro uma estrela aberta de cor verde-palmeira, tecida de forma a ser visível de ambos os lados da peça.
O uso da tradicional camisa verde e amarela da Seleção Brasileira de futebol voltou a ser mais novo palco de disputa simbólica na corrida presidencial. Em evento no Pará nesta quinta-feira (11), na véspera da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) travam um embate direto pela apropriação das cores nacionais.
Confira em vídeo:
Durante agenda de pré-campanha de Flávio Bolsonaro no Pará. Em discurso direcionado a apoiadores que vestiam o uniforme da Seleção, o senador corrigiu um ato falho na sua fala e chamou a vestimenta de "camisa do Bolsonaro".
"A Copa do Mundo começa hoje. E a gente vai torcer [pelo] Brasil. A gente vai botar a camisa do Br... do Bolsonaro que vocês estão vestindo aí", corrige o parlamentar. Na ocasião, Flávio também acusou o atual presidente de tentar "roubar" a bandeira nacional e criticou a gestão petista.
Nas redes sociais, o presidente Lula (PT) publicou uma imagem utilizando o uniforme da Seleção sob a legenda "o Brasil é dos brasileiros". O próprio Flávio usa uma camisa azul com a frase "A Amazônia é dos brasileiros", logo após críticas sobre vira-latismo do presidente e opositores no jogo político nacional.
A estratégia discursiva nacionalista tem sido adotada pelo Palácio do Planalto para responder à recente decisão do governo de Donald Trump de impor novas tarifas alfandegárias sobre os produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos.
Um representante do Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT) criticou publicamente o ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa, nesta quarta-feira (10), durante evento com a presença do presidente Lula.
Do palco, o homem relatou dificuldades para conseguir audiência com o ex-governador e cobrou mais humildade do petista.
"Eu faço esse apelo para o ministro Rui Costa, que é do meu estado e que deveria ter a mesma humildade de nos receber. Nós tentamos diversas vezes contatos com ministros do senhor e tivemos dificuldades. Eu falo isso porque não sou de governo e eu construo essa política junto com o nosso povo e não tenho medo nem vergonha de falar", disse o representante, dirigindo-se a Lula.
O líder estava no evento em busca da assinatura de um decreto de regularização fundiária dos povos e comunidades tradicionais. Segundo ele, os territórios de sua comunidade estão sendo invadidos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quarta-feira (10) que avalia uma nova etapa do programa Celular Seguro para notificar pessoas que utilizam aparelhos com registro de roubo ou furto.
Segundo ele, o governo tem cadastro de cerca de 2,5 milhões de celulares roubados e estuda enviar mensagens aos atuais usuários orientando a devolução dos aparelhos.
A declaração foi feita durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Social e Sustentável (CDESS), o Conselhão. Lula informou ter recebido há cerca de dez dias um estudo do Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre a implementação da medida.
"Nós temos o cadastro, o endereço e o chassi de 2,5 milhões de celulares roubados. Não sabemos quem roubou, mas sabemos que os telefones foram roubados", afirmou o presidente.
Pela proposta em análise, os usuários desses dispositivos receberiam uma mensagem informando que o aparelho possui registro de roubo ou furto e seriam orientados a devolvê-lo.
Lula argumentou que quem permanecer com o equipamento poderá estar sujeito a responsabilização por receptação. "Precisa devolver porque pode estar cometendo um delito e, se for pego, pode sofrer uma punição desnecessária", declarou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (10), durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, que o Brasil não tem o direito de aceitar as novas tarifas propostas pelos Estados Unidos. O petista rebateu os argumentos da gestão Donald Trump, incluindo as críticas ao desmatamento no país.
"Essa última imputação de taxa que eles colocaram para nós, nós não temos o direito de aceitar, por dignidade e respeito ao que nós fazemos aqui com os trabalhadores brasileiros. Quero saber quais são os direitos que os trabalhadores dos EUA têm para vir um tal de diretor financeiro impor multa por conta do desmatamento. Será que eles não percebem que eles já estão carecas?", disse Lula.
O presidente também defendeu o gasto público e questionou críticas às despesas do governo.
"As pessoas nunca pararam para discutir e fazer a grande pergunta: quanto custou não fazer as coisas certas?", afirmou.
Antes de discursar, Lula segurou uma placa em defesa do Pix, que entrou na mira dos Estados Unidos e passou a ser explorado na disputa eleitoral entre o petista e o senador Flávio Bolsonaro (PL), seu principal adversário nas eleições de 2026.
Morreu nesta terça-feira (9), quatro dias após seu aniversário de 84 anos, a ex-deputada estadual Beatriz Pardi, uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores (PT). A informação foi confirmada pela legenda, mas a causa da morte não foi divulgada.
Bia Pardi nasceu em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, em 6 de junho de 1942. Professora de formação, teve atuação destacada na defesa da educação pública e foi dirigente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
Em 1991, assumiu o mandato de deputada estadual na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Reeleita em 1994, permaneceu no cargo até 1999. Durante a passagem pelo Legislativo paulista, integrou a Comissão de Educação e apresentou propostas voltadas para a área educacional, entre elas um projeto que previa a obrigatoriedade do ensino de educação artística nas escolas públicas estaduais.
Bia Pardi também ocupou o cargo de subprefeita de Pinheiros durante a gestão da ex-prefeita Marta Suplicy, entre 2001 e 2004. Posteriormente, atuou como assessora de Educação da bancada do PT na Alesp, função que exerceu entre 2006 e 2017.
Em nota de pesar, o Partido dos Trabalhadores destacou a trajetória da ex-parlamentar e sua contribuição para a educação e para a construção da legenda. A legenda também manifestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de militância. A Assembleia Legislativa de São Paulo divulgou mensagem lamentando a morte da ex-deputada e prestando condolências aos familiares, amigos e admiradores de Beatriz Pardi.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registrou apenas um ponto de queda na avaliação negativa do governo entre maio e junho. Segundo as informações do levantamento Genial/Quaest, divulgado nesta quarta-feira (10), o presidente apresenta uma avaliação negativa de 38% da população, cerca de um ponto a menos que os 39% registrados em maio.
A Quaest ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais feitas de 5 a 8 de junho. O nível de confiança das estimativas é de 95%, e a margem de erro máxima prevista é de cerca de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada sob o código BR-07661/2026.
Para além da estabilidade na percepção negativa, os números positivos do governo também foram mantidos. Nesta pesquisa de junho, Lula manteve a avaliação positiva do governo junto a 34% dos eleitores, o mesmo índice de maio. Por fim, para 26% dos entrevistados, o governo Lula tem uma administração considerada “regular”. O índice subiu um ponto em comparação ao mês de maio.
O presidente do PT e coordenador da campanha à reeleição do presidente Lula, Edinho Silva, evitou criticar nesta terça-feira (9) a decisão do TSE de suspender a pesquisa da AtlasIntel que apontou desgaste do senador Flávio Bolsonaro (PL) após a divulgação de cobranças feitas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Decisão do Judiciário não se debate, se respeita. Temos muito respeito pelo ministro Nunes Marques. Temos certeza de que ele vai conduzir o processo eleitoral da melhor forma possível. Vamos sempre acatar aquilo que o TSE decidir", afirmou Edinho.
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, havia acolhido os argumentos do PL e identificado "possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado".
O plenário da Corte analisa a decisão em sessão na noite desta terça-feira.
O PT realiza nesta terça-feira em Brasília um seminário para discutir a reforma do Judiciário. Edinho negou que o partido vá propor mandatos para ministros de Cortes superiores.
"Não acho que seja prioridade. O que é prioridade é essa aproximação com a sociedade. Existe um sentimento de distanciamento, não só do Poder Judiciário. Por isso defendemos não só uma reforma do Judiciário, mas uma reforma político-eleitoral", disse.
O governador do estado da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), divulgou, nesta terça-feira (9), um vídeo em solidariedade ao opositor político Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), após um episódio de tensão durante as viagens de pré-campanha. Na noite desta segunda-feira (8), o avião que transportava o pré-candidato ao governo da Bahia e outros políticos ao município de Livramento de Nossa Senhora sofreu uma despressurização durante voo.
?? Jerônimo lamenta incidente com pré-candidatos e manifesta solidariedade
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 9, 2026
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A aeronave perdeu altitude abruptamente, caindo de 30 mil para 10 mil pés. O governador Jerônimo, que concorre à reeleição ao Palácio de Ondina, se manifestou sobre o ocorrido. Ele destacou que o tema é sensível a todos os pré-candidatos que se dedicam a viagens durante a pré-campanha e campanha eleitoral.
"Acabo de saber que o meu opositor, em viagem de pré-campanha, teve que fazer um pouso forçado e eu quero me solidarizar a isso. Todos nós, deputados, pré-candidatos a deputados federais, senadores, nesse momento, é muito difícil para nós, porque a gente vai fazer a agenda na ponta", destaca.
Além de ACM Neto, estavam a bordo o pré-candidato ao Senado e ex-ministro João Roma (PL), a deputada federal Roberta Roma (PL), esposa de João Roma, e o deputado estadual Nelson Leal (PP), um dos coordenadores da campanha.
No vídeo, Jerônimo afirma que “quero me solidarizar a você, ex-prefeito. Rezo a Deus para que a disputa possa ser no ambiente da política". “Então, eu quero todos os meus opositores fazendo o debate, fazendo a pré-campanha, me solidarizo e agradeço a Deus que tudo deu certo", ressalta.
O gestor completa dizendo: “Vamos para frente. A disputa se dá no campo do debate da política. Nossas vidas têm que ser preservadas. É isso aí, um abraço".
O governador Jerônimo Rodrigues comentou sobre a indicação da procuradora Camila Vasquez Negromonte para ocupar a vaga aberta no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). A indicação da esposa do deputado federal Mário Negromonte Jr. foi feita neste domingo (7) e o recebimento deve ser formalizado na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
A declaração de Jerônimo ocorreu nesta segunda-feira (8), durante participação do gestor na abertura do Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Ao Bahia Notícias, ele diz que a indicação “teve critério técnico”.
"Dialogamos sim com a política, mas não foi condicionante. Eu peguei os três currículos, analisei, então teve o critério técnico e decisão final", afirmou o governador.
Assim como divulgado pelo Bahia Notícias anteriormente, a vaga a qual Camila Vasquez foi indicada era reservada ao Ministério Público de Contas (MPC). Ela foi escolhida entre os outros dois nomes que compunham a lista tríplice: o procurador Guilherme Costa Macêdo e a procuradora Aline Paim Monteiro do Rego.
“Vieram os três nomes. Decisão do governador, isso não é novidade. Escolhi e já indiquei para a Assembleia para que possa fazer a sabatina aí. É a Câmara [A Assembleia Legislativa] que tem autonomia para isso”, destacou Jerônimo.
Segundo ele, a indicação da promotora permite que o Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) passe a atuar de forma plena. “E, na verdade, é mais um, porque, já recentemente, o Adolfo Menezes já tinha, já passou por isso e já foi nomeado.Então, mais um nome aí se completa o time, a equipe completa dos conselheiros”, completa.
O anúncio da proposta de uma nova tarifa de 25% dos Estados Unidos sobre mercadorias brasileiras forçou o Partido dos Trabalhadores (PT) a alterar a estratégia pré-eleitoral que havia sido traçada em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A nova diretriz interna do partido estabelece que o foco total das manifestações públicas seja direcionado contra o chamado "Tariflávio". Até então, o planejamento do PT previa a exploração de uma pauta positiva para o governo federal: a aprovação na Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho na escala 6x1.
Os bastidores foram confirmados pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. O projeto agora depende do Senado Federal, sob a presidência de Davi Alcolumbre, para avançar.
A composição da chapa majoritária do grupo governista na Bahia segue sem definição e com ruídos internos. Um integrante da base aliada afirmou, em reserva, que o anúncio do ex-deputado federal Ronaldo Carletto (Avante) como primeiro suplente de Rui Costa (PT) foi feito sem consulta prévia aos demais aliados. O mesmo interlocutor apontou, inclusive, que a primeira suplência do senador Jaques Wagner (PT) também não está definida e que a chapa completa só deve ser fechada perto das convenções partidárias, marcadas entre 20 de julho e 5 de agosto.
O nome de Carletto foi confirmado na última quinta-feira (28) durante evento em Ilhéus com prefeitos das regiões Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia. O anúncio, feito sem alinhamento prévio com os demais grupos políticos da base governista, teria sido uma surpresa aos aliados.
Do lado de Wagner, a disputa pela primeira suplência envolve ao menos três nomes. A bancada do PSD na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) divulgou nota pública nesta terça-feira (2) em apoio ao ex-prefeito de Salvador Edvaldo Brito, destacando sua trajetória política e acadêmica. O ex-prefeito de Belo Campo, Quinho Tigre (PSD), também chegou a externalizar articulação para a vaga.
Já o PCdoB, que integra a Federação Brasil da Esperança ao lado do PV e do PT, formalizou a indicação da vereadora Aladilce Souza para compor a chapa majoritária.
O Bahia Notícias havia divulgado na última quarta-feira (27) que o nome da deputada federal Lídice da Mata (PSB), presidente estadual do partido, já teria sido definido para a suplência de Wagner, após ela aceitar convite feito pelo próprio senador.
"A suplência de Wagner só não será de Lídice se ela renunciar ao aceite. Porque aceitar, já aceitou", revelou, em reserva, um aliado próximo ao senador petista.
Mesmo com esse aceite divulgado, a fonte ouvida agora pelo Bahia Notícias contradiz a informação e reforça que nada está fechado, e que o ritmo das negociações indica que a definição só virá perto do prazo das convenções.
A novela da chapa já acumulou outros capítulos. A manutenção de Geraldo Jr. (MDB) na vice-governadoria foi anunciada após desgaste interno, assim como a formação da dobradinha Jaques Wagner e Rui Costa no Senado, decisão que deixou o senador Angelo Coronel (Republicanos) fora da composição.
PRESSÃO SOBRE LÍDICE
A deputada federal Lídice da Mata enfrenta um dos cenários mais delicados de sua trajetória política na disputa de 2026. Ao aceitar a suplência de Wagner, ela abriria mão da reeleição à Câmara Federal num momento em que o PSB filiou nomes de peso para a corrida federal, criando concorrência direta dentro do próprio partido.
Na reta final da janela partidária, o PSB incorporou Mário Negromonte Jr., Vitor Bonfim e Elisângela, todos com potencial eleitoral consolidado. Os números de 2022 ajudam a entender o tamanho do problema: Negromonte Jr. somou 147.711 votos, superando Lídice, que obteve 112.385. Vitor Bonfim, então candidato a deputado estadual, teve 68.043 votos, e Elisângela alcançou 73.138. Com a migração desses nomes para a disputa federal, a tendência é de pulverização dos votos dentro do próprio partido.
O convite de Wagner a Lídice teria dupla motivação. A primeira seria a gratidão do senador petista à deputada: em 2018, ela foi preterida na chapa majoritária pelo nome de Angelo Coronel, que depois migrou para a oposição. A segunda razão teria relação com Salvador. Pesquisas internas da base governista apontam que Lídice teria vantagem entre os postulantes à Câmara Federal quando considerados os votos da capital, de acordo com fontes ligadas ao governo. Em 2022, dos 112.385 votos obtidos pela deputada, 51.105 vieram de Salvador.
A saída de Lídice da disputa proporcional, portanto, representaria uma conta extra para viabilizar a eleição dos recém-chegados Mario Jr. e Vitor Bonfim pelo PSB.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quarta-feira (3) ter pedido união aos também presidenciáveis Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). O apelo ocorreu durante um encontro classificado por ele como “amistoso”, realizado na terça-feira (2) em um evento em Minas Gerais.
"Sempre tive uma conversa muito franca e direta com eles. Com o Zema, nós sempre conversamos dessa forma, o importante é a gente estar junto para derrotar o PT. O Zema, o Caiado e eu, nós três, temos uma grande responsabilidade de estarmos unidos contra o PT", conta o senador ao jornal O Tempo.
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APROXIMAÇÃO PLANEJADA
Flávio Bolsonaro afirmou possuir uma boa relação com Zema e relatou ter pedido ao ex-governador mineiro para superar episódios passados. De fato, antes da revelação do caso Master, em que o nome do partido Novo criticou abertamente os áudios da negociação entre Vorcaro e Bolsonaro, a relação chama atenção para futuros planos.
"Falei: ‘Zema, vamos olhar para frente, cara. Faz o que o seu coração mandar com relação a mim, não faz o que o marqueteiro mandar, não, porque você tem que esclarecer o povo mineiro, o povo brasileiro, o perigo do Lula. Nós três aqui, independentes, como vai ser essa campanha, a gente tem que estar focado em resgatar [o Brasil]”, discursa o senador.
Apesar do aceno, o senador reafirmou sua avaliação de que Zema foi precipitado ao publicar um vídeo com críticas às suas conversas com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Causando queda nas pesquisas e saídas dentro de sua própria equipe de campanha, incluindo a desconfiança na versão de Flávio dentro do Partido Liberal (PL).
"Continuo achando que ele foi um pouco precipitado, porque ele não pode colocar essa disputa entre quem vai ser o candidato que irá para o segundo turno à frente do interesse do povo brasileiro", pondera o senador, sem detalhar o teor dos diálogos com o banqueiro.
O pré-candidato defendeu que o bloco de oposição esteja unificado em um eventual segundo turno das eleições presidenciais. Segundo apuração do jornal Estadão, o pré-candidato acha que ainda não é possível prever uma aliança logo no primeiro turno por não possuir "controle", algo que favorece sua campanha após uma queda das intenções de voto.
O senador sinalizou haver dificuldades para a construção de uma chapa conjunta ao governo de Minas Gerais com o atual governador do Estado, Mateus Simões (Novo). "Ele está num grupo político que praticamente inviabilizou que houvesse alguma composição com o PL. Ele está no PSD. O PSD tem um candidato à Presidência, que é o Caiado. Matheus Simões é do grupo político do Zema, que também é candidato à Presidência da República. A gente está neste momento raciocinando", explicou.
Questionado sobre as diretrizes para o Judiciário, Flávio Bolsonaro assegurou que, caso venha a ser eleito presidente, indicará um perfil de corte conservador para ocupar vagas no Supremo Tribunal Federal (STF). "São pessoas que obviamente têm que ter o conhecimento técnico, pessoas que sejam de verdade conservadoras. Essa é uma característica importante, porque, volta e meia, numa canetada, o ministro autoriza a liberação de drogas, o ministro do Supremo autoriza o aborto", argumenta.
O senador relembrou ainda ter votado contra a indicação de Jorge Messias ao STF, realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Não sei o que passa na cabeça do Lula, qual é a intenção dele. Acredito que ele já foi reprovado uma vez, vai ser reprovado de novo", concluiu.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) responsabilizou diretamente, nesta terça-feira (2), a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela elaboração de um relatório governamental dos Estados Unidos que propõe uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros. A proposta americana alega a existência de práticas restritivas ao comércio por parte do Brasil.
Veja o momento:
Durante discurso em um evento no município de Catalão, no sul de Goiás, o petista subiu o tom contra os filhos do ex-mandatário, classificando-os como "traidores" e "vendilhões da pátria".
“Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores do que ele, e são, na verdade, vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. É isso que vocês têm que dizer em alto e bom som. São traidores”, dispara Lula.
O presidente ainda relembrou o passado brasileiro, com o herói símbolo da República nacional: “Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado”, pontua.
Em nota oficial, o governo brasileiro manifestou "indignação" com o relatório apresentado pelo Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês). No comunicado, o Executivo federal argumentou que o documento foi produzido sob "provocação da família Bolsonaro" e criticou o que considerou uma tentativa de ingerência em assuntos internos do país.
O próprio Trump fez uma postagem agradecendo a reunião com Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro no Salão Oval. "Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil!", escreveu o presidente norte-americano.
Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, reagiu às declarações e articulações do Partido dos Trabalhadores que o associam a essa nova onda de tarifas. Negando que tenha pedido mais tarifas ao Brasil.
"Eu pedi expressamente: 'não taxem as empresas brasileiras'. Em 2027, vocês vão ter um governo que vai sentar aqui com vocês, vai negociar de igual para igual. O nosso agro alimenta o mundo e não é justo taxar as nossas empresas. Temos que valorizar a nossa tecnologia, o nosso Pix, o nosso etanol, que é uma energia limpa", relata Flávio em entrevista à Rádio Itatiaia.
Relembre em postagem do senador:
(Nota atualizada às 19h07 para incluir hiperlinks e postagens)
O Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão assinada pela ministra Cármen Lúcia, determinou o arquivamento de uma notícia-crime apresentada contra o senador Jaques Wagner (PT-BA) e outras pessoas, sob a alegação de supostos crimes de associação criminosa, prevaricação, falsidade ideológica, corrupção e obstrução de justiça.
A decisão, proferida em novembro de 2022 e arquivada na sexta-feira (29), acolheu o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que opinou pela negativa de seguimento da petição, e concluiu pela inépcia da inicial e pela ausência de indícios mínimos de tipicidade penal.
O autor da notícia relatou à Corte que teria sido alvo de reiteradas perseguições por parte do Estado da Bahia, incluindo afastamentos indevidos de sua folha de pagamento como servidor público estadual concursado, sem a realização de processo administrativo disciplinar.
Segundo ele, os episódios ocorreram em quatro ocasiões entre 2002 e 2012, sendo o último afastamento motivado por denúncias que teria feito contra o então governador da Bahia, Jaques Wagner, e contra o presidente do Tribunal de Justiça do estado, que teria aposentado de forma irregular uma convivente do senador. O autor ainda alegou que o Estado da Bahia teria obstruído a Justiça ao dificultar o acesso a documentos por cerca de dez anos, só apresentados em uma ação cautelar em 2021.
Na análise do caso, a ministra Cármen Lúcia destacou que, embora o cidadão tenha o direito constitucional de petição, a peça apresentada era confusa, incongruente e não demonstrava, minimamente, indícios de autoria e materialidade delitiva.
Quanto ao senador Jaques Wagner, a decisão apontou que não havia qualquer elemento concreto que vinculasse sua conduta a tipos penais, sendo inviável a abertura de investigação.
A ministra acolheu a manifestação da PGR, que já havia sustentado a ilegitimidade do autor para postular diretamente medidas investigativas perante o STF, lembrando que, em se tratando de ação penal pública, a titularidade da ação cabe ao Ministério Público. O parecer da PGR também já indicava a inépcia da inicial e a ausência de justa causa para a deflagração de investigação criminal.
A ministra negou seguimento à petição e determinou o arquivamento dos autos.
Mais de 50 prefeitos do Sul e Extremo Sul da Bahia, integrantes da Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia, participaram nesta quinta-feira (28), em Ilhéus, de um encontro com o governador Jerônimo Rodrigues para declarar apoio à sua pré-candidatura à reeleição ao Governo do Estado.
A reunião contou ainda com a presença do senador Jaques Wagner, do ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa, além de lideranças políticas e pré-candidatos da base aliada.
Durante o encontro, os gestores municipais reforçaram alinhamento político com o grupo governista e afirmaram que irão atuar para garantir uma “vitória histórica” de Jerônimo nas eleições estaduais.
Este é o segundo movimento recente de apoio coletivo de prefeitos ao governador. Na última terça-feira (26), mais de 40 gestores dos territórios do Médio Rio de Contas e Vale do Jiquiriçá também estiveram em Salvador para manifestar apoio ao projeto político liderado pelo PT na Bahia.
Segundo lideranças presentes no encontro, a aproximação dos prefeitos com o governador ocorre em razão dos investimentos realizados pelo governo estadual nos municípios e da relação institucional mantida com as prefeituras do interior.
O prefeito de Itacaré, Nego de Saronga, destacou a trajetória política construída pelo grupo liderado por Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues.
“Esse grupo político começou com Wagner, em seguida veio o nosso ex-ministro Rui Costa e trouxe o nome que muita gente ainda não conhecia, mas um professor, um secretário de Educação, o homem que lutou pela agricultura, que tenho como exemplo e é o meu grande líder político, o governador Jerônimo Rodrigues”, afirmou.
Já o prefeito de Ituberá, Reges Aragão, afirmou que o encontro simboliza a união de lideranças políticas voltadas ao desenvolvimento da Bahia.
“Uma Bahia que cuida cada vez mais das pessoas. Tenho muito orgulho de ser prefeito tendo o senhor como governador”, declarou o gestor ao defender uma “eleição histórica” para o grupo governista.
O pré-candidato ao governo ACM Neto avaliou nesta quarta-feira (27) o cenário político da Bahia e defendeu cautela na interpretação de pesquisas de opinião. A declaração aconteceu no lançamento do programa “Sua voz é a nossa voz”, em que o ex-prefeito pretende dialogar com municípios baianos.
Neto criticou a forma como resultados de pesquisas são interpretados no debate político e afirmou que o cenário segue em construção, com mudanças constantes no comportamento do eleitorado. Ao se referir ao grupo de seu adversário, Jerônimo Rodrigues (PT), ele ironizou a divulgação dos levantamentos sobre o atual governador.
“O PT é engraçado. A pesquisa certa só é a que traz boas notícias para eles, as que não trazem, estão erradas. A pesquisa é um retrato do momento e a eleição é muito dinâmica e quem nesse momento quiser antecipar alguma coisa, não estará fazendo nada além de exercício de futurologia”, alfinetou.
Ao comentar o comportamento dos levantamentos e a perda de fôlego da candidatura de Flávio Bolsonaro, o ex-gestor destacou a oscilação do eleitorado ao longo do tempo e enfatizou a mudança no contexto da disputa política na Bahia. "Agora é diferente, ele [Jerônimo] é o governador, o cenário político nacional é outro, o cenário político da Bahia é outro, e a nossa pré-campanha é outra também”, disse ACM Neto.
Com relação a formação da chapa, ele demonstrou confiançãa no grupo político e reforçou o foco na Bahia, evitando nacionalizar a disputa no estado. “Hoje a gente tem uma chapa muito mais forte, com Zé Cocá, Coronel e João Roma. Temos feito tudo no tempo certo, aprendemos com os nossos erros, e temos desenvolvido novas estratégias. Então, eu tenho total confiança na nossa vitória”, completou o líder da oposição.
O deputado estadual Robinson Almeida comentou nesta segunda-feira (25) as críticas feitas pelo pré-candidato à Presidência Renan Santos a governos do PT na Bahia, em publicações nas redes sociais.
Segundo o parlamentar, o posicionamento do pré-candidato busca atingir diferentes campos políticos ao mesmo tempo, mas teria baixa efetividade eleitoral.
“Ele tenta ser uma metralhadora giratória, atirando nos dois grandes blocos, furar esse bloqueio e se estabelecer como terceira via. Mas a taxa de sucesso dele é muito pequena”, afirmou em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias.
Robinson também avaliou que a tentativa de construção de uma “terceira via” no cenário político brasileiro enfrenta dificuldades.
“Esse candidato que representa o MBL busca ser uma terceira via. Nem aqui na Bahia e nem no Brasil dão muita oportunidade para uma terceira via”, disse.
O deputado estadual Robinson Almeida afirmou nesta segunda-feira (25) que a federação formada por PT, PCdoB e PV trabalha com a expectativa de manter e ampliar sua representação na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e na Câmara dos Deputados em 2026.
Segundo ele, a projeção para a AL-BA é manter as 17 cadeiras atualmente ocupadas pela federação, sendo 10 delas do PT, com possibilidade de crescimento a partir de novas filiações, como a do deputado Angelo Almeida, que deixou o PSB e ingressou no PT.
“Expectativa de vitória. Temos uma federação muito competitiva. Na última eleição, conseguimos eleger 17 deputados estaduais. A estimativa é manter a performance ou até eleger mais um deputado estadual. E nós, do PT, queremos eleger 10 desses 17 ou 18 deputados estaduais”, afirmou em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias.
Para a Câmara dos Deputados, Robinson disse que a meta é manter a atual bancada e buscar expansão. Hoje, segundo ele, a federação conta com 10 deputados federais na Bahia, sendo 7 do PT.
“Na federal, temos 7 deputados do PT. A federação tem 10. A expectativa é manter ou ampliar esse número”, declarou.
O deputado federal da Bahia, Bacelar (PV), avaliou a escolha do grupo governista em manter uma chapa “puro-sangue” para a disputa estadual deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (25), o parlamentar alega que esta formação é “a melhor chapa que poderia ser construída”.
A chapa “puro-sangue” ou “chapa dos governadores” é formada por Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição, e Jaques Wagner e Rui Costa na disputa pelas vagas no Senado, todos pelo Partido dos Trabalhadores. Para Bacelar, “a nossa chapa é uma chapa, praticamente, eu diria – porque nada humano pode ser dito que é 100% perfeito –, mas é a melhor chapa que poderia ser construída na Bahia no momento”.
Ele explica que a escolha reflete o histórico do grupo governista na Bahia. “Nós temos quem iniciou tudo isso, que foi o senador Wagner. Tudo isso que nós estamos vivendo no estado de desenvolvimento, de obras, de volume de investimentos, de uma vida mais tranquila, de uma política de paz, de uma política civilizada foi iniciada pelo governador Wagner”, explica.
“Depois vem o Rui Costa, o Rui Correria, com um volume de obras presente em todo o estado, o governador que era considerado um prefeito de Salvador, prefeito e governador pelo volume de obras que nós temos em Salvador, e por um estilo que o ministro Rui Costa implantou na política, de conversa direta com os prefeitos”, diz Bacelar.
O parlamentar afirma que “os prefeitos têm verdadeira admiração pelo ex-ministro Rui Costa e isso tudo, a soma de Wagner com Rui Costa, refletindo nessa administração [de Jerônimo Rodrigues] que é a administração que faz a Bahia mais avançar”.
Segundo ele, é justamente pela força nas bases municipais que a chapa teria aberto uma vantagem frente à oposição. “Nós temos uma chapa fortíssima, nós temos o apoio de quase 390 prefeitos, são 380 prefeitos, 11 prefeitos ainda indefinidos. Sobra para o nosso adversário cerca de 15, 16 prefeitos que a gente espera que até o início da campanha venham nos apoiar, porque essa é a melhor proposta para a Bahia e para os baianos”, ressalta.
A força no Legislativo também foi destacada por Bacelar. “Temos o maior número de senadores, o maior número de deputados, as nossas bancadas, tanto a estadual quanto a federal, em relação à eleição de 2022, aumentaram o número de deputados estaduais e federais”, destaca.
O Partido dos Trabalhadores passou a buscar um novo nome para disputar o governo de Minas Gerais com apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o senador Rodrigo Pacheco (PSB) desistir da candidatura.
Segundo informações do jornal O Globo, a direção nacional do PT tenta agora convencer o empresário Josué Gomes da Silva a entrar na disputa. Filiado ao Partido Socialista Brasileiro, Josué enfrenta atualmente o processo de recuperação judicial da Coteminas.
Na quarta-feira (20), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o partido está em busca de um novo nome para a disputa estadual.
“O PT está atrás”, disse Edinho ao ser questionado por jornalistas sobre quem substituiria Pacheco na articulação política em Minas.
O partido vinha trabalhando para viabilizar a candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo mineiro, mas não conseguiu consolidar a aliança em torno do senador. Na terça-feira (19), Edinho afirmou que Pacheco optou por não disputar o cargo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (21), que “ainda vai aparecer muito mais coisa” ao comentar o caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, preso pela Polícia Federal (PF).
Durante discurso em evento de anúncio de ações culturais em Aracruz, no Espírito Santo, Lula também fez referência ao senador Flávio Bolsonaro e ao financiamento do filme Dark Horse, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“A verdade tarda, mas não falha. Vocês, que são da área cultural desse país, sabem quantas ofensas artistas receberam porque iam buscar um dinheirinho na Lei Rouanet”, afirmou o presidente.
Em seguida, Lula ironizou o caso ao citar o nome do banqueiro.
“Nós nunca fomos atrás da Lei Daniel Vorcaro para financiar nenhum artista brasileiro. E ainda vai aparecer muito mais coisa porque nós estamos convencidos de que o período da mentira, das ofensas, da violência e da incivilidade precisa acabar no nosso país”, declarou.
Na sequência, o presidente mencionou Flávio Bolsonaro, sem citar diretamente o nome do senador.
“Quem imaginava que aquele menino, que parecia ser a pessoa mais santa da família Bolsonaro, estivesse pegando milhões de dólares para fazer um filme do pai? Ninguém imaginava. E isso é apenas o que a gente sabe agora”, disse Lula.
Após retirar o apoio ao Projeto de Emenda à Constituição (PEC) que aprova o fim da escala 6x1 em uma transição de 10 anos, o deputado federal Cláudio Cajado (PP) publicou um pronunciamento em que atribui ao PT a responsabilidade pela proposta. O parlamentar reforçou que a proposição é do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), apresentada em 2019.
?? Cajado atribui "prazo de 10" anos para transição da escala 6x1 ao PT e pede debate na Câmara
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) May 21, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/ZkeET5sIIw
Após a divulgação das assinaturas dos deputados de uma emenda proposta por Sérgio Turras (PP), Cajado e outros parlamentares recuaram no apoio à proposta. No vídeo publicado, ele alega que as informações estão sendo maniupaladas. “É uma proposta do PT, e não minha. Para evitar esses ataques mentirosos contra mim, retirei minha assinatura da emenda”, diz o deputado. Cajado ainda afirma que a ideia era debater o tempo sugerido no texto oficial do projeto.
No Congresso, estão sendo analisadas duas propostas para mudar a escala de trabalho do país. A mais atual, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), propõe a adoção da jornada 4x3. Além disso, também está sendo analisada a PEC 221/2019, de Reginaldo Lopes, que sugere a redução da jornada máxima para 40 horas semanais e o fim do modelo atual numa transição de 10 anos.
No entanto, a emenda proposta pelo deputado Sérgio Turras (PP) prevê que a redução da jornada seja regulamentada por lei complementar e só passe a valer com sua implementação. O texto também preserva o atual teto de 44 horas para categorias essenciais e define prazos de transição e compensações fiscais. Outro ponto da proposta autoriza, para os setores que aderirem à nova jornada de 40 horas, o acréscimo de até 30% de horas extras remuneradas.
Até o momento, sete dos nove deputados baianos retiraram o apoio à emenda.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) aprovou uma liminar apresentada pelo partido União Brasil contra os deputados federais Afonso Florence (PT), Lídice da Mata (PSB) e Waldenor Pereira (PT). Em decisão publicada pela Justiça Eleitoral nesta quinta-feira (21), os parlamentares foram intimados a remover de seus perfis publicações sobre o ex-prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União).
A ação, movida pelo partido de oposição, pauta uma publicação dos deputados nas redes sociais relacionando o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, ao senador Flávio Bolsonaro (PL) e ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em representação enviada ao TRE-BA, a defesa do União Brasil, partido do qual ACM Neto é vice-presidente, alega a prática de propaganda eleitoral antecipada negativa e a disseminação de informações falsas.
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Imagens das publicações realizadas pelos deputados sobre ACM Neto e a família Bolsonaro
A imagem veiculada pelos parlamentares da bancada governista foi manipulada por uso de inteligência artificial para unir as fotos de ACM Neto e dos Bolsonaro. O União Brasil alega que a publicação foi realizada "com o intuito de sugerir uma aliança política que, segundo a autora, é inexistente e visa prejudicar a imagem do pré-candidato perante o eleitorado baiano".
Especialmente na imagem publicada pelo deputado Waldenor Pereira, consta a foto de ACM Neto com os olhos vendados e a frase "Na Bahia, fascista não se cria".
Acatando a liminar, assinada pelos advogados Vagner Bispo da Cunha, Frederico Matos de Oliveira, Michel Soares Reis e Ademir Ismerim Medina, o relator do TRE-BA, Isaías Vinícius de Castro Simões, deferiu a tutela de urgência para a suspensão imediata e retirada das publicações veiculadas nos perfis dos deputados no Instagram. Os conteúdos também não devem ser replicados pelos mesmos em outros veículos ou redes sociais.
Em caso de descumprimento, foi fixada uma multa diária no valor de R$ 1.000,00 até o máximo de R$ 30.000,00 para cada um dos parlamentares representados. Os deputados ainda podem recorrer em suas defesas no prazo de dois dias.
O governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), confirmou a chegada dos materiais para o início da construção da Ponte Salvador-Itaparica. Em declaração enviada à imprensa na manhã desta terça-feira (19), o gestor estadual relatou que um navio vindo da China atracou no porto da capital baiana durante a madrugada, transportando os insumos para a construção.
“Eu estou aqui no Porto de Salvador, nesta manhã de terça-feira, bem cedinho. Vim recepcionar esse navio. Esse navio é um navio cargueiro, saiu da China quase 50 dias atrás. Hoje chegou, chegou esta madrugada. Já estamos aqui em fase de descarregamento. Está passando pela alfândega para ver toda a legalidade”, explica o governador.

Foto: Divulgação
A previsão é que as obras da ponte sejam iniciadas em junho deste ano, a partir do estabelecimento de três principais canteiros de obras em Maragogipe, Vera Cruz e Salvador.
Segundo Jerônimo, “esse material será transportado para Maragogipe, onde ali na enseada terá um canteiro de obras”. “Parte desse material também será encaminhado para Veracruz para que os canteiros de obras possam ser instalados, e a partir daí, o início da obra da ponte começa já a partir dessa chegada do material. As licenças ambientais, tudo cuidado. As tratativas estão sendo coordenadas pela Secretaria Estadual que cuida do SVO, do Sistema Viário e da Ponte”, garante.
Conhecida como “Seponte”, a Secretaria da Ponte Salvador-Itaparica foi estabelecida no último ano, sob comando de Mateus Dias, com a funcionalidade de acompanhar a gestão das obras da ponte, e todo o sistema rodoviário a ser estabelecido a partir dela.
Com 12,4 km de extensão sobre a Baía de Todos-os-Santos, a estrutura será a maior da América Latina sob lâmina d’água e vai se conectar na região do Terminal Marítimo São Joaquim (Ferry-Boat). O projeto também conta com uma nova rodovia em Vera Cruz e a duplicação de trechos da BA-001. O prazo final de entrega é junho de 2031.
“Mas uma outra boa notícia é que além desse navio, nós também estamos recebendo via terrestre vindo do Espírito Santo. Uma outra grande quantidade de material para que o trabalho da ponte se inicie. Daqui, esse material será descarregado ainda hoje, entre hoje e amanhã, e será transportado via terrestre por caminhões para Maragogipe”, narra o governador Jerônimo.
Segundo o petista, ainda na quinta-feira será recebida a última remessa do material para o início das atividades. “Nós estamos aqui hoje no porto, em Salvador. Estarei na quinta-feira, com fé em Deus, acompanhando já o procedimento e a chegada do material, fiscalizando com a Secretaria, com a minha equipe, todo o processo em Maragogipe e em Veracruz”, finaliza.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender, nesta segunda-feira (18), o controle brasileiro sobre as terras-raras do país, mas afirmou que o Brasil está aberto a investimentos estrangeiros no setor. A declaração foi dada durante evento em Campinas, no interior de São Paulo, duas semanas após encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“A gente faz com que o Trump pare de brigar com o Xi Jinping e venha se associar a nós, para que a gente possa explorar aqui. Nós não temos veto a ninguém, nós não temos preferência por ninguém. Aqui pode vir chinês, pode vir alemão, pode vir francês, pode vir japonês, pode vir americano, pode vir quem quiser. Desde que tenham consciência de que o Brasil não abre mão da sua soberania”, afirmou Lula.
A fala marca uma diferença em relação a declarações anteriores do presidente sobre o tema. Em março, durante reunião da Cúpula de Chefes de Estado e de Governo Celac-África, realizada na Colômbia, Lula defendeu as reservas brasileiras de terras-raras diante do interesse de países ricos.
Na ocasião, o presidente afirmou que países como o Brasil já foram colonizados, conquistaram soberania e não poderiam voltar a ocupar apenas o papel de exportadores de matérias-primas.
As chamadas terras-raras são um grupo de 17 elementos químicos usados na fabricação de baterias, turbinas eólicas, semicondutores, equipamentos eletrônicos e tecnologias militares. Apesar do nome, esses minerais não são necessariamente escassos, mas a extração e o processamento são considerados complexos, caros e ambientalmente sensíveis.
O deputado federal Lindbergh Farias (PT) anunciou que irá solicitar à Polícia Federal (PF) a prisão preventiva do senador Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa ocorre após a divulgação de informações pelo site The Intercept Brasil, indicando que o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, teria financiado com cerca de R$ 61 milhões o filme biográfico "Dark Horse", que retrata o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O parlamentar utilizou suas redes sociais para classificar o caso como "grave demais". Segundo Lindbergh, há indícios de um financiamento milionário e de uma relação íntima entre o senador e o banqueiro que demandam investigação aprofundada. "Isso precisa ser investigado a fundo. "Flávio Bolsonaro preso já!", declara.
Confira abaixo:
FLÁVIO BOLSONARO TEM QUE SER PRESO IMEDIATAMENTE!
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) May 13, 2026
Vamos entrar na PF com pedido de prisão de Flávio Bolsonaro. O The Intercept acaba de divulgar áudio em que Flávio Bolsonaro negocia diretamente com Daniel Vorcaro US$ 24 milhões de dólares para financiar filme de Jair Bolsonaro.… pic.twitter.com/mJLIZhbpIF
De acordo com a reportagem do The Intercept Brasil, o aporte financeiro para o projeto teria sido solicitado diretamente por Flávio Bolsonaro. Diálogos divulgados mostram negociações entre o senador e Vorcaro sobre as doações. O parlamentar baiano Jorge Solla (PT) também repercutiu a revelação em suas redes sociais, confira:
????BOMBA????
— Jorge Solla (@depjorgesolla) May 13, 2026
Será que não tem ninguém no entorno de Flávio Bolsonaro que não esteja envolvido com Vorcaro e o Master? O pai Jair recebeu R$ 3 MILHÕES, o cotado a vice Ciro Nogueira mesada de R$ 500 mil por dois anos e o marketeiro R$ 600 mil! Quem mais?
É BOLSOMASTER! https://t.co/x3PUzw0oya
Os registros indicam que pelo menos R$ 61 milhões foram pagos em seis operações realizadas entre fevereiro e maio de 2025. O portal aponta que o valor total negociado poderia chegar a R$ 134 milhões, embora não existam evidências de que o montante integral tenha sido efetivamente repassado.
O deputado federal da Bahia, Capitão Alden (PL) avaliou como “inocência” a hesitação do pré-candidato ao governo da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), em declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1), Alden destacou que a falta de clareza sobre os vínculos políticos é um erro na campanha da oposição ao governo petista na Bahia.
?? “Chega a ser inocência”, diz Capitão Alden sobre hesitação de ACM em apoio a Flávio Bolsonaro
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) May 11, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/69UnPtHXes
“Eu acho que chega a ser inocência demais você pensar assim. A pesquisa que foi feita indica que, a cada 10 votos que ACM Neto teve na última eleição, a cada 10 votantes, cerca de 7 a 8 teriam votado em Lula”, contextualiza. “Então, na cabeça deles, se eles apoiarem, por exemplo, o Flávio Bolsonaro, esse votantes ou aqueles que votaram e Lula poderiam não votar neles, mas chega a ser inocência você dizer ‘olhe, é certo que eu vou apoiar Flávio no segundo turno’, aí esse eleitor não está ouvindo isso? Ele é burro? Ele é ignorante?”
Na Bahia, a principal chapa de oposição, montada por ACM Neto, tem o PL como um dos principais aliados, por meio da figura de João Roma (PL-BA), candidato ao Senado Federal pela chapa majoritária da oposição. Nesse sentido, Capitão Alden ressalta que há uma falta de alinhamento entre os posicionamentos nacionais e estaduais.
“Eu não consigo ver racionalidade nesse cálculo. Eu acho que você tem que ter posicionamento, qual é o seu posicionamento? Acho que você pode até dizer, as minhas convicções são essas, o meu papel como gestor vai ser esse, mas palanque aberto? Até Lula poderá vir no palanque dele? E porque existe [o discurso] vamos nos unir para derrotar o PP lá em cima, no [cenário] nacional, mas não vai ser unir para derrotar o PT aqui no estado?”, questiona.
Segundo ele, “essa estratégia é ruim”. “Eu tenho ouvido isso no interior, muito, inclusive de pessoas que pretendem ou pretendiam votar em Neto e peçam postura dele de não definir claramente o que ele defende. Não quem ele defende, mas o que ele defende”, finaliza o parlamentar.
Confira o trecho da entrevista:
O Partido dos Trabalhadores (PT), junto ao Partido Verde (PV) e ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB), ingressou com uma nova ação no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a Lei da Dosimetria, cuja aplicação foi suspensa neste sábado (10) pelo ministro Alexandre de Moraes.
Na representação, os partidos, que integram a federação Brasil da Esperança, alegam que a norma é incompatível com princípios fundamentais da Constituição e com a jurisprudência da própria Corte.
O pedido, protocolado na última sexta-feira na forma de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) com 76 páginas, solicita ainda a concessão de medida cautelar para suspender imediatamente os efeitos dos dispositivos contestados, “dada a excepcional urgência do caso”.
Em nota, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que a lei representa “um retrocesso no enfrentamento aos crimes contra a democracia e aos crimes gravíssimos”.
Segundo ele, as investigações relacionadas aos atos golpistas apontaram “provas irrefutáveis” de um suposto plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o então presidente do TSE, Alexandre de Moraes.
A nota também critica a atuação do Congresso Nacional na derrubada do veto presidencial ao texto e acusa o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de promover uma votação “atípica”.
Segundo o partido, houve um “fatiamento” do veto para evitar conflito com a Lei Antifacção, estratégia considerada “inusitada” pela legenda.
“Caberia ao Legislativo acolher o veto integralmente ou derrubá-lo também integralmente, não apenas uma parte dele, como os parlamentares fizeram”, diz o comunicado.
O PT também afirmou que a mudança na legislação poderia beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados investigados por tentativa de golpe.
“Para reduzir a pena de Bolsonaro e de seus amigos e aliados, a extrema direita permitiria que milhares de criminosos que cometeram atos hediondos se livrassem da cadeia antes do tempo previsto”, afirmou o partido.
O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo Luiz Inácio Lula da Silva na Câmara dos Deputados, apresentou um projeto de lei para proibir jogos de azar baseados em resultados gerados por sistemas eletrônicos ou algoritmos, como o chamado “Jogo do Tigrinho”.
A proposta, registrada nesta quinta-feira (7) sob o PL 2258/2026, mira plataformas conhecidas como cassinos on-line, incluindo caça-níqueis digitais e jogos do tipo “crash”.
“O alvo normativo do presente projeto é a modalidade popularmente conhecida como cassino on-line, que engloba caça-níqueis digitais, jogos de crash e similares, notoriamente exemplificados pelo chamado ‘Jogo do Tigrinho’”, afirma trecho da justificativa do texto.
A proposta não atinge apostas esportivas de quota fixa, em que o resultado depende de eventos reais, nem as loterias operadas pela Caixa Econômica Federal. Caso o projeto seja aprovado e sancionado, essas modalidades continuarão autorizadas no país.
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), voltou a afirmar nesta quinta-feira (7) que pretende debater diretamente com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), e não com o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), pré-candidato para disputar o Senado em 2026.
“Eu não debato com ele [Rui Costa] porque ele é candidato ao Senado. Eu debato com Jerônimo Rodrigues, que é o candidato a governador”, afirmou.
Durante a entrevista, o ex-ministro João Roma (PL), pré-candidato ao Senado pela chapa de Neto, também provocou Rui Costa e disse que o petista evita confrontos públicos.
“Eu estou chamando ele para debate e ele está correndo. Por isso o nome dele é ‘Rui Correria’. Estou chamando para o debate e ele está correndo”, declarou.
Na sequência, ACM Neto voltou a direcionar críticas ao atual governador da Bahia e afirmou que Jerônimo estaria evitando se expor publicamente.
“Eu debato com Jerônimo, que, por sinal, tem se escondido por aí, falado pouco e deixado outros falarem. Acho que ele deve estar com medo dos problemas do governo e das promessas que não está cumprindo”, disse.
Há pouco mais de três meses para o prazo de formalização das chapas para as eleições nacionais, as vagas para suplência de Jaques Wagner (PT) e Rui Costa (PT) na disputa ao Senado Federal seguem indefinidas. Nos bastidores, aponta-se que os caciques do Partido dos Trabalhadores aguardam a indicação de um dos maiores aliados do grupo, Otto Alencar (PSD).
O fato é que, em março deste ano, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), integrante da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), formalizou a indicação da vereadora Aladilce Souza para compor a chapa majoritária, como suplente de um dos dois candidatos majoritários, na frente liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues.
Na época, a vereadora e ex-líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador destacou que “é realmente uma alegria muito grande ter meu nome indicado pelo partido para essa suplência”. O partido não indicou para qual suplência a vereadora seria indicada, o cenário que se forma, no entanto, é que a principal vaga em aberto é a suplencia do senador Jaques Wagner.
Ainda nesta quarta-feira (06), o senador petista Jaques Wagner indicou que as chapas estariam “quase formadas”. “Não definimos ainda a primeira e segunda suplência, nem minha nem de Rui. Tem vários nomes citados, vários partidos que têm interesse em participar; a gente vai ter que amadurecer isso. Tem muito nome bom que quer entrar”, afirmou.
Por outro lado, fontes nos bastidores do grupo governista apontam que a indicação do Partido Comunista à suplência estaria “de molho” até que novos nomes também fossem apresentados. A indicativa é que a chapa petista deve priorizar as indicações do presidente estadual do Partido Social Democrata (PSD), Otto Alencar, que não se manifestou, até o momento.
Já para as vagas relacionadas a candidatura do ex-ministro Rui Costa, um desses nomes seria o presidente estadual do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto. Atualmente, o Avante é um dos partidos com maior expressividade no interior do estado, com cerca de 60 prefeituras eleitas em 2024. Nesse sentido, as podem ganhar destaques nos bastidores da negociação.
INDEFINIÇÃO NO PSD
Ao final de janeiro, o PSD perdeu um de seus principais “soldados”. O senador Angelo Coronel e sua família romperam com o partido de Otto Alencar após meses de negociações para a composição da chapa majoritária do grupo governista. Com a confirmação da “chapa puro-sangue” do PT, com Jerônimo, Wagner e Rui, o senador teria sido “deixado de lado” em sua tentativa de reeleição.
Hoje, vinculado ao Republicanos, o senador declarou apoio ao pré-candidato ao Palácio de Ondina, Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto e passou a compôr a chapa "Unidos para Mudar a Bahia", que tem como segundo candidato à "Câmara Alta", o ex-deputado federal e presidente do PL na Bahia, João Roma.
O projeto de lei que visa transformar Salvador na capital federal do Brasil, de forma simbólica, todo ano no dia 2 de julho, foi designado ao senador Jaques Wagner (PT). A data marca a Independência do Brasil por meio da luta na Bahia. A proposta original é de autoria do deputado federal Leo Prates (PDT). A escolha do relator no Senado foi feita pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (UNIÃO) ainda nesta terça-feira (5).
A matéria (PL 5672) será submetida à análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sob a relatoria de Wagner. O projeto chega ao Senado após uma tramitação bem-sucedida na Câmara dos Deputados, onde o parecer favorável foi relatado pelo deputado federal Gabriel Nunes (PSD).
O projeto busca reconhecer a importância estratégica e histórica da Bahia na consolidação da soberania nacional durante as lutas de 1823. Caso receba o aval do Senado e a subsequente sanção presidencial, a transferência simbólica da sede do governo federal para a capital baiana durante as celebrações do "Dois de Julho" passará a ser oficial.
Até esta quarta-feira (6), o texto permanece com a relatoria para a elaboração do parecer, aguardando a conclusão desta etapa para seguir para votação em plenário.
O Partido dos Trabalhadores irá olhar para o Nordeste como foco nas eleições de 2026. Com forte protagonismo no último pleito presidencial, a região deve passar por uma estratégia específica para as demandas e peculiaridades eleitorais deste ano. Com eleições "acirradas", os estados da Bahia, Pernambuco e Ceará podem capitanear um "Comitê Nordeste", de acordo com lideranças petistas baianas.
Ao Bahia Notícias, alguns interlocutores do partido e lideranças do grupo que gere o governo do estado, a formação desse comitê, preferencialmente localizado em Recife, capital de Pernambuco, tem sido analisada. O projeto também tem como ideal "uniformizar" o discurso de campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na região e resgatar pontos de contato direto das campanhas ao governo nos três estados. Lula possui três nomes que irá apoiar, com a reeleição de Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia, a reeleição de Elmano de Freitas (PT) no Ceará e, além deles, João Campos (PSB) na disputa pelo governo de Pernambuco.
Tradicional reduto petista, o Nordeste foi decisivo para a vitória de Lula. Ele recebeu 69,34% dos votos válidos da região – única em que ele superou Jair Bolsonaro (PL). A larga vantagem de petista na região foi capaz de conduzi-lo à Presidência em 2022, ainda que atual mandatário tenha sido mais votado em outras localidades. No último pleito, o ex-presidente Bolsonaro venceu em todas as outras regiões do país, tendo a maior vantagem no Sul, onde conquistou 61,84% dos votos válidos. No Sudeste, que concentra o maior número de eleitores, Lula recebeu 45,73% dos votos válidos. Bolsonaro, 54,27%.
Petistas baianos revelaram ao BN que a estratégia é adequar alguns pontos de campanha e facilitar a interlocução de três estados "chaves" para a reeleição de Lula. O movimento também busca contrapor um "avanço" de aliados do ex-presidente Bolsonaro, que possui uma estratégia nacionalizada, também focada em "encorpar" as cadeiras do grupo no Congresso. "É buscar traduzir para o nordestino o que o presidente Lula tem feito para a região, da melhor forma. Unificar as estratégias estaduais e focar na regão", revelou um interlocutor do grupo que defende a medida.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou, em conversa com aliados na noite desta quarta-feira (29), que deve escolher um novo nome para a vaga disponível no Supremo Tribunal Federal (STF). A ideia seria evitar que a prerrogativa de indicar um novo ministro seja deixada para o próximo governo.
Segundo informações do g1, a definição ocorreu em reunião logo após o resultado da rejeição de Jorge Messias no Senado Federal. O Planalto avalia que houve falhas na articulação política no Congresso, e que o resultado evidenciou traições dentro da base.
Reunido com aliados do governo no Palácio da Alvorada, Lula confirmou ainda que o novo nome não deve ser escolhido de forma imediata. À jornalista Ana Flor, do g1, um ministro que participou da reunião no Alvorada afirmou que "não há hipótese de o presidente Lula abrir mão da sua prerrogativa de indicar um nome ao STF".
O senador baiano Jaques Wagner (PT) foi convocado para uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)), na noite desta quarta-feira (29), logo após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Wagner é o líder do governo no Senado Federal e afirmou, ao final da votação, que foi pego de “surpresa”.
Segundo informações da CNN, Wagner chegou ao Palácio da Alvorada para se reunir com o presidente cerca de 20 minutos após resultado anunciado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União). Nas vésperas da votação, o grupo governista esperava entre 44 e 45 votos favoráveis à aprovação da indicação.
Em um cenário em que eram necessários ao menos 41 votos, o Senado rejeitou, por 42 votos a 34, a indicação de Messias a Suprema Corte. A votação é secreta e ocorreu no plenário da Casa Alta depois de oito horas de sabatina do candidato na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na comissão, o placar foi de 16 votos a 11.
O ex-governador do Estado da Bahia, Rui Costa (PT), comentou sobre as correlaçãos apontadas por opositores entre a sua gestão, entre 2015 e 2023, com o escândalo do Banco Master. Em entrevista ao programa Linha de Frente, da Antena 1 (100.1), nesta terça-feira (28), o ex-ministro da Casa Civil afirmou que as acusações, em torno da venda do CredCesta, cartão de crédito vinculado a Cesta do Povo, não se sustentam.
"Isso é coisa artificial. Quem acusava isso apareceu depois com contrato com consultoria para o Banco. Na época que nós vendemos a cesta do povo, com o cartão [Credcesta], nem Banco Master existia", afirmou o ex-ministro.
Na entrevista, o ex-governador refez a linha do tempo da venda do CredCesta: "Nós não vendemos ao Banco, a cesta do povo não foi vendida ao Banco, ela foi vendida a um fundo de investimento espanhol. Nós tentamos vender uma vez, a segunda vez, e na terceira vez, depois de oferecer a Caixa Econômica, ao Banco do Brasil, a um monte de gente e banco público. E todos eram enfaticos dizendo: a única coisa de valor que tem nesse negócio ai que vocês estão vendendo é esse cartão de crédito da Cesta do Povo, isso vale algum dinheiro”, narra.
O pré-candidato ao Senado destaca ainda que “vendemos a Cesta do Povo com a obrigação de que quem comprasse mantivesse, na época, no mínimo 50 lojas abertas, funcionando,por um prazo mínimo de 5 anos para manter aqueles empregos”.
Para Rui, o problema real teria sido a própria Cesta do Povo, que, segundo ele foi uma “furada” criada pelo ex-governador Antonio Carlos Magalhães (ACM). “A Cesta do Povo foi criada por Antônio Carlos Magalhães, uma ideia que se mostrou, ao longo do tempo, furada, que deu um prejuizo bilionário ao Governo do Estado e ao povo baiano”, disse.
“Era um supermercado que só dava prejuízo, não tem como um supermercado público estatal concorrer com um supermercado privado, não tem como”, conclui.
Integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) avaliam, nos bastidores, que uma eventual declaração de apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao senador Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais de 2026 poderia ter reflexos no cenário político brasileiro.
De acordo com relatos atribuídos a lideranças petistas, a possibilidade é vista como um elemento que poderia ser explorado politicamente durante a campanha. A avaliação é de que um eventual posicionamento público de Trump teria potencial de influenciar o debate eleitoral.
Ainda segundo essas lideranças, a estratégia seria associar o apoio internacional ao discurso de soberania nacional, além de reforçar críticas ao adversário no contexto da disputa presidencial.
As informações são do Metrópoles.
A ex-presidente da Fundação Nacional das Artes (Funarte), Maria Marighella reafirmou sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados durante sua participação no 8º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), em Brasília.
No congresso, que marca os 46 anos de fundação do PT, uma das homenagens centrais foi dedicada à militante histórica Clara Charf, viúva de Carlos Marighella e avó de Maria. “Ser petista é também um ato de amor a Clara. Minha filiação ao partido é um ato de amor e devoção à política e à democracia. Clara é uma mulher feminista, vanguarda de todos os tempos, que ainda nos anos 40 se filia ao Partido Comunista”, afirmou.
Clara foi uma figura de referência na construção partidária e na defesa da democracia no país. Outra homenageada foi a também militante Sonia Braga, fundadora do partido, ex-presidenta estadual do PT no Ceará, ex-secretária de Organização Nacional do PT.
Na mesma fala, Maria ressaltou o papel organizador e coletivo da militante. “Clara estaria aqui hoje, entre nós, pela mesa, mas sobretudo com as companheiras a quem dedicou seus dias, suas preocupações, sua capacidade de organizar e pensar”, disse.
O encontro reúne lideranças de todo o país para discutir os rumos do partido e a estratégia eleitoral para 2026.
A entrada na disputa por uma vaga na Câmara Federal ocorre em um cenário em que o PT busca ampliar sua representação no Congresso e dá continuidade ao projeto político de Maria Marighella que foi eleita vereadora de Salvador em 2020.
A bancada mais a direita no Congresso Nacional quer adiar uma tentativa de reforma do Poder Judiciário a partir da proposta levantada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. O adiamento ocorre mediante a expectativa de ter maioria no Congresso a partir de 2027 e, desta forma, ter mais força na discussão no ano que vem.
Segundo bolsonaristas, Dino e o PT usam a pauta neste momento para distanciar o governo Lula da corte e da crise do Banco Master. Em público, a direita tem afirmado que rejeita uma reforma do Judiciário neste momento porque não acredita num processo capitaneado pelo próprio STF e encampado pelo PT.
À Folha de S. Paulo, o líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB) afirmou que "Não vamos apoiar”. “Os ministros não respeitam a Constituição, porque respeitariam esse código de conduta?", questionou. O mesmo posicionamento é divulgado pelo líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ). O parlamentar criticou diversos pontos da proposta de Dino e defendeu que a iniciativa, com adesão de parte da base do presidente Lula (PT), dificilmente se concretizaria este ano.
A proposta de reforma defendida por Dino tem 15 pontos. Alguns visam a mudar questões técnicas como a demora na análise de processos, enquanto outras entram em discussões espinhosas como o fim da aposentadoria compulsória e a tipificação de certos crimes quando cometidos por juízes e outros integrantes do Judiciário.
Segundo a bancada oposicionista, apoiar a proposta de Dino só fortaleceria o governo no seu discurso e poderia ajudar uma reforma nos moldes defendidos pela base governista em convergência com o ministro.
Para Sóstenes, a proposta de Dino é vaga e imprecisa quando trata de temas técnicos e da Justiça Eleitoral. "O próprio STF está contra um Código de Ética no STF, como sugerido pelo ministro Fachin", afirmou Sóstenes à Folha. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse em rede social que uma mudança é "necessária", mas afirmou que a "convergência entre o artigo do ministro Flávio Dino e a defesa da reforma do Judiciário pelo PT levanta dúvidas legítimas".
Já na ala petista, a proposta de Dino tem ressonância. O partido tem defendido uma reforma do Judiciário após o escândalo da fraude do Master revelar relações de ministros do STF e seus familiares com o banco. Em abril, o presidente do partido, Edinho Silva, afirmou: "Fulanizar é muito fácil. As pessoas são falíveis. O importante é ter instituições fortes". Ele defendeu que "deveríamos estar debatendo reforma do Poder Judiciário para que as falhas deixem de acontecer".
O assunto será discutido no congresso do PT, que começou nesta semana e segue até domingo (26). A expectativa é que a defesa de uma reforma do Judiciário seja citada na tese final do partido, uma espécie de carta com diretrizes que devem ser defendidas pela legenda.
O secretário Nacional de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, afirmou, no primeiro dia do 8º Congresso Brasil Justo do partido, nesta sexta-feira (24), em Brasília, que os dirigentes, a militância e os apoiadores do projeto político de justiça e desenvolvimento social do PT precisam ser os porta-vozes do presidente Lula no mundo digital para garantir a sua reeleição neste ano e a continuidade da promoção de avanços no Brasil, após quatro anos de retrocesso da gestão de Jair Bolsonaro, que colocou o país no Mapa da Fome e bateu recordes de desemprego.
“Quero destacar e convidar cada companheiro e companheira que ainda não aderiu e que ainda não é construtor das nossas estratégias digitais. Não basta só seguir o perfil do PT e do Lula, curtir e compartilhar o nosso conteúdo. Isso é importante. Não basta só seguir o perfil do PT no seu estado, no seu município ou do nosso candidato e candidata. Nós temos que ser falantes do presidente Lula também no universo digital. Cada um e cada uma aqui dos dirigentes precisa assumir o papel de ser o porta-voz do presidente Lula e da democracia no ambiente virtual”, disse o secretário de Comunicação.
Éden falou sobre a importante tarefa de traduzir as políticas, o programa e as propostas do governo Lula e do PT e o empenho desse trabalho de levar a informação a cada território, estado ou cidade.
“Com o nosso sotaque, do nosso jeito, no nosso território e criar coragem de abrir a câmera e gravar e criar coragem de defender as ações, as obras e os programas do presidente Lula em cada cidade, em cada bairro”, disse Éden.
O secretário Nacional de Comunicação do PT também comentou sobre a articulação para a agenda do Dia do Trabalhador, em 1º de Maio, e reforçou o que considera fundamental para maior união do partido em todo o Brasil.
“Nós estamos fazendo talvez o exercício de maior unidade política no PT, entre a esfera virtual e a mobilização territorial de núcleo de base. Nós precisamos, na construção do 1º de maio, de um exemplo de que o PT já compreendeu que não há na vida contemporânea, moderna, diferença entre a dimensão virtual e a real. Que não há mais divórcio entre aquilo que fazemos, que é militância política, disputa política de princípios de valores, no dia a dia, no sindicato, no trabalho, na universidade, na escola, na comunidade daquilo que fazemos nos ambientes digitais. Hoje, os celulares viraram praticamente uma extensão do nosso corpo e acho que é um sinal de maturidade que o PT apresenta nessa construção de que as coisas podem e vão caminhar juntas como já caminharam nas eleições de 2016, 2018, 2022 e 2026 ainda mais”, disse o secretário no primeiro dia do Congresso do partido
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse se tratar de “fake news” a notícia divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo, nesta quarta-feira (22), sobre supostas discussões de sua equipe de campanha a respeito de medidas econômicas que podem envolver cortes em gastos sociais e mudanças estruturais que afetariam diretamente aposentados, trabalhadores e serviços públicos.
Em postagem nas suas redes sociais, Flávio mostra a reportagem da Folha com um carimbo de “fake news”. O pré-candidato afirma ainda, no post, que a notícia seria “furada”, e que ele nunca teria tratado desse tema internamente com sua equipe.
A matéria da Folha de S.Paulo, que se baseia em relatos de aliados e integrantes da equipe do pré-candidato, afirma que a campanha de Flávio Bolsonaro trabalharia com a perspectiva de promover ajustes de natureza fiscal com impacto de cerca de 2% do PIB. Entre as propostas em discussão pela equipe do senador do PL estariam, segundo a Folha:
- Desvinculação de gastos com saúde e educação dos pisos constitucionais, o que, na prática, pode limitar o crescimento real de investimentos nessas áreas essenciais;
- Mudanças na política do salário mínimo, separando os reajustes reais dos benefícios previdenciários e assistenciais;
- Revisão das regras da Previdência, incluindo possíveis alterações na forma como os benefícios são corrigidos.
As supostas medidas econômicas de um eventual governo Flávio Bolsonaro já vêm sendo criticadas por seus adversários em postagens nas redes sociais. A conta oficial do PT no Instagram, por exemplo, postou uma imagem da matéria da Folha em meio a uma foto do senador, com a seguinte mensagem: “URGENTE! Vaza plano de Flávio Bolsonaro para congelar gastos com saúde, educação e aposentadorias”.
A postagem vem sendo replicada por diversos parlamentares e ativistas de partidos de esquerda. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), por exemplo, não apenas replicou o post do partido como gravou vídeo denunciando o que seria uma iniciativa do candidato a presidente de congelar o salário mínimo e prejudicar aposentados e trabalhadores.
“A Folha revelou hoje o que o Flávio Bolsonaro e a equipe econômica dele tanto querem esconder: o brutal ataque aos trabalhadores que eles querem fazer acabando com a política de valorização do salário mínimo do Lula. E não é só isso. Eles querem destruir os pisos constitucionais da saúde e da educação. Eles querem repetir o governo do pai dele que congelou o salário mínimo por anos sem nenhum centavo de ganho real”, disse Lindbergh no vídeo.
Quem também repercutiu o suposto plano econômico de Flávio Bolsonaro foi o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. À coluna “Painel”, da Folha, Guimarães afirmou que o presidenciável do PL vai promover um “desmonte” na saúde e na educação do país.
“Este é o verdadeiro Flávio, a fiel cópia do pai. É o inimigo da saúde e da educação”, disse o ministro ao “Painel”.
Deputados federais como Lindbergh Farias (RJ), Paulo Pimenta (RS) e Gleisi Hoffmann (PR), além do presidente do PT, Edinho Silva, reproduziram vídeo editado pelo PT que acusa o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter sido beneficiado pelo então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, na obtenção de um financiamento bancário para compra de uma mansão em Brasília no valor de cerca de R$ 6 milhões.
Paulo Henrique Costa foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira (16) por envolvimento nas fraudes cometidas em conluio com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, no período em que esteve à frente da presidência do banco público do Distrito Federal. Costa foi enviado no mesmo dia para a Penitenciária da Papuda.
Na legenda da postagem, o PT escreveu a seguinte chamada: "Banco Master e Flávio Bolsonaro: um negócio de família". O vídeo, que na conta do PT tem mais de 300 mil visualizações, vem sendo reproduzido em outras plataformas por políticos e influenciadores de esquerda.
No vídeo, são relembradas reportagens de diversos veículos de imprensa na época em que Flávio comprou a mansão, em 2021. As reportagens citadas no vídeo afirmaram que o senador pagou R$ 2,87 milhões à vista pelo imóvel.
Os R$ 3,1 milhões restantes foram financiados em 360 meses pelo BRB, presidido na época por Paulo Henrique Costa, com taxa de juros nominal de 3,65% ao ano. O valor era abaixo da inflação, que ficou em 4,52% em 2020.
A compra, naquela ocasião, causou polêmica, porque o valor da casa tinha valor quase quatro vezes o valor do patrimônio declarado por Flávio Bolsonaro na sua eleição para o Senado, em 2018. O vídeo faz uma relação de possível favorecimento ao senador pelo presidente do BRB, já que o financiamento da casa teve juros de 3,65%, quando a taxa de balcão praticada pelo BRB para outros financiamentos seria de 4,85%.
Em 2022, como resposta a uma ação popular movida pela deputada Erika Kokay (PT-DF), o senador Flávio Bolsonaro no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJ-DFT), o senador Flávio Bolsonaro afirmou que a compra da mansão estaria relacionada à sua renda como advogado. O parlamentar justificou que sua carreira na advocacia o ajudou a juntar o montante necessário para financiar o imóvel.
Além da renda como advogado, o hoje pré-candidato a presidente também informou que atua como empresário e empreendedor, e sua esposa, Fernanda Bolsonaro, atua na odontologia “há bastante tempo”.
“Cabe dizer ainda que o banco que concedeu o financiamento, assim como todas as instituições financeiras no Brasil, segue um rigoroso complience e está sujeito a regras regulatórias e de fiscalização que impedem qualquer irregularidade”, disse também o senador em nota à imprensa em 2022 sobre a compra da mansão.
Na sessão deliberativa realizada nesta quinta-feira (16), foi aprovado pela Câmara dos Deputados o PL 5391/2020, que determina a transferência, para presídios federais, de acusados e condenados por homicídio de policiais, agentes penitenciários e outros agentes de segurança. Como já havia sido aprovado também pelo Senado, o projeto segue agora para sanção presidencial.
Durante a análise da proposta, de autoria do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), a bancada do PT tentou adiar a votação, alegando que não havia acordo firmado sobre a matéria. O líder do PT, Pedro Uczai (SC), apresentou inicialmente um requerimento para retirada de pauta, que foi derrotado pela maioria, e logo depois entrou com outro requerimento, para adiamento da discussão, igualmente rejeitado.
Parlamentares da oposição afirmaram que partidos como o PT e o Psol sempre tentar obstruir a votação de projetos que dificultam a vida de criminosos. O autor do projeto, Carlos Jordy, disse que acha que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai querer vetar o projeto, o que, para ele, será um “prato cheio” para a oposição a campanha eleitoral.
“É impressionante: quando nós temos aqui projetos que envolvam a vida de policiais, o fortalecimento da segurança pública, projetos como este, que estabelece que assassinos de policiais e de outros operadores da segurança pública cumpram pena em presídio federal, em regime disciplinar diferenciado, nós temos o governo contra, a esquerda contra. Nós já estamos sabendo que, evidentemente, o governo vai querer vetar esse projeto. Será um prato cheio para nós. É inacreditável!”, disse Jordy.
Apesar da tentativa de obstrução do PT e outros partidos de esquerda, as mudanças feitas pelo Senado no projeto foram aprovadas. Segundo o texto do PL 5391/2020, presos provisórios ou condenados pelo homicídio de policiais federais, rodoviários, ferroviários, civis, militares ou penais (e também de bombeiros, agentes e autoridades das Forças Armadas ou da Força Nacional de Segurança Pública) devem ser recolhidos preferencialmente em estabelecimentos penais federais. A mesma regra vale para quem matar cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até terceiro grau desses agentes de segurança.
Além disso, os presos provisórios e condenados por esse tipo de crime deverão ser submetidos ao regime disciplinar diferenciado (RDD), no qual as celas são individuais; as visitas são quinzenais, monitoradas e sem contato físico; a correspondência é fiscalizada; a saída da cela é limitada a duas horas por dia; e as audiências judiciais são por videoconferência. O mesmo regime deve ser imposto a quem tiver reincidido na prática de crimes com violência, com grave ameaça ou hediondos.
Pela lei, um preso só pode ser submetido ao RDD por até dois anos, mas o regime pode ser aplicado mais de uma vez, pelo mesmo período, se houver faltas ou crimes que justifiquem. O PL 5.391/2020 impõe que, enquanto estiver no regime diferenciado, o preso não poderá progredir de regime nem obter livramento condicional.
No Senado, foi aprovada uma emenda do senador Sérgio Moro (PL-PR) para que todos os presos de estabelecimentos penais federais participem das audiências por videoconferência, salvo por impossibilidade técnica, e não apenas em caso de homicídio contra profissionais de segurança ou militares. O objetivo foi o de dar economia processual, celeridade e maior segurança à sociedade, ao evitar o transporte do preso entre a prisão e o local da audiência, como justificou Sérgio Moro.
Outra emenda aprovada no Senado diferencia com maior clareza os conceitos de reincidência e reiteração delitiva. Reincidência é quando o criminoso volta a praticar um delito havendo sido anteriormente condenado por outro (de igual natureza ou não). Já a reiteração delitiva é a prática repetida de crimes.
Alcolumbre atuou por Odair Cunha e garantiu aprovação do nome do petista para o TCU também no Senado
Menos de 24 horas depois da votação realizada pela Câmara, o Senado ratificou a eleição do deputado Odair Cunha (PT-MG) para assumir a vaga aberta no Tribunal de Contas da União (TCU) após a aposentadoria do ministro Aroldo Cedraz. Cunha teve seu nome aprovado na sessão plenária desta quarta-feira (15) com 50 votos favoráveis e oito contrários.
Durante a votação, a indicação de Odair Cunha recebeu manifestações de apoio de diversos senadores em Plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ressaltou a “legitimidade da aprovação”, pela votação obtida na Câmara.
“Teve o apoio expressivo de 303 votos de deputadas e deputados, em uma votação que contava com cinco candidaturas”, disse Alcolumbre.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), disse que a votação de Odair Cunha representou um “dia de nobreza” para o parlamento, principalmente pelo cumprimento de um acordo feito na eleição do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
“Essa Casa vive de debates, discussões, compromissos e acordos cumpridos, e havia um acordo que foi feito. Por isso eu parabenizo o presidente Hugo Motta, assim como o indicado Odair Cunha, porque houve em determinado momento um acordo feito, e bato palmas, pois sei do esforço que Hugo Motta para que fosse respeitado o acordo feito”, disse Wagner.
Além de Hugo Motta, o indicado pelo PT contou também com a atuação direta de Davi Alcolumbre para garantir a eleição de ao Tribunal de Contas da União. Segundo a Folha de S.Paulo, Alcolumbre chegou a ligar para deputados de seu próprio partido pedindo votos ao petista, mesmo com a candidatura de Elmar Nascimento (União-BA), nome da própria legenda.
O deputado baiano ainda contou com apoio de parte do PL nos dias que antecederam a votação, mas fechou a votação com apenas 96 votos.
De acordo com a Folha, a movimentação de Alcolumbre para aprovar o nome de Odair Cunha ocorreu em meio a uma reaproximação entre o presidente do Senado e o governo Lula. A relação, antes desgastada, passou a dar sinais de distensão.
Na Câmara, o deputado Odair Cunha obteve um total de 303 votos após acordo com Hugo Motta e partidos do Centrão, com apoio de siglas como União Brasil e PSD. Ele é o primeiro petista a vencer uma eleição para ministro do TCU desde a redemocratização.
Odair Cunha é advogado e está em seu sexto mandato consecutivo como deputado federal. É autor de 18 projetos que viraram lei, entre eles o que originou a lei que retomou e reformulou incentivos do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado em 2021 para ajudar empresas que tiveram de paralisar as atividades durante a pandemia de Covid-19. Foi relator de 230 proposições transformadas em lei.
O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) articula a realização de um evento com artistas no Congresso Nacional para defender uma proposta de emenda à Constituição (PEC) voltada ao financiamento indireto da cultura e do esporte.
A iniciativa é voltada à PEC de autoria do próprio parlamentar, que prevê mudanças na Constituição para permitir a concessão de fomentos indiretos por meio do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). O tributo foi instituído no contexto da reforma tributária brasileira aprovada pelo Congresso.
Com a substituição do ICMS e do ISS pelo IBS, mecanismos de incentivo vinculados à renúncia fiscal em nível estadual e municipal tendem a ser extintos. Esses instrumentos são atualmente utilizados para viabilizar políticas de fomento à cultura e ao esporte.
As informações são do Metrópoles.
O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), terá de deixar a coordenação do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) do Partido dos Trabalhadores (PT), além de se afastar da Câmara dos Deputados e de sua pré-candidatura ao Senado.
A mudança ocorre em razão da legislação eleitoral, que impede o acúmulo das funções. Com isso, caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicar um novo nome para comandar o grupo eleitoral petista, responsável pela articulação da reeleição presidencial.
De acordo com o Metrópoles, o senador Humberto Costa (PT-PE) é apontado como um dos cotados para assumir a coordenação do GTE. O parlamentar já exerceu a presidência interina do PT durante o período em que a ex-ministra e deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) integrou o governo federal.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) reverteu a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e registrou 46% das intenções de voto no 2° turno, frente a 45% de Lula, figurando um empate técnico. Isso é o que aponta a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11). Essa é a primeira vez que Flávio ultrapassa o petista númericamente.
A distância entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD) ou Romeu Zema (Novo), o atual presidente registra 45% dos votos frente a 42% dos opositores, também figurando um empate técnico em ambos os cenários. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades entre os dias 07 e 09 de abril e está registrada sob o código BR-03770/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em comparação ao levantamento do Datafolha de março, Caiado foi o pré-candidato que mais avançou nas pesquisas, saindo de 36% dos votos para 42%. Flávio Bolsonaro saiu de 43% para 46% e Romeu Zema foi avaliado pela primeira vez.
Analisando o cenário do primeiro turno, Lula soma 45% das intenções em votos válidos - resultado produzido a partir da exclusão dos votos nulos e brancos -, enquanto os quatro adversários citados marcam, juntos, 55%. Segundo a Justiça Eleitoral, é preciso ter, no mínimo, 50% mais um dos votos válidos para a vitória no 1° turno.
Na medição espontânea de votos, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Lula é citado por 26% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro é a resposta de 16% dos eleitores e Jair Bolsonaro e Ronaldo Caiado aparecem empatados com 2%. Outras respostas somadas são 5%. 7% disseram que vão votar branco, nulo ou nenhum, 1% disseram que não votam e 42% não souberam responder.
REJEIÇÃO
No que diz respeito à rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro também lideram na disputa. Segundo a pesquisa, 48% dos eleitores declararam que não votam em Lula e 46% dizem não votar no senador.
O Datafolha ainda avalia que ambos são os nomes mais conhecidos da disputa: 99% dos entrevistados disseram conhecer Lula e 93% disseram conhecer Flávio Bolsonaro.
Já Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram uma rejeição e popularidade similares. Zema, que é governador de Minas Gerais, registra 17% de rejeição, e 56% dos eleitores dizem não o conhecer. No caso de Caiado, governador de Goiás, obteve 16% das respostas de rejeição e 54% dos eleitores disseram que não sabem quem ele é.
O senador Otto Alencar (PSB-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, afirmou que o senador Angelo Coronel (Republicanos) é "bolsonarista desde 2019" após Coronel declarar apoio a Flavio Bolsonaro (PL) à presidência.
Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena 1, o parlamentar declarou seu apoio ao "amigo pessoal", candidato do PL, e afirmou que o apoio ao candidato do PL não impacta o cenario nacional e que “ninguém consegue mudar a cabeça de ninguém na hora do voto para presidente”.
À coluna Milena Teixeira, do jornal Metrópoles, Otto afirmou não se surpreender com a posiçao de Coronel. “Ele [Coronel] é bolsonarista desde 2019. Ele é isso aí”, afirmou.
Ex-aliado da base petista no estado, Coronel se afastou do partido no fim de 2025 após ficar de fora da chapa “puro-sangue”, formada por Rui Costa, Jacques Wagner e Jerônimo Rodrigues. A relação com Otto também foi rompida neste período, após Coronel ser acusado de tentar trair Alencar.
À rádio Antena 1 Bahia, Coronel ainda afirmou possuir uma relação pessoal com Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República nas eleições de outubro. “Eu, por ser meu amigo pessoal, meu colega de Senado, não vou deixar de votar num amigo para votar em outro que não tenho nenhuma relação”, declarou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Renan Santos
"Parem de facilitar".
Disse o pré-candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos ao utilizar as redes sociais para ironizar a possibilidade de a deputada federal Júlia Zanatta (PL) ser indicada como vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). Ao compartilhar um vídeo publicado pela própria parlamentar, Santos legendou.