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ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
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Jovem influenciador bolsonarista ajuda a eleger veterano gaúcho há 15 anos afastado da política
Por Edu Mota, de Brasília
O vereador Rony Gabriel (Podemos), um dos principais influenciadores políticos do bolsonarismo, foi eleito para a Câmara dos Deputados com expressiva votação nas urnas do último domingo (4), no Rio Grande do Sul. Com os mais de 200 mil votos que recebeu, Gabriel ajudou a eleger também um veterano da política gaúcha que há 15 anos estava afastado de mandatos eletivos.
Graças ao quociente eleitoral, os mais de 200 mil votos recebidos por Rony Gabriel, quarta maior votação no estado, elegeram também o ex-senador Sérgio Zambiasi, de 77 anos, do Podemos gaúcho. Radialista, em sua carreira política Zambiasi exerceu 4 mandatos de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Em 2003, pelo PTB, Zambiasi foi o campeão de votos para o Senado pelo estado.
Zambiasi derrotou naquele ano o então deputado Paulo Paim (PT), que se elegeu com a segunda vaga para o Senado. Posteriormente, Paulo Paim foi reeleito outras duas vezes. Ao deixar o mandato, em 2011, Sérgio Zambiasi ainda chegou a presidir o PTB gaúcho por alguns anos, antes de se afastar da política. Agora, o veterano gaúcho retorna ao Congresso, graças à votação do jovem Rony Gabriel, de 32 anos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia alterar o modelo de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e retirar do presidente da República a prerrogativa de indicar os integrantes da Corte. A informação foi revelada pelo presidente nacional do PT, Edinho Silva, em entrevista ao SBT News nesta terça-feira (6).
Segundo Edinho, Lula considera a possibilidade de criar um novo sistema para a composição do Supremo, com maior participação da sociedade civil. A ideia, no entanto, ainda está em fase inicial e deverá ser discutida e amadurecida pelo presidente antes de qualquer definição.
Edinho afirmou que Lula pretende consultar juristas sobre a proposta e buscar contribuições antes de avançar com uma eventual mudança na legislação brasileira. Na avaliação do presidente, o modelo atual de indicação não estaria funcionando de maneira satisfatória e precisaria permitir um acompanhamento maior da sociedade sobre a atuação dos ministros do STF.
A proposta em análise também prevê mudanças na duração dos mandatos dos integrantes da Corte. De acordo com Edinho, Lula entende que os ministros não deveriam permanecer por períodos considerados excessivamente longos no Supremo.
O presidente nacional do PT ressaltou que essa é a primeira vez que torna pública a avaliação de Lula sobre uma possível alteração no processo de escolha dos ministros do STF.
Presidente da Fieb defende reindustrialização e cobra debate sobre reforma tributária no 2º turno
Por Eduarda Pinto / Daniel Araújo
O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Carlos Henrique Passos, defendeu a continuidade da agenda de reindustrialização do Brasil e afirmou esperar um cenário mais favorável para o setor em 2027. A declaração foi dada ao comentar as perspectivas para a indústria diante do cenário político e econômico após as eleições de 2026.
Segundo Passos, apesar das incertezas provocadas pelo processo eleitoral, o país não pode recuar na busca pelo fortalecimento da indústria nacional. Ele afirmou que a expectativa de avanço na reindustrialização é um dos fatores que alimentam a perspectiva de que 2027 seja melhor para o setor do que 2026.
Ao comentar a campanha eleitoral, o presidente da Fieb também avaliou que o 1º turno não proporcionou um ambiente suficiente para a discussão de propostas entre os candidatos. Para ele, o 2º turno deve ampliar o espaço para o contraditório e para a apresentação das ideias que deverão orientar o país nos próximos anos.
Passos criticou ainda a predominância da polarização na campanha, afirmando que parte das discussões eleitorais ficou concentrada em temas que, em sua avaliação, não contribuem para uma reflexão sobre os caminhos para o desenvolvimento econômico e social do país.
A expectativa do presidente da Fieb é que os debates entre os dois candidatos no 2º turno permitam à sociedade analisar de forma mais aprofundada as propostas apresentadas. Para ele, uma escolha baseada na discussão de ideias também poderá conferir maior autoridade e força política ao vencedor para implementar sua agenda.
Entre os temas que, na avaliação de Passos, deveriam estar no centro dessa discussão estão uma "verdadeira reforma tributária" e um processo de reindustrialização do Brasil. O dirigente defendeu que o cenário econômico e os desafios estruturais do país sejam analisados durante a reta final da disputa presidencial.
França mergulha em crise fiscal sob fogo cruzado dos mercados e das ruas
Por Fernando Canzian | Folhapress
Sob centenas de protestos por todo o país, a França caminha para um cenário de grave crise fiscal. O país, que por décadas se posicionou como pilar de estabilidade no coração da Europa, paga hoje mais caro para tomar dinheiro emprestado no mercado do que antigos epicentros de crise do continente, como Grécia e Itália.
Com uma dívida pública de EUR 3,5 trilhões (aproximadamente US$ 4 trilhões), o equivalente a 119% do seu Produto Interno Bruto (PIB), o modelo do Estado de bem-estar social francês dá sinais inequívocos de exaustão.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) projeta que essa fatura pode alcançar alarmantes 200% do PIB em 2050 caso nenhuma trava estrutural seja acionada nos gastos públicos.
Nas ruas, o cenário é de profunda conflagração social. Barricadas montadas por estudantes em centenas de colégios, portos e terminais petrolíferos paralisados por pescadores e violentos confrontos com as forças policiais -que já resultaram em mais de 5.000 prisões- traduzem a resistência de uma sociedade habituada à proteção irrestrita do Estado.
Para tentar estancar um déficit orçamentário projetado em 5,4% do PIB para este ano (e com risco real de escalar a 6,8% até 2030), o governo tenta emplacar um pacote de contenção de custos de EUR 43 bilhões. As propostas preveem o congelamento parcial de salários do funcionalismo público, reajustes contidos nas aposentadorias e cortes diretos em auxílios sociais.
A resposta popular veio em fumaça de pneus queimados e gás lacrimogêneo: "Escolas sem dinheiro, país sem futuro", estampavam os cartazes que lideravam as marchas em Paris.
O grande entrave é que o mercado financeiro global perdeu a paciência com o desequilíbrio persistente das contas francesas -o país não registra um orçamento equilibrado desde 1974.
Investidores exigem rendimento nos títulos públicos de 10 anos do governo francês de quase 5% ao ano, maior nível desde 2002. Em apenas um mês, o spread de risco em relação aos Bunds alemães deu um salto de quase 60%, fixando-se em cerca de 1,4 ponto percentual.
De acordo com estudos comissionados pelo Ministério das Finanças, o custo para honrar o serviço da dívida subirá 59% até 2030, exigindo cerca de US$ 100 bilhões anuais já em 2027.
O pagamento de juros passou a ser uma das maiores despesas do orçamento nacional, superando os investimentos estatais em Defesa e Educação.
A matemática financeira do Tesouro francês é implacável. A França precisa refinanciar mais de US$ 1 trilhão em dívidas que vencem até 2030, além de emitir o valor recorde de US$ 380 bilhões em novos títulos no próximo ano.
O Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da França encerraram as compras líquidas, e o vácuo foi ocupado por fundos especulativos e hedge funds. Se o estrangulamento da dívida persistir, a intervenção de emergência do BCE pode voltar ao radar, mas a Alemanha e o norte da Europa resistem a resgates sem reformas draconianas.
Autoridades do próprio país já não escondem a gravidade da situação. "Na França, nós dizemos 'fin de règne'", afirmou Jean-Yves Camus, cientista político da Fundação Jean Jaurès, ao diagnosticar o ocaso político do governo Macron diante do impasse fiscal.
No banco central, o tom é de urgência: "Se não agirmos, há de fato o risco de sermos gradualmente estrangulados pelo aumento das taxas de juros", advertiu Emmanuel Moulin, governador do Banco da França.
Já Pierre Moscovici, ex-ministro das Finanças, resumiu o alerta de forma contundente: "A França é provavelmente grande demais para quebrar, mas não é grande demais para ser punida pelos mercados".
O São Paulo corre o risco de perder até seis pontos no Campeonato Brasileiro caso não quite uma dívida de US$ 300 mil (cerca de R$ 1,5 milhão) com os agentes do meia Galoppo. A punição foi determinada pela Fifa na última sexta-feira (2) e também resultou em um transfer ban para o clube.
A entidade estabeleceu dois prazos para o São Paulo. O clube precisa pagar a taxa referente à punição até 30 de outubro e tem até o início de dezembro para quitar a dívida com os agentes. Caso o débito não seja resolvido, a sanção poderá ser agravada.
O transfer ban decorrente de uma dívida não implica, por si só, perda de pontos. No entanto, a decisão da Fifa no caso do São Paulo prevê expressamente a possibilidade de uma dedução de até seis pontos em caso de descumprimento.
A medida está relacionada ao artigo 21 do Código Disciplinar da Fifa, que prevê punições para clubes que não cumprem decisões da entidade. Em situações de reincidência, descumprimento persistente ou infrações consideradas graves, as sanções podem ser ampliadas, incluindo perda de pontos e até rebaixamento.
O São Paulo já sofreu outro transfer ban nesta temporada. A primeira punição ocorreu em razão de um atraso no pagamento à Lazio pela contratação de Marcos Antônio e foi encerrada após o clube quitar o débito, em agosto.
O prazo de 60 dias estabelecido pela Fifa para o pagamento da dívida com os representantes de Galoppo termina em 2 de dezembro, justamente na data prevista para a última rodada do Brasileirão.
Atualmente, o São Paulo ocupa a 11ª colocação, com 36 pontos. Se a perda máxima de seis pontos fosse aplicada imediatamente, o Tricolor passaria a ter 30 e poderia cair para a 16ª posição, ficando apenas um ponto acima do Grêmio, primeiro clube dentro da zona de rebaixamento.
Com apoio da União Progressista a Flávio Bolsonaro, 2º turno deve contar com ato em Salvador com oposição na Bahia
Por Fernando Duarte / Mauricio Leiro / Ronne Oliveira
A confirmação do apoio do União Brasil e do Progressistas (PP) à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial abre o caminho para a realização de um ato de campanha em Salvador, reunindo lideranças da oposição baiana. O alinhamento foi consolidado após articulações em Brasília conduzidas pela cúpula das duas legendas e pelo vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto.
Em declaração sobre a movimentação, o ex-prefeito de Salvador já havia sinalizado a tendência de seu grupo político. "Vou a Brasília me reunir com o meu partido para decidir o nosso posicionamento do 2º turno da eleição presidencial. Mas já antecipo que temos a convicção de que para mudar a Bahia vai ser preciso, primeir mudar o Brasil", disse Neto em entrevista.
A esteira de discussões para a disputa presidencial na Bahia, o Bahia Notícias apurou que o debate incluiu a realização de um ato de campanha na capital baiana. Devido ao curto prazo até o segundo turno, a meta é encaixar o evento na agenda o quanto antes. Durante o primeiro turno, Flávio Bolsonaro visitou o estado apenas uma vez, em Vitória da Conquista, ocasião em que ACM Neto não esteve presente.
Outro ponto em debate é a composição de espaço para Neto em um eventual governo de Flávio. O movimento representa uma mudança na estratégia política de ACM Neto. No primeiro turno, ele acompanhou a candidatura presidencial de Ronaldo Caiado (PSD), o mesmo que agora declarou apoio a Flávio Bolsonaro.
FORÇA DAS LEGENDAS
A aliança formalizada pelo União Brasil e pelo PP ocorre logo após o encerramento da apuração do primeiro turno, realizado no domingo (4º). Entre os nomes na disputa federal, Flávio Bolsonaro (PL) terminou na liderança com 56.104.268 votos, o equivalente a 47,03% dos votos válidos.
Logo atrás, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou em segundo lugar, somando 53.876.617 votos (45,16%). Já o candidato do PSD, Ronaldo Caiado, não figurou entre os principais nomes. Ao todo, o ex-governador de Goiás teve 2,68 milhões de votos, figurando na 5.ª posição com 2,18% dos votos válidos.
Vale ressaltar que o PL elegeu 121 deputados federais e 28 senadores. O União Brasil e PP juntos somam 11 senadores e 87 deputados dentro dessa federação. Ou seja, não é o caso de uma pequena legenda, e sim de um poderoso bloco apoiando Flávio Bolsonaro (PL) em articulações futuras dentro do Congresso Nacional.
Essa consolidação do apoio do bloco conservador visa encorpar a candidatura do senador do PL para a disputa decisiva do segundo turno, marcada para o dia 25 de outubro.
Vereador Cláudio Tinoco atribui derrota de ACM Neto à força de Lula na Bahia
Por Paulo Dourado / Eduarda Moitinho
O vereador Cláudio Tinoco (União) comentou, nesta terça-feira (6), sobre a derrota de ACM Neto, candidato ao governo da Bahia e vice-presidente nacional do partido, nas eleições de 2026.
O vereador reconheceu a importância da atuação da bancada de oposição durante o próximo governo de Jerônimo Rodrigues (PT), com a função de fiscalizar a gestão e apontar suas “fraquezas”.
“Quem se elege tem que governar para todos, e quem está na oposição tem que apontar, evidentemente, aquilo que é necessário mudar, melhorar, e é isso que nós vamos continuar fazendo, como fizemos todo esse tempo de administração do PT aqui na Bahia”, comenta.
Questionado se o apoio de ACM Neto ao candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), no primeiro turno, teria desmotivado e afastado eleitores, Tinoco descartou a hipótese e classificou o apoio como “coerente”, “moral” e “lógico”.
“O apoio ao Caiado é coerente, é, eu diria, moral, lógico. ACM Neto, repito, apresentou a pré-candidatura de Caiado aqui na Bahia no ano passado. Se ele mudasse de posição, aí sim, vocês poderiam estar cobrando qualquer incoerência da posição dele (...) A posição que ACM toma é uma posição construída, inclusive, pelo nosso partido”, afirmou.
Ao comentar o resultado da eleição presidencial na Bahia, com 66,17% dos votos para Lula (PT) e 28,53% para Flávio Bolsonaro (PL), Tinoco afirmou que a votação no estado contribuiu para a vitória de Jerônimo Rodrigues e defendeu que essa influência deixe de existir.
“Isso está claro no resultado das eleições, quando o Lula tem 66% dos votos aqui na Bahia, fazendo com que essa transferência de votos tenha, logicamente, uma garantia de vitória para Jerônimo Rodrigues. Então, por isso, mudar a Bahia, primeiro tem que mudar o Brasil, para que essa influência deixe de existir e a gente possa, de fato, levar os baianos a uma condição muito melhor do que o PT vem entregando nos últimos anos”, concluiu.
A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) defendeu nesta terça-feira (6), em parecer a ser enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos) na disputa pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro devem ser considerados nulos em definitivo.
Se o entendimento for referendado pelo tribunal, a decisão garantirá a proclamação do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Douglas Ruas (PL), como governador eleito ainda em primeiro turno. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
O parecer, assinado pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, posicionou-se favorável ao acolhimento do pedido de desistência do recurso apresentado pela defesa de Garotinho para tentar validar sua candidatura. Espinosa explicou que, embora o TSE costume rejeitar a desistência de recursos quando o ato altera o resultado final da eleição, a Procuradoria entende que a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) pelo indeferimento do registro deve ser mantida, gerando o mesmo resultado prático.
"Na espécie, a conclusão do mérito do presente recurso ordinário é no sentido do seu desprovimento, com a manutenção do acórdão recorrido e, portanto, a anulação dos votos em definitivo. [...] Em síntese, pois, o desprovimento do recurso ordinário, trará resultado prático equivalente ao acolhimento do pedido de desistência, de modo que não há faticamente óbice ao acolhimento da pretensão", argumenta o vice-procurador-geral.
IMPACTO ELEITORAL
Na apuração preliminar dos votos nominais, Douglas Ruas obteve 49,27% da preferência do eleitorado, contra 42,76% do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD). Garotinho registrou 3,17% dos votos, contudo os sufrágios foram gravados como "anulados sub judice", modalidade aplicada aos candidatos com registro indeferido que aguardam julgamento de recurso.
Com a desconsideração definitiva dos votos atribuídos a Garotinho e o consequente recálculo dos votos válidos, o percentual atingido por Ruas sobe para 50,89%, ultrapassando a margem de metade dos votos válidos necessária para encerrar a disputa em turno único.
União Brasil e PP fecham apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno após reunião fechada no Congresso Nacional
Por Edu Mota, de Brasília / Ronne Oliveira
Em reunião fechada realizada na tarde desta terça-feira (6), deputados e senadores do União Brasil e do Progressistas (PP) decidiram formalizar apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial.
A articulação política a portas fechadas reuniu a cúpula e parlamentares das duas legendas. Entre os participantes do encontro estavam o presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, o presidente do PP, senador Ciro Nogueira, além do vice-presidente do União Brasil, o baiano ACM Neto.
A reunião contou também com a participação direta da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e da senadora Tereza Cristina (PP), que ajudaram a alinhar a decisão conjunta de apoio ao candidato do PL na disputa do executivo nacional.
Hospital Ortopédico da Bahia abre vagas de trabalho para área de atendimento; saiba mais
Por Redação
O Hospital Ortopédico do Estado da Bahia (HOEB), unidade pública administrada pelo Einstein Hospital Israelita, está com processo seletivo aberto para a contratação de pessoas com deficiência para atendimento na recepção da unidade. A jornada é de 180 horas mensais.
Os profissionais selecionados serão responsáveis por receber e orientar os pacientes, organizar suas fichas e direcioná-los aos setores de destino conforme os fluxos da unidade, além de esclarecer eventuais dúvidas. Também darão suporte às equipes de enfermagem, médica e de segurança na organização dos ambientes de atendimento, além de participar de atividades operacionais e treinamentos.
Para concorrer à oportunidade, é necessário ter Ensino Médio completo e conhecimentos de informática, incluindo Pacote Office e Outlook. Também é desejável experiência ou conhecimento em sistemas de prontuário eletrônico. O processo seletivo inclui avaliação curricular e entrevista com a equipe de Recursos Humanos e o gestor da área, sendo todas as etapas eliminatórias.
Além da oportunidade profissional, o cargo conta com um pacote de benefícios que inclui assistência médica e odontológica, telemedicina, convênio farmácia, acesso a plataformas de bem-estar corporativo (como Wellhub e TotalPass), seguro de vida, auxílio-creche para mães, previdência privada, refeitório no local, vale-transporte, entre outros.
As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de outubro, por meio do link:
https://career8.successfactors.com/sfcareer/jobreqcareer?jobId=1315906&company=C0001240283P.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Renan Santos
"O Flávio Bolsonaro já é o próximo presidente da república. O Bolsonaro já ganhou. Façam o que vocês quiserem aí. Não vou pedir para vocês votarem nem nulo, nem no fulano, nem no ciclano simplesmente porque não faz diferença".
Disse Renan Santos, candidato pelo partido Missão, em uma live na noite deste domingo (4), criticou a postura dos eleitores brasileiros, disse acreditar que o senador Flávio Bolsonaro (PL) será eleito presidente, afirmou que não vai apoiar ninguém no segundo turno e previu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser solto em um acordo do novo governo com o Supremo Tribunal Federal (STF).