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Um policial militar do estado de Sergipe, investigado por um homicídio ocorrido em Glória, no Norte baiano, foi preso nesta quarta-feira (8). Segundo a Polícia Civil, o agente, que não teve o nome informado, é acusado de matar a tiros Diego da Silva Amaro, de 36 anos, após um desentendimento.
A suspeita é que o conflito estaria relacionado a uma suposta fraude em concurso público que envolvia a cobrança de valores previamente pagos.
A vítima morava em Piranhas, em Alagoas. Já a prisão do acusado ocorreu no município de Canindé de São Francisco, em Sergipe. Durante a operação, intitulada Divisa, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência do investigado. No local, foram recolhidos documentos, além do veículo que teria sido utilizado no crime.
Os policiais foram ainda até o local de trabalho do acusado, no município de Porto da Folha, em Sergipe, onde recolheram outros materiais.
Participaram da ação policiais civis da Bahia, por meio da delegacia de Glória, com apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (Gatti/Nordeste), do Núcleo de Inteligência da 18ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Paulo Afonso), além da delegacia de Paulo Afonso. A operação também teve apoio da Polícia Militar da Bahia, por meio do 20º Batalhão. O caso segue sob investigação.
STJ vai decidir se tenente-coronel acusado de matar esposa será julgado na Justiça Militar ou comum
Por André Fleury Moraes | Folhapress
O futuro da ação penal que acusa o tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo Geraldo Leite Rosa Neto de assassinar a própria esposa, a também policial Gisele Alves Santana, está nas mãos do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Caberá à corte decidir se o oficial será julgado pela Justiça comum, que pode mandar o caso a um tribunal do júri, ou pela Justiça Militar.
Assim, na prática, a diferença está na possibilidade de o caso ser julgado por um corpo de jurados civis, na Justiça comum, ou, na corte militar, por um conselho especial composto por um membro da Justiça estadual e por quatro juízes militares sorteados entre os oficiais da ativa da PM.
A presidência do STJ deve decidir qual das turmas analisará o tema, sem prazo para tramitar. O dilema vem na esteira de um conflito de competência reconhecido pelo juiz militar Fabrício Alonso Martinez Della Paschoa na última segunda-feira (6).
O magistrado vê elementos que levam o julgamento do caso à Justiça Militar. Ao mesmo tempo, a 5ª Vara do Júri da capital paulista já aceitou denúncia do Ministério Público de São Paulo, segundo a qual o tenente-coronel praticou o crime de feminicídio.
A defesa do tenente-coronel disse à Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (9) que o caso deve ser julgado na Justiça comum, na 5ª Vara do Júri. "É uma exigência constitucional", afirmou o advogado Eugênio Malavasi —a Constituição reconhece a competência do júri nos casos de crimes dolosos contra a vida.
O Ministério Público de São Paulo foi na mesma linha.
A controvérsia apontada pela Justiça Militar, por sua vez, está no fato de que o Código Penal Militar considera crimes militares aqueles praticados "por militar da ativa contra militar na mesma situação".
O entendimento geralmente adotado até aqui, a partir de decisões do STF (Supremo Tribunal Federal), é de que a competência do Tribunal do Júri para o julgamento dos crimes contra a vida prevalece sobre a da Justiça Militar em se tratando de fato circunscrito ao âmbito privado, sem nexo relevante com as atividades da polícia.
Segundo Della Paschoa, porém, há indícios de que a conduta do oficial tem relação direta com atividades militares, "especialmente no que se refere à utilização, pelo investigado, de sua posição hierárquica no âmbito da corporação como instrumento de dominação e violência no contexto da relação conjugal".
"As provas apontam que o investigado valia-se sistematicamente de sua posição hierárquica para subjugar a ofendida no âmbito de sua própria atividade profissional", escreveu o magistrado.
Pesam nesse sentido, afirmou, relatos de que o oficial comparecia às unidades onde Gisele trabalhava "sem que possuísse qualquer atribuição funcional naquele ambiente, permanecendo longos períodos próximo à ofendida, monitorando suas atividades e protagonizando situações constrangedoras, inclusive discussões, no interior da seção".
"Não se trata, pois, de um conflito doméstico que incidentalmente envolveu dois militares, mas de violência de gênero em que a autoridade estatal conferida pela corporação ao agressor constituiu elemento estruturante e potencializador da própria violência", escreveu.
A decisão de Della Paschoa diz também que o júri não é necessariamente "o único e melhor encaminhamento da questão" porque o modelo, segundo ele, pode abrir margem a distorções no julgamento ante a exploração indevida de fatores como comportamento de Gisele e fatores relacionados à sua vida privada.
Eventual reconhecimento de competência da Justiça Militar, escreveu o juiz, "não implica, de forma alguma, redução do alcance protetivo da legislação voltada à tutela dos direitos das mulheres" e muito menos " a prevalência dos princípios da hierarquia e disciplina sobre a necessidade de repressão a práticas de violência de gênero".
Pelo contrário: para ele, a atuação da Justiça Militar no caso "revela-se instrumento de ampliação da proteção conferida às mulheres que integram instituições militares, tradicionalmente marcadas por estruturas historicamente masculinizadas, assegurando que eventuais práticas de violência de gênero ocorridas nesse contexto sejam devidamente apuradas e sancionadas".
O tenente-coronel está preso desde 18 de março no presídio militar Romão Gomes. Ele é acusado de feminicídio e fraude processual porque, segundo o Ministério Público, tentou induzir o caso a ser registrado como suicídio.
O comandante-geral da PM de São Paulo disse quando da prisão do oficial que o caso é uma mácula na imagem da corporação.
Na semana passada, por sua vez, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) declarou que o tenente-coronel deveria "apodrecer pelo resto da vida na cadeia" e defendeu que o oficial perca o posto e a patente.
Ele afirmou ainda esperar uma punição severa e que o crime não fique impune. "Nosso desejo é que ele seja condenado exemplarmente, porque o que ele cometeu foi um crime bárbaro."
O oficial da PM passou para a reserva da corporação no início de abril. A aposentadoria se deu a pedido do próprio tenente-coronel, cujos vencimentos e gratificações estão mantidos. Ele é alvo também de um processo que pode expulsá-lo da PM.
Operação policial desarticula esquema de fraude em licitações em Valença e Teixeira de Freitas
Por Redação
Uma operação de grande escala foi deflagrada nesta semana com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa especializada em fraudes licitatórias e desvios de recursos públicos ocorridos em gestões passadas. A ofensiva, autorizada pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJ-ES), mobilizou agentes para o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão.
As diligências ocorreram simultaneamente nos municípios capixabas de São Mateus e Linhares, além das cidades baianas como Valença e Teixeira de Freitas. Como parte das medidas cautelares, o Poder Judiciário determinou o sequestro de imóveis vinculados aos investigados e o bloqueio de ativos financeiros de 15 pessoas envolvidas, totalizando até R$ 1,2 milhão.
De acordo com o Jornal A Voz do Baixo Sul, o grupo operava mediante a utilização irregular de atas de registro de preços de outros órgãos públicos para fraudar processos licitatórios, burlando os mecanismos de concorrência legal.
O esquema contava com a conivência de agentes públicos e a participação de empresários para promover o direcionamento de contratos e o superfaturamento de serviços, viabilizando o pagamento de propinas e a obtenção de lucros ilícitos.
Durante o cumprimento dos mandados, a polícia apreendeu aproximadamente R$ 2 milhões em cheques e cerca de R$ 86 mil em espécie (dinheiro vivo), além de três veículos sob suspeita de ligação com as atividades ilegais.
As autoridades revelaram que a organização utilizava "laranjas" (pessoas interpostas) e empresas de fachada para ocultar a origem dos valores e dificultar o rastreamento financeiro, prática característica do crime de lavagem de dinheiro.
As investigações seguem em curso para identificar outros possíveis beneficiários do esquema. A expectativa das autoridades é de que novos desdobramentos ocorram nos próximos dias, ampliando o combate à corrupção e reforçando o compromisso com a integridade dos recursos públicos estaduais.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PC-MG) investiga o homicídio de um homem de 31 anos ocorrido no dia 31 de março de 2026, no bairro Novo Horizonte, em Frutal, no Triângulo Mineiro. O principal suspeito é Marcos Antônio da Silva Neto, de 19 anos, que teve a prisão temporária decretada pela Justiça e é considerado foragido.
De acordo com as investigações, Neto é suspeito de matar a tiros Rafael Garcia Pedroso, que havia sido condenado por assassinar a mãe do jovem cerca de dez anos antes. À época do crime, Neto tinha 9 anos e presenciou o ocorrido.
Em nota, a PC-MG informou que “a vítima [do caso de 31 de março], há cerca de dez anos, teria sido responsabilizada pelo homicídio da genitora do investigado, fato que foi devidamente investigado à época, com identificação, processamento e condenação do autor pelo Poder Judiciário”.
Ainda segundo a polícia, o suspeito teria monitorado Pedroso por aproximadamente dois meses antes de efetuar diversos disparos contra ele em frente a uma Unidade Básica de Saúde (UBS), onde a vítima acompanhava a parceira.
Pedroso havia sido condenado pelo assassinato de Glauciane Cipriano, em 2016. Conforme informações, ele cumpria prisão domiciliar desde 15 de janeiro, após deixar a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) devido à superlotação, com autorização judicial.
“A Polícia Civil informa, ainda, que foi decretada a prisão temporária do investigado, que é considerado foragido no momento. Novas diligências estão em andamento, incluindo a oitiva de testemunhas e a conclusão de laudos periciais”, destacou a corporação.
Seis pessoas acusadas de integrar organização criminosa são presas na Bahia e em Pernambuco
Por Redação
O Ministério Público do Estado da Bahia deflagrou nesta quarta-feira (9) a quarta fase da ‘Operação Premium Mandatum’ e cumpriu seis mandados de prisão temporária nos Municípios de Juazeiro, na Bahia, e em Petrolina, no estado de Pernambuco. Também foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em Juazeiro e Petrolina. Além disso, está sendo cumprido um mandado de prisão temporária e um de busca e apreensão no Rio de Janeiro.
O grupo está sendo investigado por tráfico de drogas e lavagem de capitais, com atuação nos municípios de Juazeiro, na Bahia, e em Petrolina, no estado de Pernambuco. As investigações apontam ainda que a organização possuía estrutura hierarquizada, com divisão de funções entre núcleos. Um grupo de comando, composto por lideranças custodiadas em unidades prisionais, era responsável por determinar as ações criminosas, que eram executadas por um núcleo operacional. Já o núcleo financeiro atuava na ocultação e movimentação de recursos ilícitos, garantindo a manutenção das atividades.
Durante as diligências também foram apreendidos seis aparelhos celulares, uma balança de precisão e R$ 14.781,00 em espécie. O material será analisado para subsidiar o aprofundamento das investigações.
Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Juazeiro. A operação contou com o apoio de forças de segurança da Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro, incluindo unidades do Gaeco, da Polícia Militar e da Polícia Penal da Bahia.
Nas fases anteriores da Operação Premium Mandatum, o MPBA ofereceu denúncia contra 48 pessoas e obteve o bloqueio judicial de R$ 44 milhões, além do cumprimento de mandados de busca e apreensão contra 84 investigados.
Com a suspensão das atividades do Estádio de Pituaçu por cerca de nove meses, o Bahia definiu um novo mando de campo para a equipe feminina.
De acordo com apuração do Bahia Notícias, o Tricolor utilizará a Arena Cajueiro, em Feira de Santana, como palco de seus jogos durante o período de reformas.
O estádio de Pituaçu ficará fechado a partir de abril, com previsão de reabertura apenas em novembro. A intervenção inclui a troca completa do gramado, além de melhorias nos sistemas de drenagem e irrigação.
A mudança impacta diretamente o calendário do futebol feminino do clube, que disputará partidas do Campeonato Brasileiro Série A1 e da Copa do Brasil Feminina fora de Salvador.
Com isso, a equipe passa a atuar no interior do estado temporariamente, até a conclusão das obras no principal equipamento esportivo utilizado pelo time.
Justiça determina retirada da BYD de lista suja do governo por condições análogas à escravidão
Por Redação
O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região concedeu liminar determinando a exclusão da montadora chinesa BYD de uma lista oficial do governo federal que inclui empresas acusadas de submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão, nesta quinta-feira (9).
A decisão, segundo a Folha de S. Paulo, ocorre dois dias após a inclusão da empresa na relação conhecida como "lista suja" do trabalho análogo à escravidão, divulgada na segunda-feira (6).
A montadora havia sido alvo de fiscalização há um ano e meio, quando trabalhadores chineses foram resgatados em meio a condições precárias nas obras da nova fábrica da empresa em Camaçari, Região Metropolitana.
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), 163 empregados foram submetidos a regime considerado análogo à escravidão. Os auditores fiscais do trabalho identificaram indícios de fraudes nos documentos apresentados às autoridades migratórias, o que teria viabilizado a entrada irregular dos trabalhadores chineses no país.
César Camargo Mariano, ex-marido de Elis Regina, notifica Universal por relançamento de álbum
Por Redação
O relançamento do álbum 'Elis', clássico de Elis Regina de 1973, pela Universal Music, está sendo alvo de uma polêmica. As informações são da coluna de Ancelmo Gois do jornal 'O Globo'.
O maestro e arranjador César Camargo Mariano, ex-marido da artista, notificou a gravadora pelo relançamento, afirmando que a Universal não poderia ter autorizado a nova remasterização sem consultá-lo. “O disco foi verdadeiramente mutilado”, disse.
Mariano, que foi diretor musical, arranjador e pianista do trabalho original, fez um desabafo nas redes sociais: “Estou sendo procurado para dar minha opinião sobre o lançamento da nova versão. E respondo que ouvi, com tristeza.”
Em entrevista ao jornal 'O Globo', João Marcelo Bôscoli, afirmou que o 'Elis' era um dos discos cujo áudio menos o satisfazia, além de receber queixas dos fãs.
“O som que a Elis Regina ouvia no estúdio ela não ouvia depois no álbum em casa. Ela não gostava de ouvir os álbuns”, contou, acrescentando que respeitou a estrutura musical do disco em seu trabalho.
De acordo com Ancelmo Gois, o caso está sendo conduzido pela advogada Deborah Sztajnberg.
A Bahiagás foi premiada com o Selo Lilás, certificação concedida pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) que destaca organizações comprometidas com a promoção da equidade de gênero e a valorização das mulheres. A cerimônia de entrega foi realizada no dia 30 de março, no auditório Mário Cravo, no Sesc Casa do Comércio, em Salvador.
O selo do governo do estado foi desenvolvido para empresas baianas que adotam, efetivamente, políticas de igualdade de gênero e atuam na defesa das mulheres contra a discriminação, o assédio e a violência sexual.
Para o diretor-presidente da companhia, Luiz Gavazza, o reconhecimento evidencia a continuidade e a solidez desse compromisso. “É uma alegria sermos agraciados pela terceira edição do Selo Lilás. A isso se soma também o Selo Pró-Equidade, do qual já fomos premiados seis vezes. Para mim, é motivo de imenso orgulho fazer parte de uma companhia que possui um Comitê Pró-Equidade de Gênero, Raça, Diversidade e Inclusão tão atuante e presente no cotidiano das pessoas. Este é um reconhecimento que pertence a toda a Bahiagás”, afirmou.
A coordenadora do Comitê Pró-Equidade da Bahiagás, Denise Assis, destacou que a certificação deve ser celebrada como uma vitória coletiva, resultado de todas e todos que constroem, diariamente, a Companhia.
“A conquista de mais um Selo Lilás reafirma o compromisso da Bahiagás com a implementação de ações estruturantes voltadas à equidade. Para o Comitê, esse reconhecimento tem um significado ainda mais especial, pois demonstra que estamos avançando de forma concreta na implementação de ações que valorizam as pessoas em sua diversidade e enfrentam desigualdades estruturais. Seguimos firmes no propósito de consolidar uma cultura corporativa cada vez mais inclusiva, consciente e alinhada aos princípios de equidade e responsabilidade social”, ressaltou.

SELO
Criado em 2024, o Selo Lilás integra uma estratégia do Governo do Estado da Bahia para mobilizar diferentes setores na promoção dos direitos das mulheres no mundo do trabalho. As instituições certificadas passaram por processo seletivo público e comprovaram a adoção de práticas efetivas, como políticas antidiscriminatórias, programas de desenvolvimento, incentivo à ascensão profissional de mulheres e iniciativas voltadas à construção de ambientes organizacionais mais equitativos e inclusivos.
“Não foi a única vez”: Santoro detalha cobranças do Bahia à CBF e descarta "modelo antigo" de protesto público
Por Bia Jesus
O diretor de futebol do Bahia, Carlos Eduardo Santoro, voltou a comentar a postura do clube em relação à comunicação e às cobranças internas. Em entrevista ao BAR FC, divulgada nesta quinta-feira (9), o dirigente afirmou que o Tricolor adota um modelo de gestão que evita a exposição pública de conflitos.
Segundo Santoro, há uma percepção equivocada de que não existe cobrança no clube.
"Eu acho que as pessoas acabam não tendo tanto acesso e acham que cobrança é uma palavra que não existe no Bahia. Discordo veementemente, obviamente existem conversas, existem cobranças. O que a gente não faz, diferente de muitos clubes, é tornar público o que acontece lá dentro. Essa é a forma que a gente entende que é uma gestão profissional, uma gestão organizada", afirmou.
O dirigente também abordou a atuação da arbitragem, tema recente de insatisfação do clube após o duelo contra o Palmeiras. Santoro reforçou que o Bahia discorda de decisões, mas adota uma abordagem institucional.
"Mesmo quando existem erros de arbitragem — e que fique muito claro que não tem absolutamente nada contra o Palmeiras — a gente realmente discorda. Só que a nossa forma de discordar não é naquele modelo antigo, de bater na mesa, de fazer disso algo público", disse.
De acordo com ele, o clube participa de reuniões com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e busca discutir melhorias de forma direta, incluindo pautas como a profissionalização da arbitragem.
"A gente se preocupa muito em ter conversas para como que a gente pode melhorar isso. Existem reuniões pós-jogo da CBF, a gente participa, a gente se posiciona, tem discussões agora sobre a profissionalização da arbitragem", completou.
Santoro também destacou que manifestações do clube não são inéditas, embora nem sempre venham a público.
"Acham que essa foi a primeira e única vez que nós nos posicionamos e eu te digo que não. Não foi a primeira vez que discordamos, não vai ser a última, infelizmente", concluiu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Vão vender o Brasil".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao criticar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, ao comentar as disputas em torno dos minerais críticos e das terras raras brasileiras.