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O Republicanos decidiu lançar o senador Cleitinho Azevedo ao Governo de Minas Gerais. O acordo foi definido nesta sexta-feira (7), após reunião do parlamentar com o presidente nacional da legenda, deputado Marcos Pereira (SP), em São Paulo. A chapa deve ser oficializada nos próximos dias.
Segundo Pereira, a mudança ocorreu diante da força eleitoral de Cleitinho e da importância dele para a formação da bancada do partido no estado. Como parte do acordo, o senador não utilizará recursos do fundo eleitoral da legenda. A decisão ocorre após uma sequência de mudanças de posição do parlamentar sobre a disputa.
Cleitinho chegou a ser retirado dos planos do partido em duas ocasiões, depois de alterar publicamente três vezes a decisão sobre disputar o governo. O ex-prefeito de Patos de Minas Luis Eduardo Falcão, inicialmente escolhido pelo Republicanos, é aliado de Cleitinho e articulou para que o senador reassumisse a candidatura.
A legenda também levou em conta a pressão de candidatos a deputado federal e estadual, que defendiam a presença de Cleitinho na chapa. O partido havia enfrentado dificuldades na composição da disputa proporcional após filiados apostarem no senador como principal cabo eleitoral.
Nas pesquisas, Cleitinho aparece na liderança. Levantamento Quaest divulgado em 28 de julho apontou 35% das intenções de voto para o senador, 23 pontos à frente do segundo colocado, Alexandre Kalil (PDT). Ele também lidera as simulações de segundo turno. Em nota, o Republicanos afirmou que Cleitinho pediu desculpas à população mineira e às forças políticas envolvidas na construção da chapa e assumiu o compromisso de levar a candidatura até o fim.
A definição também interfere na estratégia do PL para Minas Gerais. O partido havia apostado em Cleitinho como um nome capaz de fortalecer a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência no estado. Com a possibilidade de Cleitinho fora da disputa, o PL havia lançado o ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, ao governo estadual. O deputado federal Domingos Sávio também concorre ao Senado pela sigla.
'A Odisseia' é o quinto filme de 2026 a chegar a US$ 1 bilhão em bilheteria mundial
Por Mateus Martinez | Folhapress
A adaptação do épico grego "A Odisseia" feita pelo diretor Christopher Nolan chegou à marca de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões) em bilheterias mundiais. O filme, até o momento, é a segunda maior bilheteria do diretor, ficando atrás apenas de "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge" (2012), que faturou US$ 1,085 bilhão (R$ 5,5 bilhões).
No total, o filme acumula US$ 429 milhões (R$ 2,1 bilhões) no mercado doméstico, que inclui Estados Unidos e Canadá, e US$ 570 milhões (R$ 2,9 bilhões) no resto do mundo. Esse número ainda pode aumentar, pois o filme ainda não foi lançado na Coreia do Sul, China e Japão.
As salas Imax, adaptadas para o formato no qual o diretor gravou o longa, geraram para o filme US$ 257 milhões (R$ 1,3 bilhão) mundialmente. Segundo informações da própria companhia, julho foi o mês com o maior lucro na história do Imax.
Apenas em 2026, cinco filmes já alcançaram a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria, além de "A Odisseia", foram eles: "Homem-Aranha: Um Novo Dia", "Toy Story 5", "Michael" e "Super Mario Galaxy: O Filme".
A artesã e criadora de conteúdo Silene Morigi criticou Mara Maravilha após, segundo seu relato, a apresentadora publicar imagens de teor sexual relacionadas ao passado de Xuxa Meneghel nos comentários de um post sobre crochê. Em vídeo publicado nesta sexta-feira (7), Silene explicou que a publicação surgiu após uma declaração de Xuxa durante o primeiro show da turnê O Último Voo da Nave, em São Paulo.
A artesã afirmou ter interpretado a fala como uma brincadeira sobre a idade da apresentadora e aproveitou o assunto para defender a valorização do trabalho artesanal. “Pra mim, ela tava brincando com a própria idade, e eu aproveitei essa pauta pra trazer um assunto muito mais importante, que é a valorização do trabalho artesanal”, explicou.
Segundo Silene, Xuxa chegou a comentar na publicação para pedir desculpas e esclarecer que não pretendia ofender as crocheteiras. Mara Maravilha também apareceu inicialmente no espaço com a mensagem “Entendi!!!!”.
Depois, conforme o relato da artesã, Mara teria publicado imagens de teor sexual envolvendo o passado de Xuxa, incluindo referências ao filme Amor Estranho Amor. “Você não pode usar o meu post, o meu perfil pra isso”, afirmou Silene, que também demonstrou preocupação com possíveis punições à conta por causa do conteúdo publicado nos comentários.
Ao final, ela questionou diretamente a intenção da apresentadora: “Então, Mara, se a sua intenção foi atingir a Xuxa, você errou de endereço. Porque esse perfil aqui é meu”.
ASSISTA:
O Projeto de Lei nº 4.912/2026 foi apresentado nesta quinta-feira (6) na Câmara dos Deputados para criar regras permanentes para a utilização do regime de drawback na importação de amêndoas de cacau. A proposta surge após a perda de validade da Medida Provisória nº 1.341/2026, que deixou de vigorar por não ter sido apreciada pelo Senado dentro do prazo constitucional.
Com o fim da medida provisória, o benefício voltou a seguir as normas gerais do regime aduaneiro especial. O novo texto busca estabelecer critérios específicos para o setor, conciliando o incentivo às exportações com a proteção da cadeia produtiva nacional.
Entre os principais pontos da proposta está a limitação dos atos de drawback a um período máximo de seis meses. O projeto também determina que as importações de amêndoas ocorram apenas durante a entressafra da produção brasileira, entre os meses de dezembro e março.
A iniciativa ainda prevê a divulgação trimestral de dados sobre o volume importado, os valores envolvidos, os produtos exportados vinculados ao benefício e os respectivos códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). O texto estabelece, ainda, mecanismos de fiscalização e penalidades para empresas que descumprirem as regras.
Autor da proposta, o deputado federal Capitão Alden (PL-BA) afirmou que o objetivo é preservar o regime de drawback sem prejudicar os produtores brasileiros. “Não somos contra o drawback. Somos contra a utilização do benefício de forma que prejudique quem produz no Brasil. O setor precisa de regras claras, transparência e segurança jurídica. Nosso projeto preserva um importante instrumento de comércio exterior, mas cria salvaguardas para proteger a produção nacional e evitar distorções”, declarou.
CONFIRA O PROJETO NA ÍNTEGRA:
O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA) passou a adotar, desde a terça-feira (4), a obrigatoriedade do exame toxicológico, como parte do processo para obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A e B.
A exigência aprovada pelo Congresso Nacional foi estabelecida pela Lei nº 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ampliando a obrigatoriedade do exame para os candidatos à primeira CNH, que antes se aplicava apenas aos condutores das categorias C, D e E.
Segundo o órgão, o exame tem como objetivo identificar o uso de substâncias psicoativas, como: maconha, cocaína, dentre outras substâncias, que possam comprometer a capacidade de condução de veículos.
A coleta é realizada por meio de amostras de cabelo, pelos ou unhas, permitindo a detecção do consumo de drogas até 90 dias anteriores ao teste. O exame é realizado exclusivamente em laboratórios credenciados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e pode ser escolhido pelo candidato que vai optar pelo melhor valor, seguindo a lei de mercado.
Na Bahia, o valor gira em torno de R$120. Vale ressaltar que o laudo tem validade de 90 dias para ser apresentado ao Detran, a partir da data da coleta. A recomendação do órgão é que o exame seja agendado para o final do processo, já no período da prova prática, para evitar que a validade do laudo seja expirada, gerando mais custos aos candidatos.
Caso o resultado do exame seja positivo, o candidato deve aguardar o prazo de 90 dias para realizar novamente o teste e, assim, continuar o processo para obtenção da CNH.
Para os condutores das categorias C, D e E, permanecem as mesmas regras já previstas na legislação, que determinam a realização do exame para a retirada da CNH, nas renovações e nos exames periódicos, conforme os prazos estabelecidos.
A fim de monitorar a divulgação de conteúdos falsos e o uso indevido de inteligência artificial nas eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou nesta semana um órgão composto por especialistas em diferentes áreas.
De acordo com a Corte, o Conselho Consultivo de Integridade Informacional será formado por especialistas em tecnologia e inteligência artificial, segurança pública e criminalidade organizada, comunicação social, entre outros campos.
Os integrantes ainda serão definidos e participarão de reuniões que ocorrerão pelo menos uma vez por mês até dezembro; eles não receberão remuneração.
Entre outras atribuições, o conselho deverá assessorar o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, em ações contra a desinformação no período eleitoral. Além de:
- Acompanhar o uso indevido de IA no ambiente digital, além das campanhas;
- Sugerir parcerias com universidades, empresas e sociedade civil;
- Incentivar ações de educação digital e combate à desinformação.
MP Eleitoral pede impugnação do registro de candidatura à reeleição de Binho Galinha
Por Fernando Duarte / Paulo Dourado
O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu a impugnação do registro de candidatura à reeleição do deputado estadual Kléber Cristian Escolano de Almeida, o Binho Galinha (Avante), nesta sexta-feira (7).
No documento obtido pelo Bahia Notícias, protocolado pelo procurador regional eleitoral Cláudio Gusmão, o MPE afirma que o parlamentar lideraria uma organização criminosa armada na região de Feira de Santana, o que, segundo o órgão, o tornaria inapto a exercer o mandato.
O pedido se apoia em um entendimento recente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, com base na Constituição, veda a participação de integrantes de organizações paramilitares ou de grupos criminosos organizados no processo eleitoral. Para o MPE, a candidatura comprometeria a legitimidade e a normalidade das eleições. O caso tramita no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), sob relatoria do desembargador Moacyr Pitta Lima Filho, e ainda será julgado.
Ainda segundo documento do Ministério Público, Binho Galinha já foi condenado, em ação penal na Justiça estadual, a mais de 36 anos e 9 meses de prisão por crimes ligados ao Estatuto do Desarmamento, entre eles a posse de armamento de uso restrito e com numeração suprimida. As acusações de comando de uma organização criminosa derivam das operações El Patrón, Hybris e Estado Anômico, que apontam, ainda de acordo com o MPE, o envolvimento do grupo com lavagem de dinheiro, extorsão, agiotagem, receptação e exploração do jogo do bicho.
De acordo com a investigação citada no pedido, a suposta organização teria cinco núcleos, incluindo um braço armado formado por policiais militares que fariam a segurança pessoal do deputado e cobranças violentas. O MPE sustenta que, mesmo após as primeiras operações e a imposição de medidas cautelares, o grupo teria continuado a operar por meio de terceiros, entre eles a esposa e o filho do parlamentar.
O pedido de impugnação reúne outros elementos apontados pelas investigações. Nas buscas, a Polícia Federal teria encontrado fuzis, pistolas, revólveres e espingardas em endereços ligados ao deputado. Análises da Receita Federal indicariam movimentação de mais de R$ 15 milhões líquidos, valor tido como incompatível com os rendimentos declarados, além de 12 imóveis sem lastro financeiro. Dados telemáticos, ainda segundo o MPE, teriam revelado na agenda do parlamentar contatos de mais de 120 policiais civis e militares e planilhas que indicariam pagamentos a agentes dessas instituições em Feira de Santana.
Após pedido de Janja, AGU se reúne com Discord para discutir adequação da plataforma no Brasil
Por Redação
A Advocacia-Geral da União (AGU) vai se reunir nesta sexta-feira (7) com representantes do Discord para discutir medidas de adequação da plataforma às normas brasileiras que regulamentam os serviços digitais. O encontro foi solicitado pela própria empresa um dia após a primeira-dama Janja da Silva defender que a rede social fosse retirada do ar no país.
A declaração ocorreu durante um evento no Palácio do Planalto, quando Janja citou o caso de uma adolescente de 13 anos, de Naviraí (MS), que teria sido induzida a tirar a própria vida durante uma transmissão realizada no Discord. Na ocasião, ela afirmou que "a gente precisa retirar imediatamente o Discord do ar".
CONFIRA:
Após a fala, o advogado-geral da União, Jorge Messias, pediu ao Ministério da Justiça informações sobre o caso e anunciou que avaliaria medidas contra a plataforma. Nesta sexta, a AGU confirmou que recebeu os dados da investigação e informou que ouvirá os representantes da empresa antes de decidir os próximos passos. Entre as alternativas analisadas está a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que poderá substituir uma eventual ação judicial.
O caso citado por Janja é investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul. Na última terça-feira (4), uma operação cumpriu mandados em cinco estados e resultou na apreensão de cinco adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, além da prisão de um jovem de 18 anos. Os investigados respondem por homicídio qualificado e organização criminosa, e a polícia aponta um adolescente de 14 anos, apreendido no Rio de Janeiro, como líder do grupo.
A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) pediu vistas por 48 horas aos dois projetos do Executivo que estavam em pauta na reunião conjunta de comissões da Câmara Municipal de Salvador, na manhã desta sexta-feira (7). Com o pedido, a análise das propostas fica suspensa por dois dias. Um dos textos trata da destinação da primeira parcela dos precatórios do Fundef aos profissionais do magistério, e o outro, das indenizações em desapropriações feitas pelo município.
Vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Aladilce argumentou que as propostas precisam de mais análise e que, no caso dos precatórios, o assunto deve ser discutido com a categoria interessada. Segundo ela, o presidente da Câmara, vereador Carlos Muniz (PSDB), vai se reunir na próxima segunda-feira (10) com dirigentes do sindicato dos professores, a APLB, para debater o projeto.
Ainda na segunda, após a sessão ordinária, o Colégio de Líderes deve se reunir para definir o cronograma de votação. A expectativa é que tanto o projeto dos precatórios quanto o das indenizações sejam apreciados em plenário na sessão de quarta-feira (12).
O projeto dos precatórios foi enviado pela Prefeitura na última quarta e prevê o pagamento de R$ 93 milhões a cerca de 6,5 mil professores que atuaram na rede municipal entre 1998 e 2006. Nesta sexta, a Prefeitura chegou a publicar no Diário Oficial a lista dos profissionais aptos a receber os valores. Além da CCJ, a reunião conjunta reuniu vereadores das comissões de Finanças, Orçamento e Fiscalização; Planejamento Urbano e Meio Ambiente; e Educação, Esporte e Lazer.
A Caixa Econômica Federal colocou em leilão um apartamento que pertenceu ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). Localizado em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, o imóvel foi retomado pelo banco após o não pagamento das parcelas do financiamento. Avaliado em R$ 1 milhão, o apartamento está disponível com desconto de 36,27%, permitindo ofertas a partir de R$ 644 mil. O leilão permanecerá aberto até o dia 20 de agosto, às 10h.
De acordo com o registro do imóvel, Eduardo Bolsonaro comprou o apartamento em junho de 2017 por R$ 1 milhão e financiou cerca de 79% do valor junto à Caixa. A matrícula não informa o montante da dívida, mas aponta que o banco iniciou o processo de cobrança em outubro de 2025. A propriedade foi transferida para a instituição financeira em fevereiro deste ano.
O documento também registra que o apartamento foi bloqueado por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em julho de 2025, no âmbito das investigações relacionadas aos atos de 8 de Janeiro.
Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde o primeiro semestre de 2025. Em junho deste ano, ele foi condenado por unanimidade pela Primeira Turma do STF a quatro anos e dois meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso de processo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Renan Santos
"Eu serei um presidente, não um boneco".
Disse o candidato à Presidência da República pelo Missão, Renan Santos ao afirmar em entrevista à GloboNews, que não cumpriria decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal (STF) caso a considerasse ilegal.