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Estudo com 400 voluntários definirá se uso preventivo da pílula anti-HIV será adotada no país

Foto: Divulgação
Forma adicional de evitar infecção pelo vírus HIV, o medicamento Truvada não previne outras DSTs, mas pode passar a ter registro para a prevenção, e não só para tratamento, como ocorre atualmente e sem ter sido adotado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Tudo vai depender de um estudo elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com 400 voluntários, 200 em São Paulo e 200 no Rio de Janeiro. “Temos que mostrar com o estudo que é possível implementar essa estratégia no Brasil. É importante esclarecer que, de maneira alguma, o objetivo dessa estratégia é substituir a camisinha. Trata-se de uma forma adicional de prevenção para grupos que estão mais vulneráveis”, disse a infectologista Brenda Hoagland, uma das coordenadoras do projeto. O perfil de voluntários esperado são homens maiores de idade, HIV negativos e que fazem sexo com homens, que serão acompanhados durante um ano. Com informações da Globo.