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Jerônimo exalta megaoperação do governo federal contra o PCC e defende uso da indigência na luta contra as facções

Por Leonardo Almeida

Foto: Mateus Pereira / GOVBA

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) exaltou a “megaoperação” promovida pelo governo federal contra operações financeiras da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) nesta quinta-feira (28), em São Paulo. Em nota emitida à imprensa, o petista defendeu o uso da inteligência no combate ao crime organizado e afirmou que a ação do governo federal é um “exemplo” a ser adotado na Bahia.

 

“A operação realizada pelo Ministério da Justiça do governo Presidente Lula contra as operações bilionárias e ilegais do PCC no mercado financeiro e de combustíveis, com envolvimento de famigerados fundos de investimentos da Faria Lima em SP, é exemplo de que é possível combater o crime não apenas com operações de campo, mas, também com o uso da inteligência policial e da integração de forças, que neste caso envolveu também a Polícia Federal, Ministério Público e também o Ministério da Fazenda”, disse o governador em nota.

 

“É uma inspiração para que nossa luta na Bahia contra o crime organizado continue firme, equipando nossa polícia e usando de recursos tecnológicos e de inteligência contra criminosos cada vez mais sofisticados. Mas, vamos derrotá-los”, complementou Jerônimo.

 

Nesta quinta, uma megaoperação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, e da Receita Federal foi deflagrada. O principal alvo das investigações é o empresário Mohamad Hussein Mourad, apontado pelas autoridades como o epicentro de um suposto esquema criminoso no setor de combustíveis que conecta a organização PCC ao centro financeiro da Faria Lima.

 

De acordo com o Gaeco, Mourad é alvo de um dos 350 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos. As investigações apontam que Mourad e Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como "Beto Louco", seriam os principais operadores por trás de um ecossistema fraudulento que abrangeria toda a cadeia de combustíveis. O esquema envolveria desde a importação, produção, distribuição e comercialização até o consumidor final, incluindo ainda os elos finais de ocultação e blindagem de patrimônio por meio de fintechs e fundos de investimento.