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Em meio à disputa com Muniz, Aleluia reúne apoio de 23 vereadores para presidir a CMS

Por Redação

Foto: Divulgação

O vereador Alexandre Aleluia recebeu oficialmente o apoio de 23 vereadores para disputar o cargo de presidente da Câmara de Salvador (CMS). Os apoios foram confirmados nesta sexta-feira (23) durante uma reunião realizada na sede do União Brasil e contou com lideranças do Progressistas, PSDB, Cidadania, PL, DC, PRD, PDT e Novo.

 

"É uma grande honra para mim receber o apoio da maioria dos vereadores de Salvador para presidir a primeira Casa Legislativa do Brasil. Já temos o apoio de 23 dos 43 vereadores e seguimos construindo até o final do dia de hoje mais alianças para que seja uma eleição tranquila e verdadeiramente democrática, com a maioria absoluta dos edis", afirma Aleluia, que é o atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

 

Aleluia ressalta o papel democrático do prefeito Bruno Reis, que fez questão de deixar claro que respeitaria e iria ratificar a vontade soberana dos vereadores da base do seu governo. 

 

Até o momento, os 23 vereadores que declararam apoio oficialmente a Alexandre Aleluia são: Alberto Braga, Alex Alemão, Alexandre Aleluia, Anderson Ninho, André Fraga, Cézar Leite, Claudio Tinoco, Cris Correia, Débora Santana, Duda Sanches, Fabio Souza, Isabela Sousa, Jorge Araújo, Kiki Bispo, Marcelle Moraes, Marcelo Guimarães Neto , Orlando Palhinha, Omarzinho Gordilho, Paulo Magalhães Júnior, Rodrigo Amaral, Sandro Filho, Sandro Bahiense, Teo Senna.


O vereador Alexandre Aleluia recebeu oficialmente o apoio de 23 vereadores para disputar a presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS). As adesões foram confirmadas nesta sexta-feira (23), durante uma reunião realizada na sede do União Brasil, que contou com a participação de lideranças do Progressistas, PSDB, Cidadania, PL, DC, PRD, PDT e Novo.

 

“É uma grande honra para mim receber o apoio da maioria dos vereadores de Salvador para presidir a primeira Casa Legislativa do Brasil. Já temos o apoio de 23 dos 43 vereadores e seguimos construindo, até o final do dia de hoje, mais alianças para que seja uma eleição tranquila e verdadeiramente democrática, com a maioria absoluta dos edis”, afirmou Aleluia, atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

 

Aleluia também destacou a postura do prefeito Bruno Reis (União Brasil), que, segundo o vereador, fez questão de deixar claro que respeitaria e ratificaria a decisão da maioria dos vereadores da base governista.

 

Até o momento, os 23 vereadores que declararam oficialmente apoio à candidatura de Alexandre Aleluia são: Alberto Braga, Alex Alemão, Alexandre Aleluia, Anderson Ninho, André Fraga, Cézar Leite, Claudio Tinoco, Cris Correia, Débora Santana, Duda Sanches, Fabio Souza, Isabela Sousa, Jorge Araújo, Kiki Bispo, Marcelle Moraes, Marcelo Guimarães Neto, Orlando Palhinha, Omarzinho Gordilho, Paulo Magalhães Júnior, Rodrigo Amaral, Sandro Filho, Sandro Bahiense e Teo Senna.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o vereador Claudio Tinoco (União Brasil), que declarou apoio à candidatura de Aleluia, avaliou que a articulação demonstra unidade entre os parlamentares e viabilidade eleitoral. Segundo ele, o movimento partiu dos próprios vereadores e pode ampliar o número de apoiadores nos próximos dias. “Esse movimento nasce dos próprios vereadores e já é exposto por uma significativa maioria. Isso não só é uma demonstração de unidade, mas, acima de tudo, de viabilidade da sua eleição”, afirmou Tinoco.

 

O vereador também destacou que a escolha antecipada do nome de Aleluia, cuja eleição está prevista regimentalmente para dezembro, sinaliza a intenção de parte expressiva da Casa de fortalecer a instituição e ampliar o diálogo com a sociedade. “Chegamos agora, ainda em outubro, com uma sinalização mostrando que a grande maioria da Câmara Municipal de Salvador pretende ter um presidente que fortaleça a instituição, que a represente com aquilo que a sociedade espera: um caráter democrático e conhecimento”, declarou.

 

EMBATE ENTRE ALELUIA E MUNIZ 
Aleluia e o presidente atual da CMS, Carlos Muniz (PSDB), protagonizaram um embate durante uma reunião do Colégio de Líderes, realizada no dia 23. Na ocasião, os vereadores discutiam a definição de uma data para a votação de projetos de autoria dos parlamentares da Casa.

 

Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias com interlocutores que participaram da reunião, a discussão começou quando Muniz apresentou uma pauta para votação na segunda-feira (28). Os participantes, no entanto, relembraram um acordo firmado em agosto pelo Colégio de Líderes para que não houvesse votações antes das eleições.

 

Aleluia, então, citou um dispositivo do regimento interno que permitiria estabelecer um prazo de 24 horas para conhecer as pautas. Ainda de acordo com os interlocutores, houve preocupação com a possibilidade de antecipação das votações, como teria ocorrido no biênio 2023-2024.

 

Após a manifestação de Aleluia, Muniz teria reagido com irritação e afirmado que a decisão cabia a ele e que a votação ocorreria “com ou sem” os projetos de autoria dos vereadores da base governista. Segundo os relatos, também seriam votados projetos da oposição, além da proposta de emendas encaminhada pela Prefeitura.

 

Na sequência, houve um momento de tensão, com trocas de acusações entre os dois vereadores. Entre os pontos levantados estavam a apresentação de emendas sem o conhecimento prévio dos demais parlamentares e cobranças por respeito mútuo.

 

Depois disso, vereadores da oposição pediram a palavra e afirmaram que também não consideravam adequada a realização de votações na última semana da campanha eleitoral. Ainda segundo os relatos, Muniz respondeu que as votações poderiam ficar para dezembro.

 

Em outro momento da reunião, o vereador André Fraga levantou a possibilidade de que a discussão não estivesse relacionada apenas às emendas, mas também a uma eventual antecipação da eleição para a presidência da CMS. Diante da hipótese, Muniz afirmou que não tomaria nenhuma decisão sem o conhecimento dos demais vereadores. “Não faria o que Geraldo fez”, declarou, em referência ao processo de sucessão na presidência da Câmara.

 

O presidente da Casa também afirmou que, caso seja impedido de disputar a reeleição, pretende se reunir com Bruno Reis para receber uma indicação do prefeito sobre o nome que deverá apoiar na sucessão. Na ocasião, Muniz ressaltou que poderia vetar o nome escolhido pelo chefe do Executivo municipal.