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Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

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O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

aleluia

União Brasil convida Alexandre Aleluia a voltar ao partido após apoio para presidência da Câmara de Salvador
Foto: Valdemiro Lopes

O União Brasil convidou o vereador Alexandre Aleluia (Novo) para voltar ao partido no mesmo dia em que ele recebeu o apoio oficial de 23 dos 43 vereadores para disputar a presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS). O convite foi revelado nesta sexta-feira (23) pelo vereador Cláudio Tinoco, do União Brasil, em entrevista ao Bahia Notícias. Segundo ele, Aleluia recebeu bem a proposta e está analisando o convite.

 

“Quero destacar que, além de acompanhar o trabalho dele, ele foi correligionário do União Brasil. Nós fizemos o convite para que Aleluia retorne aos quadros do partido. Ele recepcionou e está analisando o convite”, disse Tinoco.

 

Os apoios a Aleluia foram confirmados em reunião na sede do União Brasil, com a presença de lideranças do Progressistas, PSDB, Cidadania, PL, DC, PRD, PDT e Novo. Com 23 votos, o vereador já tem a maioria absoluta da Casa, ou seja, mais da metade dos parlamentares. Atualmente, ele preside a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, responsável por analisar se os projetos estão de acordo com a lei.

 

“É uma grande honra para mim receber o apoio da maioria dos vereadores de Salvador para presidir a primeira Casa Legislativa do Brasil. Já temos o apoio de 23 dos 43 vereadores e seguimos construindo até o final do dia de hoje mais alianças para que seja uma eleição tranquila e verdadeiramente democrática, com a maioria absoluta dos edis”, afirmou Aleluia. 

 

Declararam apoio oficial a Aleluia os vereadores Alberto Braga, Alex Alemão, Anderson Ninho, André Fraga, Cézar Leite, Cláudio Tinoco, Cris Correia, Débora Santana, Duda Sanches, Fábio Souza, Isabela Sousa, Jorge Araújo, Kiki Bispo, Marcelle Moraes, Marcelo Guimarães Neto, Orlando Palhinha, Omarzinho Gordilho, Paulo Magalhães Júnior, Rodrigo Amaral, Sandro Filho, Sandro Bahiense e Teo Senna, além do próprio Aleluia.

 

Aleluia foi eleito vereador em 2016 e 2020 pelo DEM, partido que em 2022 se fundiu ao PSL para formar o União Brasil. Em 2024, ele se reelegeu pelo PL e, em abril de 2026, trocou de legenda durante a janela partidária, período em que os parlamentares podem mudar de partido sem perder o mandato, e se filiou ao Novo.

Em meio à disputa com Muniz, Aleluia reúne apoio de 23 vereadores para presidir a CMS
Foto: Divulgação

O vereador Alexandre Aleluia recebeu oficialmente o apoio de 23 vereadores para disputar o cargo de presidente da Câmara de Salvador (CMS). Os apoios foram confirmados nesta sexta-feira (23) durante uma reunião realizada na sede do União Brasil e contou com lideranças do Progressistas, PSDB, Cidadania, PL, DC, PRD, PDT e Novo.

 

"É uma grande honra para mim receber o apoio da maioria dos vereadores de Salvador para presidir a primeira Casa Legislativa do Brasil. Já temos o apoio de 23 dos 43 vereadores e seguimos construindo até o final do dia de hoje mais alianças para que seja uma eleição tranquila e verdadeiramente democrática, com a maioria absoluta dos edis", afirma Aleluia, que é o atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

 

Aleluia ressalta o papel democrático do prefeito Bruno Reis, que fez questão de deixar claro que respeitaria e iria ratificar a vontade soberana dos vereadores da base do seu governo. 

 

Até o momento, os 23 vereadores que declararam apoio oficialmente a Alexandre Aleluia são: Alberto Braga, Alex Alemão, Alexandre Aleluia, Anderson Ninho, André Fraga, Cézar Leite, Claudio Tinoco, Cris Correia, Débora Santana, Duda Sanches, Fabio Souza, Isabela Sousa, Jorge Araújo, Kiki Bispo, Marcelle Moraes, Marcelo Guimarães Neto , Orlando Palhinha, Omarzinho Gordilho, Paulo Magalhães Júnior, Rodrigo Amaral, Sandro Filho, Sandro Bahiense, Teo Senna.


O vereador Alexandre Aleluia recebeu oficialmente o apoio de 23 vereadores para disputar a presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS). As adesões foram confirmadas nesta sexta-feira (23), durante uma reunião realizada na sede do União Brasil, que contou com a participação de lideranças do Progressistas, PSDB, Cidadania, PL, DC, PRD, PDT e Novo.

 

“É uma grande honra para mim receber o apoio da maioria dos vereadores de Salvador para presidir a primeira Casa Legislativa do Brasil. Já temos o apoio de 23 dos 43 vereadores e seguimos construindo, até o final do dia de hoje, mais alianças para que seja uma eleição tranquila e verdadeiramente democrática, com a maioria absoluta dos edis”, afirmou Aleluia, atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

 

Aleluia também destacou a postura do prefeito Bruno Reis (União Brasil), que, segundo o vereador, fez questão de deixar claro que respeitaria e ratificaria a decisão da maioria dos vereadores da base governista.

 

Até o momento, os 23 vereadores que declararam oficialmente apoio à candidatura de Alexandre Aleluia são: Alberto Braga, Alex Alemão, Alexandre Aleluia, Anderson Ninho, André Fraga, Cézar Leite, Claudio Tinoco, Cris Correia, Débora Santana, Duda Sanches, Fabio Souza, Isabela Sousa, Jorge Araújo, Kiki Bispo, Marcelle Moraes, Marcelo Guimarães Neto, Orlando Palhinha, Omarzinho Gordilho, Paulo Magalhães Júnior, Rodrigo Amaral, Sandro Filho, Sandro Bahiense e Teo Senna.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o vereador Claudio Tinoco (União Brasil), que declarou apoio à candidatura de Aleluia, avaliou que a articulação demonstra unidade entre os parlamentares e viabilidade eleitoral. Segundo ele, o movimento partiu dos próprios vereadores e pode ampliar o número de apoiadores nos próximos dias. “Esse movimento nasce dos próprios vereadores e já é exposto por uma significativa maioria. Isso não só é uma demonstração de unidade, mas, acima de tudo, de viabilidade da sua eleição”, afirmou Tinoco.

 

O vereador também destacou que a escolha antecipada do nome de Aleluia, cuja eleição está prevista regimentalmente para dezembro, sinaliza a intenção de parte expressiva da Casa de fortalecer a instituição e ampliar o diálogo com a sociedade. “Chegamos agora, ainda em outubro, com uma sinalização mostrando que a grande maioria da Câmara Municipal de Salvador pretende ter um presidente que fortaleça a instituição, que a represente com aquilo que a sociedade espera: um caráter democrático e conhecimento”, declarou.

 

EMBATE ENTRE ALELUIA E MUNIZ 
Aleluia e o presidente atual da CMS, Carlos Muniz (PSDB), protagonizaram um embate durante uma reunião do Colégio de Líderes, realizada no dia 23. Na ocasião, os vereadores discutiam a definição de uma data para a votação de projetos de autoria dos parlamentares da Casa.

 

Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias com interlocutores que participaram da reunião, a discussão começou quando Muniz apresentou uma pauta para votação na segunda-feira (28). Os participantes, no entanto, relembraram um acordo firmado em agosto pelo Colégio de Líderes para que não houvesse votações antes das eleições.

 

Aleluia, então, citou um dispositivo do regimento interno que permitiria estabelecer um prazo de 24 horas para conhecer as pautas. Ainda de acordo com os interlocutores, houve preocupação com a possibilidade de antecipação das votações, como teria ocorrido no biênio 2023-2024.

 

Após a manifestação de Aleluia, Muniz teria reagido com irritação e afirmado que a decisão cabia a ele e que a votação ocorreria “com ou sem” os projetos de autoria dos vereadores da base governista. Segundo os relatos, também seriam votados projetos da oposição, além da proposta de emendas encaminhada pela Prefeitura.

 

Na sequência, houve um momento de tensão, com trocas de acusações entre os dois vereadores. Entre os pontos levantados estavam a apresentação de emendas sem o conhecimento prévio dos demais parlamentares e cobranças por respeito mútuo.

 

Depois disso, vereadores da oposição pediram a palavra e afirmaram que também não consideravam adequada a realização de votações na última semana da campanha eleitoral. Ainda segundo os relatos, Muniz respondeu que as votações poderiam ficar para dezembro.

 

Em outro momento da reunião, o vereador André Fraga levantou a possibilidade de que a discussão não estivesse relacionada apenas às emendas, mas também a uma eventual antecipação da eleição para a presidência da CMS. Diante da hipótese, Muniz afirmou que não tomaria nenhuma decisão sem o conhecimento dos demais vereadores. “Não faria o que Geraldo fez”, declarou, em referência ao processo de sucessão na presidência da Câmara.

 

O presidente da Casa também afirmou que, caso seja impedido de disputar a reeleição, pretende se reunir com Bruno Reis para receber uma indicação do prefeito sobre o nome que deverá apoiar na sucessão. Na ocasião, Muniz ressaltou que poderia vetar o nome escolhido pelo chefe do Executivo municipal.

Sob pressão do STF, Carlos Muniz busca reunião com Bruno Reis para debater presidência da CMS; entenda
Foto: Divulgação CMS

Em meio aos impasses sobre sua recondução à presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS), o vereador Carlos Muniz (PSDB) deve se reunir com o prefeito da capital baiana, Bruno Reis (União Brasil), para discutir o apoio à sua permanência no comando da Casa. Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias nesta quinta-feira (22), o encontro deve ocorrer até sexta-feira (23), com a participação do vereador Kiki Bispo (União Brasil).

 

A reunião ocorre em meio à tramitação, no Supremo Tribunal Federal (STF), do caso que discute a possibilidade de Muniz disputar um terceiro mandato consecutivo à frente da Câmara. O vereador já presidiu a Casa por dois biênios consecutivos, de 2023 a 2024 e de 2025 a 2026, e pretende concorrer novamente ao cargo. A possibilidade, no entanto, enfrenta questionamentos jurídicos relacionados ao limite de reconduções consecutivas estabelecido pela jurisprudência do STF.

 

O encontro entre os vereadores e o prefeito pode ser decisivo para definir o nome que representará o grupo político na disputa pela presidência do Legislativo soteropolitano. Caso Bruno Reis não apoie a tentativa de recondução de Muniz, outro nome poderá ser avaliado pelos participantes da reunião.

 

O encontro também pode abrir espaço para que o tucano reforce uma posição já manifestada durante as discussões sobre a sucessão na presidência da CMS: a possibilidade de vetar determinados nomes para o cargo. Muniz poderá, assim, se opor a uma eventual indicação feita pelo chefe do Executivo municipal.

 

Em meio às incertezas sobre a escolha do candidato, caso Muniz seja impedido de disputar a eleição, o vereador Alexandre Aleluia começa a ser cotado para receber o apoio de Bruno Reis. Conforme apuração do Bahia Notícias com interlocutores da Câmara, há indicativos de que, se o prefeito optar por Aleluia, outras lideranças da base governista no Legislativo municipal deverão seguir a orientação do gestor.

 

JULGAMENTO NO STF OCORRERÁ EM NOVEMBRO 
O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará, entre os dias 6 e 13 de novembro, se o vereador Carlos Muniz (PSDB) poderá disputar novamente a presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS), para o biênio 2027-2028. A ação foi apresentada pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), e o julgamento ocorrerá no plenário virtual, sistema no qual os ministros registram seus votos pela internet ao longo de uma semana. O relator do caso, ministro Gilmar Mendes, já negou o pedido em uma decisão provisória.

 

A data do julgamento foi definida na terça-feira (20). A ação, apresentada em 23 de setembro, é uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), instrumento jurídico utilizado para questionar atos que possam violar preceitos fundamentais da Constituição Federal.

 

O PDT argumenta, com base em um parecer jurídico elaborado pelo escritório de um ex-ministro do STF, que a primeira passagem de Muniz pela presidência da Câmara, no biênio 2023-2024, não deveria ser contabilizada para o limite de mandatos consecutivos. Segundo o partido, o vereador não foi eleito para o cargo naquela ocasião, mas assumiu automaticamente a presidência após a renúncia de Geraldo Júnior (MDB), que deixou o comando da Casa para assumir o cargo de vice-governador da Bahia. A sucessão ocorreu conforme previsto no regimento interno do Legislativo municipal.

 

Gilmar Mendes rejeitou essa tese. Na decisão, o ministro destacou que Muniz presidiu a Câmara durante todo o biênio 2023-2024 e, posteriormente, foi eleito para o período de 2025-2026, também cumprido integralmente. Segundo o relator, permitir uma nova candidatura possibilitaria que o mesmo vereador permanecesse por seis anos consecutivos à frente do Legislativo municipal, em três mandatos seguidos, hipótese vedada pela jurisprudência do STF.

 

O ministro também diferenciou o caso de Salvador de situações em que um parlamentar assume a presidência de um Legislativo por um período curto ou em decorrência de uma decisão judicial provisória. Nessas circunstâncias, o período pode não ser contabilizado para o limite de reconduções. Para Gilmar Mendes, porém, a situação de Muniz não se enquadra nessas exceções, já reconhecidas pelo STF em julgamento anterior com repercussão nacional.

 

EMBATE ENTRE MUNIZ E ALELUIA
Muniz e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Alexandre Aleluia, protagonizaram um embate durante uma reunião do Colégio de Líderes, realizada no dia 23. Na ocasião, os vereadores discutiam a definição de uma data para a votação de projetos de autoria dos parlamentares da Casa.

 

Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias com interlocutores que participaram da reunião, a discussão começou quando Muniz apresentou uma pauta para votação na segunda-feira (28). Os participantes, no entanto, relembraram um acordo firmado em agosto pelo Colégio de Líderes para que não houvesse votações antes das eleições.

 

Aleluia, então, citou um dispositivo do regimento interno que permitiria estabelecer um prazo de 24 horas para conhecer as pautas. Ainda de acordo com os interlocutores, houve preocupação com a possibilidade de antecipação das votações, como teria ocorrido no biênio 2023-2024.

 

Após a manifestação de Aleluia, Muniz teria reagido com irritação e afirmado que a decisão cabia a ele e que a votação ocorreria “com ou sem” os projetos de autoria dos vereadores da base governista. Segundo os relatos, também seriam votados projetos da oposição, além da proposta de emendas encaminhada pela Prefeitura.

 

Na sequência, houve um momento de tensão, com trocas de acusações entre os dois vereadores. Entre os pontos levantados estavam a apresentação de emendas sem o conhecimento prévio dos demais parlamentares e cobranças por respeito mútuo.

 

Depois disso, vereadores da oposição pediram a palavra e afirmaram que também não consideravam adequada a realização de votações na última semana da campanha eleitoral. Ainda segundo os relatos, Muniz respondeu que as votações poderiam ficar para dezembro.

 

Em outro momento da reunião, o vereador André Fraga levantou a possibilidade de que a discussão não estivesse relacionada apenas às emendas, mas também a uma eventual antecipação da eleição para a presidência da CMS. Diante da hipótese, Muniz afirmou que não tomaria nenhuma decisão sem o conhecimento dos demais vereadores. “Não faria o que Geraldo fez”, declarou, em referência ao processo de sucessão na presidência da Câmara.

 

O presidente da Casa também afirmou que, caso seja impedido de disputar a reeleição, pretende se reunir com Bruno Reis para receber uma indicação do prefeito sobre o nome que deverá apoiar na sucessão. Na ocasião, Muniz ressaltou que poderia vetar o nome escolhido pelo chefe do Executivo municipal.

Muniz e Aleluia protagonizam embate caloroso na reunião de líderes: "Não faria o que Geraldo Jr. fez"
Foto: Reprodução / CMS | Reginaldo Ipê / CMS

O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, Alexandre Aleluia, protagonizaram, nesta quarta-feira (23), um embate caloroso na reunião dos líderes, na qual seria decidida uma data para a votação dos projetos de autoria dos vereadores da Casa.

 

Segundo informações do Bahia Notícias com interlocutores da reunião, o embate começou com Muniz apresentando uma pauta para ser votada na segunda-feira (28). Os interlocutores relembraram uma reunião do Colégio de Líderes ocorrida em agosto, na qual ficou acordado não realizar votações antes das eleições.

 

O vereador Aleluia, então, citou um dispositivo do regimento para conseguir um prazo de 24 horas, afirmando que seria para "conhecer as pautas".

 

Ainda de acordo com interlocutores, foi levantado um receio sobre uma possível antecipação da votação, como teria sido feito no biênio 2023-2024.

 

Após a resposta de Aleluia, Muniz reagiu, segundo interlocutores, com nervosismo, e afirmou que a decisão "era dele" e que aconteceria "com ou sem" os projetos de autoria dos vereadores da base. Segundo o relato, os projetos dos vereadores de oposição seriam votados além do projeto de emendas enviado pela Prefeitura.

 

Na sequência, houve um momento de tensão e trocas mútuas entre os dois, com acusações de impor emendas sem o conhecimento dos demais vereadores e pedidos de respeito mútuo.

 

Depois disso, vereadores de oposição pediram a palavra e declararam que também não achavam que deveria ocorrer votação na Casa na última semana da corrida eleitoral. Ainda nervoso, Muniz respondeu que poderia "deixar pra dezembro então".

 

Em outro momento da reunião, o vereador André Fraga levantou a possibilidade de que aquela discussão não fosse sobre emendas, mas sim sobre a possibilidade de uma eleição antecipada para a presidência da CMS.

 

Após essa possibilidade ser levantada, Muniz reagiu e afirmou que não faria nada sem conhecimento dos vereadores.

 

"Não faria o que Geraldo fez", disse ele durante a reunião.

 

Além disso, o presidente também afirmou que, caso não possa concorrer, vai se reunir com o prefeito Bruno Reis (União) para receber a indicação dele, e afirmou ter poder de veto sobre o nome indicado pelo chefe do Executivo.

 

Os projetos que serão votados nesta segunda-feira (28) ainda estão mantidos na pauta, mas existe a possibilidade de a votação não acontecer, por uma possível falta de quórum "organizada" para que isso não ocorra, caso a pauta se mantenha como está.

Praça Maria Felipa pode voltar a se chamar Visconde de Cairu no Comércio, após projeto de vereador; entenda
Foto: Divulgação

O vereador Alexandre Aleluia (Novo), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de Salvador, apresentou projeto de lei que revoga a mudança de nome da praça do Comércio, atualmente chamada Praça Maria Felipa. 

 

Caso aprovado, o texto restabelece o nome original, Praça Visconde de Cairu. O projeto (PL nº 191/2026) foi protocolado na última quarta-feira (17) e segue em tramitação na Casa, atualmente em análise técnica antes de seguir para as comissões temáticas e, posteriormente, para votação em plenário.

 

A denominação Maria Felipa foi instituída pela Lei nº 9.787/2024, de autoria do vereador Luiz Carlos Suíca (PT) e aprovada pela Câmara em dezembro de 2023. 

 

A mudança buscava reconhecer a trajetória de Maria Felipa, mulher negra que lutou contra os colonizadores portugueses e se tornou uma das heroínas do Dois de Julho, data que marca a Independência do Brasil na Bahia.

 

Já Visconde de Cairu, nome que pode ser restabelecido, era o título do jurista e político soteropolitano José da Silva Lisboa, que atuou como assessor direto do príncipe-regente D. João para assuntos econômicos.

Com chapa ainda “em formação”, partido Novo pode ter aposta com incerteza de Aleluia; entenda
Foto: Assessoria do vereador Alexandre Aleluia

Com menos de 110 dias para as eleições de 2026 e prazo de registro de candidaturas até 15 de agosto, o Partido Novo na Bahia articula sua nominata para a disputa de vagas federais. 

 

Segundo apuração do Bahia Notícias, o partido trabalha com dois nomes de regiões eleitorais distintas como principais apostas: um de Feira de Santana e outro de Itabuna. No entanto, a movimentação interna levanta dúvidas sobre a candidatura do vereador de Salvador Alexandre Aleluia, apontada por um aliado do grupo como uma candidatura que está "miando".

 

O nome de Feira de Santana é Carlos Medeiros, que em 2024 disputou a Prefeitura pelo Novo e terminou em terceiro lugar, com 2,95% dos votos, atrás do eleito José Ronaldo (50,32%) e de Zé Neto (46,73%).

 

Já em Itabuna, o partido aposta no comunicador e ex-secretário geral do Pros na Bahia, Waldir Catarino, conhecido pela articulação política na região sul do estado.

 

Segundo aliado ouvido pelo Bahia Notícias, toda a arrumação da nominata do Novo na Bahia, conduzida pelo próprio Aleluia, acabou enfraquecendo a candidatura do vereador. 

 

O prazo para registro das candidaturas na Justiça Eleitoral é 15 de agosto.

Aleluia confirma candidatura a deputado federal e negocia ida para o Novo
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O vereador Alexandre Aleluia (PL) confirmou, nesta quarta-feira (17), que será candidato a deputado federal. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (17), na Câmara Municipal de Salvador (CMS), quando o parlamentar também comentou sobre articulações partidárias em curso.

 

“Pode constar que serei candidato a deputado federal. Eu não tenho escondido minha vontade de migrar para o partido Novo, um partido com o qual tenho afinidade. Na Bahia, a legenda está passando por uma reformulação muito interessante. Enxergo com bons olhos uma possível migração.”

 

Ele negou qualquer entrave do governo para essa mudança partidária e afirmou que a decisão deve ocorrer até o fim do mês de março de 2026.

 

“Não há nenhuma trava com o governo, mas essa decisão pode acontecer até o final de março”, afirmou.

TSE rejeita recurso de ex-dirigentes e mantém intervenção do Novo na Bahia
Foto: Divulgação

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou seguimento ao mandado de segurança impetrado por ex-dirigentes estaduais do Partido Novo na Bahia, que buscavam reverter a decisão da Executiva Nacional da sigla que, em agosto, havia destituído a antiga gestão e nomeado uma comissão interventora para o diretório baiano.

 

A decisão, publicada em 29 de setembro, considerou improcedentes os argumentos apresentados pelo grupo, que alegava que a medida era “arbitrária” e não encontrava respaldo estatutário. Com o julgamento, fica mantida a legitimidade dos atos do Diretório Nacional, responsável por designar a nova direção no estado.

 

Na ocasião da destituição, os antigos dirigentes alegaram que foram eleitos para mandato até 2027 e acusaram a direção nacional de agir por conveniência política, citando a incorporação de familiares do ex-deputado federal José Carlos Aleluia ao comando estadual do partido. Já a Executiva Nacional justificou a dissolução apontando “baixa produtividade” do diretório baiano em comparação a outras seções estaduais.

 

Após a decisão do TSE, o Diretório Estadual do Partido Novo divulgou nota em que afirma receber o resultado “com a devida sobriedade” e reforça o início de uma “nova fase do NOVO na Bahia”.

 

Segundo o comunicado, a Justiça Eleitoral reconheceu a legitimidade dos atos da direção nacional, presidida por Eduardo Ribeiro. “Nosso compromisso é construir um diretório atuante, voltado para atingir o povo real do nosso estado, difundindo as ideias do partido e fomentando uma política responsável, ética e transparente”, diz o texto.

Documentário sobre Mateus Aleluia estreia na TVE no dia 22 de agosto
Foto: Divulgação

O documentário “Aleluia, o canto infinito do Tincoã”, da cineasta Tenille Bezerra, estreia no dia 22 de agosto, a partir das 20h, na TVE BAhia. Fruto de seis anos acompanhando o cantor e compositor baiano Mateus Aleluia, o filme mostra as diversas facetas do artista, enquanto pensador inquieto, espírito revolucionário, filósofo e poeta, desde o  início da sua carreira no grupo vocal "Os Tincoãs".

 

O filme transita entre Luanda e Cachoeira, onde o artista viveu por muitos anos e sua cidade natal, respectivamente. A ideia da obra é não fazer distinção dos lugares, como estratégia de compor uma geografia íntima, onde o tempo passeia e a todo momento se bifurca. 

 

"Aleluia, o canto infinito do Tincoã" dialoga com o ponto de vista do personagem e suas memórias,  com o objetivo de criar um imaginário da visão de mundo de Mateus Aleluia, cuja expressão poética encontra abrigo no trabalho musical.

 

Cascadura lança clipe de 'O Delator' com participação do vocalista da Vivendo do Ócio
Foto: Divulgação
A banda baiana Cascadura lançou, nesta quinta-feira (31), o clipe da música "O Delator". O vídeo apresenta um clima de filme de suspense, que tem como protagonistas Fábio Cascadura e Jajá Cardoso, vocalista da Vivendo do Ócio, que faz participação especial. “Construímos o argumento: dois caras que se acusam mutuamente, ambos culpados por não confiarem um no outro”, explicou Cascadura em entrevista ao blog Sobe Som, da Rolling Stone. A faixa faz parte do disco "Aleluia", produzido por André T e Jô Estrada e quinto da carreira do grupo. Assista ao clipe:


 

Cascadura lança documentário sobre último disco ‘Aleluia’
O processo de produção do disco “Aleluia”, último trabalho da Cascadura, com depoimentos dos envolvidos, cenas de shows e sessões de gravação, foi documentado e será lançado na próxima segunda-feira (19), na internet, através do Portal da MTV Brasil. Dirigido em parceria por Fábio Cascadura (vocalista da banda) e Léo Monteiro, o vídeo de 30 minutos, traz além dos bastidores de criação, imagens da cidade de Salvador–matéria prima fundamental do projeto. “Decidimos fazer o documentário para poder passar um pouco mais da nossa perspectiva sobre o processo criativo que levou à realização do Aleluia. Enquanto gravávamos, registrávamos de diversas formas as sessões lá no estúdio t. Às vezes éramos nós mesmos que capturávamos as imagens. Muita gente faz isso hoje… O resultado é um filme pensado para a internet, para ser visto e compartilhado livremente pelas pessoas, e que tem a intenção de complementar o discurso de alinhamento da obra com a cidade do Salvador”, conta Fábio Cascadura. No mês de agosto, os músicos Fábio Cascadura e Thiago Trad comentaram o conceito do disco "Aleluia", em entrevista ao Bahia Notícias. Confira aqui!
Cascadura apresenta disco ‘Aleluia’ no Teatro Vila Velha
Foto: Divulgação
Em turnê do seu último álbum “Aleluia”, a banda Cascadura faz show no Teatro Vila Velha, no dia 18 outubro, às 20h. “Aleluia” concorreu este ano ao VMB, na categoria Melhor Disco. 
 
Os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria do teatro e custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Confira também a entrevista da Coluna Entretenimento com o Cascadura sobre o novo disco.
Banda Cascadura: Músicos discutem conceito do novo disco 'Aleluia'
A banda Cascadura comemora 20 anos de estrada no rock em 2012 e acaba de lançar um novo CD duplo, o "Aleluia". O Bahia Notícias conversou com Fábio Cascadura (vocalista) e Thiago Trad (baterista), únicos integrantes que participaram da produção do álbum anterior, "Bogary", há seis anos. "A banda, na verdade, orbita em torno da gente", explica Fábio. Sobre o "Aleluia", eles revelaram que "o disco foi todo pensado para falar de Salvador no contexto mais amplo possível"; comentaram também o processo de pesquisa e produção em que estiveram envolvidos, e a indicação ao prêmio VMB na categoria "Melhor Disco". "A gente não está ligado ao mercado. Então, qualquer tipo de indicação chega como um prêmio", argumenta Trad. Confira a entrevista aqui!
Cascadura sai em turnê do novo disco ‘Aleluia’
Foto: Leo Monteiro/ Divulgação
Os vinte anos de carreira da Cascadura foram bem brindados com o álbum “Aleluia”. Disponível para download gratuito no site da banda, desde maio, o CD conquistou boa repercussão no cenário nacional; concorre, este ano, ao prêmio de “Melhor Disco” no VMB da MTV Brasil.

Para dar início à turnê de divulgação do novo disco, Cascadura se apresenta no evento “Fora do Eixo”, em Vitória da Conquista, na próxima quinta-feira (2), às 21h. Em seguida, a banda viaja para São Paulo e faz show, na sexta-feira (17), no Sesc Belenzinho, às 21h30.

Com 22 faixas autorais e participações de importantes músicos brasileiros, como Letieres Leite, Orkestra Rumpilezz, Móveis Coloniais de Acaju, Pitty, Siba Veloso, Mauro Pithon, Jorge Solovera, Gabi Guedes, Paulo Rios Filho e Jajá Cardoso, “Aleluia” marca um momento de renovação do grupo. “Muita gente vem falar da experiência de ouvi-lo e encontrar nossa música de modo renovado. E isto nos surpreende porque, por mais que acreditássemos na força do que fazíamos, não tínhamos a dimensão exata de como ele seria recebido”, revela Fábio Cascadura, vocalista da banda.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Pensando aqui em quanta energia #sabetudo e Aninha do Camaro gastaram pensando em 2028, pra verem o Soberano tomar de volta a candidatura. Mas ninguém precisa correr pra ficar com pena do Soberano. Pelo menos ele tem seu lado empresário pra ocupar o tempo até lá. O motivo, dizem às más línguas: o Carlismo morreu. Ao menos sob a batuta do herdeiro original. Dito isso, ele vai aproveitar também pra ajudar o Ferragamo com essa crise de imagem dos ônibus da eleição. O cenário agora é de reflexão real. Apoiaram o ZeroUm, para manter vivo e soltar o Capitão, agora, quem vai ter que ficar ligado é a galera da Bahia. Ao menos quem não é seguidor da família. Por falar em eleição futura, os disparos em massa de #sabetudo devem ficar mais restritos. Na boca miúda, o que se fala é que essa eleição foi um block atrás do outro. Sobrou para Elde, Bonitinho, Renatinha Ex-Fala Bela e mais uma renca. Alguns desbloqueados, mas outros ainda vão ficar no cantinho do pensamento. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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