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Saiba quem é Marcinho Oliveira, deputado estadual da Bahia alvo de operação da PF

Por Redação

Foto: Divulgação / AL-BA

O deputado estadual Márcio Evangelista de Oliveira, conhecido como Marcinho Oliveira (PRD), está entre os alvos de uma operação da Polícia Federal que mira desvio de recursos públicos no interior da Bahia.

 

Natural do município de Santaluz, Marcinho Oliveira é empresário, com atuação nos ramos de transporte, infraestrutura e produção cultural. Ele também exerce atividade como agropecuarista na Região do Sisal.

 

Antes de ingressar na vida política eletiva, ocupou função como dirigente do Serviço Público Federal, atuando na Secretaria de Infraestrutura da Bahia entre 2007 e 2009.

 

Na trajetória política, foi eleito vice-prefeito de Santaluz para o período de 2017 a 2020. Em 2022, conquistou mandato como deputado estadual, exercendo a função na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

 

Ao longo da carreira partidária, teve passagens por diferentes legendas: PP (2014-2018), Avante (a partir de 2020), PSL (2021), União Brasil (2022-2025) e, posteriormente, PRD (a partir de 2025).

 

No meio político, Marcinho Oliveira também é conhecido por ser um dos principais aliados do deputado federal Elmar Nascimento (União). Nas eleições de 2022, ambos realizaram campanha conjunta em municípios baianos, em estratégia conhecida como “dobradinha”.

 

OPERAÇÃO DA PF
O Bahia Notícias revelou nesta quarta-feira (1º), que Marcinho é um dos alvos da operação deflagrada pela Polícia Federal (PF). Equipes da PF cumprem mandados em Salvador, na residência do parlamentar, que fica localizada no condomínio Le Parc, na Avenida Paralela. Além disso, na capital ações também foram realizadas na própria Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), e nos municípios de Serrinha, Santaluz, Araci e Feira de Santana.

 

De acordo com a PF, as investigações são decorrentes de investigação relativa a desvio de verbas públicas decorrentes da execução de contrato de locação de veículos no município de Serrinha, além de crime de fraude à licitação, lavagem de capitais e organização criminosa.

 

A investigação apontou que o então gestor municipal, juntamente com diversos outros servidores públicos do município de Serrinha, em conluio com a empresa vencedora, e outras empresas cooptadas, fraudaram as licitações de locação de veículos no município entre 2017 e 2024.