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Caiado firma aposta em diversidade de candidaturas na oposição e chegada no 2° turno: “Não podemos excluir ninguém”

Por Maurício Leiro / Eduarda Pinto

Foto: Nilson Tellys / Bahia Notícias

O governador do Goiás, Ronaldo Caiado, compareceu à Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (15), e reforçou a manutenção de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto em outubro de 2026. Em entrevista coletiva, o gestor goiano destacou que apoia a maximização das candidaturas no campo da direita, visando uma campanha de 2° turno. 

 

“A somatória nossa faz com que aquele que chegar ao segundo todo vá ganhar as eleições no Brasil. Chegou um momento também que o Brasil já não suporta mais esse nível de corrupção e de violência que tomou conta hoje”, avalia o gestor. 

 

Ele aponta que seu currículo no governo estadual é o maior case de sua candidatura: “Você vê que o Estado, como o Goiás hoje, ele cresce o dobro do Brasil, tem a melhor educação do Brasil, tem a melhor segurança, tem a melhor oportunidade de emprego com renda”, comenta. 

 

Caiado ainda avaliou a possibilidade de uma reestruturação das candidaturas do senador Flávio Bolsonaro ou do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. No primeiro caso, ele alega que “eu sempre defendi o maior número de candidaturas e acho que o ex-presidente [Jair] Bolsonaro tem todo o direito de lançar uma pessoa, que é o nome dele, isso é uma prerrogativa dele, que construiu também uma linha política no país que dá a ele a condição disso”. 

 

E completa: “Nós não podemos excluir ninguém, tanto o [Romeu] Zema, quanto o Ratinho [Jr.], eu e também, ao mesmo tempo, a condição do Flávio Bolsonaro competir. Nós temos que saber quem vai chegar no segundo turno”, sucinta.

 

Sobre sua presença na Lavagem do Bonfim, uma das principais festas tradicionais da capital baiana durante o verão, Caiado relembra sua conexão com o estado. “Olha, sou cidadão baiano, minha mulher é baiana, de Feira de Santana, minhas filhas estão aqui também, são 'meia' nordestina, e a minha ligação com a Bahia vem de longa data, então convivo com a política da Bahia, entrei na política nacional ali, contendo a ficha minha abonada por Antônio Carlos Magalhães. Então, essa tradição vem de longa data”, completa.