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O instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira (5) a primeira pesquisa sobre a disputa presidencial após os acontecimentos da semana passada, com a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a derrubada do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas. Os números revelam que o cenário de momento ainda não foi afetado pelas derrotas sofridas pelo governo Lula no Congresso Nacional.
No cenário de primeiro turno, o presidente Lula segue liderando as intenções de voto à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A diferença entre os dois principais adversários segue no mesmo patamar revelado recentemente por outros institutos de pesquisa.
Lula aparece com 40% das intenções de voto, ante 34% de Flávio. Em seguida, aparece o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 5%.
Confira abaixo o principal cenário da pesquisa Big Data:
Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34%
Ronaldo Caiado (PSD) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Renan Santos (Missão) - 3%
Augusto Cury (Avante) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Branco/nulo - 6%
Não sabe/não opinou - 5%
Na pesquisa espontânea, Lula também segue na liderança nesta modalidade de pesquisa em que o entrevistado diz um nome sem que seja apresentada a ele alguma lista de candidatos. Nesta modalidade, Flávio segue na segunda colocação, e o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, é o terceiro nome mais citado pelos eleitores. Veja os números abaixo:
Lula (PT) - 31%
Flávio Bolsonaro (PL) - 24%
Jair Bolsonaro (PL) - 3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 1%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 1%
Ciro Gomes (PSDB) - 1%
Nenhum/branco/nulo - 14%
Não sabe - 24%
Na rejeição, o presidente Lula lidera entre todos os outros candidatos. Confira os dados da rejeição:
Lula - 44%
Flávio Bolsonaro - 41%
Ciro Gomes - 5%
Romeu Zema - 4%
Ronaldo Caiado - 2%
Cabo Daciolo - 2%
Augusto Cury - 2%
Aldo Rebelo - 2%
Rui Costa Pimenta - 2%
Samara Martins - 2%
Hertz Dias - 2%
Não rejeito ninguém - 2%
Em relação aos cenários de segundo turno, há um empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Conforme aponta o levantamento, Flávio surge com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula.
Outros quatro possíveis cenários de segundo turno entre Lula e nomes da direita também foram testados. Veja a seguir os resultados:
Flávio 44% x 43% Lula
Lula 43% x 43% Ciro Gomes
Lula 43% x 42% Ronaldo Caiado
Lula 43 x 39% Romeu Zema
Lula 48% x 24% Renan Santos
Para fazer a pesquisa, o Real Time Big Data ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03627/2026.
Além do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), outro pré-candidato à Presidência da República vê o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) como possível vice em uma eventual chapa para 2026.
Pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo PSD, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado também considera Zema como seu “vice dos sonhos”.
Nos bastidores, tanto Flávio Bolsonaro quanto Ronaldo Caiado avaliam, no entanto, que a composição é pouco provável neste momento. A leitura é de que Zema dificilmente abrirá mão de sua própria pré-candidatura, especialmente após o embate público com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.
As informações são do Metrópoles.
A derrota do governo Lula na noite desta quarta-feira (29), no Senado, na votação da indicação de Jorge Messias para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), foi repercutida por diversos presidenciáveis em postagens nas redes sociais e entrevistas. Todos os que comentaram a rejeição de Messias fizeram críticas a Lula e ao STF, mas também a Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por exemplo, que como senador votou contra a indicação ao STF e ainda teria participado de articulações para a rejeição de Jorge Messias, disse que não tinha “motivos para comemorar”, mas que via a derrota como o “fim do governo Lula”.
“Por 42 votos a 34, o Senado fez história e evitou que a esquerda e o PT aparelhassem ainda mais o Estado e a Justiça. Podemos dizer com confiança que o Brasil tem futuro”, afirmou o pré-candidato do PL, que promoveu um churrasco em sua casa para comemorar a derrota do governo Lula.
Na mesma linha, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) disse que a votação do Senado conta Messias foi um “golaço do Brasil”. Zema, que recentemente manteve discussões públicas com o ministro Gilmar Mendes, do STF, afirmou que a derrota de Messias foi um “basta” à politização do Supremo.
“Finalmente o Senado fez o que devia ter sido feito. Barrou mais uma indicação política do Lula. É um basta à politização do STF. Um basta ao comportamento vergonhoso de ministros, um basta às perseguições. O Brasil está se levantando. Não é escada, Alexandre de Moraes. Não é ofensa, Gilmar Mendes. É o Brasil que trabalha, que paga impostos, batendo na porta de vocês. Chega de intocáveis”, afirmou o presidenciável.
Já o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), foi mais econômico e fez apenas um pequeno comentário em seu perfil na rede X, criticando principalmente o presidente Lula.
“O que melhor define a rejeição é um termo muito usado por nós: O Senado não aceitou que o Lula indicasse seu cabo de chicote como membro do Supremo”, disse Caiado.
Renan Santos, candidato a presidente pelo partido Missão, também fez fortes críticas a Lula, dizendo que a votação teria representado o “começo do fim do governo”. Renan Santos, entretanto criticou também Davi Alcolumbre e o centrão, chamando-os de “lixo da República”.
“Essa é uma das maiores derrotas do STF. O Lula queria colocar o seu terceiro advogado pessoal no STF. Era Dias Toffoli, era Cristiano Zanin e agora seria o Messias. O próprio STF aceitava, porque queriam uma operação em que se salvariam da treta do Banco Master. Mais um ministro com força e com nome limpo. Foram lá, fecharam com nomes do centrão, da esquerda, fizeram o acordo com o PL. Estava todo mundo só naquele teatrinho. De treta com um dos piores seres humanos da República que é o Alcolumbre. Quando a República brasileira é tocada por lixo, o lixo faz isso com você”, afirmou o pré-candidato.
“Então Lula foi traído por pessoas que incentivou. O centrão sempre foi parceiro de negócios do petismo, então, o STF está na sarjeta e Lula está no seu pior momento em toda a sua história. Nunca foi tão grande a chance de Lula sequer ser candidato. Lula não concorre para perder, e sem apoio do centrão, não vai buscar voto no Nordeste”, completou Renan Santos.
Em outra corrente de raciocínio, o pré-candidato a presidente pelo DC, Aldo Rebelo, relacionou a derrota na indicação de Jorge Messias à insatisfação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com dificuldades impostas pelo governo Lula à exploração de petróleo na margem equatorial, próxima ao Amapá. Para o pré-candidato, o governo Lula, ao dificultar a possibilidade de desenvolvimento do estado do presidente do Senado, levou ele a “dar o troco” na votação do indicado ao STF.
“O Amapá que está dentro da margem equatorial, que aspira a ter uma indústria de petróleo e gás, que tem sido bloqueada por ações do Ministério do Meio Ambiente e pelo Ibama. Então se Lula, que se mostrou indignado pela derrota com Messias, quer saber as razões, pergunte ao presidente do Ibama”, disse Aldo.
“O Amapá é um estado que tem 73% da população vivendo da transferência de renda, do Bolsa Família. Não há atividade econômica. O Amapá é um estado sem futuro para a sua juventude, e a única esperança que tem é na mineração, na agricultura, na área de petróleo e gás, e está tendo esse crescimento impedido pelo governo federal. O governo menosprezou a aspiração do Amapá a ter um futuro com a sua indústria de petróleo e gás. Messias pagou pelos erros, pelas omissões e caprichos do governo Lula com o presidente do Senado”, completou o pré-candidato do DC.
Outros presidenciáveis como Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Samara Martins (UP) não se pronunciaram sobre a rejeição da indicação de Jorge Messias.
O psiquiatra Augusto Cury, pré-candidato a presidente da República pelo Avante, disse nesta terça-feira (28) que, se for eleito, concederá anistia a “quase todos” os condenados pelos atos do dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Cury deu a declaração durante entrevista à CNN.
Ao justificar a medida, Augusto Cury disse que os envolvidos nos atos de 8 de janeiro cometeram crimes “muito menores” quando comparados ao escândalo do caso do Banco Master.
“Grande parte das pessoas que estão ali cometeram crimes muito menores do que esse escândalo do Banco Master. Estão lá presos e já pagaram uma sentença absurda”, afirmou.
A promessa feita por Cury já foi anunciada anteriormente por outros pré-candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD) e Flávio Bolsonaro (PL). Caiado, por exemplo, afirmou que seu primeiro ato como presidente seria a concessão de uma anistia “ampla, geral e irrestrita”, buscando, segundo ele, a pacificação do país.
Ao contrário dos outros presidenciáveis, Augusto Cury disse na entrevista que a anistia que propõe não alcançaria os “cabeças” dos acontecimentos em 8 de janeiro.
“Eu daria [anistia] para quase todos que estão ali. Eu não sei se daria para todos, para aqueles que são cabeças, para aqueles que tinham consciência, porque eu não conheço exatamente a história e os elementos jurídicos que compõem toda aquela peça”, disse Cury.
O pré-candidato Ronaldo Caiado incluiu o ex-presidente Jair Bolsonaro entre os beneficiados por uma medida de anistia caso ele seja eleito em outubro, e Flávio Bolsonaro foi além: disse que seu pai subiria a rampa junto com ele. Já Augusto Cury afirmou que, em relação a Bolsonaro, teria que fazer uma análise junto com sua equipe antes de tomar uma decisão.
“Jair Bolsonaro eu analisaria. Muito provavelmente, se eu estivesse convencido, com uma equipe de pessoas, de que ele não cometeu crime o suficiente para estar encarcerado, eu provavelmente o libertaria. Mas eu não tenho segurança ainda, porque não tenho todos os elementos para esse julgamento’, colocou o pré-candidato.
Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (27) revela que o cenário da eleição presidencial de 2026 segue sendo disputado voto a voto entre os dois principais candidatos, principalmente nas simulações de segundo turno. Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera nos cenários de primeiro turno, na simulação de segundo turno o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece praticamente empatado, como outras pesquisas já vêm mostrando desde o mês de março.
No principal cenário estimulado de primeiro turno da BRG/Nexus, Lula tem 41% das intenções de voto, contra 36% de Flávio Bolsonaro. A vantagem do presidente varia de três a cinco pontos percentuais, a depender da composição da disputa.
O levantamento também mostra que o presidente Lula marcou 41% em todos os cenários de primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou com mais ou menos votos nas simulações. Segundo o relatório da pesquisa, esses percentuais indicam um núcleo mais consolidado de voto em torno dos dois principais nomes.
Confira abaixo os cenários de primeiro turno:
Cenário 1
Lula (PT) - 41%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Ronaldo Caiado (PSD) - 3%
Renan Santos (Missão) - 3%
Augusto Cury (Avante) - 2%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Brancos, nulos ou nenhum - 6%
Não sabem/não responderam - 2%
Cenário 2
Lula - 41%
Flávio Bolsonaro - 36%
Romeu Zema - 5%
Ronaldo Caiado - 4%
Renan Santos - 4%
Aldo Rebelo - 1%
Brancos, nulos ou nenhum - 7%
Não sabem/não responderam - 2%
Cenário 3
Lula - 41%
Flávio Bolsonaro - 38%
Ronaldo Caiado - 6%
Renan Santos - 4%
Aldo Rebelo - 1%
Brancos, nulos ou nenhum - 7%
Não sabem/não responderam - 2%
Nas simulações de segundo turno, o quadro fica mais apertado, como vem sendo visto em todas as últimas pesquisas dos mais diversos institutos. Neste BTG/Nexus, Lula aparece numericamente à frente dos adversários testados, mas a disputa contra Flávio Bolsonaro é a mais acirrada.
Na comparação com a pesquisa BTG/Nexus anterior, Lula e Flávio estavam empatados em 46% a 46%. Agora, o presidente mantém os mesmos 46%, enquanto Flávio oscila para 45%, quadro que, entretanto, segue entendido como de empate técnico.
Cenários de segundo turno:
Lula 46% x 45% Flávio Bolsonaro
Lula 45% x 41% Romeu Zema
Lula 45% x 41% Ronaldo Caiado
A disputa presidencial também é marcada por rejeição elevada dos dois principais oponentes. Quando os entrevistados da BTG/Nexus são perguntados sobre o potencial de voto em cada candidato, 49% dizem que não votariam em Lula de jeito nenhum. No caso de Flávio Bolsonaro, esse percentual é de 48%.
Esse recorte do levantamento mostra ainda que 34% dizem que Lula é o único candidato em quem votariam, e 16% afirmam que poderiam votar nele, mas também em outro. No caso de Flávio, 27% dizem que ele é o único em quem votariam, e 21% afirmam que poderiam votar nele e em outro nome.
A pesquisa foi realizada pela Nexus por telefone, entre os dias 24 e 26 de abril, com 2.028 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-01075/2026.
Gusttavo Lima reuniu uma multidão em um evento "longe" da música. A cidade de Bela Vista de Goiás, no interior do estado, foi palco da 1ª edição da 'Cavalgada do Embaixador'.
Com a fazenda Lumiar como sede e ponto de encontro dos cavaleiros e amazonas, o artista liderou o cortejo que acompanhou o artista pela região.
Para participar da festa, era necessário desembolsar R$ 500. O ingresso dava direito ao café da manhã reforçado, churrasco e bebida liberada durante a Cavalgada.
O evento contou com a participação de Daniel Vilela, vice-governador do estado, Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Social Democrático (PSD).
Na página oficial da Cavalgada, a organização informou ao público as exigências necessárias para participar do evento, a exemplo do negativo de anemia infecciosa equina.
Foi proibido também animais machos não castrados, charrete, carroças e afins, além de carros no circuito. Tudo para preservar os animais que participaram da cavalgada ao longo dos 12km de percurso.
Ao fim da cavalgada, o público ainda pôde curtir shows de artistas que fazem parte do catálogo da Balada Music, e o anfitrião ainda fez questão de dar uma palhinha para os cavaleiros.
RELAÇÃO DE GUSTTAVO LIMA COM CAIADO
O atual pré-candidato à Presidência pelo PSD já mostrava desde 2025 a proximidade com o cantor sertanejo.
No início do ano passado, Gusttavo chegou a ser especulado como um possível candidato à Presidência. No entanto, o artista decidiu não seguir com a carreira política.
Caiado chegou a falar sobre o assunto: "Sabemos muito bem que, independente de ser ou não candidato, o Gusttavo Lima já entrou para a política. Gusttavo Lima sabe do que fala. Ele viveu uma história de muitas dificuldades e provações até alcançar o sucesso".
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado afirmou ter procurado o ex-ministro Ciro Gomes no início de abril, logo após ser oficializado como pré-candidato do PSD à Presidência da República.
Segundo o Metrópoles, durante a conversa, Caiado buscou saber se Ciro pretendia disputar o Palácio do Planalto. O ex-ministro teria respondido que está focado em um projeto político voltado para a disputa ao governo do Ceará.
Caiado confirmou o contato e destacou que a iniciativa ocorreu antes de o PSDB formalizar convite para que Ciro Gomes concorresse à Presidência, movimento que foi registrado na terça-feira (14).
A Confederação Nacional de Trânsito (CNT) divulgada nesta terça-feira (14) um novo levantamento de opnião sobre as eleições nacionais deste ano. A pesquisa aponta que, em um segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), o petista lidera as intenções de voto com 44,9%, contra 40,2% de Flávio.
A pesquisa, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o registro BR-02847/2026, entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 08 a 12 de abril de 2026 e possui margem de erro de 2,2 pontos, com nível de confiança de 95%. Os entrevistados responderam de forma presencial domiciliar à pergunta: “Em uma hipótese de 2º turno para presidente do Brasil, em quem o(a) Sr.(a) votaria?”
Ainda no cenário de Lula e Flávio, 3,6% dos eleitores entrevistados responderam que votariam nulo ou branco e 11,3% se disseram indecisos quanto ao voto. Em relação à última pesquisa, divulgada em novembro do ano passado, Lula caiu quatro pontos percentuais. Flávio ainda não constava como opção para presidente.
A pesquisa ainda questionou sobre o cenário de Lula contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). No caso, Lula aparece com 45,2% dos votos frente a 31,6% do mineiro. 15,9% disseram que vão votar branco ou nulo e 7,3% estão indecisos.
Por fim, entre o presidente petista e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). O goiano aparece com 32,7% das intenções de voto e Lula com 44,4%. 15,2% disseram que votariam branco ou nulo e outros 7,7% responderam que estão indecisos. (A reportagem foi atualizada às 15h28)
O fim do prazo, na semana passada, para desincompatibilização de cargos de quem deseja se candidatar nas eleições de outubro, vem levando os partidos a acelerarem as definições sobre candidatos. Até o momento, 11 partidos já teriam definido pré-candidaturas a presidente, embora esse número ainda possa crescer ou diminuir, pois apenas nas convenções de julho/agosto serão definidos os candidatos.
Até o momento, já apresentaram disposição para se candidatarem a presidente os seguintes nomes:
Lula (PT)
Flávio Bolsonaro (PL)
Ronaldo Caiado (PSD)
Romeu Zema (Novo)
Renan Santos (Missão)
Aldo Rebelo (DC)
Cabo Daciolo (Mobilização Nacional)
Augusto Cury (Avante)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Dos nomes colocados para a disputa até o momento, apenas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na disputa de 2022. Ronaldo Caiado, Cabo Daciolo e Rui Costa Pimenta já foram candidatos a presidente em outras eleições, mas não participaram do último pleito.
Confira abaixo como está a situação de cada um dos 11 candidatos que participaram da eleição presidencial de 2022:
Lula, do PT, participou em 2022 da sua sexta eleição a presidente, tendo sido eleito após ter 48,43% dos votos válidos no primeiro turno e 50,90% dos votos válidos no segundo turno. Em 2026, o atual presidente é candidato a concorrer pela sétima vez, podendo chegar ao seu quarto mandato.
Jair Bolsonaro, do PL, em 2022 estava na presidência da República, e concorreu para renovar o mandato. Com 43,20% dos votos válidos, Bolsonaro foi para o segundo turno e acabou derrotado por Lula. No ano passado, Jair Bolsonaro foi preso após ter sido condenado a 27 anos por tentativa de golpe e outros crimes. No momento, cumpre pena em regime domiciliar, após ter passado por diversos problemas de saúde quando estava na Papudinha, e indicou seu filho, Flávio, para ser o candidato do partido a presidente.
Simone Tebet, como candidata do MDB em 2022, surpreendeu e alcançou o terceiro lugar naquela eleição, chegando a 4,16% dos votos válidos. Após ter apoiado Lula no segundo turno, Tebet foi convidada para ser ministra, e assumiu a pasta do Planejamento desde o primeiro dia do novo governo. Recentemente, se desincompatibilizou do cargo, mudou do MDB para o PSB e vai disputar uma vaga ao Senado pelo estado de São Paulo.
Ciro Gomes, então no PDT, concorreu à presidência da República pela quarta vez em 2022, e nesse pleito, ficou na quarta posição, com 3,04% dos votos válidos. Após as eleições, ficou afastado do ambiente político, e neste ano de 2026, ingressou no PSDB e anunciou que vai disputar o governo do Ceará, cargo que ele exerceu entre os anos de 1991 a setembro de 1994, quando renunciou para ser ministro da Fazenda do então presidente Itamar Franco.
Soraya Thronicke, que em 2022 exercia o cargo de senadora pelo estado do Mato Grosso do Sul, foi candidata a presidente pelo União Brasil, e alcançou 0,51% dos votos válidos no primeiro turno. No ano seguinte, trocou o União pelo Podemos, onde seguiu até a semana passada, quando entrou no PSB para tentar se reeleger ao Senado.
Felipe D´Avila, cientista político e empresário, não tinha exercido cargos públicos quando se tornou candidato a presidente pelo Novo. No primeiro turno de 2022, D´Avila obteve 0,47% dos votos válidos. Após as eleições, voltou a exercer a sua atividade empresarial e também a diretoria do Centro de Liderança Pública (CLP), uma organização sem fins lucrativos que busca formar lideranças para enfrentar os problemas do país. Também escreveu um livro, “Vire à Direita, Siga em Frente”.
Padre Kelmon, que pertence à Igreja Ortodoxa do Peru, inicialmente foi incluído em uma chapa como vice do candidato Roberto Jefferson. Com a impugnação da candidatura de Jefferson, Kelmon se tornou candidato a presidente. No primeiro turno, Padre Kelmon, candidato pelo PTB, obteve 0,07% dos votos válidos. Após criar um movimento político chamado Foro do Brasil, Kelmon ingressou no PL e deve concorrer a uma vaga de deputado federal pelo Estado de São Paulo.
Léo Péricles, ativista político mineiro, concorreu a presidente em 2022 pela Unidade Popular (UP), partido que teve seu registro homologado no TSE em 2019. No pleito de 2022, Léo Péricles obteve 0,05% dos votos válidos. Atualmente, Péricles é presidente da Unidade Popular, e ainda não definiu se vai ser candidato a algum cargo nas eleições.
Sofia Manzano, economista e professora, foi candidata a presidente em 2022 pelo PCB, e obteve 0,04% dos votos válidos. Sofia já havia participado das eleições de 2014, disputando o cargo de vice-presidente. Atualmente, Sofia continua militando politicamente no PCB, ao mesmo tempo em que é professora de Economia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Ainda não há definição se será candidata novamente a algum cargo eletivo neste ano.
Vera Lúcia, pernambucana, se candidatou a presidente pelo PSTU, e obteve 0,02% dos votos válidos. Ela, que afirma ser uma operária sapateira, participou de diversas eleições para variados cargos, nunca tendo sido eleita. Em 2026, Vera Lúcia é pré-candidata a governadora pelo Estado de São Paulo, pelo PSTU.
Eymael, em 2022, pela Democracia Cristã (DC), foi candidato a presidente pela sexta vez (já tinha tentado nos pleitos de 1998, 2006, 2010, 2014 e 2018), e obteve 0,01% dos votos válidos. Eymael, que seguiu como presidente do DC até recentemente, quando foi substituído no cargo por João Caldas, pai do ex-prefeito de Maceió, João Henrique Caldas. Em 2026, Eymael, de 86 anos, não será candidato a presidente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apareceram praticamente empatados nas simulações de segundo turno na nova pesquisa Meio/Ideia sobre as eleições de 2026, divulgada nesta quarta-feira (8). Já no primeiro turno, Lula lidera a disputa com vantagem de apenas três pontos percentuais.
De acordo com a pesquisa, o presidente Lula teria 40,4% no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Os demais nomes que registraram intenções de voto foram Ronaldo Caiado (União), com 6,5%; Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), com 3%; e Aldo Rebelo (DC) com 0,6%.
Já nas simulações de segundo turno, os resultados são os seguintes:
Flávio Bolsonaro 45,8% x 45,5% Lula
Lula 45% x 39% Ronaldo Caiado
Lula 44,7% x 38,7% Romeu Zema
Lula 45% x 26,4% Renan Santos
Lula 46% x 22,6% Aldo Rebelo
Na avaliação sobre a rejeição aos nomes colocados até aqui para a disputa presidencial, Lula aparece com o maior percentual na disputa ao Palácio do Planalto: 44,2% dos eleitores responderam que não votariam no líder petista “de jeito nenhum” se as eleições fossem hoje.
O segundo nome mais rejeitado é o do senador Flávio Bolsonaro, com 37,5% de eleitores que dizem não votar nele “de jeito nenhum”. As rejeições dos demais candidatos ficaram com o seguinte patamar: Ronaldo Caiado - 20,4%; Romeu Zema - 17,5%; Renan Santos - 16%; Aldo Rebelo - 11%; Não rejeita ninguém - 2,2%.
O levantamento divulgado pelo Meio/Ideia revela ainda que 51,5% dos eleitores brasileiros dizem que o presidente Lula não merece continuar no governo depois de 2026. Já 45% dos entrevistados responderam que o petista merece ter um quarto mandato.
A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 3 a 7 de abril de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-00605/2026.
Com o fim do prazo de desincompatilização determinado pela Justiça Eleitoral para quem quer disputar outro mandato nas urnas de outubro, um total de 11 governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram aos seus cargos até este sábado (4).
A saída dos cargos não garante que seja concretizada uma eventual candidatura, mas em caso de ser efetivada, era necessário cumprir a exigência da legislação eleitoral. As candidaturas só serão oficializadas em agosto, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Entre os governadores que renunciaram aos seus mandatos, dois são pré-candidatos à Presidência da República: Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO). Zema, entretanto, vem sendo cotado também para ser candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Já no caso dos outros nove ex-governadores, o mais provável é que disputem vagas para o Senado Federal. Confira abaixo a lista dos governadores que deixaram o cargo:
- Gladson Cameli, do PP, no Acre
- Wilson Lima, do União Brasil, no Amazonas
- Ibaneis Rocha, do MDB, no Distrito Federal
- Renato Casagrande, do PSB, no Espírito Santo
- Ronaldo Caiado, do PSD, em Goiás
- Mauro Mendes, do União Brasil, em Mato Grosso
- Romeu Zema, do Novo, em Minas Gerais
- Helder Barbalho, do MDB, no Pará
- João Azevêdo, do PSB, na Paraíba
- Cláudio Castro, do PL, no Rio de Janeiro
- Antonio Denarium, do Republicanos, em Roraima
Além dos governadores, também deixaram os cargos dez prefeitos de capitais, em sua maioria para disputar os governos estaduais. No caso do ex-prefeito de Maceió, JHC (PSDB), ainda não está definido se ele sairá a governador ou a senador por Alagoas.
Confira a lista dos prefeitos de capitais que renunciaram até este sábado:
- Eduardo Paes (PSD), ex-prefeito do Rio de Janeiro (RJ)
- Lorenzo Pazolini (Republicanos), ex-prefeito de Vitória (ES)
- João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife (PE)
- Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís (MA)
- Cícero Lucena (MDB), ex-prefeito de João Pessoa (PB)
- David Almeida (Avante), ex-prefeito de Manaus (AM)
- Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá (AP)
- Tião Bocalom (PSDB), ex-prefeito de Rio Branco (AC)
- Arthur Henrique (PL), ex-prefeito de Boa Vista (RR)
- João Henrique Caldas (PSDB), ex-prefeito de Maceió (AL)
O senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, afirmou nesta terça-feira (31) que é “impossível” a federação União Brasil-PP apoiar a candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) à Presidência da República.
“Impossível”, respondeu Ciro ao site Metrópoles.
Segundo o senador, a tendência da federação é apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ou liberar os diretórios estaduais para escolherem seus candidatos.
No caso de apoio a Flávio, a aliança dependerá da definição da vaga de vice. O PP pleiteia indicar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) para compor a chapa.
Em entrevista à CNN na noite desta segunda-feira (30), o senador Otto Alencar criticou a fala do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), sobre assinar uma anistia ampla, geral e irrestrita caso seja eleito presidente nas eleições de outubro. Otto, que é o presidente do diretório estadual do PSD na Bahia, disse que, junto com outros senadores do partido, atua contra a anistia no Congresso.
“A declaração do Caiado vem totalmente contra o que eu e grande parte do partido pensamos. Sou contra a anistia, atuei aqui no Congresso contra a anistia e ele já vem contrariando a minha posição”, disse Otto à CNN.
A declaração de Ronaldo Caiado se deu durante o lançamento de sua pré-candidatura a presidente pelo PSD, nesta segunda. O candidato prometeu “desativar” a polarização no país com a concessão, logo no início de seu eventual governo, de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que incluiria o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de estado.
À CNN, Otto Alencar citou outros integrantes do partido que seriam contrários à anistia, como o senador Omar Aziz (AM). O senador baiano também reforçou que na Bahia, o PSD estará no palanque do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues.
“Aqui na Bahia temos aliança com Lula. O PSD vai votar inteiramente com Lula. São 115 prefeitos, 18 candidatos a deputado federal, 7 estaduais. O PSD completo com Lula. O palanque do Caiado na Bahia não é o PSD, é o União Brasil de ACM Neto, que é meu adversário”, afirmou Otto.
O senador Otto Alencar disse, ainda, que o mesmo cenário deve se repetir em outros estados.
“No Amazonas: o Omar vota com Lula. No Rio Grande do Sul com Eduardo Leite, no Rio de Janeiro com Eduardo Paes, em Pernambuco com Raquel Lyra, no Sergipe. E muitos, como eu, não fomos consultados sobre a candidatura de Caiado”, afirmou.
No lançamento de sua candidatura, Ronaldo Caiado afirmou que apoiará o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, na disputa pelo governo da Bahia. “Na Bahia, o PSD tem uma posição, e eu estarei no palanque de ACM Neto”, salientou Caiado.
Apesar da posição do presidenciável do PSD, o senador Otto Alencar afirmou na CNN que o partido deve confirmar a candidatura na convenção.
“Eu não vou apoiar, mas também não vou atrapalhar. Agora, aqui na Bahia, não haverá apoio do PSD”, concluiu Otto Alencar.
O senador e pré-candidato à reeleição, Angelo Coronel (Republicanos), afirmou que a tendência do grupo de ACM Neto (União) é apoiar a candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) à presidência da República. Em declaração feita nesta segunda-feira (30), durante o lançamento da chapa da oposição, em Feira de Santana, o parlamentar também demonstrou confiança no êxito na disputa eleitoral na Bahia.
Coronel também afirmou que o ex-governador de Goiás deve vir ao estado para dividir o palanque com ACM Neto.
“A sociedade baiana cansou, vai haver uma mudança, eu não tenho a menor dúvida de que essa chapa encabeçada por ACM Neto vai chegar ao governo da Bahia e nós vamos fazer duas cadeiras no Senado. [...] Caiado vem para a Bahia, deverá ser homologado pelo PSD hoje. Não tenho dúvidas de que ele apoiará nossa chapa e com certeza vamos apoiar a chapa dele. É bala trocada”, comentou o senador.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciará sua pré-candidatura à Presidência da República na tarde desta segunda-feira (30). A coletiva de imprensa está marcada para as 16h, na sede do PSD, em São Paulo.
A movimentação ocorre após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Jr., que, na semana passada, abriu caminho para que Caiado se consolidasse como nome da sigla na disputa pelo Palácio do Planalto.
Dentro do partido, Caiado também disputava a preferência da cúpula com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. O chefe do Executivo goiano foi considerado favorito, com respaldo de setores do agronegócio e alinhamento com pautas relacionadas à segurança pública, tema que deve ganhar espaço no debate eleitoral deste ano.
Caiado oficializou sua filiação ao PSD em 14 de março. Como parte do movimento político, ele anunciou que deixará o governo de Goiás nesta terça-feira (31), quando o vice-governador Daniel Vilela assumirá o comando do estado.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou neste sábado (14) sua filiação no Partido Social Democrático (PSD), liderado por Gilberto Kassab. A ação marca sua saída do União Brasil na tentativa de viabilizar sua candidatura à presidência da República.
Segundo o g1, a oficialização aconteceu em um ato de campanha regional na cidade de Jaraguá, a 120 km de Goiânia. No PSD, disputam com Caiado a vaga de candidato à presidente os governadores do Paraná, Ratinho Junior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
Gilberto Kassab afirmou que o partido deve decidir o nome do postulante até o final do mês. Pelas regras eleitorais, o candidato precisa estar filiado ao partido pelo qual disputará a eleição deste ano até o dia 4 de abril.
Liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em todos os cenários apresentados tanto em escolha espontânea do eleitor quanto nas simulações de primeiro e segundo turnos. Esse foi o resultado apurado pelo instituto Real Time Big Data, em nova pesquisa sobre as eleições presidenciais divulgada nesta terça-feira (3).
O instituto apresentou três cenários estimulados, e também projetou diversas disputas em segundo turno. Somente em um eventual confronto com o senador Flávio Bolsonaro há um quadro de empate técnico.
O mesmo quadro de empate entre Lula e Flávio já havia sido apurado em pesquisas divulgadas na semana passada pelo AtlasIntel e Paraná Pesquisas. A diferença é que na pesquisa Real Time desta terça, Lula aparece um ponto percentual à frente do senador do PL, enquanto nas sondagens anteriores Flávio liderava com alguns poucos décimos de diferença.
Confira abaixo os cenários da pesquisa Real Time Big Data.
Pesquisa espontânea
Lula (PT): 29%
Flávio Bolsonaro (PL): 19%
Jair Bolsonaro (PL): 4%
Ratinho Junior (PSD): 2%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2%
Cenário 1
Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL): 32%
Ratinho Junior (PSD): 9%
Romeu Zema (Novo): 2%
Aldo Rebelo (DC): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu: 7%
Cenário 2
Lula (PT): 40%
Flávio Bolsonaro (PL): 34%
Eduardo Leite (PSD): 4%
Romeu Zema (Novo): 3%
Aldo Rebelo (DC): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu: 8%
Cenário 3
Lula (PT): 40%
Flávio Bolsonaro (PL): 33%
Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Romeu Zema (Novo): 3%
Aldo Rebelo (DC): 2%
Renan Santos (Missão): 2%
Nulo/Branco: 7%
Não sabe/Não respondeu: 8%
Simulações com disputas de segundo turno:
Lula (PT) 42% x 41% Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT) 45% x 36% Ronaldo Caiado (PSD)
Lula (PT) 44% x 35% Romeu Zema (Novo)
Lula (PT) 46% x 35% Eduardo Leite (PSD)
Lula (PT) 51% x 19% Aldo Rebelo (DC)
Lula (PT) 51% x 18% Renan Santos (Missão)
Em relação à apuração do instituto sobre a rejeição dos candidatos, o presidente Lula e o seu principal opositor, o senador Flávio Bolsonaro, apareceram com o mesmo índice de rejeição de 47%. A quantidade de eleitores que se dizem certos de que votarão em Lula, entretanto, foi maior do que o percentual dos que afirmam estarem convictos de sua escolha por Flávio: 35% a 22%.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março de 2026. O levantamento foi contratado pela Record. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Registro no TSE nº BR-09353/2026.
Um recorte da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) revela que apesar de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o pré-candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ) terem rejeição quase idêntica, o líder petista tem seu nome mais desaprovado entre eleitores que se dizem “bolsonaristas’ do que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é rejeitado por aqueles que se colocam como “lulistas”.
No cômputo geral, o senador Flávio Bolsonaro possui a maior rejeição entre todos os pré-candidatos listados pela Genial/Quaest. Flávio aparece com 55%, enquanto o presidente Lula possui 54% de pessoas que dizem que o conhecem e não votariam nele nas eleições de outubro.
A rejeição dos demais pré-candidatos foi a seguinte: Ratinho Jr. (PSD) - 40%; Ronaldo Caiado (União) - 35%; Eduardo Leite (PSD) - 35%; Romeu Zema (Novo) - 34%; Aldo Rebelo (DC) - 26%; e Renan Santos (Missão) - 19%.
A Quaest dividiu os eleitores em “lulistas”, “esquerda não lulista”, “Independente”, “direita não bolsonarista” e “bolsonarista”. O presidente Lula recebe a sua maior rejeição entre o grupo que se define como “bolsonarista”, com 96% dizendo que não votariam nele.
Já o senador Flávio Bolsonaro tem o seu maior índice de rejeição em meio aos eleitores que se dizem “lulistas”. Nesse grupo, o candidato do PL é rejeitado por 88% dos entrevistados, o que mostra que ele tem números melhores do que Lula quando a avaliação se dá no campo inimigo.
Em meio aos eleitores que se dizem “independentes”, há um empate na rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro: 64% para cada. Na aprovação entre os independentes, entretanto, Lula se sai melhor, com 30% que dizem que votariam nele contra 24% que afirmam que votariam no filho de Jair Bolsonaro.
Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui uma alta rejeição, com 48% dos brasileiros afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. A rejeição de Lula só não é maior do que a do senador Flávio Bolsonaro (PL), que chegou a 49%.
Os números foram apresentados na nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (9). A pesquisa analisou a rejeição de oito candidatos: Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Jr (PSD), Ronaldo Caiado (PSD), Eduardo Leite (PSD), Romeu Zema (Novo), Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão).
A pesquisa, para avaliar o grau de votabilidade dos pré-candidatos, fez a seguinte pergunta aos entrevistados: “É meu voto, estou decidido”; “Posso votar”; “Conheço e não votaria”; “Não conheço o suficiente para opinar”.
Os números apurados mostram que o presidente Lula, ao mesmo tempo em que é o candidato mais conhecido, é aquele que reúne o maior contingente de eleitores certos do seu voto. Já Flávio Bolsonaro é menos conhecido, tem menos votos certos e rejeição maior do que a do presidente.
Confira abaixo o resultado do grau de votabilidade aferido pelo Real Time Big Data:
Lula (PT)
É meu voto, estou decidido - 33%
Posso votar - 17%
Conheço e não votaria - 48%
Não conheço o suficiente para opinar - 2%
Flávio Bolsonaro (PL)
É meu voto, estou decidido - 18%
Posso votar - 20%
Conheço e não votaria - 49%
Não conheço o suficiente para opinar - 13%
Ratinho Jr. (PSD)
É meu voto, estou decidido - 5%
Posso votar - 38%
Conheço e não votaria - 35%
Não conheço o suficiente para opinar - 22%
Ronaldo Caiado (PSD)
É meu voto, estou decidido - 3%
Posso votar - 34%
Conheço e não votaria - 38%
Não conheço o suficiente para opinar - 25%
Eduardo Leite (PSD)
É meu voto, estou decidido - 2%
Posso votar - 32%
Conheço e não votaria - 29%
Não conheço o suficiente para opinar - 373%
Romeu Zema (Novo)
É meu voto, estou decidido - 2%
Posso votar - 28%
Conheço e não votaria - 34%
Não conheço o suficiente para opinar - 36%
Aldo Rebelo (DC)
É meu voto, estou decidido - 1%
Posso votar - 21%
Conheço e não votaria - 36%
Não conheço o suficiente para opinar - 42%
Renan Santos (Missão)
É meu voto, estou decidido - 1%
Posso votar - 21%
Conheço e não votaria - 28%
Não conheço o suficiente para opinar - 58%
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 6 e 7 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06428/2026.
Durante a abertura de trabalhos da Câmara Municipal para o ano de 2026, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), comentou o rompimento do senador Angelo Coronel (PSD) com o PT na Bahia, e afirmou que as negociações com partidos de sua base devem avançar nas próximas semanas.
“Tiraram o direito dele de disputar a eleição. A decisão está tomada por parte dele, de seguir o caminho dele e iniciar as tratativas conosco. A partir dessa semana, vamos discutir a forma. Muitos partidos da nossa base manifestaram o desejo de abrir as portas caso ele decida disputar a vaga ao Senado”, garantiu o gestor.
Ao comentar a postura do Partido dos Trabalhadores na disputa pelo Governo do Estado em outubro. “O PT suga o sangue dos aliados, dá aquele abraço de urso e depois descarta”, disparou o prefeito.
Na ocasião, ele também comentou sobre a migração de Ronaldo Caiado para o PSD, sigla de Angelo Coronel que protagoniza momentos de tensão com a base do atual governador, Jerônimo Rodrigues (PT). Para o prefeito, a mudança de legenda acelerou as negociações.
“A saída de Caiado gerou essa precipitação política. Antecipou muitas coisas que iriam acontecer em março para agora em janeiro. Essa movimentação nos aproxima muito mais do PSD. Aonde Caiado for, é o nosso pré-candidato”, declarou.
Em seu primeiro dia após o anúncio de migração para o PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), garantiu que recebeu aval do presidente do partido, Gilberto Kassab (PSD), para realizar suas filiações de campanha de forma independente ao diretório estadual. Em entrevista ao GloboNews, nesta quarta-feira (28), Caiado aponta que, no caso da Bahia, deverá manter o apoio da ACM Neto, ainda que seu novo partido seja base de Jerônimo Rodrigues.
"O Kassab liberou nossas bases para que nós tivéssemos essa independência também, aquele que for escolhido. Por exemplo, eu cito, na Bahia, por exemplo, se lá o PSD estiver vinculado ao governador candidato pelo PT, o candidato nosso estará ali no palanque do ACM Neto", afirmou o governador do Goiás.
Ele reitera que "isto mostra a nossa capacidade e nosso bom desempenho hoje no Nordeste também”. Ele afirma ainda que essa é uma estratégia de enfraquecimento do PT: “Então, não será fácil para o PT, já que ele decepcionou muito a esperança daquele povo", completa.
Em entrevista em outra emissora, ainda nesta quarta, o posicionamento de Ronaldo Caiado seguiu o mesmo caminho: "O compromisso que tem é que aquele que for escolhido terá o apoio dos outros. E que nós teremos total liberdade nos estados"
"Então é dada a nós quem for escolhido a liberdade de estar no palanque de quem seja compatível com os nossos princípios com as nossas ideias e ao mesmo tempo com aquilo que nós defendemos", finaliza.
O Instituto Paraná Pesquisas vai divulgar nesta quinta-feira (29) mais uma simulação sobre a corrida presidencial de 2026. A pesquisa, além de contar simulações de primeiro e segundo turno, ainda avalia a rejeição dos principais presidenciáveis e analisa a aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A sondagem projetará dois cenários de primeiro turno. Em um deles, os entrevistados escolherão entre Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ratinho Junior (PSD), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC). No outro, apenas uma mudança: sai Flávio, entra Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O instituto também apresentará três cenários de segundo turno, todos com a presença do presidente Lula: contra Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior. Os outros dois postulantes a uma candidatura presidencial pelo PSD, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, ficaram de fora das simulações de segundo turno.
No quesito da avaliação pessoal de cada candidato, o Paraná Pesquisas questionou os entrevistados se teriam certeza em votar, se poderiam votar ou não votariam de jeito nenhum nos candidatos Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Júnior e Tarcísio de Freitas.
Esse levantamento será o primeiro da Paraná Pesquisas em 2026. Em sua última pesquisa do ano passado, o Paraná Pesquisas havia apurado que o presidente Lula aparecia em primeiro lugar em todos os cenários de primeiro turno. Já nas seis simulações de segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, mas empatado tecnicamente, pela margem de erro, com Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro e Ratinho Junior.
Um dado curioso da nova sondagem do Paraná Pesquisas é que nomes que vinham sendo inseridos anteriormente nos levantamentos entre os postulantes a uma candidatura presidencial, como Michelle Bolsonaro (PL), a senadora Tereza Cristina (PP), o ex-governador Ciro Gomes (PSDB), foram deixados de fora das simulações. Até mesmo o presidente do Missão, Renan Santos, que vem tendo o seu nome testado em outras pesquisas, foi deixado de fora nos cenários do Paraná Pesquisas.
O trabalho de campo para a realização do levantamento foi feito pelo Paraná Pesquisas entre o último domingo (25) e esta quarta (28). Foram 2.080 entrevistas, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
A filiação ao PSD do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, não deve levar o partido a realizar prévias para decidir qual será o seu candidato a presidente da República em outubro deste ano. A afirmação foi feita pelo governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), em entrevista nesta quarta-feira (28) ao podcast Warren Política.
Com a chegada de Caiado, o PSD passou a ter três postulantes à candidatura oficial à presidência pelo partido: o próprio Ronaldo, Ratinho Junior e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
“Acho que vai ser muito simples, bem fácil, porque todos aqueles que podem vir a ser candidatos estão desarmados. Porque a gente quer ajudar o Brasil. Aquele que tiver maior capacidade de poder liderar esse processo, de aglutinar bons quadros, bons nomes, eu acho que vai ser tranquilamente aprovado e apoiado por todos os demais”, disse Ratinho Jr. na entrevista.
À CNN, o governador Ronaldo Caiado deu opinião na mesma linha que seu agora colega de partido Ratinho Junior. Caiado descartou a realização de prévias dentro do PSD para escolher o candidato à presidência pela sigla.
“A escolha será feita por um colegiado do PSD com nomes como Gilberto Kassab, Jorge Bornhausen, Guilherme Afif e Andrea Matarazzo”, afirmou o governador goiano.
Questionado sobre a disputa no campo da direita contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Caiado disse que a campanha no primeiro turno será “respeitosa” e que todos estarão juntos no segundo turno.
“Vamos adotar o modelo chileno: uma disputa respeitosa no primeiro turno e todos juntos no 2°”, concluiu o governador de Goiás.
Assim como Caiado, o governador Ratinho Junior também defendeu uma multiplicidade de candidaturas de direita para se debater o país. Ao ser questionado sobre o nome do senador Flávio Bolsonaro para presidente, Ratinho argumentou que a população brasileira não pode ter apenas duas opções de voto.
“É extremamente natural o PL ter candidato, o PSD ter candidato, o MDB daqui a pouco ter candidato. Eu acho que é natural, é do jogo político”, completou Ratinho.
O governador Eduardo Leite também concedeu entrevista nesta quarta (28), ao site R7, mas não chegou a falar sobre o processo de escolha do candidato do PSD. Leite expressou interesse em concorrer à presidência da República pela sigla e destacou o desejo por um novo rumo político-econômico para o Brasil.
“Para mim, política é missão. Conforme a gente vai avançando, fui prefeito, governador, naturalmente que a presidência passa a ser algo possível e até desejado, mas não é sobre atender a minha aspiração individual de ser presidente, e sim de conseguir fazer com que o país encontre um rumo diferente do que eu estou observando hoje”, explicou o governador gaúcho.
Segundo apuração do jornal Opção, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, determinou a criação de uma comissão formada por Ronaldo Caiado, Ratinho Junior e Eduardo Leite. O grupo terá a missão de avaliar cenários eleitorais e assessorar o partido na escolha do nome que representará o PSD na disputa pelo Palácio do Planalto.
A comissão também deve atuar na interlocução com outras forças políticas, analisando possíveis alianças e o posicionamento estratégico da legenda no cenário nacional. A expectativa é de que a definição do candidato do PSD ocorra até o dia 15 de abril, embora o anúncio possa ser antecipado a depender do avanço das articulações.
O senador Otto Alencar (PSD) negou que a chegada do governador de Goiás e pré-candidato à presidência, Ronaldo Caiado ao partido, terá interferência na aliança entre o seu partido e o PT na Bahia em 2026. Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta quarta-feira (28), o presidente estadual da sigla revelou que já sabia da chegada do gestor estadual ao seu partido.
“Sim, o Gilberto Kassab, que é o nosso presidente, me falou semana passada dessa possibilidade. Ontem ele me ligou falando que haveria essa filiação do caiado. Lá em Goiás,o PSD já tem o senador Vanderlan Cardoso, que já é filiado ao partido há muitos anos. De tal sorte já sabia, não influenciou em nada para que houvesse essa filiação”, disse ao programa Bahia Notícias no Ar.
O senador reforçou ainda que a chegada do governador não vai alterar a relação e a aliança histórica entre PSD e PT no estado.
“Aqui na Bahia, a filiação não altera a posição e o rumo do PSD na aliança com o presidente Lula no estado e também a aliança com o governador Jerônimo Rodrigues. Nós já tomamos posição muito antes disso e vamos manter. Essas coisas acontecem assim sem um trajeto mais longo, que é surpreendente, embora o Kassab tenha me falado. Ele tem essa consciência, que no estado da Bahia, como foi em 2022, nós vamos manter nossa aliança, nossa posição”, disse aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou nesta terça-feira que já comunicou a provável saída do União Brasil e que está em negociação com outras siglas para viabilizar sua candidatura à Presidência da República nas eleições de outubro.
Segundo Caiado, a decisão de deixar o partido está ligada à falta de apoio interno ao seu projeto eleitoral. Ele reforçou que não abre mão da candidatura e que mudará de legenda caso não tenha respaldo político. O presidente do União Brasil, Antônio Rueda, e o secretário-geral da sigla, ACM Neto, já teriam sido informados sobre a decisão. A declaração foi dada em entrevista à rádio Novabrasil.
“É algo a ser resolvido nos próximos dias”, afirmou o governador, acrescentando que as conversas com outros partidos estão em andamento. Apesar disso, Caiado preferiu não revelar quais legendas estão sendo procuradas para uma possível filiação.
Nos bastidores, pesa o possível apoio do União Brasil à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL). No início do mês, o parlamentar, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, declarou que Antônio Rueda é entusiasta de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.
A primeira pesquisa nacional de 2026 do instituto capixaba Cidades/Futura, divulgada nesta quinta-feira (22), revelou um resultado diferente de outras divulgadas há poucos dias. A pesquisa Futura apresenta diversos cenários de disputa apertada entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em primeiro turno, mas com liderança do senador do Rio de Janeiro nas simulações de segundo turno.
Em cinco dos seis cenários estimulados apresentados pelo instituto Futura para primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados, levando-se em conta uma margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. No sexto cenário, há vantagem para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula.
Nos cenários de segundo turno levantados pelo instituto, Lula perderia para Flávio Bolsonaro e também para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O presidente empata tecnicamente com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
Em outros cenários, o governador Ronaldo Caiado (União), de Goiás, venceria apenas Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul. Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro vence Ratinho Junior, Zema e Leite, e empata tecnicamente com Tarcísio.
Considerando o primeiro turno, foi feita uma pergunta para resposta espontânea (quando os nomes não são apresentados previamente para escolha do eleitor) e seis cenários estimulados (quando são mostrados os nomes, entre os quais o entrevistado deve escolher). Confira abaixo os cenários de primeiro turno:
Pesquisa espontânea
Lula (PT): 31,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 19,9%
Jair Bolsonaro (PL)*: 4,8%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2,4%
Eduardo Bolsonaro (PL): 1,7%
Ratinho Junior (PSD): 1,6%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 0,8%
Renan Santos (Missão): 0,7%
Romeu Zema (Novo): 0,4%
Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
Outros: 2,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 5,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 27,8%
Cenário 1
Lula (PT): 37%
Flávio Bolsonaro (PL): 33,3%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 10,5%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
Romeu Zema (Novo): 2,6%
Renan Santos (Missão): 1,2%
Aldo Rebelo (DC): 0,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,6%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 5,3%
Cenário 2
Lula (PT): 35,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 34,3%
Ratinho Junior (PSD): 9,1%
Romeu Zema (Novo): 4,4%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3,7%
Renan Santos (Missão): 1,7%
Aldo Rebelo (DC): 0,6%
Eduardo Leite (PSD): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 7%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,7%
Cenário 3
Flávio Bolsonaro (PL): 39,4%
Lula (PT): 36,3%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4,9%
Romeu Zema (Novo): 4,8%
Eduardo Leite (PSD): 3,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 8,4%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,0%
Cenário 4
Lula (PT): 37,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14,8%
Renan Santos (Missão): 2,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,2%
Cenário 5
Flávio Bolsonaro (PL): 39,6%
Lula (PT): 38%
Ratinho Junior (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,4%
Cenário 6
Flávio Bolsonaro (PL): 43,8%
Lula (PT): 38,7%
Eduardo Leite (PSD): 4,2%
Renan Santos (Missão): 2,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 7,5%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,9%
Pesquisa simulou possibilidades de segundo turno para presidente
Para o levantamento a respeito da intenção de voto dos brasileiros no segundo turno, o instituto 100% Cidades simulou 11 cenários. Foi apresentado aos entrevistados um cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, além de outros cinco cenários com a presença de Lula e mais cinco cenários com a presença de Flávio Bolsonaro.
Veja abaixo os resultados dos cenários de segundo turno:
Flávio Bolsonaro 48,1% x 41,9% Lula
Tarcísio de Freitas 46,1% x 41,3% Lula
Ratinho Junior 44,8% x 41,2% Lula
Ronaldo Caiado 42,0% x 41,8% Lula
Lula 42,8% x 40,5% Romeu Zema
Lula 41,9% x 37,3% Eduardo Leite
Flávio Bolsonaro 37,5% x 34,7% Tarcísio de Freitas
Flávio Bolsonaro 42,4% x 30,2% Ratinho Junior
Flávio Bolsonaro 45,0% x 25,7% Ronaldo Caiado
Flávio Bolsonaro 44,7% x 24,6% Romeu Zema
Flávio Bolsonaro 47,2% x 25,9% Eduardo Leite
A pesquisa 100% Cidades/Futura ouviu dois mil entrevistados entre os dias 15 e 19 de janeiro de 2026. A pesquisa teve custo de R$ 160 mil, pagos com recursos próprios da Futura Pesquisas e Assessorias Ltda. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-08233/2026.
Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro e segundo turnos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui rejeição maior do que outros 13 nomes de pretensos candidatos a presidente ou políticos de expressão nacional. A rejeição de Lula só não é maior do que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O resultado foi apurado pela primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de intenção de votos. O levantamento, que contou com mais de cinco mil entrevistados, foi divulgado nesta quarta-feira (21).
Um total de 49,7% dos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg disse que não votaria de jeito nenhum no presidente Lula nas eleições de outubro de 2026. Esse patamar só é menor do que os 50% que afirmam que não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro, que está inelegível.
Na sequência, o nome mais rejeitado pelos eleitores é o do senador Flávio Bolsonaro (PL), indicado pelo pai, Jair Bolsonaro, para ser o principal candidato do segmento da direita. Um total de 47,4% afirmam que não votariam no senador do PL de jeito nenhum.
Confira abaixo a lista completa da rejeição aos presidenciáveis e outros políticos de expressão nacional:
Jair Bolsonaro (PL) - 50%
Lula (PT) - 49,7%
Flávio Bolsonaro (PL) - 47,4%
Renan Santos (Missão) - 45,6%
Michelle Bolsonaro (PL) - 44,9%
Nikolas Ferreira (PL) - 44,7%
Ciro Gomes (PSDB) - 43,4%
Romeu Zema (Novo) - 42,1%
Eduardo Leite (PSD) - 41,7%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 41,1%
Ronaldo Caiado (União) - 40,7%
Ratinho Jr. (PSD) - 39,9%
Fernando Haddad (PT) - 36,9%
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), falou sobre sua disputa pela presidência e a conquista de votos na Região Nordeste. Para ele, a população está insatisfeita com a gestão do PT, que “convive bem com as facções criminosas”. A declaração aconteceu durante a Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (15).
Ao lado de ACM Neto e Bruno Reis, o governador marcou presença num dos eventos mais tradicionais da política baiana em meio à definição do nome do candidato à presidência da chapa de oposição à Jerônimo Rodrigues.
Avaliando a possibilidade de expandir sua base de eleitores, o governador falou sobre o trabalho realizado no estado.
“O brasileiro vai observar aquele que só tem discurso e ver o que eu já fiz em sete anos como governador no estado de Goiás. É o estado primeiro lugar em segurança, educação, saúde regionalizada... Eu não estou sendo candidato pra ficar prometendo o que não cumpre.”
Caiado também acredita que a insatisfação com a gestão do PT pode ser favorável para sua campanha, e reforça os problemas da insegurança e corrupção como questões principais para o país.
“O que o Brasil quer é elevar o país. O PT não tem coragem de enfrentar o crime porque ele é complacente, ele convive bem com as facções criminosas”, afirmou o presidenciável.
“O povo vai acordar com isso. A maior demanda no Brasil é violência e corrupção. E o PT é exatamente o sinônimo de corrupção e de violência. Então eu tenho muita fé de que a Bahia vai eleger Neto e que eu terei chance real de presidir o Brasil”, completou.
Questionado sobre o apoio do União Brasil e da chapa de ACM Neto na Bahia, Caiado afirmou ter conversado com os líderes do partido e disse ter outras opções.
“Eu respeito as decisões partidárias, já conversei muito com ACM Neto e com [Antonio] Rueda, eles sabem da minha disposição em disputar a presidência. Agora, tem outros partidos que já abriram alternativa pra eu sair candidato”, disse o governador.
O governador do Goiás, Ronaldo Caiado, compareceu à Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (15), e reforçou a manutenção de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto em outubro de 2026. Em entrevista coletiva, o gestor goiano destacou que apoia a maximização das candidaturas no campo da direita, visando uma campanha de 2° turno.
“A somatória nossa faz com que aquele que chegar ao segundo todo vá ganhar as eleições no Brasil. Chegou um momento também que o Brasil já não suporta mais esse nível de corrupção e de violência que tomou conta hoje”, avalia o gestor.
Ele aponta que seu currículo no governo estadual é o maior case de sua candidatura: “Você vê que o Estado, como o Goiás hoje, ele cresce o dobro do Brasil, tem a melhor educação do Brasil, tem a melhor segurança, tem a melhor oportunidade de emprego com renda”, comenta.
Caiado ainda avaliou a possibilidade de uma reestruturação das candidaturas do senador Flávio Bolsonaro ou do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. No primeiro caso, ele alega que “eu sempre defendi o maior número de candidaturas e acho que o ex-presidente [Jair] Bolsonaro tem todo o direito de lançar uma pessoa, que é o nome dele, isso é uma prerrogativa dele, que construiu também uma linha política no país que dá a ele a condição disso”.
E completa: “Nós não podemos excluir ninguém, tanto o [Romeu] Zema, quanto o Ratinho [Jr.], eu e também, ao mesmo tempo, a condição do Flávio Bolsonaro competir. Nós temos que saber quem vai chegar no segundo turno”, sucinta.
Sobre sua presença na Lavagem do Bonfim, uma das principais festas tradicionais da capital baiana durante o verão, Caiado relembra sua conexão com o estado. “Olha, sou cidadão baiano, minha mulher é baiana, de Feira de Santana, minhas filhas estão aqui também, são 'meia' nordestina, e a minha ligação com a Bahia vem de longa data, então convivo com a política da Bahia, entrei na política nacional ali, contendo a ficha minha abonada por Antônio Carlos Magalhães. Então, essa tradição vem de longa data”, completa.
Assim como nas simulações de primeiro turno, a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14) apresentou sete cenários de um eventual segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. Nas simulações, o instituto deixou de fora nomes como Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro.
Além de cenários de primeiro e segundo turnos, o instituto Genial/Quaest apresentou os números da pesquisa espontânea, em que o entrevistado cita o candidato a presidente que vem à sua cabeça, sem a apresentação de uma relação de nomes.
No cenário espontâneo, assim como permaneceu praticamente no mesmo patamar tanto a indicação da preferência pelo presidente Lula como o número de indecisos, destaca-se a queda do ex-presidente Jair Bolsonaro e o crescimento do seu filho, Flávio Bolsonaro.
O cenário espontâneo apresentado pela Genial/Quaest teve o seguinte resultado:
Lula (PT): 19%
Flávio Bolsonaro (PL): 7%
Jair Bolsonaro (PL): 2%
Outros: 4%
Indecisos: 68%
Já nos cenários de segundo turno, o presidente Lula ganha de todos os seus sete adversários (PT) apresentados pela pesquisa, com vantagens que variam entre cinco e 20 pontos percentuais. A menor diferença foi vista na disputa de Lula contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 44% x 39%.
Cenário 1: Lula x Tarcísio
Lula (PT): 44%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 39%
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 13%.
Cenário 2: Lula x Flávio Bolsonaro
Lula (PT): 45%;
Flávio Bolsonaro (PL): 38%;
Indecisos: 2%;
Branco/nulo/não vai votar: 15%.
Cenário 3: Lula x Ratinho Jr.
Lula (PT): 43%;
Ratinho Júnior (PSD): 36%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 17%.
Cenário 4: Lula x Caiado
Lula (PT): 44%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 33%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.
Cenário 5: Lula x Zema
Lula (PT): 46%;
Romeu Zema (Novo): 31%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.
Cenário 6: Lula x Aldo Rebelo
Lula (PT): 45%
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 27%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 24%.
Cenário 7: Lula x Renan Santos
Lula (PT): 46%;
Renan Santos (Missão): 26%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 24%.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Críticas ao governo Lula por problemas no setor da segurança pública e discussões acaloradas marcaram a audiência pública realizada nesta terça-feira (2) na comissão especial que discute a PEC da Segurança Pública. A audiência contou com a presença dos governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e de Goiás, Ronaldo Caiado (Goiás).
Os governadores também fizeram críticas à proposta original da PEC enviada à Câmara pelo governo federal. A PEC foi elaborada pelo Ministério da Justiça após meses de discussões com governadores e dentro do próprio governo.
Nas críticas ao projeto, Tarcísio de Freitas disse, por exemplo, que a proposta seria apenas “cosmética”. De acordo com ele, o texto original elaborado pelo governo acabaria por tirar a autonomia dos estados na gestão da segurança pública.
Tarcísio também aproveitou para novamente elogiar a chacina que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro durante uma operação realizada no mês de outubro. O governador de São Paulo elogiou o seu colega do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o chamou de “exemplo”de uma gestão da segurança que funciona no país.
“Essa PEC é cosmética. Precisamos reduzir a interferência da União, precisamos permitir a flexibilidade dos estados. Precisamos endurecer as penas. A operação no Rio de Janeiro teve ampla aprovação popular e foi conduzida pelo Rio de Janeiro”, disse o governador.
Já Ronaldo Caiado, por sua vez, reforçou a argumentação de que o governo do PT é “conivente” e é “parceiro” das facções criminosas.
“O PT é conivente e parceiro das facções criminosas e cria facilidade para o trabalho das facções. O governo não investe na segurança dos estados, não repassa verba e cria pena justa, que quer soltar presos. Essa é a política do PT, soltar preso”, disse Caiado.
Os dois governadores também falaram sobre o que chamaram de bons resultados na área de segurança pública em seus estados. Caiado, por exemplo, disse que conseguiu transformar Goiás no “estado mais seguro do Brasil”.
Já Tarcísio de Freitas enumerou medidas que estão sendo tomadas em seu mandato na luta contra a criminalidade. O governador também pediu que a PEC da Segurança Pública inclua mudanças na legislação, tais como o aumento das penas, o fim da audiência de custódia e a redução da maioridade penal.
O governador de São Paulo ainda agradeceu o trabalho feito pelo seu secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, que foi relator do PL Antifacção na Câmara. O projeto gerou intenso debate entre o governo e deputados de centro e de direita.
Na mesma audiência, o relator da PEC da Segurança Pública, deputado Mendonça Filho (União-PE), disse que o seu parecer será “ousado e corajoso”, e provavelmente será votado na comissão na próxima quinta (4).
O deputado criticou a proposta original do governo, afirmando que do jeito que estava o texto, poderia afetar diretamente a autonomia dos estados na gestão da segurança pública. O relatório, segundo Mendonça, será orientado pela descentralização, e a palavra “coordenação” na PEC será alterada para “cooperação”.
“Meu espírito não é excluir o governo federal, que tem muito a colaborar no espírito de cooperação e integração”, declarou o relator.
“O governo central tem a Polícia Federal, a quem cabe combater o tráfico internacional de drogas, o tráfico de armas, cuidar das fronteiras. Há um campo vasto de combate a criminalidade nesse campo”, completou Mendonça Filho.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), afirmou que poderá deixar o partido caso a legenda impeça sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026. A declaração foi dada durante jantar da Confederação Israelita Brasileira (Conib), realizado no sábado (8), em São Paulo.
“Eu tenho um projeto de ser candidato a presidente. As pessoas sabem disso. Claro que se isso me for negado, eu procurarei outras alternativas”, afirmou Caiado ao Painel.
Apesar da possibilidade de mudança partidária, o governador disse acreditar que o União Brasil manterá o apoio ao seu projeto presidencial. Ele relatou ter se reunido recentemente com a cúpula da sigla. “Estamos caminhando bem”, declarou, ao comentar o almoço realizado na última terça-feira (4) com o presidente nacional do partido, Antonio Rueda, e o secretário-geral, ACM Neto.
De acordo com dirigentes da legenda, Caiado tem até o início de 2026 para alcançar pelo menos 10% nas pesquisas de intenção de voto. Caso não atinja esse patamar, o União Brasil avalia apoiar outra candidatura, sendo a principal opção uma aliança em torno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, estaria propondo o fim da recém-criada federação entre União Brasil e Progressistas (PP). Segundo informações de bastidores divulgadas pela jornalista Raquel Landim, Caiado deve se reunir em breve com Antonio Rueda, presidente do União Brasil, e com Antônio Carlos Magalhães Neto, vice-presidente do partido, para tratar do assunto.
Caso confirmado, o rompimento seria possível, pois a federação ainda não foi homologada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Temos que parar com essa história de federação. Cria muita cizânia localmente", Caiado teria dito a pessoas próximas.
O pedido de Caiado ocorre após o pré-candidato a presidência da República protagonizar divergências públicas com o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do PP. Ciro desejava que o candidato formal apoiado pela federação na disputa de 2026 fosse o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). Neste modelo, Ciro almejava ser candidato à vice.
Procurados, Ciro Nogueira, presidente do PP, e Antônio Rueda, presidente do União Brasil, não deram entrevista.
O governador de Goiás e então pré-candidato à presidência, Ronaldo Caiado, estaria negociando uma saída do União Brasil diante das dificuldades enfrentadas para garantir uma eventual candidatura à Presidência. Integrantes da cúpula do União Brasil avaliam que a prioridade é garantir a unidade com outros partidos de direita e centro-direita, sugerindo nomes como os dos governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD).
As informações são do O Globo. O Solidariedade, que deve formar uma federação com o PRD, já manifestou interesse em receber Caiado e fornecer apoio na pretensão de concorrer ao Palácio do Planalto. O presidente do Solidariedade, o deputado Paulinho da Força (SP), acompanha a movimentação e vem negociando com Caiado.
“A gente tem conversado, mas nada oficial. Estou aguardando o posicionamento dele, se o União Brasil vai dar legenda. Se for candidato (à Presidência) e quiser vir para o Solidariedade, eu tenho que conversar com a federação, mas a gente não teria dificuldade de dar a legenda ao Caiado”, afirmou o parlamentar.
Caiado não se manifestou. A reportagem do jornal O Globo apurou, junto a auxiliares do governador de Goiás, que as negociações com o Solidariedade estão em andamento, mas que ainda não há uma conclusão para acordo. O entorno de Caiado indica que o objetivo principal é continuar no União Brasil e tentar o aval para a candidatura.
A dificuldade se tornou clara conforme a fala do presidente do PP, Ciro Nogueira, em entrevista ao O Globo, destacando Tarcísio ou Ratinho como os candidatos que uniriam a oposição. Nas redes sociais, Caiado reagiu à exclusão e chamou Ciro de “quase ex-senador”. O PP negocia uma federação com o União Brasil, o que obrigaria as duas siglas a terem o mesmo candidato.
O presidente do Diretório Nacional do União Brasil, Antonio Rueda, convocou uma reunião da Executiva Nacional do partido para a manhã desta quarta-feira (8), na sede nacional em Brasília, a fim de decidir a situação do ministro do Turismo, Celso Sabino. O ministro, que é deputado federal licenciado, não atendeu à exigência feita pelo partido para que deixasse o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além da expulsão e desfiliação de Celso Sabino, os membros da Executiva Nacional do União Brasil também foram convocados para decidir sobre a intervenção no Diretório Estadual do partido no estado do Pará. Sabino é o atual presidente do diretório no Pará.
No último dia 30 de setembro, o União Brasil abriu processo disciplinar contra Celso Sabino, com acusação ao ministro de desrespeitar orientações partidárias. No caso, Sabino não teria atendido o ultimato dado pela legenda para a entrega do cargo no governo federal.
Celso Sabino chegou a anunciar, em 26 de setembro, que havia pedido demissão, indicando que atenderia à determinação partidária. Ao longo da última semana, entretanto, o ministro participou de compromissos com o presidente Lula em Belém e afirmou que apoiaria o petista, independentemente do cenário político. Sabino disse ainda que “nada” o afastaria do presidente.
Na reunião desta quarta, deve ser analisado um pedido que será formulado por um grupo de deputados federais, com uma sugestão de meio-termo ao União Brasil para a saída de Celso Sabino do Ministério do Turismo. O pedido é para que a cúpula nacional da legenda conceda um prazo de tolerância de dois meses para que o parlamentar deixe o governo federal.
O período é considerado o suficiente para que Sabino promova a COP30, em Belém, e também anuncie que o Brasil recebeu um número recorde de turistas neste ano. O evento e o anúncio são considerados estratégicos para que o atual ministro colha dividendos eleitorais para sua campanha ao Senado Federal em 2026.
Hoje, a maioria da bancada do partido na Câmara dos Deputados é a favor da permanência de Sabino no governo até dezembro. A resistência, porém, vem do presidente nacional do União, Antônio Rueda, e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que se colocou como pré-candidato a presidente da República.
O ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro venceriam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Distrito Federal se as eleições fossem hoje. Em um terceiro cenário, entretanto, Lula derrotaria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Esses são alguns dos resultados de um levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas com eleitores do Distrito Federal. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 27 de agosto.
No primeiro cenário apresentado pelo Paraná Pesquisas aos entrevistados, o ex-presidente Bolsonaro, que está inelegível, alcança 36,8% das intenções de voto no Distrito Federal, contra 27,1% de Lula.
Outros nomes que aparecem na simulação são do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), com 10,5%; do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 9,5%; do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 3,2%; e do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), com 0,6%.
No segundo cenário, Michelle Bolsonaro lidera com 31,4%, contra 27,2% de Lula. Logo depois, na sequência, estão Caiado (13,1%), Ciro Gomes (9,9%), Ratinho Junior (4,7%) e Helder Barbalho (0,6%).
O terceiro cenário opõe o presidente Lula e o governador Tarcísio de Freitas. Lula aparece na frente, com 27,4% das intenções de voto, contra 22,5% de Tarcísio. O detalhe é que o presidente Lula tem praticamente a mesma porcentagem dos outros cenários.
No terceiro cenário, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, tem seu melhor resultado, com 14,2%. Logo depois aparecem Ciro Gomes, com 12,3%; Ratinho Junior com 5,2%; e Helder Barbalho, com 0,7%.
Para realizar o levantamento, o Paraná Pesquisas entrevistou 1.510 pessoas no Distrito Federal. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O 3º Congresso Brasileiro de Direito e Sustentabilidade, que será realizado nos dias 11 e 12 de setembro, no histórico Palacete Tira Chapéu, em Salvador, terá como um dos destaques a participação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
Caiado vai palestrar sobre o tema “Os desafios do agronegócio sustentável no Brasil”, abordando um dos setores mais estratégicos para a economia nacional e suas relações com a preservação ambiental e a inovação tecnológica.
Médico e professor, o governador construiu uma longa trajetória política, tendo exercido cinco mandatos como deputado federal e atuado como senador antes de assumir o governo de Goiás. Formado em medicina, com especialização em ortopedia, já foi reconhecido como melhor senador pelo Prêmio Congresso em Foco, escolhido por votação popular.
Na gestão do estado de Goiás, tem se destacado por alcançar os melhores índices de avaliação do país em segurança pública, educação e políticas sociais. Um dos pontos centrais de sua administração é a ênfase na segurança, com foco na redução da criminalidade. Esses resultados consolidaram a imagem de Caiado como gestor comprometido com a proteção da população e com a construção de políticas públicas integradas.
O Congresso vai reunir juristas, autoridades, acadêmicos e lideranças empresariais para discutir temas estratégicos relacionados à sustentabilidade, ao desenvolvimento econômico e à governança ambiental, consolidando-se como um dos eventos mais relevantes do país no diálogo entre direito e sustentabilidade.
A realização é do Instituto Brasileiro de Direito e Sustentabilidade (IbradeS), em parceria com a Associação Comercial da Bahia (ACB) e o LIDE Bahia. As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site oficial do evento. https://direitoesustentabilidade.com.br
Cenário de empate com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e de liderança em relação a nomes como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro e o ex-candidato Ciro Gomes. Esses foram alguns dos resultados em simulações para as eleições de 2026 que inserem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra alguns dos seus eventuais adversários.
Os cenários estão presentes no levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgado nesta terça-feira (17). A pesquisa mostra, por exemplo, que nas respostas espontâneas dos entrevistados, Lula tem 22,5% das menções, e o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 21,3%, em empate técnico.
Também foram citados, nas respostas espontâneas, os nomes de Tarcísio de Freitas (2,1%), Ciro Gomes (1,1%), Ronaldo Caiado (0,7%), Ratinho Jr. (0,7%) e Nikolas Ferreira (0,7%). Outros nomes receberam 2,7% das menções, e 39,8% não mencionaram nenhum nome como seu candidato em 2026.
No primeiro cenário apresentado aos entrevistados, com alguns nomes incluídos na ficha, o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com pouca diferença à frente de Lula (31,7% x 31,1%). Nesta simulação ainda pontuaram Ciro Gomes (10,2%), Ratinho Jr. (4,8%), Romeu Zema (3,4%) e Ronaldo Caiado (3,3%).

Já no segundo cenário, sem a presença de Bolsonaro, o presidente Lula assume a liderança, marcando 30,5% contra o segundo colocado, Tarcísio de Freitas, com 18,3%. Na sequência aparecem Ciro Gomes (14,6%), Ratinho Jr. (8,1%), Ronaldo Caiado (4,1%) e Romeu Zema (4%).

O terceiro cenário, com a inserção do nome do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), revela uma distância maior do presidente Lula em relação a seus adversários. Neste recorte, Lula aparece com 31,6%, contra 14,1% de Ciro Gomes, 13,6% de Eduardo Bolsonaro, 9% de Ratinho Jr., 5,9% de Romeu Zema e 5,9% de Ronaldo Caiado.

A pesquisa CNT apresenta um último cenário com o presidente Lula, desta vez com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como a candidata principal da direita. Os entrevistados escolheram desta forma os seus candidatos: Lula (31,2%), Michelle Bolsonaro (20,4%), Ciro Gomes (12,5%), Ratinho Jr. (7,7%), Romeu Zema (5,2%) e Ronaldo Caiado (5,1%).

Os entrevistados também opinaram em relação a cenários sem a presença do presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro. No primeiro recorte sem os dois líderes, Ciro Gomes aparece como primeiro colocado, com 19,5%. Logo depois aparecem Tarcísio de Freitas (18%), Fernando Haddad (16,4%), Ratinho Jr. (10,7%), Ronaldo Caiado (5,2%) e Romeu Zema (4,2%).

O segundo cenário sem Lula e Bolsonaro é liderado por Michelle Bolsonaro, com 19,8%. Logo depois da ex-primeira-dama aparecem Ciro Gomes (19,1%), Fernando Haddad (16,9%), Ratinho Jr. (10,1%), Ronaldo Caiado (6%) e Romeu Zema (5,5%).

Para um eventual segundo turno, a pesquisa CNT/MDA apresentou quatro cenários. Confira abaixo os resultados:
1 - Jair Bolsonaro 43,9% x 41,4% Lula
2 - Lula 41,1% x 40,4% Tarcísio de Freitas
3 - Jair Bolsonaro 43,9% x 38,4% Fernando Haddad
4 - Tarcísio de Freitas 39% x 37% Fernando Haddad
Na preferência para o próximo presidente, observou-se na pesquisa um empate triplo entre correntes: 33% preferem candidato alinhado a Bolsonaro, 31% optam por candidato ligado a Lula e 31% buscam alternativa não associada a esses grupos políticos.
A pesquisa CNT/MDA foi realizada de 7 a 11.jun.2025, com 2.002 entrevistas em 475 municípios de todas as regiões do país. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,2%.
O governador do estado de Goiás e pré-candidato a Presidência da República, Ronaldo Caiado (União-GO), destacou os avanços das políticas públicas de segurança pública em Goiás e voltou a alfinetar a gestão baiana. Em entrevista coletiva no evento da Fundação Índigo, entidade civil ligada ao partido União Brasil, a qual preside, nesta quinta-feira (5), o governador diz que o Goiás está em “outro nível de industrialização” em relação à Bahia e ao Brasil.
“Em qualquer lugar do Estado [do Goías], o cidadão pode andar com o celular, com o relógio, o que quiser, mas, é outro clima, é outro nível de industrialização, outro nível de oferta e de oportunidade. Hoje, é um estado que avança na inteligência artificial, vive um outro momento para juventude brasileira, em tecnologia e inovação. O Estado vem e decora [a nova política de segurança] com muita velocidade e muita capacidade”, afirma.
Ao lado do o ex-juíz e atual Senador, Sérgio Moro (União-PR), e do vice-presidente do União, ACM Neto (União-BA), o pré-candidato a presidência afirma que o evento serve para auxiliar o Governo Estadual a adotar políticas efetivas de combate ao crime organizado.
“A gente está caminhando no Brasil, mostrando o que a gente faz, não é com teorias, falar de propostas sem ter o que mostrar. Ela [a ação] está aqui. Cheguei no Governo, fiz a reforma que fizemos no Estado de Goiás, administrativa, de segurança, de educação. [O Goiás] É o primeiro lugar no Brasil nas políticas sociais, mostrando a capacidade de gestão, infraestrutura, segurança pública plena”, defende.
O governador do Goiás e pré-candidato a presidência da República, Ronaldo Caiado (União) afirmou que, caso seja eleito nas eleições de 2026, concederá anista presidencial ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O ex-presidente se tornou seu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de estado.
"Caiado vai chegando na presidência da República e, no meu momento, vou resolver esse assunto, anistiar essa situação toda", disse o governador de Goiás. A declaração foi dada em entrevista ao Estúdio I, da GloboNews. "Está aí um furo para você: Ronaldo Caiado presidente da República vou anistiar e começar uma nova história no Brasil", afirmou.
A anistia é um recurso defendido por Jair Bolsonaro e pelo PL para pessoas condenadas pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, além daqueles réus no Supremo Tribunal Federal (STF) pela tentativa de golpe de estado após as eleições presidenciais de 2022. O PL da Anistia já tramita no Congresso Nacional e parlamentares buscam a aprovação antes de 2026.
Bolsonaro também está inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde 2023 por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. O ex-presidente está impedido de concorrer a uma eleição até 2030.
"Falei que precisamos sair dessa crise, sair desse debate. Isso já cansou. São 2 anos e 7 meses que estão falando só disso. Ninguém fala de reforma, de tecnologia", disse. Para sua eleição, Caiado afirma que tem como trunfo a integração do União Brasil, além de sua trajetória na política.
"Hoje eu sou do maior partido do país, tenho experiência de cinco mandatos de deputado federal e sou consagrado por ser o governador mais bem avaliado no país nos últimos três anos. Mais do que nunca me sinto credenciado a ir para o debate, com toda a humildade. No primeiro turno, vamos disputar, debater. Vou mostrar o que eu fiz", afirmou. As informações são do G1.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), deverá participar do ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro neste domingo (6), na Avenida Paulista, em São Paulo. O evento tem como principal pauta a defesa da anistia aos presos envolvidos nos ataques de 8 de Janeiro.
Pré-candidato à presidência da República, a revisão é que Caiado faça um discurso a favor do perdão aos manifestantes, mas evitará ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes, principal alvo da mobilização organizada pelo pastor Silas Malafaia.
Segundo informações da coluna Paulo Cappeli, cada governador terá três minutos para se pronunciar no trio elétrico do evento. Apesar de manter boa relação com Bolsonaro, Caiado tem se posicionado de forma distinta do ex-presidente em temas como o funcionamento das instituições. O governador de Goiás não endossa o discurso de que o Brasil vive uma “ditadura do Judiciário”.
Na sexta (4), em Salvador, Caiado anunciou oficialmente sua pré-candidatura à presidência da República, em um evento repleto de declarações sobre os rumos políticos do país e a proposta de liderança que pretende apresentar. O governador também foi homenageado no Centro de Convenções, onde foi condecorado com a Comenda Dois de Julho e o Título de Cidadão Baiano.
Na manhã deste sábado (5), ele participou o 22º Congresso Profético Internacional, realizado na Igreja Batista Lírio dos Vales.
A prefeita de Vitória da Conquista, no Sudoeste, Sheila Lemos (União), descartou figurar na chapa de oposição ao governo no próximo ano. A declaração foi dada nesta sexta-feira (4) durante o lançamento da pré-candidatura do correligionário Ronaldo Caiado (União) à presidência da República. O ato ocorre no Centro de Convenções Salvador.
Sheila diz se sentir honrada, mas não pretende abandonar o mandato. “Eu fico honrada quando as pessoas lembram do meu nome, pelo trabalho que a gente tem feito em vitória da conquista, mas eu tenho uma missão de continuar prefeita até 2028, como o povo escolheu e me elegeu”, disse ao Bahia Notícias.

Foto: Divulgação
Ao contrário de Caiado, que não vê com bons olhos a federação entre o União Brasil e o PP, a prefeita de Vitória da Conquista torce para que a união seja consolidada. “Lá em Vitória da Conquista está super tranquilo. Essa União dando certo, que é isso que a gente torce, que a gente quer, o União Brasil será o maior partido do país”, declarou à imprensa.
Lemos ainda defendeu o nome de Caiado como pré-candidato a presidente, pela trajetória do político. “Ele já tem demonstrado a sua competência e garra. Desde lá do Legislativo, agora no Executivo, como governador de Goiás. Foi reeleito, tem um trabalho maravilhoso”, elogiou.
Em relação a uma certa falta de mobilização popular ao ato, a prefeita de Vitória da Conquista minimizou a observação. “Acredito que é um primeiro momento. Com o caminhar, esses movimentos vão aumentando”, contemporizou.
O presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, desembarcou em Salvador na noite desta quinta-feira (3) para participar de um jantar em homenagem ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). O evento foi promovido pela Federação das Indústrias da Bahia (FIEB) no Palacete Tira Chapéu, um dos prédios históricos da capital baiana.
Aliados de Caiado esperam que Paulinho também marque presença no lançamento da pré-candidatura do governador à Presidência da República, que ocorrerá nesta sexta-feira (4), em Salvador.
Paulinho da Força foi um dos apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022. Nos últimos meses, porém, rompeu com o governo e passou a fazer críticas ao ex-aliado, sinalizando um novo posicionamento político.
As informações são do Metrópoles.
O lançamento da pré-candidatura à presidência da República de Ronaldo Caiado, na próxima sexta-feira (4), movimenta os bastidores do União Brasil. Alas do partido ainda se dividem sobre o anúncio, com a legenda imersa na discussão sobre a federação com o PP.
O Bahia Notícias apurou com lideranças e parlamentares do partido que o evento, no Centro de Convenções, deve receber um número significativo de prefeitos e políticos. Porém, a definição do anúncio da pré-candidatura passou por uma longa discussão entre a cúpula da legenda. Com a iminente federação com o PP, existe uma resistência, principalmente do presidente nacional dos Progressistas, senador Ciro Nogueira.
O “pedido” de Ciro para nomes do União Brasil seria de convencer Caiado a não lançar o nome, possibilitando uma unidade já na largada da corrida presidencial em torno do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos). O processo que opôs duas alas do União Brasil, que divergiam sobre a necessidade de reforçar o partido e “unificar a direita” culminaram na confirmação do lançamento, inclusive antecipando a viagem para dialogar com empresários e políticos.
Dividindo deputados federais e estaduais, incluindo a Bahia, uma última tentativa de demover Caiado do lançamento da pré-candidatura, pelo menos até a confirmação da federação com o PP fosse finalizada, foi feito, sem sucesso. O governador teria sido irredutível, apontando que já teria "avançado demais", confirmando a realização do evento. Apesar da tentativa, boa parte das lideranças do partido estariam satisfeitas com a pré-candidatura, apontam interlocutores da legenda.
Até a última semana existia uma incerteza no partido, chegando a refletir na organização do encontro. Agendado para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), a organização não cravava a realização no formato original, justamente no Centro de Convenções. Em declaração nesta segunda-feira (31), o prefeito de Salvador Bruno Reis (União) indicou que Caiado “é o melhor governador do Brasil” reforçando o cenário de adesão à pré-candidatura.
“Tem a melhor avaliação em problemas graves que enfrentam hoje no país, não só na segurança, mas na qualidade de educação e na geração de emprego e renda. Então o nome dele está à disposição para iniciar o diálogo e terá naturalmente o apoio do partido, é uma alternativa. É óbvio que essas definições só vão ocorrer ano que vem, onde todos os pretensos players estarão na mesa, para aí se definir quem será o candidato único das oposições. O que defendemos é que as oposições se unam em torno de um único nome que possa apresentar um projeto alternativo ao que está aí”, completou Bruno.
AGENDA DE CAIADO
O governador de Goiás, além do evento no Centro de Convenções, deve ter algumas atividades. Ele será homenageado pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) e quer começar a interlocução com nomes influentes no estado, segundo a CNN. A ideia do governador é se apresentar como candidato alternativo ao do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a disputa presidencial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera apenas um dos cenários previstos para a corrida eleitoral em 2026. É o que aponta a pesquisa do instituto Futura Inteligência, empresa da Apex Partners, divulgada pela revista Exame nesta quarta-feira (26). O levantamento simulou cenários que envolvem o presidente Lula, contra nomes como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP).
Em um cenário entre Lula e Bolsonaro acontecesse hoje, o ex-presidente vinculado ao PL lidera com 41,9% das intenções de voto, contra 31,7% do atual presidente. A pesquisa também considerou uma candidatura da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Neste cenário, o presidente Lula estaria empatado tecnicamente com Michele, mas perderia em números gerais: Michele aparece com 35,3% das intenções de voto e Lula com 29,9%.
Segundo o levantamento, se as eleições fossem hoje, Lula seria capaz de vencer o governador paulista Tarcísio de Freitas, com 31% das intenções de voto contra 24,3% do governador. A pesquisa ainda considera o nome dos governadores Ratinho Júnior (PSD-PR) e Ronaldo Caiado (União-GO), mas ambos figuraram com menos de 15% dos votos nos três cenários.
O levantamento também considerou um cenário onde o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), seria o escolhido para disputar as eleições do lado governista. Ele manteria os resultados de Lula, ficando atrás de Bolsonaro e Michele, e a frente de Tarcísio.
Para o levantamento, a Futura Inteligência ouviu 1.000 pessoas, por entrevista telefônica, entre os dias 19 e 22 de março. O índice de confiança é de 95%. Confira os resultados:
Cenário 1-
Jair Bolsonaro: 41,9%
Lula: 31,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 9,6%
Ratinho Junior: 6,7%
Ronaldo Caiado: 6,0%
NS/NR/Indeciso: 4,0%
Cenário 2 -
Michele Bolsonaro: 35,3%
Lula: 29,9%
Ratinho Junior: 12
Ninguém/Branco/Nulo: 11,2%
Ronaldo Caiado: 7,8%
NS/NR/Indeciso: 3,4%
Cenário 3 -
Lula: 31,0%
Tarcísio de Freitas: 24,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 15,3%
Ratinho Junior: 15,1%
Ronaldo Caiado: 9,0%
NS/NR/Indeciso: 5,3%
Cenário 4 -
Jair Bolsonaro: 41,9%
Geraldo Alckmin: 23,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 14,1%
Ratinho Junior: 9,7%
Ronaldo Caiado: 7,0%
NS/NR/Indeciso: 3,8%
Cenário 5 -
Michele Bolsonaro: 37,2%
Geraldo Alckmin: 23,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 14,0%
Ratinho Junior: 12,9%
Ronaldo Caiado: 8,3%
NS/NR/Indeciso: 3,8%
Cenário 6 -
Geraldo Alckmin: 26%
Tarcísio de Freitas: 24,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 18,7%
Ratinho Junior: 16,0%
Ronaldo Caiado: 9,8%
NS/NR/Indeciso: 4,9%
O deputado estadual Robinho (União) defendeu, nesta terça-feira (11), a filiação do cantor sertanejo Gustavo Lima ao União Brasil. Em entrevista, o deputado estadual afirmou que o sertanejo é um forte “cabo eleitoral”, termo utilizado para se referir a figuras públicas que auxiliam na campanha de um candidato.
“Com relação a Gustavo Lima, eu, se fosse candidato a governador ou presidente, com o Gustavo Lima do meu lado, seria um excelente cabo eleitoral. Se ele quiser me ajudar na minha campanha de deputado federal, já sou devedor dele, viu Gustavo? Conto com você. Não sei se eu vou ter a honra de ter você como um apoiador, mas é um grande artista. Quantos políticos vieram da classe artística. É um grande nome, um grande nome”, ressalta.
O deputado falou ainda sobre a candidatura de Ronaldo Caiado à presidência da República para 2026. “O Ronaldo Caiado é o governador mais bem avaliado do Brasil. Eu sou admirador das suas ações firmes, é o que precisa. Inclusive, eu não esqueço que quando o Ronaldo Caiado falou para o governador Jerônimo que desse o Estado da Bahia seis meses que ele ia entregar a Bahia para os baianos. Ronaldo Caiado é um sonhador, um homem de pulso muito firme, ele tem vontade de administrar o Brasil, tem competência para isso”, destaca.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), vem encontrando dificuldades em busca da unanimidade em torno de seu nome como candidato do União Brasil na corrida presidencial em 2026. Uma das lideranças do partido, o deputado federal Elmar Nascimento, teria recusado o convite de Caiado para o lançamento de sua candidatura, que ocorrerá no dia 4 de abril, no Centro de Convenções de Salvador.
Conforme apuração da CNN, grupos do União Brasil, lideradas por Elmar e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, são contra a movimentação por acreditarem que a candidatura seria “antecipada demais”. Os líderes acreditam que o movimento pode afastar a possibilidade do União Brasil conquistar mais ministérios dentro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Atualmente, o União Brasil comanda as pastas de Comunicações, Turismo e Integração Nacional. Caiado, no entanto, conta com o apoio do ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do partido, ACM Neto, que defende uma candidatura própria da legenda para a disputa presidencial em 2026.
OVERCLEAN
Segundo publicação da CNN, uma das preocupações de Elmar com o lançamento da candidatura de Caiado em Salvador seria colocar a Bahia novamente como holofote dentro da política. O deputado é citado nas investigações da Operação Overclean, que apura desvios em contratos milionários bancados com emendas.
A investigação teve início a partir de uma notícia-crime da Controladoria-Regional da União no Estado da Bahia (CGU) sobre irregularidades em contratos entre o órgão e a empresa Allpha Pavimentações e Serviços de Construções Ltda.
Entre os alvos da operação estão empresários, servidores e ex-dirigentes de órgãos públicos. Segundo decisão da Justiça Federal, obtida pelo Bahia Notícias, a organização criminosa atuava fraudando e direcionando procedimentos licitatórios em favor das empresas controladas por seus líderes, alvos da ação da PF, utilizando empresas fantasmas, superfaturamento de contratos e pagamento de propinas a servidores públicos.
A decisão do juiz Federal Fábio Moreira Ramiro, da 2ª Vara Federal Criminal de Salvador, aponta que o esquema criminoso não se limitou aos contratos firmados no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e que o grupo criminoso, através de operadores centrais e regionais, cooptou servidores públicos a fim de obter diversas vantagens, seja no direcionamento, seja na execução dos contratos públicos.
O União Brasil oficializa, no próximo dia 4 de abril, o lançamento da pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, à Presidência da República. O evento acontecerá a partir das 9h no Centro de Convenções de Salvador, localizado na Avenida Octávio Mangabeira, 5.490, Boca do Rio, Salvador (BA).
O evento terá a presença de lideranças do União Brasil, incluindo governadores, prefeitos de capitais, o presidente nacional do partido, Antônio Rueda, o vice-presidente da sigla, Antônio Carlos Magalhães Neto (ACM Neto), e o prefeito de Salvador, Bruno Reis.
Durante a cerimônia, Caiado também será homenageado pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), ao receber o Título Honorífico de Cidadão Baiano, que foi proposto por Bruno Reis à época em que foi deputado estadual pela Bahia. “A homenagem é o reconhecimento pela sua atuação nacional e que merece ser visto como exemplo de político que honra o mandato conferido pelo voto popular, e que tem uma relação de afeto e trabalho para com a Bahia e os baianos”, justificou o atual prefeito de Salvador.
Para Antônio Rueda, Ronaldo Caiado se destaca como um dos principais nomes da legenda para a disputa presidencial.
“Caiado é uma figura de projeção nacional, com todos os predicados para representar o União Brasil. Ele tem uma gestão comprovada, sendo diversas vezes apontado como o governador mais bem avaliado do país”, afirmou.
Um dos anfitriões do evento, ACM Neto adiantou que a programação trará novidades de grande impacto político.
“Teremos um evento repleto de surpresas e de grande repercussão nacional. A partir do lançamento oficial, iniciaremos uma série de desdobramentos políticos em nome de Caiado, que é um dos pré-candidatos à Presidência da República”, declarou.
SERVIÇO
Assunto: Lançamento da pré-candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República
Quando: 4 de abril (sexta-feira), a partir das 9h
Onde: Centro de Convenções de Salvador - Avenida Octávio Mangabeira, 5.490, Boca do Rio, Salvador (BA)
Ventilado como presidenciável para o pleito eleitoral de 2026, Ronaldo Caiado (União), governador de Goiás, afirmou que o surgimento de diversos nomes para as eleições presidenciais faz parte do processo, em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena 1 Salvador (100.1), na manhã desta quinta-feira (23).
“É muito difícil você concentrar em um primeiro turno uma unidade de pré-candidatos, pois todos querem colocar seus nomes. Veja, não é possível neste momento contrapor um candidato de ideologia liberal a um de esquerda”, disse.
“Temos ainda um ano e meio para o pleito em que cada um vai colocar o seu bloco na rua. Mas, sobretudo, devemos respeitar o desejo de nomes que almejam esse espaço. Não existe a tese do partido ter o monopólio e impor apenas uma candidatura: ‘só pode se candidatar esse’. Isso, tiraria a beleza da competição”, acrescentou.
Caiado explicou que não seria inteligente a estratégia da direita de apostar em só um nome. “Todo partido de densidade nacional vai querer apresentar seu candidato. Lula terá muitas chances se houver uma concentração de forças em apenas uma candidatura, até porque aqueles que forem escanteados não iriam trabalhar com tanto afinco”.
O mandatário goiano enumerou possíveis pré-candidatos. “Ainda não dá pra afirmar quantas pré-candidaturas teremos, tem a do PL que deve ter gente indicada. Há nomes que são ventilados como Gustavvo Lima, Pablo Marçal, [Romeu] Zema, Ratinho, Tarcísio [de Freitas]. Enfim, há um leque de possibilidades”, afirmou.
Entrevistado do Bahia Notícias no Ar nesta quinta-feira (23), na rádio Antena 1 Salvador, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), comentou a situação da segurança pública na Bahia após ter dado declarações de que resolveria em seis meses o problema no estado.
"Eu apenas respondi a uma colocação que foi feita. Tenho respeito a todos os meus colegas, mas quando foi feito o comparativo e que incluiu Goiás eu realmente disse, olha, aqui não. Aqui realmente não tem espaço para o crime. O que acontece é que todos nós sabemos a proliferação do narcotráfico das facções, hoje o avanço delas, e que saíram apenas daquela posição que era a venda de drogas e o comando, às vezes, de algumas regiões. Eles hoje passaram a poder avançar na liberdade dos cidadãos, ou seja, as pessoas têm uma vida controlada pelo crime, dos bairros, dos territórios de vários estados brasileiros", disse aos apresentadores Mauricio Leiro e Rebeca Menezes.
Caiado foi questionado sobre quais ações adotaria para avançar na segurança pública na Bahia. Como primeiro passo, ele defende que o governo deve ter controle absoluto de penitenciárias.
"Essas facções cada vez mais organizadas, elas passaram a ocupar o lugar do Estado em muitos estados brasileiros, ou seja, eles impõem muito mais uma rotina deles ao cidadão do que realmente aquilo que o Estado Democrático de Direito garante ao cidadão. Então, diante desse processo, não era diferente no Estado de Goiás. Nós tínhamos uma das regiões mais violentas do Brasil, que é território goiano, chamada Entorno de Brasília, entre as cidades mais violentas do Brasil, estavam ali cinco cidades do estado de Goiás totalmente comandadas pelo narcotráfico e também com presença no estado todo", disse.
"Esse colapso completo que nós sabemos muito bem quando o crime toma conta. Um dos fatores determinantes foi realmente o fato de eu, ao chegar, eu impus uma fé capaz de poder dar um basta a tudo isso. Assumi ali o compromisso no meu primeiro dia de governo de dizer que ou o bandido muda de profissão ou muda de lugar. Isso foi a minha primeira determinação. E como chegar lá? Chegar lá é exatamente fazendo um controle sobre os presídios. Não existe segurança pública sem um controle total dos presídios. O controle total dos presídios em Goiás, faccionado e estuprador, não tem direito à visita íntima", acrescentou.
Ainda conforme o governador, o controle dos espaços deve ser aliado a tecnologia, informação e batalhões especializados na gestão dos presídios.
"Ou seja, nós temos aqui o total controle do território do Estado de Goiás. 100% sobre o comando das forças de segurança do Estado de Goiás. Ou seja, o cidadão aqui vive livre, independente. Ou seja, aqui o Estado de Goiás governa o Estado na sua totalidade. Não tem aqui território comandado por faccionado. É o que eu falo. O faccionado em Goiás não comanda nenhum palmo de terra", disse.
Ronaldo Caiado também voltou a criticar o governo federal por atos ligados à segurança pública, em especial três portarias assinadas pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, com o intuito de regulamentar as regras para o uso da força por policiais. Como exemplo, o governador mencionou situações que podem ser apresentadas na rotina de policiais em Salvador.
"Todos nós que tivemos acesso a ela, como é que essa portaria que caiu, você vai entrar nos bairros mais violentos de Salvador, hoje, com aquelas portarias, colocando elas em prática. Isso é que eu quero ver, como é que ela vai entrar. Agora, escrever e botar no papel é muito fácil, é muito simples. Mas vai lá no bairro de Salvador, com aquela portaria, e você vai saber, olha, esse cidadão aqui deve ser tratado com arma não letal. Ora, esse cidadão aqui, eu vou primeiro falar para ele ficar mãos ao alto, botar a arma no chão e que ele tem todos os direitos garantidos. Enquanto você recebe, em conta partida faccionados armados com armas que nem a Polícia Militar nossa tem hoje no Brasil. Então, essa é uma realidade. Se nós não entendermos que nós estamos vivendo uma guerra civil não declarada, nós vamos continuar com a expansão da criminalidade na economia, na vida das pessoas e o Brasil cada vez mais se transformando numa Venezuela", finalizou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.