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Justiça inicia novo julgamento sobre a morte de Maradona na Argentina

Por Redação

Foto: Reprodução/@maradona

A morte de Diego Maradona, um dos maiores ídolos do futebol mundial, ganha um novo capítulo nesta terça-feira (14). A Justiça argentina deu início a um novo julgamento envolvendo sete membros da equipe médica do ex-jogador, acusados de homicídio por negligência, quase um ano após um processo anterior ter sido anulado. As informações foram divulgadas inicialmente pela agência Reuters.

 

Maradona morreu aos 60 anos, no dia 25 de novembro de 2020, após sofrer um ataque cardíaco enquanto se recuperava de uma cirurgia no cérebro.

 

Estão no banco dos réus a psiquiatra Agustina Cosachov, o neurocirurgião Leopoldo Luque, o psicólogo Carlos Ángel Díaz, a médica Nancy Edith Forlini, o enfermeiro Ricardo Almirón, o enfermeiro-chefe Mariano Ariel Perroni e o médico Pedro Pablo Di Spagna. A oitava ré, a enfermeira Dahiana Madrid, será julgada por um júri separado, ainda sem data definida. Toda a equipe médica nega qualquer irregularidade.

 

A acusação argumenta que os profissionais violaram os protocolos de tratamento e que a residência onde Maradona se recuperava não possuía a estrutura necessária para os cuidados exigidos. Por outro lado, a defesa sustenta que a morte era inevitável devido aos problemas de saúde acumulados pelo ex-jogador, em consequência do uso prolongado de cocaína e álcool.

 

Um tribunal em San Isidro, próximo a Buenos Aires, capital do país, ouvirá quase 100 testemunhas durante o julgamento. Se condenados, os réus podem pegar penas que variam de 8 a 25 anos de prisão.

 

Pela Seleção Argentina, Maradona disputou 91 partidas oficiais pela seleção argentina principal, marcando 34 gols entre 1977 e 1994. O ídolo liderou a conquista da Copa do Mundo de 1986, onde foi eleito o melhor jogador, e disputou quatro edições do Mundial (1982, 1986, 1990, 1994).