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Artigos

Adriano Sampaio
O Espectro Invisível das Pesquisas
Foto: Acervo pessoal

O Espectro Invisível das Pesquisas

Os fantasmas metodológicos que distorcem a intenção de voto

Multimídia

Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador

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O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, afirmou que o período em que o Teatro Castro Alves (TCA) permaneceu fechado para reforma evidenciou a carência de grandes espaços para espetáculos em Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, ele classificou o equipamento como o principal complexo cultural das regiões Norte e Nordeste.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

maradona

Messi enfrentará Inglaterra pela primeira vez na carreira com a Argentina
Foto: Instagram / @leomessi

Lionel Messi viverá, contra a Inglaterra, um capítulo inédito em sua trajetória pela Seleção Argentina. Um levantamento feito pelo Bahia Notícias nesta quarta-feira (15) aponta que o camisa 10 nunca enfrentou a equipe inglesa pela seleção principal da Argentina.

 

A curiosidade ganha peso pelo histórico do confronto. O duelo entre Argentina e Inglaterra ficou marcado principalmente pela Copa do Mundo de 1986, quando Diego Maradona decidiu as quartas de final no México. Na ocasião, o ex-camisa 10 marcou os dois gols argentinos na vitória por 2 a 1: o primeiro com a jogada conhecida como “Mão de Deus” e o segundo em arrancada que virou um dos lances mais lembrados da história dos Mundiais.

 

Messi já era jogador da seleção argentina quando Argentina e Inglaterra se enfrentaram pela última vez. O amistoso aconteceu em novembro de 2005, em Genebra, na Suíça, e terminou com vitória inglesa por 3 a 2. O atacante, no entanto, não participou da partida. À época, estava suspenso após ter sido expulso em sua estreia pela seleção principal, contra a Hungria, em agosto daquele ano.

 

Desde então, Argentina e Inglaterra não voltaram a se enfrentar. O intervalo entre o amistoso de 2005 e a semifinal da Copa de 2026 é de 21 anos. Em Copas do Mundo, o jejum é ainda maior: o último confronto aconteceu em 2002, quando a Inglaterra venceu por 1 a 0, com gol de pênalti de David Beckham, pela fase de grupos.

 

Na história dos Mundiais, Maradona é o principal nome argentino do confronto. O ex-jogador marcou duas vezes contra os ingleses em 1986 e conduziu a Argentina à semifinal. A equipe sul-americana depois venceu Bélgica e Alemanha Ocidental para conquistar o bicampeonato mundial.

 

Messi chega ao duelo de 2026 como atual campeão do mundo. A Argentina venceu a Copa de 2022, no Catar, e tenta alcançar a segunda final consecutiva. A Inglaterra, por outro lado, busca voltar à decisão do Mundial pela primeira vez desde 1966, quando conquistou seu único título.

 

A semifinal entre Argentina e Inglaterra será disputada em Atlanta e definirá o adversário da Espanha na final da Copa do Mundo de 2026.

Argentina x Inglaterra terá sexto capítulo em Copas; ingleses levam vantagem no retrospecto
Foto: David Cannon

Argentina e Inglaterra voltam a se enfrentar em uma Copa do Mundo pautada em jogos decisivos e episódios polêmicos. O duelo desta quarta-feira (15), que vale pela semifinal do Mundial de 2026 será o sexto encontro entre as seleções na história da competição. 

 

Um levantamento feito pelo Bahia Notícias nesta quarta mostra que até aqui, a Inglaterra leva vantagem nos confrontos em Copas. Foram cinco partidas, com três vitórias inglesas, uma vitória argentina e um empate, que terminou com classificação da Argentina nos pênaltis. Os ingleses venceram em 1962, 1966 e 2002. Os argentinos ganharam em 1986 e avançaram após empate em 1998.

 

O primeiro encontro aconteceu na Copa do Mundo de 1962, no Chile. Pela fase de grupos, a Inglaterra venceu a Argentina por 3 a 1, com gols de Ron Flowers, Bobby Charlton e Jimmy Greaves. Quatro anos depois, as seleções voltaram a se encontrar, desta vez nas quartas de final da Copa de 1966, em Wembley. A Inglaterra venceu por 1 a 0, com gol de Geoff Hurst, e seguiu na campanha que terminou com o único título mundial inglês.

 

O confronto de 1966 ficou marcado também pela expulsão do argentino Antonio Rattín, que se recusou a deixar o campo imediatamente após receber o cartão vermelho. O episódio é considerado um dos capítulos que ampliaram a rivalidade entre os países no futebol.

 

Em 1986, Argentina e Inglaterra protagonizaram o encontro mais lembrado entre as seleções. Pelas quartas de final da Copa do México, Diego Maradona marcou os dois gols argentinos na vitória por 2 a 1. O primeiro ficou conhecido como "Mão de Deus". O segundo, após arrancada desde o campo de defesa, entrou para a história como um dos gols mais famosos das Copas. A Argentina avançou e terminou aquela edição campeã mundial.

 

O quarto duelo aconteceu em 1998, nas oitavas de final, na França. Argentina e Inglaterra empataram por 2 a 2 no tempo normal e na prorrogação. A partida teve gol de Michael Owen, expulsão de David Beckham após lance com Diego Simeone e classificação argentina nos pênaltis.

 

A revanche inglesa veio em 2002, na fase de grupos da Copa disputada na Coreia do Sul e no Japão. A Inglaterra venceu por 1 a 0, com gol de pênalti de David Beckham. A derrota contribuiu para a eliminação argentina ainda na primeira fase daquele Mundial.

 

O reencontro de 2026 acontece 24 anos depois do último duelo entre as seleções em Copas. A partida vale vaga na final contra a Espanha, que eliminou a França na outra semifinal.

Justiça argentina manda a julgamento irmãs de Maradona e advogado por fraudar marca do ex-jogador
Fotos: Divulgação | Instagram / @matiasmorla

A Justiça da Argentina decidiu nesta semana encaminhar a julgamento um caso envolvendo duas irmãs de Diego Maradona, seu ex-advogado e outros três acusados por “administração fraudulenta” da marca do ex-jogador.

 

Segundo decisão judicial, divulgada pela Agence France-Presse, os réus são acusados de “fraudar os interesses dos legítimos herdeiros”, os cinco filhos de Maradona. Entre os denunciados estão o advogado Matías Morla e suas assistentes, além das irmãs Rita Maradona e Claudia Norma.

 

A acusação sustenta que Morla e seus colaboradores lucraram com a exploração da marca “Diego Maradona” após a morte do ex-jogador, em 2020, sem repassar os direitos aos herdeiros. De acordo com a investigação, a empresa Sattvica S.A., criada em 2015 para administrar os direitos comerciais, teve suas ações transferidas às irmãs entre 2022 e 2023.

 

"Morla, zombando do sistema judiciário, explorou-as em benefício próprio até o final de 2021 e depois as transferiu para as irmãs, que continuaram a explorá-las até 29 de dezembro do ano passado", afirmou o advogado Félix Linfante, representante de uma das filhas, Jana Maradona.

 

Uma avaliação oficial citada no processo estima o valor das marcas em cerca de 100 milhões de dólares. O tribunal determinou, de forma cautelar, a suspensão da exploração comercial por parte dos acusados.

 

O caso teve início em 2021, após denúncia das filhas Dalma e Gianinna Maradona por suposta apropriação indevida de contratos ligados ao nome do ex-jogador.

 

JULGAMENTO DA MORTE DE MARADONA
O avanço do processo ocorre enquanto segue em curso outro julgamento relacionado à morte de Maradona, nos tribunais de San Isidro, na região de Buenos Aires.

 

A ação analisa a responsabilidade de sete profissionais de saúde que integravam a equipe médica do ex-jogador no momento de sua morte, em novembro de 2020, aos 60 anos, após parada cardiorrespiratória e edema pulmonar.

 

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O julgamento reúne mais de 100 testemunhas e deve se estender até a segunda quinzena de julho. Um oitavo réu será julgado separadamente.

Justiça inicia novo julgamento sobre a morte de Maradona na Argentina
Foto: Reprodução/@maradona

A morte de Diego Maradona, um dos maiores ídolos do futebol mundial, ganha um novo capítulo nesta terça-feira (14). A Justiça argentina deu início a um novo julgamento envolvendo sete membros da equipe médica do ex-jogador, acusados de homicídio por negligência, quase um ano após um processo anterior ter sido anulado. As informações foram divulgadas inicialmente pela agência Reuters.

 

Maradona morreu aos 60 anos, no dia 25 de novembro de 2020, após sofrer um ataque cardíaco enquanto se recuperava de uma cirurgia no cérebro.

 

Estão no banco dos réus a psiquiatra Agustina Cosachov, o neurocirurgião Leopoldo Luque, o psicólogo Carlos Ángel Díaz, a médica Nancy Edith Forlini, o enfermeiro Ricardo Almirón, o enfermeiro-chefe Mariano Ariel Perroni e o médico Pedro Pablo Di Spagna. A oitava ré, a enfermeira Dahiana Madrid, será julgada por um júri separado, ainda sem data definida. Toda a equipe médica nega qualquer irregularidade.

 

A acusação argumenta que os profissionais violaram os protocolos de tratamento e que a residência onde Maradona se recuperava não possuía a estrutura necessária para os cuidados exigidos. Por outro lado, a defesa sustenta que a morte era inevitável devido aos problemas de saúde acumulados pelo ex-jogador, em consequência do uso prolongado de cocaína e álcool.

 

Um tribunal em San Isidro, próximo a Buenos Aires, capital do país, ouvirá quase 100 testemunhas durante o julgamento. Se condenados, os réus podem pegar penas que variam de 8 a 25 anos de prisão.

 

Pela Seleção Argentina, Maradona disputou 91 partidas oficiais pela seleção argentina principal, marcando 34 gols entre 1977 e 1994. O ídolo liderou a conquista da Copa do Mundo de 1986, onde foi eleito o melhor jogador, e disputou quatro edições do Mundial (1982, 1986, 1990, 1994).

VÍDEO: Torcedor invade coletiva de Scaloni e cobra amistosos mais fortes da Argentina antes da Copa
Foto: Reprodução / X

A vitória por 5 a 0 da Argentina sobre a Zâmbia, em amistoso disputado no La Bombonera, em Buenos Aires, na última terça-feira (31), terminou com um episódio incomum na coletiva do técnico Lionel Scaloni. Um torcedor invadiu o local da entrevista para questionar o nível dos adversários escolhidos na preparação para a Copa do Mundo de 2026.

 

 

O homem, que vestia uma camisa com "La Mano de Dios", escrita homenagem a Diego Maradona,  interrompeu a entrevista e cobrou confrontos considerados mais exigentes. Na mesma Data-Fifa, a equipe argentina também enfrentou a Seleção Mauritana de Futebol e venceu por 2 a 1 no mesmo estádio.

 

Durante a intervenção, o torcedor comparou o nível dos possíveis adversários do Mundial e citou seleções europeias como referência.

 

"Quero que a seleção esteja preparada. A França é muito forte, mais que Brasil e Espanha, com todo respeito. Mbappé é o melhor do mundo, junto com Messi e Dibu Martínez", afirmou, antes de ser contido.

 

Surpreendido com a situação, Scaloni não respondeu ao questionamento e permaneceu em silêncio diante da interrupção. O episódio ocorre em meio a críticas relacionadas ao nível dos amistosos disputados pela atual campeã mundial desde a conquista do título no Copa do Mundo de 2022.

 

Um levantamento feio pelo jornal francês L’Equipe aponta que, desde então, a Argentina ainda não enfrentou seleções posicionadas entre as 20 primeiras do ranking da FIFA em partidas preparatórias.

Polícia de Buenos Aires descreve casa de Maradona no dia da morte: "Um chiqueiro"
Foto: Divulgação

A Polícia de Buenos Aires revelou detalhes sobre as condições da residência de Diego Maradona no dia de sua morte, ocorrida em 25 de novembro de 2020. Durante depoimento nesta terça-feira (18), no julgamento que investiga a responsabilidade da equipe médica pelo falecimento do ex-jogador, o policial Lucas Farías afirmou que não havia suprimentos médicos no quarto onde Maradona foi encontrado."Um chiqueiro", disse.

 

"Não vi nenhum suprimento médico no quarto. O que mais me chamou a atenção foi a posição de Maradona de costas e seu abdômen extremamente inchado, como se estivesse prestes a explodir", declarou Farías.

 

O julgamento teve início em 11 de março e tem sete profissionais da saúde no banco dos réus, incluindo o neurocirurgião e ex-médico particular de Maradona, Leopoldo Luque, e a psiquiatra Agustina Cosachov. Além deles, o psicólogo Carlos Díaz, a médica coordenadora Nancy Forlini, o coordenador de enfermagem Mariano Perroni, o médico clínico Pedro Di Spagna e o enfermeiro Ricardo Almirón também respondem pelo crime de homicídio simples com dolo eventual e falsidade ideológica.

 

A enfermeira Dahiana Madrid, que também era ré no processo, será julgada separadamente após solicitação da defesa.

 

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POSSÍVEL PENA
A denúncia aponta que os acusados "violaram seus deveres ao colaborar com uma série de fatores e circunstâncias que aumentaram todos os riscos à saúde de Maradona", o que, segundo os promotores, "causou um resultado fatal que poderia ter sido evitado", conforme publicado pelo jornal argentino Clarín.

 

Uma junta médica que analisou o caso concluiu que o atendimento prestado ao ex-jogador foi "inadequado, deficiente e temerário". A família de Maradona também acusa os profissionais de "negligência grave e deliberada".

 

O julgamento conta com 120 testemunhas e deve seguir até julho de 2025. Se condenados, os réus podem pegar penas que variam de oito a 25 anos de prisão.

VÍDEO: promotor mostra foto de Maradona minutos após sua morte durante julgamento
Foto: Reprodução / X

A apuração do caso da morte de Diego Armando Maradona aconteceu na manhã desta terça-feira (11). Durante o julgamento do caso, o promotor do caso, Patricio Ferrari, mostrou uma foto do ídolo argentino minutos após a sua morte, deitado em uma cama. 

 

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— Bahia Notícias (@bahianoticias.com.br) 11 de março de 2025 às 18:32

 

Os sete profissionais da saúde que faziam parte da equipe médica que cuidava do ex-jogador estão sendo julgados por homicídio simples com dolo pelo Departamento de Justiça da Argentina.

 

"Maradona morreu assim. Quem disser a vocês, juízes, que não perceberam o que estava acontecendo com Diego está mentindo na cara de vocês se não disserem que participaram de um assassinato.", disse o promotor enquanto mostrava a foto de Maradona. 

 

Ainda em 2021, um ano após a morte de Armando, a justiça do país criou uma comissão médica que, ao avaliar o caso, indicou que o atendimento a Maradona foi “inadequado, deficiente e imprudente”, e que o falecimento poderia ter sido evitado. 

 

No caso em questão, Diego estava se recuperando de uma cirurgia para retirar um hematoma na cabeça. Sem vontade de ficar internado na clínica, a equipe médica decidiu concluir uma transferência para internação domiciliar que, segundo os promotores, foi improvisada em um local sem os recursos necessários.  

Julgamento sobre morte de Maradona tem início na Argentina com sete profissionais no banco dos réus
Foto: Divulgação

Quatro anos após a morte de Diego Maradona, a Justiça argentina inicia, nesta terça-feira (11), o julgamento de sete profissionais da área da saúde acusados de negligência no atendimento ao ídolo argentino. O grupo responde pelo crime de homicídio simples com dolo eventual, que ocorre quando há conhecimento do risco de morte, ainda que sem intenção direta de causar o óbito. As penas podem chegar a 25 anos de prisão.

 

Maradona morreu aos 60 anos, em novembro de 2020, após uma parada cardiorrespiratória, enquanto se recuperava de uma cirurgia para remover um hematoma subdural. Segundo as investigações, a morte poderia ter sido evitada se sua equipe médica tivesse adotado medidas adequadas.

 

ACUSAÇÕES
O Ministério Público afirma que a equipe médica ofereceu ao ex-jogador uma assistência precária e inadequada, sem o suporte necessário para seu quadro clínico. A acusação sustenta que os profissionais isolaram Maradona da família, omitiram informações importantes e deixaram sua recuperação "relegada à sorte". Os réus são:

 

  • Leopoldo Luque (neurocirurgião e médico pessoal de Maradona);
  • Agustina Cosachov (psiquiatra);
  • Ricardo Almirón (enfermeiro);
  • Nancy Forlino (médica da Swiss Medical);
  • Mariano Perroni (chefe de enfermagem);
  • Carlos Díaz (psicólogo);
  • Pedro Di Spagna (médico clínico).


Uma oitava acusada será julgada separadamente por um júri popular.

 

Os médicos negam responsabilidade na morte do ex-camisa 10. Luque chegou a afirmar que Maradona era um paciente difícil, que se recusava a seguir orientações médicas. "Quando estava chateado ou se sentia mal, afastava todos", disse o neurocirurgião.

 

Maradona sofria com doença renal crônica, cirrose hepática, insuficiência cardíaca, deterioração neurológica, dependência química e abstinência alcoólica. Mesmo assim, foi liberado para se recuperar em casa, sem acompanhamento especializado.

 

A acusação destaca que a equipe médica não garantiu exames e monitoramento cardiológico adequados, fator que teria sido crucial para evitar o desfecho trágico.

 

O julgamento deve durar até julho, com três audiências semanais e o depoimento de mais de 190 testemunhas. As provas incluem exames médicos, mensagens de celular e gravações de áudio.

 

A morte de Maradona gerou uma comoção nacional na Argentina e repercutiu mundo afora. Seu velório, realizado na Casa Rosada, reuniu centenas de milhares de fãs antes do enterro em Bella Vista, nos arredores de Buenos Aires.

Cristiano Ronaldo descarta Messi, Pelé e Maradona e diz ser 'jogador mais completo que existiu'
Foto: Reprodução/Instagram/@cristiano

Em entrevista concedida ao programa espanhol El Chiringuito, que foi ao ar na última segunda-feira (3) o atacante Cristiano Ronaldo, do Al-Nassr, afirmou ser o melhor jogador da história do futebol. O astro português destacou sua versatilidade e números expressivos ao longo da carreira.

 

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“Você pode preferir Pelé, Messi ou Maradona, eu respeito. Mas dizer que Cristiano não é completo? Isso é mentira. Eu sou o mais completo. Acredito que sou o melhor da história. Nunca vi nada melhor que eu”, declarou o jogador.

 

Para justificar sua opinião, CR7 ressaltou sua quantidade de gols e o fato de estar entre os maiores artilheiros de todos os tempos com o pé esquerdo, mesmo sendo destro. Na temporada atual pelo futebol saudita, o camisa 7 já possui 23 gols e quatro assistências em 25 jogos disputados. 

 

Ao todo, o astro português soma 923 gols na carreira, com passagens por Sporting, Manchester United, Real Madrid, Juventus e Al-Nassr, além da Seleção Portuguesa, onde também é ídolo e ficou marcado pela conquista da Eurocopa em 2016, batendo a França na grande final.

Diretor de 'Amy' e 'Senna', Asif Kapadia vai dirigir documentário sobre Maradona
Foto: Reprodução/ Globo Esporte
O diretor britânico Asif Kapadia, por trás dos aclamados documentários "Senna" (2010) e "Amy" (2015), vai dirigir um longa-metragem sobre a vida e a carreira do jogador argentino, Diego Maradona, segundo informações do The Hollywood Reporter. Assim como nos trabalhos anteriores sobre o piloto brasileiro de Fórmula 1 e a cantora britânica, Kapadia deu ao filme o título de "Maradona". Para a produção, o cineasta terá ao seu lado o produtor James Gay-Rees e o editor Chris King.
 
De acordo com a publicação, o filme terá financiamento integral da Lorton Entertainment e será distribuído mundialmente. "Fui tocado pela personalidade, genialidade, honestidade, paixão, humor e vulnerabilidade dele", declarou o diretor ao site. "Fiquei fascinado pela trajetória dele, onde houve momentos de brilho e drama incríveis. Ele era um líder, levando os times ao lugar mais alto, mas também com muitas baixas na carreira", acrescentou. Fã declarado de Maradona, Kapadia admitiu que a vontade de realizar um documentário sobre o jogador veio antes de fazer o documentário sobre Ayrton Senna, em 2010. "Ele sempre foi esse pequeno cara lutando contra o sistema, contra os mais ricos e poderosos, e estava disposto a fazer qualquer coisa para usar toda sua astúcia e inteligência para vencer", declarou.
 
No momento, Kapadia também trabalha em um documentário sobre a banda Oasis, mas neste caso, como produtor. Mat Whitecross dirigirá o longa. Segundo o NME, os responsáveis pelo filme, que ainda não tem título ou data e lançamento, ganharam "acesso sem precedentes à banda e a um arquivo inédito deles".

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Essa semana foi difícil separar quem é fã de quem é hater. Mas pra quem estiver com ódio, pode fazer que nem a música e deitar na BR... Aliás, você sabe que a polêmica envolvendo Victor do Jornal foi boa quando ela vem com trilha sonora. O evento do Molusco deixou claro quem manda na Comunicação do grupo, e também quem dá as cartas com o próprio Molusco. Por isso, nem o Cacique se fez de rogado. Mas às vezes é preciso vestir o personagem - ou pelo menos a dentadura. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jerônimo Rodrigues

Jerônimo Rodrigues
Foto: Reprodução / Tv Aratu

"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".


Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal João Roma (PL) nesta segunda

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A entrevista integra a série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar os principais nomes na disputa pelo Senado e pelo governo do Estado nas eleições de 2026.

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