CCBB Salvador será inaugurado em novembro com exposição em homenagem ao Ilê Aiyê
Por Redação
O Banco do Brasil e o Governo da Bahia anunciaram, nesta segunda-feira (19), a inauguração da sede física do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Salvador, marcada para 21 de novembro. Instalado no histórico Palácio da Aclamação, as atividades do CCBB Salvador serão iniciadas com a exposição "Nação Ilê", em homenagem ao primeiro bloco afro do mundo, Ilê Aiyê.
A exposição "Nação Ilê" ocupará 800 m², abrangendo o anexo histórico do Palácio da Aclamação, espaço que passa por uma requalificação, sendo transformado em galeria e um pavilhão temporário de exposições, que integra a área em uso até a conclusão do restauro total do edifício.
Neste primeiro momento, será realizada a abertura da primeira etapa, que entrega ao público 1 mil m² de área expositiva e de convivência. O CCBB Salvador contará ao todo com 10 mil m², com mais de 2 mil m² de área expositiva, teatro, cinema, sala multiuso, áreas de convivência, restaurante, café e loja.
O anúncio ocorreu em cerimônia no Museu de Arte da Bahia (MAB), com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, da presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. O evento reuniu autoridades, representantes da imprensa e agentes culturais, que participaram de uma visita mediada à exposição “Atlântico Sertão”, em cartaz no Museu de Arte da Bahia (MAB).
Durante a cerimônia, o governador Jerônimo Rodrigues destacou a importância do equipamento para a valorização cultural e o desenvolvimento econômico da região. O governador também ressaltou a localização estratégica do palácio, próximo à futura estação de metrô do Campo Grande. “Estamos revitalizando um espaço para valorizar a cultura baiana e nordestina. Com a abertura do Centro, toda a região ganha movimento, com impactos positivos para a economia do entorno”, afirmou.
A ministra Margareth Menezes destacou a parceria do Banco do Brasil nas políticas de incentivo à cultura e a importância de ampliar a visibilidade da produção artística nacional. “Como baiana e artista, sinto-me muito feliz cada vez que a gente consegue ampliar os equipamentos culturais para que possamos expor cada vez mais a criatividade artística baiana e brasileira”, afirmou.
