Robinson Almeida avalia que PT promove “revolução política” e diz que oficialização da chapa majoritária cabe a Jerônimo
Por Mauricio Leiro / Leonardo Almeida
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) avaliou que o PT passa por um processo contínuo de renovação sem renunciar a suas tradições históricas e do compromisso com as camadas mais vulneráveis da população. Em entrevista ao Bahia Notícia, em entrevista ao Bahia Notícias neste sábado (7), durante evento de 46 anos do partido, realizado no Trapiche Barnabé, em Salvador, o parlamentar enxergou que a sigla fez uma “revolução política” desde sua fundação.
Segundo o parlamentar, que participou da fundação do PT, o partido teve papel central na transformação política e social do país ao longo das últimas décadas. Na entrevista, Robinson também destacou que, mesmo após quase meio século de existência, a sigla mantém vitalidade política.
“O PT promoveu uma revolução política e cultural no Brasil. É o único partido que conseguiu chegar por cinco vezes à Presidência da República e que implantou as políticas mais transformadoras para a parcela mais vulnerável da população. O partido se renova, mantendo suas tradições de valores e lideranças, como o presidente Lula, e ao mesmo tempo abrindo espaço para novas lideranças, inclusive aqui na Bahia. Isso é um retrato dessa renovação”, disse.
Questionado sobre a possibilidade de anúncio da chapa majoritária ainda neste sábado, Robinson Almeida afirmou que não esperava uma oficialização imediata, apesar de sinalizações recentes. O deputado analisou que a composição majoritária para a disputa estadual está praticamente definida, especialmente após a sinalização do PSD.
“O senador Otto deu um spoiler ao declarar que o PSD já tem uma chapa colocada, que também é a chapa do PT. Mas a oficialização cabe ao governador Jerônimo Rodrigues. O programado é para o mês de março, quando todas as conversas devem ser consolidadas. Creio que a chapa está encaminhada, a chapa que tem Rui, que tem Wagner e, principalmente, Jerônimo. Com a declaração do PSD em apoio, a pendência em relação às vagas do Senado deixou de existir”, concluiu.
