Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Prefeitura de Salvador vai distribuir kits para baianas e baianos do acarajé; saiba detalhes

Por Mauricio Leiro

Foto: Prefeitura de Salvador

As baianas e baianos do acarajé que trabalham em Salvador devem ter novidades em relação ao material de trabalho e às vestimentas. Através da prefeitura da capital, com a Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), a classe irá receber: ombrelone com vestimentas, caixas térmicas, lixeiras, 4 colheres de polipropileno, tabuleiros e placas de sinalização. 

 

Em publicação no Diário Oficial da última quarta-feira (19), foi divulgado o processo administrativo com o resumo dos contratos para a aquisição dos materiais, com prazo de execução de até 90 dias. Ao todo, serão gastos R$ 2.283.282,90 com a compra de 580 kits, de acordo com o secretário da Secult, Pedro Tourinho. 

 

"As baianas e baianos, além de representantes da cultura, são empreendedoras e empreendedores. O apoio que pudermos dar, faremos. Queremos fazer o melhor", disse ao Bahia Notícias. 

 

Tourinho indicou ainda fará uma reunião com Rita Santos, da Associação Nacional das Baianas de Acarajé (ABAM) na próxima semana, para realizar os últimos ajustes dos materiais. "Mapeadas [os profissionais] e nós temos 1150 no censo. Mas tem alguns recortes que são mapeadas e ainda não tem licença. Tem associação que não é filiada", disse Tourinho. 

 

O secretário indicou ainda que já esteve com representantes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) para tratar dos padrões dos produtos. 

 

CENSO DAS BAIANAS

Em 2021, a prefeitura de Salvador realizou um censo socioeconômico para levantar informações sobre as baianas de acarajé que trabalham na cidade e nas ilhas soteropolitanas (reveja aqui).

 

O estudo visou descobrir quais "as dificuldades e necessidades a fim de melhorar seus pontos de venda em logradouros públicos, garantindo maiores ganhos financeiros, contribuindo, ainda, com a melhoria da imagem do turismo de Salvador", segundo o secretário da Secult à época, Fábio Mota.