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baianas do acaraje
As baianas e baianos do acarajé que trabalham em Salvador devem ter novidades em relação ao material de trabalho e às vestimentas. Através da prefeitura da capital, com a Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), a classe irá receber: ombrelone com vestimentas, caixas térmicas, lixeiras, 4 colheres de polipropileno, tabuleiros e placas de sinalização.
Em publicação no Diário Oficial da última quarta-feira (19), foi divulgado o processo administrativo com o resumo dos contratos para a aquisição dos materiais, com prazo de execução de até 90 dias. Ao todo, serão gastos R$ 2.283.282,90 com a compra de 580 kits, de acordo com o secretário da Secult, Pedro Tourinho.
"As baianas e baianos, além de representantes da cultura, são empreendedoras e empreendedores. O apoio que pudermos dar, faremos. Queremos fazer o melhor", disse ao Bahia Notícias.
Tourinho indicou ainda fará uma reunião com Rita Santos, da Associação Nacional das Baianas de Acarajé (ABAM) na próxima semana, para realizar os últimos ajustes dos materiais. "Mapeadas [os profissionais] e nós temos 1150 no censo. Mas tem alguns recortes que são mapeadas e ainda não tem licença. Tem associação que não é filiada", disse Tourinho.
O secretário indicou ainda que já esteve com representantes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) para tratar dos padrões dos produtos.
CENSO DAS BAIANAS
Em 2021, a prefeitura de Salvador realizou um censo socioeconômico para levantar informações sobre as baianas de acarajé que trabalham na cidade e nas ilhas soteropolitanas (reveja aqui).
O estudo visou descobrir quais "as dificuldades e necessidades a fim de melhorar seus pontos de venda em logradouros públicos, garantindo maiores ganhos financeiros, contribuindo, ainda, com a melhoria da imagem do turismo de Salvador", segundo o secretário da Secult à época, Fábio Mota.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.