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Theo Hernández é citado em suposto esquema de festas com jogadores do futebol italiano; entenda

Por Redação

Foto: Instagram / @theo3hernandez

O lateral Theo Hernández, ex-Milan e atualmente no Al-Hilal, voltou a ser mencionado em um suposto escândalo envolvendo festas privadas com jogadores que atuaram na Série A italiana. O francês é apontado, segundo alegações divulgadas na Itália, como um dos responsáveis pela organização de encontros nos quais acompanhantes teriam sido contratadas para atletas.

 

As acusações ganharam repercussão nesta semana após publicações do empresário italiano Fabrizio Corona, conhecido por divulgar controvérsias envolvendo celebridades e jogadores. Ele publicou vídeos e fotos de festas e afirmou que os eventos teriam sido organizados por Theo Hernández. Veja abaixo:

 

 

Além do francês, Corona citou nomes como Hakan Çalhano?lu, Brahim Díaz, Gianluigi Donnarumma, Sandro Tonali, Zlatan Ibrahimovi? e Rafael Leão. Até o momento, não há confirmação pública de eventual responsabilização criminal dos jogadores citados.

 

Em um dos vídeos que circulam nas redes sociais, Theo aparece cercado por mulheres durante uma festa. Nas imagens, o jogador também surge exibindo participantes do evento e, em seguida, aparentemente inalando óxido nitroso, conhecido popularmente como “gás do riso”, por meio de um balão preto.

 

O episódio faz parte de uma investigação mais ampla que, segundo a imprensa italiana, envolve mais de 50 jogadores supostamente ligados a uma rede de prostituição de luxo que atuaria desde 2019. As alegações apontam que os encontros reuniam atletas, empresários, celebridades e até pilotos de Fórmula 1.

 

Segundo as informações divulgadas, Theo Hernández teria uma van usada para transportar participantes dos eventos particulares. A apuração também cita transferências de dinheiro entre investigados e conversas interceptadas sobre a negociação de acompanhantes.

 

Ainda de acordo com a imprensa italiana, uma das escutas telefônicas teria registrado a frase: "Vou mandar a brasileira para ele."

 

Na Itália, a prostituição voluntária não é crime, assim como ocorre no Brasil. A legislação italiana, no entanto, considera ilegal a organização, intermediação ou exploração da prostituição de terceiros.

 

A promotoria italiana apura se uma agência teria começado a organizar os eventos em 2019 e mantido as festas mesmo durante o período de restrições da pandemia de Covid-19. Uma testemunha relatou que a sede da empresa funcionava como uma espécie de boate clandestina durante o confinamento.

 

O caso segue sob investigação pelas autoridades italianas.