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rafael leao
Apontado recentemente como um dos alvos do Barcelona na atual janela de transferências, o atacante português Rafael Leão, do Milan, não deve estar de saída do clube. CEO do time italiano, Giorgio Furlani descartou a possibilidade do jogador deixar os Rossoneri.
Em entrevista ao programa espanhol El Chiringuito, Furlani assegurou que não existe chance do jogador de 25 anos deixar o clube e juntar-se ao Barça.
"Barcelona? Não há hipótese. Nem pensar. Ele não vai deixar o clube", declarou.
Perguntado se deixaria o jogador caso o mesmo pedisse para sair, o diretor foi sucinto.
"E se o Rafael Leão pedir para sair? Ele não vai pedir para sair do clube. Acho que a minha mensagem é muito clara, não?", declarou ao jornal.
Apesar da negativa do dirigente, circula na imprensa italiana de que o Milan toparia negociar o atacante pela bagatela de 120 milhões de euros, algo em torno dos 743 milhões de reais.
O atacante português Rafael Leão, principal jogador do Milan, utilizou suas redes sociais nesta terça-feira para expor um ataque racista que recebeu de um usuário do Instagram.O jogador compartilhou a mensagem de ódio que recebeu, na qual o autor expressava sua intolerância e desejo pela saída de Leão do clube, utilizando linguagem racista.
Em resposta ao ataque, Rafael Leão publicou uma mensagem própria, destacando a persistência de indivíduos de mentalidade estreita que perpetuam o racismo
"Infelizmente, estas pessoas de mente pequena continuam a governar o mundo. Pessoas mesquinhas", repudiou Leão.
O Milan, clube de Rafael Leão, também se pronunciou sobre o episódio, expressando solidariedade ao jogador e repudiando veementemente qualquer forma de racismo. Através de suas redes sociais, o clube afirmou
"Rafa estamos com você. Não há espaço para o racismo nos nossos torcedores e no futebol. Na nossa torcida e no futebol não há espaço para racismo, emitiu o Milan em nota oficial
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.