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O lateral Theo Hernández, ex-Milan e atualmente no Al-Hilal, voltou a ser mencionado em um suposto escândalo envolvendo festas privadas com jogadores que atuaram na Série A italiana. O francês é apontado, segundo alegações divulgadas na Itália, como um dos responsáveis pela organização de encontros nos quais acompanhantes teriam sido contratadas para atletas.
As acusações ganharam repercussão nesta semana após publicações do empresário italiano Fabrizio Corona, conhecido por divulgar controvérsias envolvendo celebridades e jogadores. Ele publicou vídeos e fotos de festas e afirmou que os eventos teriam sido organizados por Theo Hernández. Veja abaixo:
???????? O polêmico empresário Fabrizio Corona, conhecido pelo vazamento de polêmicas com algumas celebridades, divulgou vídeos e fotos de festas em que ex-jogadores do Milan, como Theo e Castillejo, aparecem inalando o chamado "gás do riso", na companhia de "modelos" de luxo.… pic.twitter.com/WGjGewCwzJ
— AC Milan Brasil (@ACMilan_Brasil) May 11, 2026
Além do francês, Corona citou nomes como Hakan Çalhano?lu, Brahim Díaz, Gianluigi Donnarumma, Sandro Tonali, Zlatan Ibrahimovi? e Rafael Leão. Até o momento, não há confirmação pública de eventual responsabilização criminal dos jogadores citados.
Em um dos vídeos que circulam nas redes sociais, Theo aparece cercado por mulheres durante uma festa. Nas imagens, o jogador também surge exibindo participantes do evento e, em seguida, aparentemente inalando óxido nitroso, conhecido popularmente como “gás do riso”, por meio de um balão preto.
O episódio faz parte de uma investigação mais ampla que, segundo a imprensa italiana, envolve mais de 50 jogadores supostamente ligados a uma rede de prostituição de luxo que atuaria desde 2019. As alegações apontam que os encontros reuniam atletas, empresários, celebridades e até pilotos de Fórmula 1.
Segundo as informações divulgadas, Theo Hernández teria uma van usada para transportar participantes dos eventos particulares. A apuração também cita transferências de dinheiro entre investigados e conversas interceptadas sobre a negociação de acompanhantes.
Ainda de acordo com a imprensa italiana, uma das escutas telefônicas teria registrado a frase: "Vou mandar a brasileira para ele."
Na Itália, a prostituição voluntária não é crime, assim como ocorre no Brasil. A legislação italiana, no entanto, considera ilegal a organização, intermediação ou exploração da prostituição de terceiros.
A promotoria italiana apura se uma agência teria começado a organizar os eventos em 2019 e mantido as festas mesmo durante o período de restrições da pandemia de Covid-19. Uma testemunha relatou que a sede da empresa funcionava como uma espécie de boate clandestina durante o confinamento.
O caso segue sob investigação pelas autoridades italianas.
A promotoria de Milão abriu investigação sobre uma empresa suspeita de organizar festas privadas com oferta de prostituição e uso de óxido nitroso — conhecido como “gás do riso” — envolvendo cerca de 50 jogadores da Serie A. A informação foi divulgada pelo jornal La Gazzetta dello Sport nesta terça-feira (21).
Segundo a apuração, atletas ligados a clubes como Inter de Milão e AC Milan aparecem entre os nomes mencionados no inquérito. Até o momento, os jogadores não são investigados por crime, mas surgem como participantes ou frequentadores dos eventos organizados pela empresa sob suspeita.
As festas teriam ocorrido em hotéis e casas noturnas de alto padrão na Itália e também em Mykonos, na Grécia. A organização funcionava a partir de Cinisello Balsamo, na região de Milão, e seria administrada por Emanuele Buttini e Deborah Ronchi, que estão em prisão domiciliar junto a outros dois investigados.
As acusações incluem organização de serviços sexuais e lavagem de dinheiro. Entre os indícios levantados pelas autoridades estão transferências financeiras entre envolvidos e registros em redes sociais da agência investigada, seguidos por atletas e outras personalidades.
De acordo com os documentos do caso, as investigações também identificaram o uso de óxido nitroso durante os eventos privados. A substância é conhecida por provocar sensação de euforia temporária e não costuma deixar vestígios detectáveis em exames antidoping.
A promotoria aponta ainda que a empresa teria iniciado as atividades em 2019 e mantido eventos mesmo durante o período de restrições da pandemia de Covid-19.
Uma testemunha relatou a existência de uma boate ilegal na sede da organização em Milão durante o período de confinamento.
Segundo a denúncia, mulheres eram levadas para os eventos e ficariam hospedadas na sede da empresa. Elas receberiam parte dos valores pagos pelos clientes, enquanto o restante ficaria com os organizadores. A investigação estima que mais de 100 mulheres, de diferentes nacionalidades, possam ter sido envolvidas no esquema.
A legislação italiana permite a prostituição quando exercida voluntariamente, mas proíbe a exploração por terceiros e a organização de atividades desse tipo. Por isso, o foco da investigação está na atuação dos responsáveis pela empresa e não nos frequentadores dos eventos.
As autoridades seguem apurando a extensão do caso e a possível participação de empresários, celebridades e até pilotos ligados à Formula 1.
Fora de mais uma Copa do Mundo, a Itália já começa a reorganizar seu projeto esportivo e tem como principal meta uma mudança de rumo no comando técnico da seleção após a saída de Gennaro Gattuso.
Segundo a imprensa italiana, o nome mais ambicioso no radar da federação é o de Pep Guardiola. A ideia é apostar em um treinador com perfil moderno para promover uma transformação profunda no estilo de jogo da equipe.
No entanto, a operação é considerada difícil. O espanhol tem vínculo com o Manchester City até 2027, o que exige uma negociação complexa e uma eventual saída antecipada do clube inglês para que a chegada à seleção se torne viável.
Enquanto mantém o desejo por Guardiola, a federação trabalha com cenários mais realistas. Entre eles, aparece Roberto Mancini, campeão da Eurocopa de 2020 e figura conhecida internamente. O treinador surge como opção capaz de reorganizar o elenco, embora represente uma continuidade de um ciclo recente que não conseguiu levar a Itália às últimas Copas.
Outros nomes também são analisados, como Antonio Conte e Massimiliano Allegri. Ambos estão empregados no momento, o que pode dificultar qualquer movimentação imediata. No caso de Conte, a resistência do Napoli é vista como um obstáculo importante para qualquer negociação.
A definição do novo comando ocorre em meio à pressão por resultados rápidos. Sem vaga no Mundial de 2026 após eliminação na repescagem, a Itália volta a campo apenas em setembro, quando estreia na Liga das Nações diante da Bélgica.
O Milan apresentou nesta sexta-feira (25) seu novo terceiro uniforme para a temporada 2025/26 com uma homenagem especial ao Brasil. Desenvolvido em parceria com a fornecedora Puma, o modelo traz as cores verde e amarelo em destaque, celebrando a histórica conexão do clube com o futebol brasileiro.
A camisa é predominantemente amarela, com detalhes em verde escuro na gola polo e nas mangas. O símbolo da patrocinadora aparece em vermelho, no mesmo tom do escudo do Milan. O uniforme alternativo se junta às outras duas opções já conhecidas para a temporada: o tradicional rubro-negro listrado e o branco com detalhes vermelhos e pretos.
A divulgação foi feita através das redes sociais do clube, com destaque para a conta voltada ao público brasileiro. Na publicação, o Milan exaltou os jogadores do país que marcaram época com a camisa rossonera e brilharam também com a Seleção Brasileira. "Desde os dias de Mazzola, passando por Kaká, Ronaldo, Ronaldinho, Pato, Cafu e tantos outros, o Milan sempre teve uma forte ligação com o Brasil. Agora o clube é verde e amarelo também no terceiro uniforme", publicou o perfil oficial.
Desde os dias de Mazzola, passando por @KAKA, @Ronaldo, @10Ronaldinho, @Pato, @officialcafu e tantos outros, o #ACMilan sempre teve uma forte ligação com o Brasil ????????
— AC Milan BR (@acmilanbr) July 25, 2025
Agora o clube é verde-e-amarelo também no terceiro uniforme ????@pumafootball pic.twitter.com/0u3gwVc8gA
Ao longo da história, o Milan teve uma relação estreita com o futebol brasileiro, contando com diversos craques que deixaram sua marca no clube. Entre os que mais se destacaram estão Kaká, eleito melhor jogador do mundo em 2007 atuando pelo Rossonero; Cafu, campeão da Liga dos Campeões em 2007 e símbolo de regularidade na lateral-direita; e Ronaldinho Gaúcho, que encantou os torcedores com sua habilidade.
Outros nomes importantes incluem Alexandre Pato, revelação que brilhou nas primeiras temporadas; Ronaldo Fenômeno, que teve passagem breve mas marcante; Serginho, peça fundamental na conquista de títulos no início dos anos 2000; além de Dida, goleiro titular em grandes campanhas continentais. Jogadores como Leonardo, Émerson, Roque Júnior, Thiago Silva e Júnior também vestiram a camisa do Milan.
Entre os homenageados, o próprio Pato posou com a nova camisa em seu Instagram. "Serei sempre um de vocês", escreveu o jogador, relembrando sua ligação com a torcida rossonera.
O lançamento acontece em meio à pré-temporada do Milan, que tem compromissos agendados contra Liverpool, Perth Glory, Leeds e Chelsea nas próximas semanas. A estreia oficial da equipe em 2025/26 será no dia 17 de agosto, diante do Bari, pela primeira rodada da Copa da Itália.
Veja as imagens do novo uniforme do Milan abaixo:
O futebol italiano pode estar prestes a perder um de seus clubes mais tradicionais. O Brescia, conhecido por revelar talentos como Andrea Pirlo, Roberto Baggio, Pep Guardiola e Luca Toni, teve sua falência decretada no último fim de semana. A decisão veio após o clube não conseguir quitar uma dívida de três milhões de euros (cerca de R$ 19 milhões na cotação atual), acumulada ao fim da temporada da Série B italiana.

Fotos: Divulgação
Com isso, a equipe se vê diante de dois cenários dramáticos: a extinção total ou a necessidade de recomeçar do zero, a partir das divisões amadoras do futebol italiano. Caso venha a ser dissolvido, o clube poderá ser refundado com outro nome, como já aconteceu com outras agremiações tradicionais do país, como a Fiorentina — que ressurgiu como Fiorentina Viola — e o Parma, atualmente Parma Calcio 1913.
Apesar de sua importância histórica e de ter servido como plataforma para grandes nomes do futebol mundial, o Brescia nunca conquistou títulos de grande expressão. Sua melhor campanha na elite do futebol italiano aconteceu na temporada 2000/2001, quando terminou na oitava colocação da Série A. A última participação do clube na primeira divisão foi em 2019/2020, quando terminou na 19ª posição e foi rebaixado. Desde então, a equipe tem frequentado a Série B, sem sucesso em retornar à elite.
A crise do Brescia teve ainda um desdobramento esportivo: a Sampdoria, que havia sido rebaixada para a Série C, foi beneficiada diretamente. Com a punição aplicada, a Blucerchiati garantiu a permanência na Série B para a próxima temporada, herdando a vaga deixada pelos Biancoazzurri.
O atacante David Neres, de 27 anos, foi anunciado na manhã desta quarta-feira (21), como novo jogador do Napoli, da Itália. Revelado pelo São Paulo, o jogador foi vendido pelo Benfica pelo valor de 28 milhões de euros (cerca de 170 milhões de reais).
Benvenuto David! pic.twitter.com/Zjzvc3smxW
— AurelioDeLaurentiis (@ADeLaurentiis) August 21, 2024
As informações da imprensa italiana dão conta de que o jogador assina com o clube napolitano um contrato válido até junho de 2029 e terá um salário fixo de três milhões de euros.
O São Paulo, time em que Neres começou no profissional, receberá cerca de 840 mil euros pela transação, ou seja, cerca de R$ 5 milhões na cotação atual. O repasse faz parte do mecanismo de solidariedade da Fifa, que garante 3% do valor total de uma negociação ao clube formador do jogador de 27 anos.
???? Obrigado, Neres!
— SL Benfica (@SLBenfica) August 21, 2024
???? https://t.co/2hsdzY9iGk#EPluribusUnum pic.twitter.com/vu306U9H0P
Ao todo pelo Benfica foram 83 jogos, 17 gols e 25 assistências, sendo um dos destaques do time na conquista da Liga Portuguesa de 2022/23.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.