Mel do Recôncavo Baiano é eleito melhor do Brasil em concurso nacional
O mel de uruçu-nordestina produzido pelo meliponário Meldoyá, localizado em Jaguaripe, no Recôncavo Baiano, conquistou o primeiro lugar no Concurso de Méis Código das Abelhas de 2026. O produto foi eleito o melhor mel de abelha sem ferrão do país. Liderada pelos irmãos Caio e Luisa Vieira, a Meldoyá acumula agora dois títulos nacionais consecutivos.
O insumo campeão é produzido pela abelha nativa uruçu-nordestina, que fornece um mel raro, de aroma floral, recomendado para harmonizações gastronômicas. O catálogo da marca comercializa ainda outros tipos de méis, medicinais e silvestres, de espécies como jataí, jandaíra, mandaçaia, tiúba e borá, com preços variando de R$ 35 a R$ 85 em embalagens de 40 g e 140 g.
Diferentemente do mel de apicultura tradicional, o produto elaborado pelas meliponíneas apresenta textura mais fluida, menor viscosidade e paladar levemente ácido e frutado. Devido à alta presença de compostos bioativos, o mel nativo possui também maiores propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, sendo classificado como um alimento funcional.
A criação de espécies sem ferrão desempenha um papel central na preservação do ecossistema tropical, estimulando diretamente a polinização da flora local e o fortalecimento da biodiversidade nos territórios baianos.
Unindo conservação ambiental, inovação e geração de renda, o meliponário Meldoyá leva a produção artesanal do Recôncavo Baiano ao topo da gastronomia brasileira.
O catálogo completo e os preços de cada mel podem ser encontrados no site oficial da produtora.
