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Suspeitos de roubar jóias do Museu do Louvre afirmaram à polícia que receberiam até 25 mil euros pelo crime

Por Redação

Foto: @matt_86 / Pixabay

Os dois homens presos por suspeita de participar do roubo de jóias do Museu do Louvre, em Paris, na França, alegaram que receberiam até 25 mil euros (R$146 mil) pelo serviço e que o crime foi planejado por um mentor, ainda não identificado. A informação foi divulgada neste final de semana por meio de uma reportagem do jornal "Le Monde", com base em relatos exclusivos concedidos pela dupla à polícia francesa em junho. 

 

As joias roubadas são avaliadas em US$102 milhões (mais de R$521 milhões) e ainda não foram encontradas. O roubo do Museu ocorreu em plena luz do dia no dia 19 de outubro em um tempo de sete minutos. 

 

Segundo o registro policial, dois homens estacionaram um veículo do lado de fora do Louvre, subiram uma escada até o segundo andar, quebraram uma janela, arrombaram vitrines com esmerilhadeiras e fugiram na garupa de scooters. 

 

Os dois suspeitos foram identificados como Abdoulaye N., de 40 anos, e Ghelamallah A., de 36 anos. Eles viviam na região norte de Paris e foram detidos pouco mais de uma semana após o crime. Eles são investigados por roubo e associação criminosa.

 

Segundo a reportagem francesa, os suspeitos disseram não terem sido informados sobre o futuro das peças roubadas. Um deles afirmou que as jóias seriam vendidas no exterior. Os depoimentos aconteceram nos dias 2 e 22 de junho.

 

Além de Abdoulaye e Ghelamallah, há outras duas pessoas suspeitas de ligação com o crime presas preventivamente. Não foram divulgados maiores detalhes sobre a possível participação delas. As informações foram divulgadas no Brasil por meio do g1.