Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
le monde
Os dois homens presos por suspeita de participar do roubo de jóias do Museu do Louvre, em Paris, na França, alegaram que receberiam até 25 mil euros (R$146 mil) pelo serviço e que o crime foi planejado por um mentor, ainda não identificado. A informação foi divulgada neste final de semana por meio de uma reportagem do jornal "Le Monde", com base em relatos exclusivos concedidos pela dupla à polícia francesa em junho.
As joias roubadas são avaliadas em US$102 milhões (mais de R$521 milhões) e ainda não foram encontradas. O roubo do Museu ocorreu em plena luz do dia no dia 19 de outubro em um tempo de sete minutos.
Segundo o registro policial, dois homens estacionaram um veículo do lado de fora do Louvre, subiram uma escada até o segundo andar, quebraram uma janela, arrombaram vitrines com esmerilhadeiras e fugiram na garupa de scooters.
Os dois suspeitos foram identificados como Abdoulaye N., de 40 anos, e Ghelamallah A., de 36 anos. Eles viviam na região norte de Paris e foram detidos pouco mais de uma semana após o crime. Eles são investigados por roubo e associação criminosa.
Segundo a reportagem francesa, os suspeitos disseram não terem sido informados sobre o futuro das peças roubadas. Um deles afirmou que as jóias seriam vendidas no exterior. Os depoimentos aconteceram nos dias 2 e 22 de junho.
Além de Abdoulaye e Ghelamallah, há outras duas pessoas suspeitas de ligação com o crime presas preventivamente. Não foram divulgados maiores detalhes sobre a possível participação delas. As informações foram divulgadas no Brasil por meio do g1.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).