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Lula deve abordar tarifas em discurso no G7, mas adota tom calibrado e evita confronto direto

Por Redação

Foto: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve adotar uma postura de cautela e moderação política ao abordar as tarifas alfandegárias propostas pelos Estados Unidos contra exportações brasileiras. A manifestação ocorrerá durante sua participação na reunião de cúpula do G7 na próxima semana, na França.

 

Lula embarca para o país europeu neste domingo (14) e tem retorno previsto para a quarta-feira (17). O petista participará das sessões de debate como convidado, com foco especial na mesa que discutirá os desequilíbrios macroeconômicos globais.

 

De acordo com interlocutores do Palácio do Planalto ao Metrópoles, a expectativa é de que o presidente brasileiro faça críticas firmes ao protecionismo econômico e ao unilateralismo, mas sem citar nominalmente o presidente americano Donald Trump ou os Estados Unidos.

 

A avaliação da equipe diplomática brasileira é que fóruns internacionais de alto nível, como o G7, não são adequados para disputas políticas ou palanques diretos. No entanto, o tom firme que costuma adotar em defesa dos países em desenvolvimento será mantido.

 

Lula deve focar sua fala em como o modelo de desenvolvimento excludente global empurra nações mais pobres a situações de extrema vulnerabilidade.