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Alok fala sobre processo criativo e relação com a Bahia: "Artista tem que estar livre para poder se expressar"

Por Victor Hernandes / Gabriel Lopes

Foto: Divulgação

O DJ Alok comentou, neste domingo (15), sobre o processo criativo de suas músicas e a relação com a Bahia antes da saída do seu trio sem cordas no circuito Barra-Ondina (Dodô), durante o Carnaval de Salvador.

 

Ao falar sobre a construção musical e as influências presentes em suas produções, o artista destacou que o processo varia conforme o momento e as referências que surgem ao longo do trabalho.

 

“Cada processo ele é muito singular. Tem momentos que eu fico inspirado com a música, por exemplo, do BaianaSystem, Miçanga. Eu achei que ele tinha uma dinâmica legal pra fazer um remix eletrônico que a gente foi e fez. Tô fazendo outra agora com o Léo Santana que é uma música que ele mandou, tinha uma vibe, aí eu falei que dava pra fazer por um outro caminho. Então, depende muito do material que eu recebo, depende também muito, se eu estou olhando o mar, me dá uma inspiração eu estou olhando uma paisagem, me dá uma inspiração, começa a fluir. Eu acho que o grande ponto é não limitar a minha criatividade. O artista tem que estar sempre livre para poder se expressar”, afirmou.

 

Durante a entrevista, Alok também abordou a relação pessoal e profissional com o estado e mencionou ações sociais realizadas por meio de seu instituto.

 

“Meu laço com a Bahia já é para sempre, eu sou casado com uma baiana, meu pai mora na Bahia, a gente faz um festival na Bahia já tem 30 anos, o Universo Paralelo, eu passo muito tempo aqui, há muitos anos já. E em relação às ações sociais, a gente já faz inclusive a primeira ação social do Instituto Alok no Brasil foi na Bahia. Não é só isso, acho que tem vários projetos, a gente fez também vários projetos, Projeto Axé, que é uma galera muito massa. Eu acho que a parada da ação social vai estar sempre me acompanhando porque ela é um pilar importante na minha carreira porque só faz sentido fazer o que eu faço se eu tiver de alguma maneira alinhado para fazer do mundo um lugar um pouco melhor”, disse.