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Carballal deve se licenciar da Câmara mais uma vez e pode se tornar auxiliar de Jerônimo

Por Anderson Ramos / Bruno Leite

Foto: Reprodução / CMS

O vereador Henrique Carballal (PDT) deve se licenciar da cadeira que ocupa na Câmara Municipal de Salvador mais uma vez. Ex-aliado do grupo de ACM Neto (União), o edil deve assumir alguma função na gestão do governador eleito Jerônimo Rodrigues (PT).

 

Fontes próximas ao pedetista apontam que ele irá ocupar a titularidade de alguma secretaria ou diretoria da gestão estadual. Em março, pouco tempo depois da migração para o grupo do governo, interlocutores apontavam que o destino dele seria a Secretaria de Recursos Hídricos do Estado da Bahia (SIHS) (relembre aqui).

 

Na época, nomes próximos à Secretaria de Relações Institucionais (Serin-BA) davam a negociação como "quase 100%" fechada. O membro do Legislativo soteropolitano, no entanto, negou qualquer tipo de articulação. De acordo com ele, o acordo passava somente pela sua colaboração como um dos coordenadores da campanha da chapa Jerônimo-Geraldo Jr.

 

"Não tenho convite para assumir secretaria nenhuma. O único convite que eu recebi foi para coordenar a campanha de Geraldo Jr. como vice-governador da Bahia", disse ao Bahia Notícias na ocasião.

 

No lugar de Carballal, assim como foi da primeira vez que se licenciou, assume o primeiro suplente, Randerson Leal (PDT), filho do deputado estadual Roberto Carlos (PV), vice-líder do governo Rui (PT) na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

 

DE SAÍDA?

Caso a nomeação se confirme, o vereador será o primeiro filiado ao Partido Democrático Trabalhista a voltar para o seio da máquina pública estadual sob o comando do PT. Os dois partidos formavam uma aliança que foi rompida em 2020.

 

Com isso, a permanência de Henrique Carballal no quadro do partido se torna uma dúvida ainda mais latente. No início das movimentações para a campanha petista, o presidente estadual do PDT, o deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT), apesar de não ter dialogado com o correligionário, admitiu que o ideal seria a ida dele para outra sigla (veja aqui).

 

A mesma posição foi defendida por Félix agora. Procurado pela reportagem, o dirigente revelou que a legenda partidária irá convocar uma reunião e decidir a situação. "Mas acredito que o caminho será outra agremiação partidária", constatou o parlamentar.

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