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Léo Péricles defende projeção de pessoas com história na luta social para parlamento

Por Bruno Leite / Leonardo Costa

Foto: Igor Barreto/Bahia Notícias

Sendo o primeiro candidato a presidente da República pelo partido Unidade Popular, criado em 2016, Leonardo Péricles defende uma nova constituinte em seu plano de governo. Em documento de 12 páginas, candidato à Presidência ainda propõe suspensão do pagamento da dívida pública e auxílio emergencial de um salário mínimo. 

 

“Eu acho que é um grande processo democrático e político. Se a gente conseguir formar uma assembleia nacional constituinte, as forças nossas não serão tão desiguais como são hoje. A nossa proposta, inclusive, é inspirada no Chile, porque lá foi proporcional ao povo. Não se usou os partidos como instrumentos. Então, a maioria são trabalhadores”, pontuou. 

 

O candidato a presidente da República convocou, durante a campanha, apoiadores para uma marcha em protesto pela sua não participação nos debates televisionados entre os concorrentes no pleito eleitoral. 

 

“É um absurdo não sermos convidados para os debates, porque as emissoras não são proibidas de nos convidar.  Essa lei antidemocrática, de 2015, nos impede de ter acesso ao tempo de TV e rádio, que é um atentado contra democracia e contrária a constituição, que permite ampla liberdade de organização partidária”, disse. 

 

Quando perguntado pelo Bahia Notícias sobre as candidaturas proporcionais, o postulante ao Palácio do Planalto disse: “A nossa estratégia principal é projetar lideranças que já tenham histórico de atuação nas lutas sociais e populares”. Confira a entrevista completa aqui!

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