Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Pressão de apoiadores nas redes fez Bolsonaro recuar da compra de vacina chinesa

Foto: Agência Brasil

Não foi necessariamente uma novidade para o presidente da República, jair Bolsonaro (sem partido), a informação sobre a compra de doses da vacina ConoraVac. O presidente foi informado no último final de semana da intenção de aquisição das 46 milhões de doses pelo Ministério da Saúde (reveja). O imunizante é desenvolvido pela empresa chinesa Sinovac com o Instituto Butantan.

 

De acordo com a Folha, assessores do Planalto e do Ministério da Saúde informaram que inicialmente o presidente não se opôs à iniciativa, mas mudou de opinião no final da tarde desta terça-feira (21), quando a notícia ganhou repercussão, após pressão de apoiadores nas redes sociais.

 

Desde o anúncio feito pelo ministro Eduardo Pazuello, em reunião virtual com governadores, eleitores bolsonaristas iniciaram campanha nas redes contra o que chamam de "vacina chinesa".

 

No twitter, no início da manhã desta quarta, o presidente falou em ‘traição’ e negou a compra (reveja). 

 

O governo também decidiu fez uma retratação, afirmando que houve ‘interpretação equivocada’ da notícia de aquisição das doses (reveja). 

 

Já a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) preferiu não entrar no mérito da discussão. Em entrevista coletiva no início desta tarde afirmou que não importa o país de origem da vacina, mas sua qualidade (reveja). 

Compartilhar