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Polícia esclarece situação de pai que não pôde acompanhar filha em delegacia

Foto: Divulgação

A Polícia Civil se posicionou no último sábado (27) sobre o caso do pai que foi de bermuda, camiseta e chinelos à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), no bairro de Brotas, acompanhar a filha vítima de agressão sofrida pelo companheiro (leia mais aqui). Em nota, a corporação afirma que o espaço em que ele foi não pôde entrar se trata de um espaço reservado apenas para mulheres.

“Ao acompanhante, foi solicitado o não acesso ao espaço reservado para o acolhimento de mulheres vítimas de violência, o que não é permitido a nenhum homem”, diz trecho da nota.

Ainda segundo o comunicado, “devido a demanda existente naquele momento, foi possibilitado ao acompanhante que ele retornasse à unidade, às 14 horas, enquanto a filha aguardava. O mesmo retornou por volta das 18 horas, quando ele acompanhou todo procedimento realizado, junto com a filha, na sala da delegada de plantão”.

A Polícia também argumenta que titular da Deam/Brotas, delegada Heleneci Nascimento, “entrou em contato com o acompanhante da vítima e explicou todo trâmite do atendimento na unidade e a privacidade que as mulheres devem ter no espaço de acolhimento”.

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