Para diretor do Hemoba, unidades existentes atendem demanda por sangue na Bahia
Por Renata Farias
Dos 417 municípios baianos, apenas 22 contam com a presença de um posto fixo da Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba). O número parece pequeno para a demanda por sangue do quarto estado mais populoso do Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, o médico Marinho Marques, diretor-geral da instituição, acredita ser suficiente para suprir as necessidades, principalmente por conta da solidariedade da população. “A gente não tem complexidade nos hospitais e em todos os municípios para justificar unidades em todos eles. Depende da necessidade do serviço de saúde mesmo. A gente tem o que chama de macrorregião de saúde e microrregião, e a Hemoba se situa geralmente no município polo daquela região”, explicou em entrevista ao Bahia Notícias. “O povo baiano por característica é muito solidário, então a receptividade com relação à doação de sangue é sempre muito boa. Ainda assim, a gente tem que fazer sempre campanha para buscar estimular a doação rotineira, não só quando há alguém da família precisando”, completou. O gestor ressaltou ainda a proibição, por lei, da disponibilização de qualquer forma de auxílio para que a população se dirija até os postos de doação. “Não é permitido, por exemplo, que a Hemoba forneça transporte para as pessoas, porque pode ser entendido como uma remuneração indireta”, pontuou. Clique aqui e leia a coluna completa na coluna Saúde!
