Evento de zumba arrecada fundos para pesquisas sobre câncer de mama
Foto: Divulgação

Salvador recebe, no próximo dia 27, um evento oficial de zumba voltado para a campanha Outubro Rosa. O Party in Pink Zumbathon tem o objetivo de arrecadar fundos para a bolsa de pesquisa internacional Zumba Global Research Grant for Breast Cancer Prevention, em prol da prevenção ao câncer de mama em todo o mundo.

 

“Estamos vivendo uma época de reafirmação feminina. Já temos projetos paralelos e decidimos liderar essa edição do Party in Pink também como uma bandeira a ser levantada: mulheres empoderadas lutando por outras mulheres”, afirmou Liz Facó, uma das organizadoras desta terceira edição na capital baiana.

 

O evento acontece, a partir das 9h30, no terraço da academia R1, no Itaigara. As inscrições podem ser realizadas no site do evento (clique aqui). Do valor arrecadado, a edição de Salvador doará à bolsa de pesquisa 75% e a mesma financiará um estudo para avaliar os efeitos de uma substância encontrada na linhaça em mulheres pré-menopausa.

Segunda, 15 de Outubro de 2018 - 19:10

Brasil é segundo país em número de cesáreas no mundo

Brasil é segundo país em número de cesáreas no mundo
Foto: Ana Nascimento / MDS Portal Brasil

O Brasil é o segundo país com maior taxa de cesáreas em todo o mundo (55,5%), atrás apenas da República Dominicana (58,1%). Os números são resultado de um estudo que alerta para a epidemia mundial desta cirurgia, recomendada apenas em casos específicos.

 

Baseado em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Unicef, o estudo apontou que o número de nascimentos por cesárea praticamente duplicou em 15 anos, de 12% para 21% entre 2000 e 2015, e superou os 40% em 15 países. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a América Latina é a região com maior taxa deste parto no mundo (44,3%).

 

"O forte aumento de cesáreas — especialmente entre as classes abastadas e sem motivos médicos— representam um problema devido aos riscos associados para a mãe e o bebê", explicou a coordenadora do estudo, Marleen Temmermann, da Universidade Aga Khan, no Quênia, e da Universidade de Gante, na Bélgica.

 

O estudo ainda associa as cirurgias a uma faixa de renda e educação entre as mulheres. No Brasil, por exemplo, 54,4% das cesáreas são feitas em mulheres de nível educacional elevado. Entre as de nível mais baixo, o índice é 19,4%. No país, a maioria das cesáreas acontece em gestações de baixo risco.

Dique do Tororó recebe caminhada contra obesidade no próximo domingo
Foto: Divulgação

O Núcleo de Tratamento e Cirurgia da Obesidade (NTCO) realiza, no próximo domingo (21), a XI Caminhada Movimento contra Obesidade. O evento acontece no Dique do Tororó e tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do combate ao sobrepeso e à obesidade, além de promover a pratica de atividade física e os hábitos saudáveis. 

 

A concentração será a partir das 8h, próximo aos restaurantes, onde haverá sessão de aquecimento e exercícios de alongamento. No local, uma equipe do Laboratório Linus Pauling também oferecerá, gratuitamente, exames básico como medição de glicemia e colesterol e aferição de pressão. 

 

A participação é gratuita. No entanto, interessados em usar a camisa da caminhada podem trocar o kit por três quilos de alimentos não-perecíveis na sede do NTCO, na Federação.

Após morte de paciente, médica estaria oferecendo R$ 1 milhão por silêncio
Mulher passou por um procedimento estético nos glúteos | Foto: Facebook

Uma microempresária morreu no último sábado (13), dias após ter passado por um procedimento cirúrgico estético nos glúteos. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Fernanda de Assis chegou ao Hospital Municipal Albert Schweitzer com lesões nas nádegas.

 

Em um vídeo no Facebook, segundo a Agência Brasil, o companheiro de Fernanda disse que a mulher morreu de insuficiência respiratória aguda e embolia pulmonar.

 

“Ela já tinha feito esse procedimento uma vez. Na segunda ela esperou eu sair de casa e fez escondido porque eu disse que não queria. Na sexta-feira, ela já acordou passando mal e pediu para levar ela ao hospital. Só de o médico olhar para ela no hospital, já mandou internar”, explicou Alex Fernando.

 

O marido também contou que uma grande ferida se abriu nos glúteos de Fernanda em casa, mas a microempresária se recusava a ir ao pronto-socorro. Na mesma gravação, Alex revela aos amigos que a pessoa que fez a cirurgia em Fernanda está oferecendo R$ 1 milhão para que ele não a entregue à polícia. “Ela está me oferecendo tudo para eu não falar”, disse.

Hospital Municipal realiza mutirão de ultrassonografia mamária e mamografia
Foto: Divulgação

O Hospital Municipal de Salvador (HMS) realiza, a partir desta segunda-feira (15), um mutirão de ultrassonografia mamária e mamografia. A ação faz parte da campanha Outubro Rosa e segue até 15 de novembro. Os atendimentos acontecem de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 17h.

 

"Se conseguirmos identificar um câncer de mama em estágio precoce, a chance de cura é acima de 90%. Por isso é importantíssimo que as mulheres que fazem parte do grupo de risco, que são aquelas acima de 50 anos de idade ou com histórico da patologia na família, procurem periodicamente o serviço de saúde para realização do exame", alertou Mirelle França, coordenadora do setor materno infantil da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

 

Com o objetivo de realizar mais de 10 mil mamografias somente em outubro, todas as 126 unidades básicas da rede e os multicentros Vale das Pedrinhas, Carlos Gomes e Liberdade promoverão nas quartas-feiras do mês o "Dia D da Mulher", sempre das 8h às 17h. Nessas ações, acontecerão mutirões de agendamentos de mamografia para mulheres com idade de 50 a 69 anos, exames preventivos e sala de espera com orientação de autoexames e distribuição de material educativo.

 

Já entre os dias 15 e 31 deste mês, os multicentros Carlos Gomes e Liberdade vão funcionar em horário estendido (das 8h às 20 horas, além de abrirem aos sábados, das 8h às 13 horas), exclusivamente para realização de Ultrassonografia mamária e transvaginal. O Distrito Sanitário Subúrbio Ferroviário oferecerá mamografias nos dias 21 e 22 de outubro.

República Democrática do Congo decreta mais um surto de ebola
Foto: Divulgação / CDC

A República Democrática do Congo decretou, no último sábado (13), um segundo surto de ebola. O foco está no leste do país, na cidade de Beni. Segundo informações da Agência Efe, a situação está relacionada em grande parte à falta de conscientização sobre a doença e à desconfiança nos agentes de saúde.

 

"Os desafios são enormes e o governo está estudando como contornar a dificuldade de criar consciência e fazer com que as pessoas aceitem ser vacinadas", afirmou a porta-voz do Ministério de Saúde, Jessica Ilunga.

 

A cidade de Beni apresenta 74% dos contágios registrados no último mês. São 200 casos notificados, dos quais 172 foram confirmados. "A epidemia em Beni é de alto risco e a situação é preocupante. Ainda não sabemos a dimensão, mas o foco que estava em Mangina agora está em Beni", acrescentou o ministro de Saúde, Oly Ilunga.

Número de pessoas com excesso de peso deve chegar a 2,3 bilhões até 2025, alerta OMS
Foto: Ministério da Saúde

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, em 2025, o mundo terá cerca de 2,3 bilhões de pessoas com excesso de peso, das quais mais de 700 milhões serão obesas. Já o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75 milhões – incluindo 427 mil crianças com pré-diabetes, 1 milhão com hipertensão arterial e 1,4 milhão com aumento do acúmulo de gordura no fígado.

 

A projeção faz parte, segundo a Agência Brasil, da campanha global da entidade em 2018, que tem como proposta combater o estigma da obesidade e tratar o assunto com respeito, disseminando informações de maneira responsável, reconhecendo a obesidade como uma doença crônica multifatorial e investindo em políticas públicas de prevenção e tratamento. Atualmente, um em cada oito adultos em todo o planeta é obeso.

 

No Brasil, dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) apontam que mais de 50% da população brasileira tem excesso de peso. As entidades alertam que a obesidade é uma doença crônica que tende a piorar com o passar dos anos, caso o paciente não seja submetido a um tratamento adequado e contínuo. “Além de reduzir a qualidade de vida, pode predispor a doenças como diabetes, doenças cardiovasculares, asma, gordura no fígado e até alguns tipos de câncer”, alertaram os especialistas.

Segunda, 15 de Outubro de 2018 - 07:10

Governo mapeia 14 notícias falsas em média por dia só relacionadas à saúde

por Natália Cancian | Folhapress

Governo mapeia 14 notícias falsas em média por dia só relacionadas à saúde
Foto: USP Imagens

"Novas vacinas causam autismo e os governos sabem." "Usar celular no escuro causa maculopatia (câncer no olho)." "Só água com vinagre pode matar bactéria presente no feijão."

O que há em comum entre essas três frases, compartilhadas em correntes no WhatsApp e em outras redes sociais? É o Ministério da Saúde quem adverte: são informações falsas.

Ao completar um mês de funcionamento de um novo serviço para receber e verificar informações de saúde por meio do aplicativo de mensagem, a pasta afirma ter identificado 416 fake news -o equivalente a 14 por dia.

São correntes, textos disfarçados de notícias, imagens retiradas de contexto e áudios de supostos especialistas.

"A diferença é que, na saúde, a informação equivocada pode ter consequências graves", alerta Renato Strauss, chefe da assessoria de imprensa e informação da pasta e à frente do grupo responsável pela checagem. "Uma pessoa que adere a um tratamento dito inovador pode agravar sua doença. Quem deixa de se vacinar pode ficar doente e chegar à morte", afirma.

Segundo ele, além do serviço no Whatsapp, chamado de "Saúde sem fake news", a pasta já identificou desde março outros 395 focos de informações falsas em redes sociais abertas, como Twitter e Facebook.

O controle é feito por meio de um monitoramento diário em mais de 7.000 menções e palavras-chave.

Vacinas, mitos sobre alimentação e sobre medicamentos são os alvos mais comuns de notícias falsas em saúde, aponta balanço da pasta. Dos 395 focos identificados nas redes, 89% eram sobre vacinas.

Já no serviço via WhatsApp, as vacinas responderam por 91 das 416 informações falsas repassadas à pasta no último mês. Outras 153 envolviam supostas "denúncias" ligadas a alimentação ou crenças de benefícios exagerados. Em 27 casos, o foco eram medicamentos "milagrosos".

O governo tem redobrado as medidas para tentar evitar a propagação de fake news na área. Desde março, uma equipe de cinco pessoas se dedica exclusivamente a essa análise.

Agora, o ministério avalia criar novas ferramentas, como campanhas específicas em torno de alguns temas e listas de transmissão para que usuários cadastrados recebam alertas sobre informações já "desmascaradas".

Ao contrário do que ocorria no passado, a maior parte das informações falsas recebidas pela pasta hoje não vem de sites, mas de correntes e informações em redes sociais, em que o contato com pessoas próximas e a agilidade no compartilhamento acaba por legitimar as informações.

"É fácil ver pelo grupo da família. Quem dissemina é uma pessoa que você conhece. É uma cadeia de confiança informal que acaba disseminando essa informação", diz o assessor Strauss.

Segundo ele, uma das dicas para verificar se a informação é falsa é ver a data da notícia: a maioria se repete. "As fake news são cíclicas. A informação falsa de que a vacina causa autismo, por exemplo, de tempos em tempos aparece. As próprias imagens são as mesmas, de ano em ano."

Ele lembra que a primeira vez que a pasta criou um grupo de controle de fake news ocorreu em 2008, quando sites passaram a vincular a campanha de vacinação contra a rubéola a uma tentativa de esterilização das mulheres. A situação levou o governo a criar força-tarefa para esclarecer.

Em abril, ganhou força em grupos do WhatsApp um áudio com voz feminina que dizia que a OMS (Organização Mundial de Saúde) não divulgava mortes em Goiás pelo vírus "H2N3" para "não alarmar a população". O vírus, porém, nem sequer existe no Brasil --nem em nenhum lugar do mundo. A informação foi uma das que ganharam um selo "O Ministério da Saúde adverte: isso é fake news".

Recentemente, um possível aumento na propagação de fake news tem sido investigado como um dos motivos para a queda na vacinação de crianças, que atingiu em 2017 o menor índice em 16 anos.

"Ainda vamos fazer um estudo sobre os motivos da não vacinação. Mas temos avaliação de que as fake news podem estar sim colaborando para isso", diz a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues.

Se está mais fácil ter meios de verificar se uma informação é falsa, o difícil ainda é descobrir a origem dela.

Neste caso, a estratégia é fazer intervenções em cada postagem para informar que se trata de fake news, com riscos à saúde. Outra é usar redes próprias para contrapor as informações. 

Em outros casos, o governo também pode pedir a retirada do material do ar.

COLABORAÇÃO CONTRA DESINFORMAÇÕES
O WhatsApp informou que, "dada a natureza privada" da plataforma, tem focado em "educar as pessoas sobre desinformação" e na capacitação de usuários com novas opções de controle no aplicativo --caso do marcador que avisa aos usuários quando uma mensagem foi encaminhada.

Já o Twitter diz que trabalha para "coibir tentativas de manipulação das conversas" na plataforma. "Uma das frentes prioritárias em que atuamos é a luta contra spam e contas automatizadas mal-intencionadas".

O Facebook diz que lançou ferramenta de verificação de notícias denunciadas como falsas em parceria com as organizações de checagem Agência Lupa, Aos Fatos e AFP. "Se identificarem que não há fatos que sustentem o conteúdo, as postagens terão sua distribuição reduzida no feed de notícias e não poderão mais ser impulsionadas", informa.

O número para solicitar checagem do Ministério da Saúde via WhatsApp é (61) 99289-4640. Você pode repassar esse texto para o maior número de pessoas possível.

Menos de 10% dos hospitais brasileiros têm serviço de cuidados paliativos
Foto: Divulgação

Menos de 10% dos hospitais no Brasil não possuem equipes de cuidados paliativos. De acordo com a Folha de S. Paulo, um levantamento inédito aponta que entre as 2,5 mil unidades no país com mais de 50 leitos, em apenas 177 está disponível o serviço, que é essencial para que doentes graves e sem chances de cura tenham qualidade de vida.

 

O estudo da Academia Nacional de Cuidados Paliativos demonstra também que, entre os países latino-americanos, o Brasil só está na frente da República Dominicana e da Venezuela quanto à disponibilidade de serviços de cuidados paliativos. Uruguai, Argentina, Costa Rica e Chile são os mais bem colocados.

 

No Brasil, o problema já começa na formação dos médicos. Apenas 14% dos cursos de medicina oferecem a disciplina de cuidados paliativos e em somente 6% ela é obrigatória. Além de diminuir o sofrimento dos pacientes, o serviço também pode diminuir as despesas dos sistemas de saúde. "Com os cuidados paliativos, os custos podem cair de 30% a 50%", estima Emilio Herrera, presidente do New Health Foundation, em entrevista à Folha de S. Paulo.

Domingo, 14 de Outubro de 2018 - 13:30

Felipe e Lucas Neto criam quadro inclusivo com crianças com síndrome de Down

por Cris Veronez | Folhapress

Felipe e Lucas Neto criam quadro inclusivo com crianças com síndrome de Down
Foto: Divulgação

O canal Irmãos Neto, dos youtubers Felipe e Lucas Neto, desenvolve um projeto para ter um quadro com crianças com síndrome de Down. O diretor-geral do canal, Gabriel Araújo, afirma que se trata de um projeto inédito no Brasil e que já está em desenvolvendo, porém, ainda buscam financiamento. Um alvará para cada delas, por exemplo, custa em torno de R$ 2.800.

"Foi uma idealização minha com o JP [João Pedro Paes Leme, sócio e CEO da Take4, proprietária do canal]. Pegamos a referência do filme "Colegas" [2012, com direção de Marcelo Galvão], protagonizado por três adultos com Down. Queremos mostrar que é muito mais do que a gente vê. Essas crianças podem ser completamente incluídas na nossa sociedade", afirmou Araújo. 

Felipe Neto afirmou que aprendeu a fazer humor sem usar palavrões, polêmicas e piadas de conotação pesada e que o novo canal visa a inclusão e a passar mensagem de união, aceitação e amor. "Nossa grande questão é a inclusão. O diferente não é diferente no sentido pejorativo", afirma o youtuber, que no 31 de outubro estreia no canal a série de animação Animanetos, um quadro especial no Halloween.

O canal Irmãos Neto está há um ano e dois meses no YouTube e tem quase 11 milhões de inscritos. Felipe Neto afirma que um dos grandes feitos do canal foi ter conquistado o respeito dos pais do público infantojuvenil. "O conteúdo foi adaptado tanto para crianças e adolescentes quanto para os pais. É um desafio muito grande agradar o jovem e o adulto. O adulto geralmente tem rejeição pelo que o jovem gosta. Aqui, temos muitos adultos que são mais fãs que os próprios filhos [risos]."

Para a psicoterapeuta e psicóloga clínica Valéria Cavallari, o conteúdo digital saudável para uma criança ainda é relativo, porque depende muito da formação que cada família dá para seu filho. "Conteúdo bom é aquele que desenvolve o público em alguma área da vida. Conteúdo de fofoca, disputa e tiração de sarro, não é muito legal para a criança."

Já a psicóloga clínica e hospitalar Alice Maria da Silva Pereira afirma que questiona pesquisadores que estipulam o período diário saudável para que crianças fiquem expostas a conteúdos da internet. "Alguns pesquisadores começaram a veicular que o ideal é uma hora por dia. Mas, vamos pensar apenas quantitativamente? E a qualidade disso? A criança ou adolescente pode ficar uma hora na frente do computador e aquilo trazer um estrago gigantesco, e pode ficar três horas vendo um conteúdo educativo."

Alinhado com o que sugerem as especialistas, Gabriel Araújo afirma que os roteiros do canal Irmãos Neto são criados levando em consideração a idade do público. "Temos preocupação não somente em relação a palavrões, mas em ter uma linguagem realmente educativa, que mostra respeito pelo próximo. Sempre buscamos passar algum tipo de mensagem sobre amizade, companheirismo e que não necessariamente é importante ganhar uma disputa. Já nos preocupamos com isso no próprio roteiro."

Ele afirma que o quadro Laboratório Maluco, por exemplo, em que o Professor Jaleco e seu assistente trapalhão (Bruno Correa) realizam experimentos, conta com o apoio de químicos que realizam todos os testes com segurança e preocupação educacional.

Felipe afirma que gosta de trabalhar com públicos de idades variadas, pois isso permite que ele crie diferentes personagens. Enquanto em seu canal pessoal ele utiliza uma linguagem mais ácida, no Irmãos Neto é diferente. "No canal Irmãos Neto visto uma roupa ainda mais jovem, sou mais brincalhão, mais palhaço e expansivo em movimentos. Gosto de fazer conteúdos diferentes para diferentes idades."

Além do Irmãos Neto, Lucas e Felipe têm seus canais próprios no YouTube. "Felipe é mais voltado para adolescentes, já Lucas para crianças de 2 a 7 anos. Já o canal Irmãos Neto fica no meio dos dois: de 8 a 14 mais ou menos", explica Gabriel.

Felipe Neto diz ainda que vai continuar a "fortalecer mensagens de não preconceito, de abraçarmos o diferente, de amarmos todo mundo, homossexuais, heterossexuais, transexuais, o negros. Todo mundo tem que se amar da mesma forma."

Bolsonaro diz que pessoa desempregada está mais 'propensa a frequentar hospitais'
Foto: Divulgação

O candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, disse que uma pessoa que não está empregada tende a ir com mais frequência ao hospital. A afirmação foi dada durante conversa com jornalistas neste sábado (13), enquanto falava sobre suas propostas de governo.

 

O candidato do PSL avaliou o que acredita que pode melhorar a situação da saúde no país. "Você tem que combater a corrupção, exatamente para que sobre recursos para aplicar onde interessa. Eu estou com uma bolsa de colostomia aqui do meu lado. São mais ou menos 200 mil pessoas no Brasil que tem o mesmo problema que eu tenho no momento. E eu sou um privilegiado. Como é que você ataca esse problema? Alguém que realmente tenha amor pela saúde para ocupar um ministério e determinar que se trabalhe para o bem da população e não para atender interesses político-partidários, que é uma regra. Agora, o melhor plano de saúde que se pode ter é emprego. E uma pessoa desempregada está propensa a frequentar, com maior intensidade, os hospitais”, destacou, de acordo com o G1.

 

Bolsonaro ainda tratou sobre suas propostas parao combate à violência. “Primeiro é escalar o time, é dessa forma. A outra, um pacote de medidas para que nós possamos, em um primeiro momento, diminuir a violência em nosso Brasil. Eu tenho uma máxima: eu não quero ninguém sofrendo, sendo torturado, passando necessidade em uma cadeia. Mas no que depender de mim, a polícia no encarceramento se fará presente. E o conselho que eu dou agora para quem quer fazer maldade: se não quiser ir para lá, não faça maldade. Passa por aí. O ser humano só respeita o que ele teme. E nós temos que mostrar para o ser humano que, se ele cometer um crime, ele vai pagar. E no que depender de mim também e do parlamento, obviamente, não teremos progressão de pena, muito menos saidões”.

Domingo, 14 de Outubro de 2018 - 08:40

Exames com radiação em crianças crescem e campanha pede uso racional

por Phillipe Watanabe | Folhapress

Exames com radiação em crianças crescem e campanha pede uso racional
Foto: Mateus Pereira / GOVBA

O crescimento recente no número de exames de imagem, como ressonâncias, raios-x e tomografia, em crianças e jovens, levanta a questão se esses procedimentos são adequadamente indicados. O quadro levou a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) a lançar uma campanha pelo uso mais racional dessas ferramentas.

Entre 2008 e 2017, segundo dados levantados pela SBP junto ao Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS, dobrou o número de tomografias computadorizadas em pacientes com até 19 anos. Mas, no mesmo período, essa faixa etária da população brasileira diminuiu.

Alguns estados brasileiros apresentaram crescimentos superiores a 200% na quantidade de exames -como o Espírito Santo, com aumento de 466%; Rio de Janeiro, com 420%; Acre, com 351%; Santa Catarina, com 249%; e Mato Grosso, com 214%.

Em São Paulo, estado com a maior quantidade de exames realizados, o crescimento foi de 94%.

Mesmo a maior disponibilidade de tomógrafos no país não explica tamanho crescimento dos números de exames, segundo a SBP.

"O que queremos enfatizar é que todos os médicos devem atender os pacientes de modo individualizado e que todos os exames de imagem sejam pedidos de maneira racional e crítica", diz Luciana Rodrigues Silva, presidente da SBP. "Nós sabemos que, por se ter um número grande de pacientes ou pelos pais ficarem preocupados, às vezes se pedem exames de maneira excessiva."

Uma grande exposição sem necessidade à radiação é a preocupação da entidade, o que levou à campanha Image Gently Brasil, que será lançada nesta sexta (12), com apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Sociedade Latinoamericana de Radiologia.

A campanha pretende a conscientização não do público geral, mas dos próprios especialistas da área. Uma das preocupações é com a calibragem de máquinas, muitas vezes desreguladas ou sem manutenção adequada, o que poderia levar a cargas de radiação maiores -e aumentar o risco de problemas de saúde.

Silva afirma também que já há maquinário mais moderno que diminui a quantidade de radiação necessária para os exames.

"Se eu tenho um paciente que sofreu um grande trauma, claro que vou precisar de um exame de imagem. Se eu tenho uma suspeita de pneumonia, claro que também vou precisar", diz Silva. Segundo a pediatra, não há uma receita de bolo para se saber quando são ou não necessários os exames.

Por isso, o tratamento individualizado e atencioso do pediatra é essencial. O acompanhamento de um mesmo pediatra, que conheça o histórico familiar e a criança, também pode ajudar a evitar indicação excessiva de exames.

"Isso infelizmente não é uma realidade, principalmente nos serviços públicos. Não se tem um pediatra que a conheça, que tenha tempo na consulta, que ajude os pais a escolher os melhores caminhos", diz a presidente da SBP.

Mesmo com o alerta, a entidade ressalta a importância dos exames que, quando bem indicados, são benéficos no diagnóstico e tratamento.

Quase 75% das cegueiras são reversíveis; indica Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Foto: Sidnei Barros

Quase 75% dos casos de cegueira podem ser reversíveis. O número de pessoas cegas ou com visão comprometida no mundo chega a 253 milhões, segundo dados da Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Agência Internacional de Prevenção da Cegueira (IAPB, do nome em inglês International Agency for Prevention Of Blindness). Do total, cerca de 90%, moram em países em desenvolvimento, que não dispõem de sistemas de saúde básica mais avançados. 

 

Segundo o presidente do CBO, José Ottaiano, um indivíduo que tem uma miopia de 4 ou 5 graus, por exemplo, se ele não corrigir esse erro refrativo, é enquadrado como deficiente visual ou sem uma visão adequada. Ele também explicou que a catarata é considerada uma cegueira reversível. “No entanto, se você não operar, o indivíduo fica com uma deficiência visual”. As principais causas de cegueira são os chamados erros refrativos, como miopia, astigmatismo, hipermetropia, que são corrigidos por graus de óculos; catarata; glaucoma; e degeneração macular relacionada à idade (DMRI).

 

Ottaiano disse que, de 1990 para 2015, houve uma queda de 4,58% para 3,37% nos problemas visuais em termos de cegueira na população mundial. “A população mundial vem andando para a frente, apesar das diferenças e particularidades entre os países”. No Brasil, de acordo com o último censo do IBGE, 45,6 milhões de brasileiros têm alguma deficiência visual, dos quais 6 milhões teriam deficiência visual importante. O restante é cegueiras ou deficiência reversíveis. O Brasil necessita de uma média de 600 mil cirurgias de catarata por ano e realiza entre 400 mil a 500 mil cirurgias.

 

Como forma de tratamento, o médico disse que a prevenção é muito melhor e pode ser feita, inclusive, desde antes do nascimento. A ideia é que as pessoas procurem o oftalmologista, considerando a prevenção como uma prática regular, para evitar o aparecimento de doenças visuais. “A prevenção é a palavra mágica porque, na realidade, a gente tem que tratar antes da doença. A doença já é a consequência, o indesejável”. Os esforços devem ser concentrados na educação e conscientização da população em relação aos cuidados com a visão. 

Para mostrar força de bebês em UTI, hospital veste crianças de super-heróis
Foto: Arquivo Pessoal

Para celebrar o Dia das Crianças com a família, a equipe da UTI neonatal do Hospital Divina Providência, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, fez uma ação para mostrar aos pais a força que seus bebês têm. Para isso, as crianças, nascidas prematuramente, foram vestidas com roupinhas de super-heróis. De acordo com a coordenadora da UTI neonatal, médica Cristina Rosa Medina de Melo, momentos como esse ajudam a estimular a confiança dos pais, e fortalecer os bebês, no período delicado de recuperação. "Tentamos nos colocar nos lugar dos pais e sabemos que esse momento é muito incerto, gera muita ansiedade expectativa. Para nós também, como médicos, é como se eles fossem nossos pequenos heróis", afirma.

Uma das mães ficou emocionada ao ver seu bebê, o pequeno Enzo, vestido de Batman. “Fiquei muito emocionada ao ver meu filho sem o tubo de respiração, lutando pra respirar sozinho. E com uma capa de Batman, como um super-herói, que ele já é desde que nasceu", conta Greice Queli Scapini. O bebê nasceu com dificuldades respiratórias. Em outro hospital da cidade, mais de 150 pacientes foram visitados pelos super-heróis. Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa Executar Alpinismo Industrial, fantasiados de super-heróis, desceram as paredes da instituição, saudando as crianças pelas janelas.

Casos de ebola chegam a 200 na República Democrática do Congo, com 135 mortes
Foto: Morgana Wingard / USAID

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta sexta-feira (12) que os casos de ebola chegaram a 200 no atual surto registrado na República Democrática do Congo. De acordo com a agência EFE, desse total, 125 pessoas morreram.

 

Apenas na última semana, foram contabilizadas mais 35 pessoas infectadas. Recentemente, o surto se concentrou na província de Kivu, que passa por um conflito armado. Um ataque recente obrigou a OMS a suspender suas atividades de combate ao ebola no local.

 

"Os ataques não estão dirigidos contra os trabalhadores que lutam contra o ebola, mas não permitem que as equipes funcionem com toda a sua capacidade diariamente", comentou o porta-voz da OMS, Tariq Jasarevic.

Opas defende fortalecimento do SUS para alcançar metas de desenvolvimento
Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) defendeu o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) para que o Brasil atinja os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).  O país é um dos 194 signatários das metas de promoção da saúde e bem-estar estabelecidas pelas Nações Unidas para o ano de 2030.

 

De acordo com informações da Agência Brasil, a Opas lançou nesta quinta-feira (11) o documento 30 anos de SUS – Que SUS para 2030?, que busca analisar os avanços e desafios do serviço de saúde. A entidade citou entre as principais conquistas do sistema o programa nacional de imunização e a ampliação da oferta de médicos em regiões vulneráveis.

 

Por outro lado, o documento diz que o “subfinanciamento crônico” do SUS, agravado pela crise econômica e pelo controle rigoroso dos gastos públicos, além da fragmentação do sistema entre os estados e municípios são os principais desafios e possíveis obstáculos para que o Brasil alcance as metas da Agenda 2030.

Vacinação no país ainda segue abaixo do recomendado; boatos prejudicam imunização
Foto: Divulgação

As principais vacinas do calendário infantil no Brasil seguem abaixo dos percentuais de 90% a 95% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta quinta-feira (11) indicam que, até agosto, a cobertura vacinal das doses indicadas para crianças com até 23 meses de vida variava de 53% a 75%.

 

Entre as vacinas com menor cobertura até o momento estão a primeira dose da tetra viral, que protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela, com 53,5%; a dose contra a hepatite A, com 57,1%; e a pentavalente, que protege contra coqueluche, difteria, tétano, meningite e hepatite B, com 59,6%. Já as vacinas com melhor cobertura são a BCG, que protege contra a tuberculose, com 75,9%; a primeira dose da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, com 68,7%; e a pneumo 10V, que previne cerca de 70% das doenças graves (pneumonia, meningite e otite) causadas por dez sorotipos de pneumococos, com 67,3%.

 

O Ministério da Saúde indica que a redução no número de vacina é o próprio sucesso do Programa Nacional de Imunizações, visto que não há mais circulação de algumas doenças no país, como a poliomielite. Outra é a desinformação provocada por boatos de que as vacinas não funcionam ou que trazem graves efeitos colaterais. Outro problema indicado é o horário de funcionamento das unidades de saúde, que atualmente é incompatível com a jornada de trabalho de pais e responsáveis.

 

Diante das baixas coberturas vacinais, o governo federal lançou nesta quinta uma campanha publicitária que alerta para a importância de se manter a vacinação em dia. O objetivo é mostrar que os baixos índices podem ser perigosos, uma vez que abrem caminho para a reintrodução de doenças já eliminadas no país e que podem matar. Sob o conceito Porque contra Arrependimento não Existe Vacina, as mostram casos reais de pessoas que sofrem até hoje pela não vacinação. Pela primeira vez, a mascote das campanhas de vacinação do ministério, Zé Gotinha, aparece em tom sério e preocupado.

Uso excessivo de analgésicos pode aumentar um tipo de dor de cabeça, alerta médico
Foto: Divulgação

Com uso mais frequente de analgésicos, um novo tipo de dor de cabeça tem sido cada vez mais relatados em consultórios médicos. Segundo Márcio Nattan Portes Souza, neurologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, o paciente que sofre constantemente com dores de cabeça e passa a abusar da medicação pode desenvolver ainda mais cefaleia. “A gente observa que o paciente sabe disso, que começa a diminuir o efeito do analgésico. Então, antes [a dor de cabeça] melhorava completamente, agora não melhora tanto. Antes, ele [o paciente] ficava três dias sem dor depois que tomava um analgésico, agora ele fica meio dia e a dor volta”, disse o médico.

 

A declaração foi dada durante o Congresso Brasileiro e Panamericano de Neurologia, na capital paulista. O especialista lembra que, por ser um desconforto comum entre a população, poucas pessoas procuram ajuda médica, o que só piora o problema. “A Sociedade Brasileira de Neurologia recomenda que em casos de mais de três dias com dor de cabeça por mês ou de mais de três meses de dores de cabeça frequentes, é preciso procurar a ajuda de um neurologista”, afirma.

 

O médico afirma que, além da conscientização do paciente para eliminar os abusos, é preciso fazer um tratamento contínuo. Ele recomenda também uma reflexão sobre os hábitos. Nattan sugere que o paciente invista em atividade física, melhora do sono, combate ao estresse e tratamento dos sintomas de depressão e ansiedade. A meditação também pode ser uma boa aliada. Quando a cefaelia dura mais de 15 dias já pode ser considerada crônica. Essa forma mais grave de cefaleia afeta 15% da população mundial e é responsável por 20% dos dias perdidos no trabalho nos Estados Unidos. Entre os que sofrem de enxaqueca, o abuso de analgésicos também é presente - de 25% a 50% dos pacientes fazem uso excessivo desses medicamentos.

 

A dor de cabeça intensa pode sinalizar algo mais grave. “Quando a dor de cabeça começa subitamente e, em poucos segundo já está extremamente intensa, é chamada de trovoada. Parece que está explodindo a cabeça. A pessoa não deve marcar consulta e sim ir para o Pronto-Socorro”, alerta o médico. Pessoas com mais de 50 anos, sem histórico de dores, devem se preocupar se apresentar os sintomas. Pacientes transplantados ou com doenças imunodepressoras também devem ficar atentos.

Sexta, 12 de Outubro de 2018 - 00:00

Cirurgiã oferece reconstrução de aréolas mamárias com pigmentação a vítimas de câncer

por Renata Farias / Renata Gomes

Cirurgiã oferece reconstrução de aréolas mamárias com pigmentação a vítimas de câncer
Foto: Reprodução / Daqui Dali

A cirurgiã-plástica Maíne Trece, como ação de apoio ao Outubro Rosa, quer devolver a autoestima e a confiança a mulheres submetidas a uma mastectomia (retirada da mama) após enfrentarem um câncer. Para isso, a profissional promove gratuitamente no dia 20 de outubro, em sua clínica, o redesenho das aréolas com micropigmentação de mulheres que já fizeram a reconstrução da mama.


O método, que normalmente chega a custar R$ 5 mil, é uma técnica 3D, realista, que utiliza pigmento e é aplicada na camada superficial da pele. A cirurgiã ressalta que o tratamento não é um procedimento cirúrgico e a paciente pode sentir um leve incômodo. "A micropigmentação é feita com uma microagulha e é utilizado um anestésico antes do procedimento. É similar a uma tatuagem, a diferença é que a tatuagem usa tinta e a micropigmentação utiliza pigmento, que é menos danoso. A tatuagem é na camada mais profunda e a micropigmentação mais superficial", diz a cirurgiã.

Técnica tenta reproduzir aréolas realistas | Foto: Instituto Ibrape


Trece explica que o atendimento dura em torno de uma hora para ser concluído em cada mulher. "Todo tratamento é feito de forma estéril. O procedimento é feito numa sala esterilizada, com todos materiais estéreis. Primeiro fazemos o molde, analisamos a mama, para depois realizar o tratamento. O tempo depende do que seja necessário fazer, mas demora em torno de 1 hora. Em um dia, conseguimos atender muitas mulheres", contou.

 

Após a micropigmentação, a paciente é instruída a utilizar uma pomada indicada pela cirurgiã por 15 dias, para acelerar a cicatrização.


Para realizar o procedimento gratuito, é necessário que a paciente tenha feito a mastectomia pelo SUS há pelo menos 6 meses e que não esteja fazendo radioterapia. A mulher deve entrar em contato com a clínica através do telefone 71 3042-0085 e responder a um formulário, visto que há pacientes que não podem realizar a micropigmentação. A cirurgiã-plástica pede ainda que as interessadas levem fraldas no dia do procedimento, que posteriormente serão doadas para a Creche & Escola Mãe Nildete.

Mindfulness: Técnica de 'atenção plena' é alternativa para tratamento de ansiedade
Foto: Pxhere

Pessoas com ansiedade e que já apresentaram episódios de depressão podem recorrer a uma técnica de meditação denominada Mindfulness. Como o próprio nome sugere (em sua tradução), trata-se de um estado de atenção plena.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o terapeuta cognitivo comportamental e psicólogo, Eli Samuel, explicou que a prática mais conhecida está formatada em um programa de oito semanas. "Essa técnica é benéfica para problemas relativos a ansiedade e depressão. Pesquisas apontam que quem participa do programa tem grandes chances de não ter outro episódio", explicou. "Quando me referi à depressão, seria para quem já teve, para evitar novas ocorrências. Se a pessoa tem depressão, são necessários os tratamentos convencionais", completou o especialista.

 

No entanto, em caso de fase aguda de um problema emocional, o Mindfulness não é indicado. Outra contraindicação é em casos de pessoas com epilepsia.

 

Em termos gerais, a técnica consiste em voltar a atenção para o presente. "A pessoa deve estar focada no momento presente, com abertura, curiosidade e aceitação, sem julgamentos. Essa é a principal definição. A pessoa com o perfil de ansiedade, por exemplo, está com a atenção sempre voltada para o futuro. Ela acaba não vivenciando o momento presente porque está sempre vigilante com o que pode acontecer", acrescentou.

 

São incluídas no tratamento práticas como atenção à repiração; escaneamento corporal, no qual o paciente direciona sua atenção a cada parte do corpo; caminhada com atenção plena; e atenção plena aos movimentos.

 

De acordo com Eli Samuel, é possível ter acesso ao tratamento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e em grupos de atenção privada. Há também grupos informais, que não seguem necessariamente as oito semanas necessárias para o tratamento completo.

Homens com pênis pequeno estão mais propensos a infertilidade, diz estudo
Foto: Reprodução / Shutterstock

Uma pesquisa realizada por um médico da Universidade de Utah, em Salt Lake City, nos Estados Unidos apontou que homens com pênis pequeno tendem a ter problemas relacionados a fertilidade. Foram analisados 815 homens, no período de três anos, que mostraram diferenças nos resultados dos exames de fertilidade dos participantes com pênis pequeno.


De acordo com o estudo, a maioria dos homens que eram inférteis possuíam um pênis com comprimento médio de 12,4 cm, já os homens férteis tinham um membro de cerca de 13,3 cm.


Segundo o IG, o médico Austen Slade, autor da pesquisa, revela que os resultados sugerem que os homens com pênis menores que a média podem sofrer com casos mais graves de infertilidade, mas acrescenta que esse dado ainda precisa ser analisado com mais calma.

Batimento cardíaco irregular pode aumentar risco de demência
Foto: Reprodução / MD Saúde

Um estudo publicado no jornal Neurology, da Academia Americana de Neurologia, revelou que pessoas com um tipo específico de batimento cardíaco tem um risco maior de demência do que aquelas sem fibrilação atrial.


A fibrilação atrial é uma forma de arritmia, em que o ritmo do coração fica fora de sintonia. Com isso, o sangue pode acumular-se no coração e migrar para o cérebro, causando um derrame.


Segundo o G1, foram analisados 2.685 participantes com idade média de 73 anos, que foram acompanhados durante seis anos. Os participantes foram examinados e entrevistados no ínicio do estudo e, em seguida, após seis anos. Nenhum participante tinha demência, mas 243 pessoas tinham fibrilação atrial. Ao longo do estudo, 279 pessoas desenvolveram fibrilação atrial e 399 demência.


De acordo com os pesquisadores, aqueles que tiveram fibrilação atrial tiveram uma taxa mais rápida de declínio de pensamento e memória do que aqueles que não tinham. Das 2.163 pessoas que não tinham batimentos cardíacos irregulares, 278 pessoas desenvolveram demência. Das 522 pessoas com batimentos cardíacos irregulares, 121 desenvolveram demência.

Após concorrer com Tokyo e Xangai, Salvador sediará Congresso Mundial de Trauma
Foto: Divulgação

Salvador vai sediar, pela primeira vez, o Congresso Mundial de Trauma (CMT), que acontece em setembro de 2024. A capital baiana concorreu com cidades como Tokyo (Japão) e Xangai (China).

 

“Salvador ganhará muito ao sediar um evento desse porte, pois significa que o modelo de urgência aplicado aqui é referência na medicina mundial. Além disso, todas as experiências exitosas e de ponta que serão discutidas no congresso poderão ser incorporadas de forma pioneira na rede de emergência do município, melhorando cada vez mais o atendimento aos soteropolitanos”, comemorou o secretário de Saúde de Salvador, Luiz Galvão.

 

Entre os critérios de escolha, está a estrutura do novo Centro de Convenções da cidade, com previsão de ser inaugurado em setembro de 2019, a acessibilidade do aeroporto internacional e o desenvolvimento e ampliação da urgência e emergência da rede municipal desde 2012. No congresso, será debatido o tema “Cirurgia do Trauma e Cirurgia de Emergência”.

 

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a previsão de público é de 3 mil a 4 mil participantes. “É a oportunidade que médicos, cirurgiões e outros profissionais da área da saúde se reúnam a fim compartilhar o que Salvador produziu de conhecimento no campo da urgência e emergência, contribuindo com a rotina hospitalar de outras localidades do mundo. Além disso, a ocasião reúne todos os avanços dos protocolos e atendimentos da medicina traumatológica mundial”, explicou o médico cirurgião de trauma do Hospital Municipal de Salvador (HMS), André Gusmão.

 

A conferência, que ocorre a cada dois anos, terá sua próxima edição na Austrália (2020) e depois no Japão (2022).  

Excesso de exames de imagem pode ser prejudicial para crianças, alerta SBP
Foto: Agência Brasil

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) fez um alerta para os riscos da exposição excessivas de crianças e adolescentes a exames de diagnóstico por imagem, como tomografias computadorizadas e raios x. Uma campanha lançada pela entidade tem o objetivo de estimular o uso racional dessas ferramentas.

 

Segundo a Agência Brasil, há também a preocupação, por parte de pediatras, em fazer com que técnicos responsáveis pela execução dos exames façam as adaptações necessárias aos equipamentos, adequando-os às características físicas desses pacientes.

 

“Para os médicos, os exames de imagem (raios x, tomografias, ultrassonografias e ressonância) são muito úteis à medicina e, por vezes, essenciais ao diagnóstico em adultos e crianças. Entretanto, alguns desses exames emitem radiação nociva à saúde e, por isso, a SBP, em parceria com outras entidades nacionais e internacionais, lança uma campanha que alerta sobre o uso racional dessas ferramentas. Além dos pediatras, os radiologistas e outros técnicos envolvidos no processo também devem ser bem orientados”, explicou a entidade, por meio de comunicado.

 

Para a presidente da SBP, Luciana Rodrigues Silva, é preciso cautela para não expor crianças e adolescentes a riscos desnecessários. Essa população, segundo ela, possui tecidos e órgãos ainda em desenvolvimento e apresenta, portanto, maior sensibilidade aos efeitos da radiação ionizante sobre o corpo humano. Quanto mais jovem for o paciente, maiores são as chances de desdobramentos adversos.

 

A orientação é que, durante a consulta, os especialistas façam uma investigação atenta e solicitem o exame apenas quando sinais e sintomas exigirem. Pediatras e demais médicos devem ainda alertar os pais sobre os riscos. “Não são raros os casos em que os procedimentos decorrem de um pedido da própria família”, lembrou Luciana.

 

Dados do Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde (SUS) mostram que cerca de 350 milhões – 4% de todos os procedimentos médicos por imagem nos últimos dez anos – foram realizados em crianças e adolescentes de até 19 anos. Um ponto que chama a atenção, segundo a SBP, é que, embora o tamanho dessa população tenha diminuído no período, o volume de exames de diagnóstico por imagem aumentou em todo o país.

Viver Bem: A importância da saúde psíquica no tratamento do câncer de mama
Foto: Pixabay

Entre os inúmeros desafios que rondam a vida feminina, o câncer de mama ainda é uma das doenças que mais atinge as mulheres. De acordo com dados do Instituto do Coração, de São Paulo, apenas para este ano, a estimativa é que surjam 60 mil novos casos da doença entre mulheres na faixa etária dos 20 aos 35 anos. Esse cenário alerta para a necessidade de um maior cuidado também com o psicológico da mulher, que costuma ser diretamente desestabilizada com o diagnóstico do câncer. Em entrevista, a psicóloga do Hapvida, Amanda Valentine Braga, explica sobre os cuidados necessários durante esse processo.

 

1 - Com a descoberta do câncer, o mais indicado seria iniciar a terapia de prontidão? Como e em que nível as sessões podem auxiliar o tratamento quimioterapêutico?

Não há uma orientação geral sobre a indicação da busca de psicoterapia. O suporte psicológico é disponibilizado desde o primeiro momento, quando o paciente, de posse do diagnóstico oncológico, pode vir a se deparar com angústia e sensação de desamparo. O encaminhamento para um profissional ocorre a partir do momento em que a pessoa se sente preocupada, ansiosa, aflita e necessita de um suporte para lidar com esse novo momento da sua vida, de modo a evitar danos psíquicos. Os aspectos emocional e físico estão interligados, por isso, é fundamental buscar entender as angústias e sofrimentos. 

 

2 – Quando o diagnóstico de câncer de mama é recebido por mulheres jovens, como lidar com esse tipo de doença tão precocemente?

O adoecimento, seja qual for seu nome/diagnóstico, é uma experiência que remete à fragilidade, insegurança, sensação de desamparo. A juventude, que é uma classificação social do desenvolvimento humano, ocorre em um período de concretização de escolhas relacionada à carreira/profissão, casamento, nascimento dos filhos, momentos de construção econômica/social. Mas a questão crucial aí é que, independente do momento da vida, a doença é uma interrupção, uma suspensão das certezas e das vivências do sujeito, o que faz com que cada pessoa se depare com sentimentos de insegurança, medos e fantasias relacionados à descontinuidade da própria existência. Daí a importância do suporte psicológico, para que cada um encontre modos de lidar com a situação. 

 

3- Independente da idade, a vaidade é algo muito delicado. Como a terapia pode ajudar no processo de mudanças externas, como a queda dos cabelos?

A autoestima sofrerá interferências pelo adoecimento. A psicoterapia visa possibilitar um momento de desabafo e compreensão para a pessoa que está passando pelo processo de aceitação da sua atual condição física. É muito importante que o sentimento de vida do sujeito permaneça, dentro do possível, e que ele possa construir uma relação diferente consigo a partir das mudanças vivenciadas. É fundamental a compreensão de que, após o luto pelas perdas da saúde, cabelos, desnutrição, alterações da libido, é possível retomar a vida e ter de volta o que foi perdido.

 

4 - Diante de uma doença grave é possível que a pessoa só veja o lado negativo da situação e pense que vai morrer. Como reverter essa situação?

O modo como cada um se posiciona diante das perdas, fracassos e medos é o ponto-chave para o enfrentamento da doença, independente de ser um tratamento curativo e/ou paliativo. O atendimento psicológico visa também, auxiliar o paciente e seus familiares a lidarem com a compreensão do processo de morte de maneira menos dolorosa e desesperadora. 

 

Em caso de sofrimento psíquico e rebaixamento do humor, o atendimento psicológico visa auxiliar o paciente para que ele possa lidar com este sofrimento de modo a minimizar impactos emocionais, assegurando que mantenha o investimento em si, dentro do que for possível, mas assegurando que em caso de uma decisão pela interrupção do tratamento e organizando-se junto à equipe, possa ter uma despedida digna, dentro da singularidade e condição de cada um suportar viver.

Corrida do Sindimed ocupa o circuito Barra-Ondina neste domingo
Foto: Max Haack / Ag. Haack

A orla da Barra-Ondina recebe, no próximo domingo (14), a 10ª edição da Corrida dos Médicos. Com percurso de 6 km, a partir das 7h, o evento lembra o Dia do Médico, celebrado em 18 de outubro.

 

A corrida é voltada para médicos, estudantes de medicina e público em geral, além de atletas portadores de necessidades especiais. Aqueles que fizeram as inscrições através do site já podem retirar os kits. A entrega acontece na sexta (12) das 9h às 19h e no sábado das 9h às 17h, na sede do Sindimed.

Hospital Municipal de Salvador busca convênio para programa de Residência em Medicina
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O Hospital Municipal de Salvador recebeu nesta quarta-feira (1) uma equipe técnica da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). Na ocasião, foram realizadas vistorias para avaliar a assinatura de um protocolo de compromisso do hospital com a realização das adequações necessárias para a abertura do processo seletivo para residência.

 

“O HMS tem todos os requisitos necessários de infraestrutura e equipe para que a gente possa participar desse processo de formação dos novos residentes. Conseguirmos avançar rapidamente n essa implantação que estava prevista somente para daqui um ano e meio e queremos ser pioneiros exatamente porque temos quinze unidades de pronto atendimento na rede municipal e essa formação garantirá profissionais mais qualificados em nossos serviços”, explicou Ivan Paiva, coordenador médico hospitalar e de emergência de Salvador.

 

A assunção do convênio tornará o Hospital Municipal de Salvador o primeiro equipamento de saúde da Bahia habilitado para o Programa de Residência em Medicina de Emergência.

OMS alerta que metade dos casos de transtorno mental surge até os 14 anos
Foto: Getty Images

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quarta-feira (10) que metade dos casos de transtorno mental surge até os 14 anos de vida, mas a maioria não é detectada ou tratada. Dados da entidade mostram que o suicídio é a segunda principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos.

 

A entidade aponta ainda, segundo a Agência Brasil, que o uso de álcool e drogas ilícitas permanece uma importante questão em diversos países, podendo levar a comportamentos de risco como sexo sem proteção e direção perigosa. Transtornos alimentares, de acordo com a entidade, também são fonte de preocupação.

 

“Felizmente, há um crescente reconhecimento da importância de ajudar os jovens a construir a resiliência mental, desde as primeiras idades, a fim de lidar com os desafios do mundo de hoje. Crescem as evidências de que promover e proteger a saúde do adolescente traz benefícios não apenas à saúde deles, tanto a curto como a longo prazo, mas também às economias e à sociedade, com jovens adultos saudáveis capazes de fazer contribuições maiores à força de trabalho, famílias, comunidades e sociedade como um todo”, informou a OMS.

 

Ainda de acordo com a OMS, muito pode ser feito para ajudar a construir resiliência mental desde cedo e contribuir para a prevenção do sofrimento mental entre adolescentes e jovens adultos. A prevenção, segundo a entidade, começa com o conhecimento e a compreensão dos primeiros sinais e sintomas de alerta de transtornos mentais.

 

“Pais e professores podem ajudar a construir habilidades em crianças e adolescentes para ajudá-los a lidar com os desafios cotidianos em casa e na escola. O apoio psicossocial pode ser fornecido em escolas e outros ambientes comunitários e, é claro, o treinamento de profissionais de saúde para que eles possam detectar e gerenciar transtornos de saúde mental pode ser implementado, aprimorado ou ampliado”, destacou a organização.

 

“O investimento por parte dos governos e o envolvimento dos setores social, saúde e educação em programas abrangentes, integrados e baseados em evidências para a saúde mental dos jovens é essencial. Esse investimento deve estar vinculado a programas de conscientização de adolescentes e jovens sobre formas de cuidar de sua saúde mental e ajudar colegas, pais e professores a apoiar seus amigos, filhos e alunos”, concluiu a OMS.

Nordeste é região com menor remuneração para médicos em concursos públicos, diz CFM
Foto: Marcos Santos / USP Imagens

O Nordeste possui a menor média salarial para médicos em concursos municipais. A conclusão é de um levantamento realizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

 

De acordo com a entidade, a região é responsável por 37% das vagas oferecidas neste ano. Para jornadas semanais de 20 horas, os concursos na região oferecem salário inicial médio inferior a R$ 4 mil. Aos que concorreram às vagas de 40 horas, a remuneração média foi de R$ 6,6 mil.

 

Em nota à imprensa, a entidade pontua que o piso pleiteado é de R$ 14.134,58 para 20 horas semanais de trabalho. Nacionalmente, segundo os editais lançados no primeiro semestre de 2018, a média de salários oferecidos foi de R$ 5.520,73 para a mesma jornada.

 

Entre os 441 concursos analisados pelo CFM, que totalizam pouco mais de 5 mil vagas e cadastros reserva, somente quatro oferecem salários cujo valor por hora supera o piso nacional - dois no Paraná, um em Minas Gerais e um no Amazonas. Quando se avalia a remuneração inicial média por estado, no entanto, nenhum deles alcança o piso sugerido pela categoria.

 

O presidente do CFM, Carlos Vital, afirmou que os problemas que afetam o sistema público devem ser solucionados pelos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS). Na sua avaliação, a criação de uma carreira de Estado para o médico seria uma dessas soluções. "A implantação efetiva dessa proposta, que está pronta para ser votada na Câmara dos Deputados, beneficia os médicos, a população e os gestores", ressaltou.

 

Segundo Vital, esta foi uma das pautas apresentadas aos candidatos à presidência, que ao longo do mês de agosto receberam das entidades médicas proposições que devem ser priorizadas em plataformas eleitorais e programas de Governo.

Brasil já confirmou mais de 2 mil casos de sarampo neste ano
Foto: Fiocruz

O Ministério da Saúde confirmou, até o último dia 8 de outubro, 2.044 casos de sarampo. De acordo com boletim divulgado nesta quarta-feira (10) pela pasta, há ainda 7.872 casos em investigação.

 

Atualmente, o país enfrenta dois surtos da doença. No Amazonas, são 1.629 casos e 7.872 em investigação. Já em Roraima, há registro de 330 casos de sarampo e 94 em investigação. Alguns casos isolados e, segundo a pasta, relacionados à importação, foram identificados nos estados de São Paulo (3), Rio de Janeiro (18), Rio Grande do Sul (36); Rondônia (2), Pernambuco (4), Pará (17), Sergipe (4) e Distrito Federal (1).

 

Até o momento, foram confirmadas 10 mortes por sarampo, sendo quatro no estado de Roraima (3 em estrangeiros e 1 em brasileiro), quatro no Amazonas (todos brasileiros) e dois no Pará (indígena venezuelano).

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