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‘Fazemos o que queremos, como podemos’, diz baiano vencedor do Festival de Montreal

Por Jamile Amine

O cineasta baiano radicado em Curitiba, Aly Muritiba | Foto: Reprodução/Facebook
O cineasta Aly Muritiba nasceu em Mairi, na Bahia, em 1979, mas aos 17 anos mudou-se para Curitiba, onde vive até hoje e é responsável pela direção artística e produção do "Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba". O diretor, que já foi semi-finalista ao Oscar de 2013, na categoria de melhor curta-metragem em live-action, com “A Fábrica”, venceu recentemente o Festival de Cinema Mundial de Montreal, com o longa-metragem “Para Minha Amada Morta”, filme cuja estreia está prevista para março de 2016 e que estará na programação do Panorama Coisa de Cinema, em Salvador. A notícia do prêmio foi recebida esta semana, quando o artista esteve na Itália, durante a 72ª edição do Festival de Veneza, exibindo “Tarântula”, dirigido por ele e Marja Calafange. A produção integrou a mostra competitiva Horizonte, que acontece em paralelo à premiação principal e é destinada às novas tendências estéticas e expressivas do audiovisual. “Tarântula”, único curta brasileiro na grade do evento, foi confirmado em mais de 20 festivais no mundo, entre eles o Festival de San Sebastian, na Espanha; de Biarritz Amérique Latine e o Festival du Cinéma Lusophone et Francophone de Montpellier, na França; Encounters Short Film & Animation Festival, no Reino Unido; e Hamptons International Film Festival, nos EUA. Em entrevista ao Bahia Notícias, Muritba falou sobre sua mudança para o Paraná, sobre o cinema brasileiro e a cena baiana, sua participação em festivais internacionais e comentou ainda os rumores de uma possível extinção do Ministério da Cultura. Clique aqui e leia a matéria completa na Coluna Cultura.

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