Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Internacional

Notícia

Influenciadora Malévola tem passaporte apreendido e é detida por autoridades no Egito

Por Redação

Foto: Reprodução / Instagram @malevolazxoficial_

A influenciadora Malévola Alves teve seu passaporte apreendido e foi encaminhada a uma delegacia no Egito nesta terça-feira (20). A criadora de conteúdo está viajando pelo país e contou nas redes sociais que estava com uma amiga a caminho de um passeio na cidade histórica de Alexandria quando foram paradas e levadas para as autoridades locais. A influenciadora afirmou ainda que suspeita de que o episódio teria sido motivado por transfobia.

 

Malévola, inclusive, compartilhou registros da viagem nos stories do Instagram, incluindo momentos descontraídos com suas amigas antes de serem levadas a uma delegacia e terem seus passaportes apreendidos. “Estamos na delegacia, estamos desesperadas. Eu não sei o que vai acontecer ou o que vão fazer com a gente. Pegaram todos nossos passaportes e pararam nossa van no meio do passeio”, escreveu a influenciadora em uma publicação. 

 

“Se eu sumir, vocês já sabem. Não sei o que fazer ou pedir pra vocês. Eles perguntaram se eu e a Bruna éramos trans e não sabemos de mais nada, estou desesperada. Alguém de Alexandria?”, questionou Malévola.

 

A criadora de conteúdo compartilhou também imagens de conversas com o grupo de amigas que está com ela na viagem, em que Malévola pede que elas não deixem o local sozinhas e tomem cuidado até que tudo seja resolvido. “Isso é muito perigoso. Não vou embora em hipótese alguma. Fique aí até a gente sair”, alertou.

 

Ser trans não configura crime no Egito, porém, pessoas trans sofrem perseguição e discriminação no país, segundo a Human Rights Watch, organização não governamental dedicada à defesa e à pesquisa dos direitos humanos em quase 100 países.