Empresa de Virgínia Fonseca teria ligação com o PCC, aponta reportagem
Por Redação
A grande reportagem feita pela revista Piauí sobre o império de Virginia Fonseca apontou uma suposta ligação da influenciadora em um de seus negócios com o a facção PCC (Primeiro Comando da Capital).
De acordo com a publicação, a WePink surgiu de um negócio antigo de sócios da blogueira, a Pink Lash, rede de estética fundada pelo casal Samara Martins e Thiago Stabile.
Esse empreendimento teria tido o investimento de Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como "Japa do PCC". Em entrevista à revista, ela confirmou ter investido R$ 800 mil na abertura da primeira unidade.
Questionada sobre a origem do dinheiro, Karen afirmou que o valor teria vindo da venda de um carro pertencente ao marido à época, apontado pelas autoridades como liderança do PCC na Baixada Santista.
Segundo a publicação, a Japa do PCC teve uma participação ativa na operação da Pink Lash nos primeiros anos da empresa, no entanto, deixou o negócio após Samara e Thiago se juntarem para criar a WePink ao lado de Virginia Fonseca e do empresário chinês Chaopeng Tan. A marca de cosméticos atingiu faturamento de cerca de R$ 1,3 bilhão em 2025.
Em entrevista à Piauí, Virgínia disse ter conhecido Karen Mori em eventos ligados à Pink Lash. "Não associo pessoas a possíveis envolvimentos de terceiros apenas por relações comerciais ou convivência".
SOBRE A INVESTIGAÇÃO
De acordo com a revista Piauí, a blogueira de 27 anos se tornou alvo de uma investigação que apura transações atípicas em suas empresas após um relatório emitido pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).
A investigação busca checar a legalidade das operações e se houve crimes financeiros, fiscais ou de lavagem de dinheiro em três empresas ligadas a Virgínia.
