“Esse caso é sui generis porque, pelo visto, o juiz que deu liberação à Prefeitura foi induzido ao erro ao acreditar que aquela área da Paralela é um foco de dengue e, não, uma nascente. E, pelas informações da promotora, o secretário queria mesmo ser preso”.
Lidivaldo Brito, procurador-geral de Justiça da Bahia, sobre a confusão envolvendo a promotoria do Meio Ambiente e o secretário municipal de Habitação, Antônio Abreu.
Lidivaldo Brito, procurador-geral de Justiça da Bahia, sobre a confusão envolvendo a promotoria do Meio Ambiente e o secretário municipal de Habitação, Antônio Abreu.
