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Andrea rebate Setps: ‘Ônibus é lata de sardinha'

Por (Rafael Rodrigues)

A insatisfação do presidente da Câmara Municipal de Salvador, Pedro Godinho (PMDB), com a decisão do governo do Estado em conjunto com a prefeitura de preferir o metrô como modal para ser instalado na Avenida Paralela não ressoa em todos os vereadores soteropolitanos. Segundo Andréa Mendonça (DEM), ao menos cinco colegas – os petistas Marta Rodrigues, Gilmar Santiago e Vânia Galvão, Aladilce Souza (PCdoB) e Joceval Rodrigues (PPS) – consideram a escolha acertada e discordam das reclamações de que não teriam participado da definição. “Fomos recebidos pelo secretário Zezéu Ribeiro (Planejamento do Estado), que nos mostrou os estudos. Realizamos diversas audiências. Não me sinto excluída, mas muito feliz”, contrapôs, em entrevista ao programa Acorda Pra Vida, da Rede Tudo FM 102,5. A vereadora ironizou a proposta do Sindicato das Empresas de Transporte Geral (Setps) de pagar os R$ 600 milhões da obra de construção do BRT (linha exclusivas de ônibus) na via. “Se estão tão bem intencionados, por que não pegam essa quantia e melhoram a qualidade dos ônibus, que parecem latas de sardinha? Por que não fazem o simples e informam o horário e itinerário nos pontos de Salvador?”, reclamou. Indagada sobre a possibilidade de parte dos vereadores defender o BRT devido a compromissos com financiadores de campanha, a Andreia cobrou transparência: “O financiamento de campanha deve ser aberto. Todo mundo tem que saber quem está representando a quem na câmara municipal”.

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