Ação do MPF não passa de equívoco, diz advogado
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Imagem de Jaguaribe sem barracas
O advogado Fabrício Bastos, que representa o prefeito João Henrique, informou nesta quarta (3) que a ação proposta pelo Ministério Público Federal relacionada com licenças para antigas barracas de praia da orla de Salvador “não passa de um grande equívoco", já que "as barracas de praia, objeto da ação, já não existem mais”. Lembrou ainda que a ação é de 2005 e que o prefeito João Henrique sequer foi ouvido. “Isso não passa de um imbróglio que surgiu a partir de uma denúncia anônima de um morador da Pituba se queixando de uma obra que a Conder estava fazendo na orla. O prefeito não tem nada a ver com a questão”, observou Fabrício Bastos, ao argumentar que existem ainda há uma série de “incorreções no processo”. Também o secretário de Comunicação da Prefeitura, Diogo Tavares, declarou que JH não poderia ser responsável pela ação por conta do decreto de delegação de competência, "no qual cada gestor é responsável pela administração das ações da sua pasta". De acordo com o titular, ao contrário da construção irregular de barracas, o que o prefeito fez foi retirar todas as construções dos 75 km da orla de Salvador, com remoção de fossas e entulhos, recompsição de taludes e promoção da recuperação ambiental das praias, inclusive na Ipitanga, em Lauro de Freitas.
