Pagot nega esquema de corrupção no Dnit

Em depoimento nas comissões de Infraestrutura e Meio Ambiente, Fiscalização e Controle do Senado, na manhã desta terça-feira (12), o diretor afastado do Dnit, Luiz Pagot, negou as denúncias sobre corrupção no órgão e no Ministério dos Transportes. "Quero refutar todas as acusações que são feitas à minha pessoa. Vim fazer defesa do Dnit", apaziguou. A oposição acreditava que o gestor poderia revelar todos os detalhes do esquema de corrupção descoberto no Ministério dos Transportes, e já o comparavam ao ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB). “O PR não utilizou o Dnit para cooptar, para buscar qualquer tipo de mecanismo para buscar dinheiro para seus cofres”, disse Pagot. Ele citou a Controladoria Geral da União (CGU), que mantém um gabinete dentro do Dnit para acompanhar as ações do órgão. Conforme o gestor, o órgão abre, em média, 300 processos por ano: “A Controladoria Geral da União nunca abriu menos de 300 processos por ano. A média dos últimos dois anos foi de 350 processos. A CGU mantém um gabinete o tempo todo no Dnit. A CGU ela exerce o papel de controle interno, ela nos exige relatórios permanentes e controle permanente”, destacou.
