‘Não se pode fazer WikiLeaks da história’
Composição: Bahia Notícias
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Até o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) defende o fim do sigilo dos documentos da história recente do Brasil, incluindo os do período da ditadura militar e dos governos posteriores, inclusive o seu. Ele defendeu, nesta terça-feira (14), que apenas os registros históricos do governo referentes à definição das fronteiras do país devem manter-se secretos. “Acho que não podemos fazer WikiLeaks da história do Brasil, da constituição de nossas fronteiras”, afirmou o presidente do Senado. Ele teme que a partir da divulgação de documentos históricos da delimitação das fronteiras, fossem criados problemas já superados com países como a Bolívia e o Peru, por exemplo. “O resto pode abrir, acho que deva abrir. Na parte do meu governo está tudo aberto. Quem for à minha fundação, no Maranhão, vai ver que tem mais de quatrocentos e tantos mil documentos, e eu não tenho o menor interesse de esconder nada”. Informações da Agência Brasil.
