‘Barracas eram verdadeiros restaurantes’
Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
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Procurador Bruno Godinho conta detalhes dos processos que culminaram com demolições
O Bahia Notícias entrevistou esta semana o advogado público Bruno Leonardo Guimarães Godinho, procurador-chefe da União no estado. Ele contou, detalhadamente, como foram os trâmites dos processos que culminaram com a demolição das barracas de praia de Salvador e Lauro de Freitas. Sobre as cabanas de Ipitanga, que ficavam na área limítrofe entre as duas cidades, o procurador atentou que, em alguns casos, as ocupações da área de marinha eram feitas por grandes empreendimentos. “Eram verdadeiros restaurantes, sobretudo nesse trecho de Ipitanga, em que as chamadas barracas comportavam até 500 pessoas, sendo atendidas simultaneamente. Então, é evidente que nenhum desses permissionários eram barraqueiros, na concepção que a sociedade tem de barraqueiro, de pessoa humilde”, apontou. Godinho disse ainda que empreendimentos do tipo, localizados em outras cidades praianas, como Porto Seguro e Ilhéus, também estão na mira da Justiça. Clique aqui e leia a entrevista na íntegra.
