Taxistas de Salvador reclamam de insegurança
O assassinato cruel do taxista Antônio Lemos, 50 anos, que teve o rosto mutilado na última sexta-feira (22), chamou a atenção para um problema que faz parte do cotidiano dos motoristas de táxi em Salvador: a violência. De acordo com o Sindicato dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários de Salvador (Sinditaxi), ocorrem em média 15 assaltos a taxistas por dia nas ruas da cidade. Entre os bairros indicados pelo sindicato como os mais perigosos estão Liberdade, Itapuã, Vale das Pedrinhas, Uruguai, IAPI, Suburbana, Barra, Nordeste de Amaralina, Santa Cruz e Rio Vermelho. Em novembro de 2010, o presidente do Sinditaxi, Carlos Dias, entregou ao governador Jaques Wagner uma carta com o pedido de criação de um grupo de repressão a assalto a táxis. Informações do jornal Correio.
