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Controle de ponto perde fôlego no Senado

Dez dias após a implantação no Senado do controle de frequência por impressão digital dos servidores, o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), liberou um terço dos funcionários de seu gabinete de fazer o registro do ponto. Outros nove senadores tomaram a mesma medida. Os 162 servidores se juntam aos 1.060 que já haviam sido dispensados do controle por ocuparem chefias de gabinete, diretorias ou por estarem lotados nos estados. A Câmara Alta do Congresso justifica a liberação com o argumento de que alguns funcionários precisam de horário flexível para acompanhar a rotina dos parlamentares. Na implantação do ponto biométrico, o Senado gastou R$ 1,154 milhão para coletar as informações digitais e armazená-las em cartões personalizados. Informações da Folha de S. Paulo.

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