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PM relata momento da morte de atirador

Foto: Reprodução / Globo News

Sargento Alves atirou em assassino, que logo depois se matou

O sargento da Polícia Militar do Rio, Márcio Alves, de 38 anos, um dos primeiros a chegar à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio, onde 11 alunos foram mortos por um homem, na manhã desta quinta-feira (17), afirmou que a tragédia poderia ter sido ainda maior. Segundo Alves, em entrevista coletiva, o atirador pretendia subir para o 3º andar para fazer mais vítimas, mas acabou impedido por ele. “Quando ele apontou a arma em minha direção, eu o baleei. Ele caiu na escada e então se suicidou”, relatou. De acordo com o sargento, que tem 18 anos de corporação, o sentimento foi de dever cumprido. “Eu tenho uma filha da mesma idade dessas crianças e fiquei muito sentido. Mas a sensação é de dever cumprido, pois eu consegui impedir uma tragédia ainda maior”, disse. Alves afirmou ainda que o atirador, identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, tinha um cinto com várias munições.

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