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Secult rebate promotora em defesa de Eliezer

Por (Evilásio Júnior)

A declaração da promotora Rita Tourinho, do Ministério Público Estadual (MP-BA), de que o assessor-chefe da Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Eliezer Cruz, é investigado por ter sido gestor do ProJovem Trabalhador na cidade, em que apurações indicam um suposto desvio de R$ 7,8 milhões, foi contestada pelo órgão. Por meio da assessoria de imprensa, a Secult nega a informação de que ele comandava o programa, embora não descarte que o profissional rebaixado de posto seja alvo da apuração que é realizada pela Justiça Federal. “A Secult informa que, ao contrário do que foi publicado, Eliezer Cruz, assessor-chefe  da Secult, que também já ocupou o cargo de subsecretário do órgão, nunca assumiu a função de gestor do ProJovem Trabalhador, bem como nunca participou da administração do projeto”, diz a nota. Sobre a permanência dele nos quadros da pasta pelo atual titular, João Carlos Bacelar, a secretaria justifica que ele foi mantido “assim como outros profissionais de diversas áreas”.

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