Lei seca para por falta de verbas da Transalvador

De acordo com a denúncia do jornal Correio deste domingo (19), desde junho a Transalvador não realiza operações da Lei Seca por falta de dinheiro. Embora o superintendente do órgão, Renato Araújo, afirme que o que há na verdade é “uma rearrumação das operações e remanejamento de pessoal”, funcionários do órgão garantem que não há verba para a realização de mais blitze. Um bafômetro descartável custa cerca de R$ 18. São usados de 100 a 150 por noite. Existe também o pagamento de gratificações para agentes que trabalham nas operações. Rumores de funcionários dizem que tudo deve voltar ao normal em janeiro. De junho para cá, os acidentes fatais cresceram 27%.
