Vice se esquiva ao falar sobre crise financeira
Por (Rafael Rodrigues / Felipe Campos)
De acordo com Brito, a receita da cidade não cresce, o que complica a gestão financeira
O vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito, em entrevista à imprensa após a diplomação dos políticos baianos eleitos, foi questionado sobre os motivos da crise fincaneira que passa o municipio de Salvador, e que reflete no atraso no pagamento de funcionários públicos, terceirizados e prestadores de serviço. Brito, que é advogado tributarista, creditou o desequilíbrio à dificuldade crônica de Salvador na arrecadação de tributos municipais. "As despesas são fixas e a receita não cresce". Entretando, ainda de acordo com ele, a situação financeira "tende ao equilíbrio", embora não tenha explicado como este feito será alcançado. Perguntado sobre o projeto da Reforma Tributaria que aumentou os impostos municipais em 5,04%, o vice-prefeito disse que não participou da elaboração da proposta. "Fui apenas informado. Sei que tem pontos interessantes, como a questão do 'terreno de engorda', mas desconheço o projeto em sua versão final", comentou. Ao ser confrontado sobre uma declaração sua dada à imprensa de que o problema financeiro da cidade seria de gestão, Brito isentou-se. "Não falei na gestão como um todo, Se não, estaria me incluindo. A atividade financeira que é um problema de gestão".
