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CRIMINOSOS AUMENTARAM ATUAÇÃO APÓS OPERAÇÃO

Segundo nota da Polícia Federal, os chefes do esquema de contravenção dos jogos de azar com atuação na Bahia, presos nesta quarta-feira (1°) através da Operação Reset, apesar de responderem processo judicial exatamente pelo mesmo crime, não só mantiveram em funcionamento todo o esquema, como aumentaram a atuação no estado. De acordo com documentos apreendidos durante a “Operação Aposta”, no ano de 2007, o grupo criminoso tinha na época mais de 7 mil máquinas de caça-níquel, e atualmente estima-se que este número já passe das 20 mil. O faturamento anual gira em torno de R$ 50 milhões. Se os acusados forem condenados em todos os crimes apontados pela operação, poderiam pegar até 52 anos de prisão. Além das empresas citadas, para importar o material a organização conta com Oliver Michel Franceschi, residente em Fortaleza, e com a empresa Sygmatron Indústria e Comércio Ltda, localizada em São Caetano do Sul (São Paulo) e pertencente à Wilbis Wilson Paulo.

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