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Reforma de porto de Aratu mata peixes

Desde julho, quando começou a obra de ampliação do Porto de Aratu, a matança ilegal e generalizada dos peixes, além de gerar o prejuízo ambiental, aflige os pescadores que dependem do pescado para sobreviver. A matança acontece quando são realizadas as dragagens (procedimento realizado para aumentar a profundidade).  “Há mais ou menos um mês, catei em um dia mais de 300 peixes mortos, despedaçados. A draga está sugando os peixes e quando joga a água fora, eles saem cortados”, lamenta o pescador Paulo César Bittencourt, 53, da comunidade de Botelho, uma das nove que rodeiam o porto. “Eu pescava, em dia bom, até 20 quilos de camarão. Hoje, no máximo, pego 200 gramas”, reclama Eliomar dos Santos, 45. O secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, diz que o Instituto do Meio Ambiente (IMA), responsável pelo licenciamento, monitora a dragagem e agirá, “caso algum impacto ambiental não previsto ocorra”. Informações do A Tarde.

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